Produzido a partir do guaco, o fitoterápico apresenta efeito broncodilatador, antialérgico e antiasmático
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), “as infecções respiratórias são a terceira causa mundial de morte em adultos, sendo a pneumonia a grande representante”.
Diante desse cenário, o pesquisador e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Biotecnologia da Universidade Potiguar (PPGB/UnP), Francisco Goveia Júnior, realizou uma pesquisa com a Mikania glomerata, conhecida popularmente como guaco, e buscou na natureza uma solução para lidar com diversas infecções respiratórias.
“A planta, que apresenta efeito broncodilatador, antialérgico e antiasmático, é muito utilizada na forma de xarope e a escolha por trabalhar com elementos da natureza se deu com foco em oferecer uma solução com menos efeitos adversos, se comparado ao uso de produtos sintéticos, comuns em medicamentos tradicionais”, destaca o pesquisador.
Orientada pelo professor doutor do PPGB/UnP, Eduardo Azevedo, a pesquisa de Francisco resultou no depósito junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e recebeu o número BR 10 2023 008428 1, encontrando-se em análise, o que aumenta a expectativa pela outorga.
Empresário e Estrategista Digital José Patrício fala da importância de marcas e profissionais liberais se posicionarem de forma assertiva nas mídias sociais.
No mundo atual, a presença digital se tornou essencial para o crescimento e o sucesso das empresas. No RN, existe a necessidade das empresas se destacarem em um mercado cada vez mais competitivo. Sabendo disso, o estrategista digital José Patrício fornece algumas dicas para o sucesso de empresas de pequeno a grande porte, principalmente na parte de gestão de branding.
A gestão de branding envolve diversas atividades, tais como o desenvolvimento da identidade visual da marca (logotipo, cores, tipografia), a definição dos valores e propósito da empresa, a criação de uma personalidade para a marca, a definição do tom de voz utilizado na comunicação, a criação de uma experiência consistente para os consumidores, entre outros aspectos.
“A finalidade é estabelecer uma conexão emocional e significativa entre a marca e seu público-alvo, de forma a criar uma percepção positiva, diferenciada e valorizada da empresa e de seus produtos ou serviços. Resultando em um maior reconhecimento da marca, fidelização de clientes, diferenciação no mercado e aumento do valor percebido pelos consumidores. Inclusive, na internet”, aconselhou.
Marca também precisa estar alinhada nas redes sociais
“Parece óbvio, mas ainda algumas empresas não têm o zelo necessário a esta questão, que é a criação de perfis nas redes sociais