Maple Bear Natal implanta projeto inédito que incentiva e valoriza respeito às diferenças
O período é marcado pela queda das folhas das árvores por conta do aumento de ventos, diminuição do tempo de luz solar e a queda das temperaturas
O mormaço e o calor típico do verão estão diminuindo, e os dias com climas mais amenos e noites mais longas se tornam cada vez mais comuns no Brasil durante o período de março até junho. Isso acontece por conta da chegada do outono, estação que sucede o verão e antecede o inverno. O período é marcado pela queda das folhas das árvores por conta do aumento de ventos, diminuição do tempo de luz solar e a queda das temperaturas. Como toda estação do ano, além das características típicas de cada período, hábitos acabam sofrendo modificações, ou seja, se as pessoas preferem curtir uma praia e saborear pratos mais leves no verão, no outono elas acabam recorrendo a programas mais caseiros e refeições mais elaboradas.
Porém, algumas opções gastronômicas são versáteis e podem ser apreciadas em diferentes estações, como é o caso da cerveja. A bebida, cujo consumo registrou crescimento de 8% no ano passado e atingiu o volume de quase 16 bilhões de litros, de acordo com os dados da Euromonitor International, é um ótimo exemplo de que é possível saborear o mesmo produto em diferentes períodos.
“O outono é uma estação que fica no meio-termo, ou seja, não é tão quente quanto o verão e não é tão frio como o inverno, então vários estilos de cerveja combinam com esse período do ano”, afirma Alexandre Vaz, mestre cervejeiro da cervejaria Ashby. Por ser uma estação com noites mais frias, uma opção para curtir esse momento do dia é uma cerveja Strong Ale. Encorpada, aromática e de cor acobreada, ela apresenta notas de caramelo e amêndoas, além de aroma de frutas secas e nozes.
“Por ser uma cerveja forte, ela harmoniza justamente com pratos fortes. Se for uma noite com temperaturas bem baixas, um fondue de queijo combina com uma cerveja Strong Ale. Para quem ama carne, qualquer carne de porco combina com esse estilo, principalmente se ela for preparada com molho agridoce”, explica Vaz. Outro estilo de cerveja que combina com o tempo mais ameno do outono é o estilo Pale Ale, que possui sabor maltado e um aroma que lembra cereais e caramelo.
Na hora de harmonizar, escolha carnes grelhadas ou assadas como um frango assado na churrasqueira com carvão ou um bife grelhado. “A Pale Ale fica
ótima com carnes que têm um pouco mais de gordura. Isso porque o amargor, por mais que seja bem leve, ajuda a quebrar esse aspecto gorduroso”, pontua Vaz. Para quem não abre mão da culinária italiana e gosta de saborear diferentes tipos de massa, o estilo Ale combina principalmente com massas produzidas com molho de tomate.
“Como esse tipo de cerveja possui toques caramelados, ela acaba suavizando a acidez do molho, então ela pode ser harmonizada com lasanha ao sugo, macarrão ou nhoque à bolonhesa. O ideal é que uma cerveja Ale seja servida em um mug e sua temperatura deve estar entre 5 e 7ºC”, pontua Vaz.
Além de entradas e pratos principais, as cervejas também combinam com sobremesas. Aproveitando que o inverno permite refeições mais elaboradas, uma opção para quem não abre mão de apreciar um doce são as sobremesas preparadas com chocolate.
Nesse caso, a harmonização com cerveja pode ser feita combinando sabores iguais, ou seja, um prato feito com chocolate harmoniza com uma cerveja com sabor de chocolate, como é o caso da Porter. A cerveja possui uma coloração escura e sua produção é feita com malte torrado. Além do aroma e do sabor de chocolate, a bebida conta com aromas de biscoito e caramelo.
“A Porter não é uma cerveja que precisa ser apreciada extremamente gelada pois é uma cerveja mais encorpada. Ela combina com diferentes sobremesas preparadas com chocolate, como petit gateau ou uma torta feita com chocolate”, diz Vaz. Outro estilo que combina com sobremesas é a Pilsen Puro Malte produzida com aromas e sabores de Café e Cacau. Ela possui um sabor de malte suave e lúpulos agradáveis.
Sobre a Ashby
Foi no ano de 1993 que Scott Ashby, americano que chegou ao Brasil em 1992, decidiu montar, na cidade Amparo, SP, a primeira Micro Cervejaria do Brasil, a fim de trazer ao país o conceito de cervejas especiais dos EUA. Scott, Doutor em Física, apaixonado por cervejas, ingressou no curso de Mestre Cervejeiro na Universidade da Califórnia no ano de 1990 e, logo em seguida começou a trabalhar na cervejaria americana Wasatch, onde permaneceu por dois anos. Antes disso, Scott já era homebrewer e produzia cervejas para seus amigos, que rapidamente consumiam toda a produção caseira.
E a diferenciação da empresa já começou quando pensou em montar uma fábrica na cidade de Amparo, SP, circuito das Águas Paulistas. Como essas bebidas são compostas por 90% de água, a qualidade desta na fabricação é extremamente relevante. Por isso a Ashby escolheu estrategicamente o melhor lugar para suas instalações. As águas de Amparo, além de conservar a pureza que brota da terra, têm um equilíbrio excelente entre sais e minerais tornando-a perfeita para a fabricação de chopes e cervejas de qualidade ímpar.
Foi graças à Ashby que o cenário do mercado nacional começou a experimentar um novo conceito de cervejas diferenciadas, o que antes era privilégio para poucos.
Informações à Imprensa
Cervejaria Ashby
Renato Lopes Aranha: jornalismo@noticiaexpressa.com.br
Miriam Lago: miriam@noticiaexpressa.com.br
(11) 91030-3530
Missão reunião durante uma semana representantes de empresas e outras instituições potiguares para conferir, in loco, como funciona a cadeia produtiva da energia eólica offshore e buscar potenciais parcerias para o estado
A missão internacional liderada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e pelo SENAI-RN no Reino Unido foi encerrada, no último sábado (06), acrescentando, à bagagem potiguar, perspectivas de cooperação com instituições do país europeu, além de exemplos de boas práticas que funcionam para a chegada e o avanço da energia eólica offshore.
O Reino Unido é líder do setor na Europa e atualmente sedia o desenvolvimento do maior complexo eólico offshore do mundo. A atividade – a geração da ‘energia dos ventos’, com turbinas instaladas no mar, e a cadeia produtiva ao redor – existe há aproximadamente 10 anos em território britânico.
Na visão de empresas e entidades empresariais do Rio Grande do Norte que embarcaram na Missão ao país, conhecer a experiência de negócios e instituições que já vivem essa indústria in loco “foi como olhar o futuro” e colher subsídios para fortalecer a trilha do setor no Rio Grande do Norte.
O estado é o maior produtor de energia eólica em terra e tem, atualmente, os primeiros complexos offshore à espera de licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Não estamos levando na bagagem só boas práticas do Reino Unido, mas também informações e conhecimento de vários players que já atuam nesse mercado e isso dá a oportunidade de cada vez mais avançarmos na implantação do offshore no Rio Grande do Norte”, disse o diretor da FIERN e presidente eleito da Federação para o mandato que começa em outubro, Roberto Serquiz.
“Nós pavimentamos, aqui, uma estrada bastante fértil para implantação do offshore no estado. Sabemos as potencialidades que temos e estamos saindo (da Missão) com uma bagagem rica, com uma programação bem sucedida e com várias reflexões para que possamos dar continuidade a esse processo. A expectativa é através da Federação das Indústrias e do SENAI evoluir nesse sentido”, acrescentou.
Imagem registrada no encerramento da Missão: Reino Unido é líder do setor eólico offshore na Europa e atualmente sedia o desenvolvimento do maior complexo eólico offshore do mundo
Iniciada em Manchester e encerrada em Londres, capital do Reino Unido, a Missão teve como objetivo conhecer, in loco, a operação da indústria da energia eólica no Reino Unido, prospectar oportunidades de negócios para o estado e mostrar o potencial brasileiro e o potiguar, na área, de olho em possíveis parcerias com empresas e instituições britânicas.
A programação incluiu visitas a centros de inovação, a instalações eólicas offshore, à infraestrutura portuária da região e participação na conferência “Offshore Wind Connections”, uma das mais importantes do país e, neste ano, comemorando a 10ª edição. O roteiro também abrangeu as cidades de Newcastle e Hull. Entre as paradas, estiveram também instalações onde está em desenvolvimento o Dogger Bank Wind Farm, projeto que, uma vez concluído, será o maior parque eólico offshore do mundo.
Clique abaixo para acessar, com áudio em português, o vídeo “Caminhos para o futuro da energia limpa e do planeta”, que FIERN e SENAI-RN apresentaram em reuniões estratégicas durante a Missão no Reino Unido – e confira, no YouTube, a versão original, em inglês.
https://www.youtube.com/watch?v=PyIQ5wNlpcY
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A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e o SENAI-RN apresentam “Caminhos para o futuro da energia limpa e do planeta”, vídeo que mostra o …
www.youtube.com
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Negócios
Rodrigo Mello, diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, chamou a atenção para a participação direta de empresários e líderes sindicais do Rio Grande do Norte para enxergar oportunidades de negócio. “Nós consideramos que a Missão teve seu objetivo cumprido, no sentido de mergulharmos no funcionamento de uma cadeia que está para começar no Rio Grande do Norte, e de tratar da criação do ecossistema de energia renovável do estado, agora destacando a energia eólica offshore, uma cadeia de gigantes, trabalhada com a soma de esforços das micro e pequenas empresas”, frisou ele.
“Vimos onde as micro e pequenas têm oportunidade de se inserir e trabalhamos na perspectiva de levar conhecimento para o estado através de empresas formadoras de pessoas, de empresas de tecnologia e de desenvolvimento de equipamentos, por exemplo, para fortalecer o ambiente já existente no onshore (em terra) – que o Rio Grande do Norte tão bem conhece – e o ambiente offshore, que o RN também conhece voltado a óleo e gás. Agora, o que pretendemos é desenvolver uma cadeia que une esses esforços”, completou.
A avaliação do lado britânico também foi positiva e sinaliza novas perspectivas no horizonte para o estado. “Estamos extremamente entusiasmados com o que vimos. Claramente existe grande sinergia no que está acontecendo no ecossistema britânico e o que irá acontecer no Brasil nos próximos anos, especialmente no Rio Grande do Norte”, disse a cônsul do Reino Unido no Recife (PE), Larissa Bruscky. “Essa missão foi o início de uma parceria que deverá trazer muito conhecimento, inovação e negócios para o estado a partir da expertise britânica no setor”, pontuou ainda.
Cônsul do Reino Unido no Recife (PE), Larissa Bruscky: “Essa missão foi o início de uma parceria que deverá trazer muito conhecimento, inovação e negócios para o estado a partir da expertise britânica no setor”
Oportunidades
O empresário Francisco Vilmar Pereira Segundo, vice-presidente da FIERN e presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Rio Grande do Norte, analisou que “a Missão foi de grande importância para o fomento da economia do estado”. “O centro (o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis) tem feito um excelente trabalho com os grandes players do mercado internacional e esse trabalho de união com a Embaixada do Reino Unido é fundamental para que possamos ver o progresso da nossa cadeia produtiva”, disse, ao final da viagem, ressaltando também a importância do poder público e da iniciativa privada se unirem para viabilizar a infraestrutura necessária ao setor. “As oportunidades estão abertas e os sindicatos também podem somar muito para essa cadeia produtiva”, continuou Pereira.
Zeca Melo, diretor superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte, pontuou que a experiência britânica mostra um espaço muito claro para o segmento nessa indústria. “Nós vimos a decisão de apoiar a pequena empresa, nas universidades, nas grandes empresas, nos portos. Em todas as visitas que fizemos o contexto foi de apoiar a micro e pequena empresa, apoiar o desenvolvimento local, apoiar o empreendedorismo”, disse ele.
“Analiso que fizemos bons contatos com entidades que podem parceirizar conosco e que temos uma semente do offshore para o Polo de Energias Renováveis que está sendo desenvolvido com bastante sucesso pelo Sebrae dentro do SENAI no Rio Grande do Norte (o Polo para Aceleração de Negócios de Energias Renováveis do Brasil, que a entidade abriu esta semana no Hub de Inovação e Tecnologia – HIT – do SENAI-RN).
O empresário e presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do RN (Sinduscon-RN), Sérgio Azevedo, também descreveu os dias em território britânico como “muito proveitosos”. “Conhecemos um pouco desta cadeia que está indo para o Brasil e que vai chegar com muita força porque o mundo precisa de energia e essa energia é renovável”, disse. O Rio Grande do Norte, nas palavras dele, “é abençoado com a questão do recurso eólico, tanto no mar quanto em terra e é muito importante que as empresas locais estejam conhecendo a atividade de forma antecipada para que possam se preparar e, quando chegar a hora, para que consigam colher os frutos desse novo negócio”.
“Eu acho que a Federação das Indústrias está de parabéns pela iniciativa e pela forma que organizou a Missão, extremamente propositiva e com parceiros estratégicos. Nós conhecemos empresas que têm tudo a ver com o que a gente precisa para o Rio Grande do Norte”, destacou Azevedo. Alberto Serejo, presidente do Sindicato das Indústrias de Instalação e Manutenção de Redes, Equipamentos e Sistemas de Telecomunicações (SINDIMEST) do RN avaliou a viagem como “oportunidade de dar foco para que as empresas do estado possam crescer com novos rumos e projetos”.
Na visão de empresas e entidades empresariais do RN que embarcaram na Missão, conhecer a experiência de negócios e instituições que já vivem essa indústria “foi como olhar o futuro” e colher subsídios para fortalecer a trilha do setor no estado
Preparação
O governo do estado foi representado na viagem pelo diretor geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema), Leon Aguiar. O órgão é responsável por áreas como o licenciamento ambiental. “A gente tem que estar preparado para esse novo mercado, que ainda está chegando no Brasil e que mesmo aqui, no Reino Unido, com a atividade há uns 10 anos acontecendo, tem desafios”, disse ele.
“Esse é um mercado em crescimento, e nós temos que criar nossos atos regulatório, criar o ambiente de mercado, e o poder público também tem essa responsabilidade de ser o indutor do desenvolvimento, do estabelecimento de metas e da unificação do diálogo com as empresas. Temos que estar preparados porque também virão indústrias de diferentes atividades que ainda não existem no país e vamos precisar ter uma relação com essas empresas nesse novo ambiente. Uma relação institucional não só com a iniciativa privada, mas com outros atores da administração pública, porque teremos uma mescla de competências entre a União, entre os estados e os municípios”, acrescentou Aguiar.
Ele reiterou, ainda, que a experiência da Missão foi “muito positiva para que o Rio Grande do Norte, que já desponta no cenário das energias renováveis, esteja realmente preparado, capacitando pessoas, criando o ambiente de negócios, para que o offshore e o hidrogênio verde venham acontecer no estado de forma pioneira”. “Nós precisamos aproveitar a crista da onda porque quem começar primeiro vai conseguir aproveitar melhor esse mercado e criar novos negócios e novos ambientes”, destacou o diretor do Idema.
A possibilidade de atrair parcerias e investimentos britânicos para o Rio Grande do Norte também é vislumbrada pelo grupo que participou da Missão. Silvio Bezerra, empresário e diretor da Federação das Indústrias, disse ter entendido a programação como oportunidade de apresentar o que está sendo desenvolvido em território potiguar e que o estado tem muito a mostrar em tecnologia de ponta – e logicamente pode evoluir ainda mais a partir dessa aproximação com o Reino Unido. A expectativa, observa ele, é que instituições visitadas também possam desembarcar no RN.
“Nós queremos mostrar a eles o quão desenvolvido a gente está em relação ao que está sendo discutido, que é novo no mundo inteiro, nesse caso o hidrogênio e as energias renováveis”, disse Bezerra. “O SENAI tem vários exemplos a serem seguidos e tenho certeza de que, com a contribuição de um país como o Reino Unido, muita coisa pode ser feita em conjunto”.
Escola vivencia o período de acordo com o calendário litúrgico da Igreja Católica e estimula ações concretas de doação nos alunos
Páscoa – do hebraico Pessach – quer dizer passagem. Para os cristãos católicos, a data é o ápice da fé, a maior e mais importante festa de sua liturgia. É um período em que os cristãos se reúnem como povo de Deus para celebrar a Ressurreição de Jesus Cristo. Diferentemente do que muitos pensam, as festividades pascais se estendem, em 2023, até meados de maio.
De acordo com a coordenadora do Serviço de Ensino Religioso (SER) do Colégio Nossa Senhora das Neves, Irmã Marilda Oliveira Tavares, “a Páscoa não está restrita apenas a um dia, mas é celebrada por um período mais longo, o qual chamamos de Tempo Pascal, que compreende 50 dias a partir do domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes, vividos e celebrados com grande júbilo”.
Em consonância com os tempos litúrgicos da Igreja Católica, o Colégio Nossa Senhora das Neves celebra intensamente este período. “Para tal momento, realizamos as celebrações da Santa Missa com todas as turmas, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, que têm a graça de participar da Eucaristia e vivenciar este momento de fé”, destaca Irmã Marilda.
A vivência da Páscoa na escola é uma iniciativa que está diretamente relacionada à proposta pedagógica do Colégio das Neves, que oportuniza o acesso aos conhecimentos científicos e tecnológicos necessários, além de vivências de cunho espiritual e socioemocional, bem como o suporte à construção do projeto de vida de seus estudantes, por meio de metodologias diversificadas desenvolvidas por educadores competentes.
A Educação Infantil celebra este momento de forma mais lúdica e criativa, geralmente com apresentações teatrais e músicas alusivas ao período, “para que a mensagem da Páscoa possa chegar ao coração das nossas crianças”, explica a coordenadora do SER.
“Este ano, em especial, nas nossas celebrações da Páscoa, demos continuidade às atividades da Campanha da Fraternidade 2023 e como gesto concreto, as nossas crianças ofertaram alimentos não perecíveis para doação aos nossos irmãos mais necessitados”, finaliza Irmã Marilda.
O presidente do Sistema Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, reuniu, nesta segunda-feira, 08, deputados estaduais em um encontro de trabalho para apresentar a atuação do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac RN. Na ocasião, ocorrida no Hotel Escola Senac Barreira Roxa, houve a entrega da agenda legislativa dos segmentos do Comércio, Serviços e Turismo para o ano de 2023.
Marcelo Queiroz ressaltou a importância do momento como forma de promover uma maior aproximação entre o Sistema Fecomércio RN e a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, duas entidades que contribuem para o desenvolvimento social e econômico do estado.
“Nosso trabalho é diário, beneficiando centenas de milhares de pessoas. Em 2022, alcançamos a marca de mais de um milhão de atendimentos por meio da Fecomércio, Sesc e Senac, com ações de qualificação profissional, saúde, educação, lazer, cultura e assistência social”, frisou Queiroz.
O presidente da Federação também pontuou a abertura de diálogo da Federação como principal conduta para construção conjunta de resultados que atendam à toda a sociedade.
“Na condição de entidade que representa as principais atividades econômicas do nosso estado, temos a responsabilidade defender um ambiente de negócios mais favorável, para que possamos expandir a criação de empregos e geração de renda. Defendemos um trinômio que consideramos elementar para conseguirmos crescer: segurança jurídica, democracia e livre mercado”, completou o Marcelo Queiroz.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira, agradeceu a parceria da casa legislativa com a Fecomércio e firmou comprometimento para o desenvolvimento de novas ações.
“Estou falando aqui, em nome de todos os deputados estaduais, por que esse é o sentimento de todos de ver um estado cada vez melhor. Mais uma vez, reforço que as portas da casa do povo estarão sempre abertas para debatermos temas de interesse para Comércio e o Turismo”, disse deputado Ezequiel Ferreira.
Na pauta do evento, também foi exposto a atuação do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac em todo o Rio Grande do Norte, além do trabalho da Diretoria de Relações Institucionais junto aos parlamentares.
Sistema Fecomércio RN – Além de defender os interesses dos segmentos do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e fomentar a atividade econômica no Rio Grande do Norte, o Sistema Fecomércio é hoje um dos maiores sistemas de desenvolvimento social de todo o mundo.
Em 2022, a instituição alcançou a marca de mais de um milhão de atendimentos no estado por meio da Fecomércio, Sesc e Senac, com ações de qualificação profissional, saúde, educação, lazer, cultura e assistência social. O trabalho atende os trabalhadores do comércio e seus dependentes, também estendendo as ações para toda a população.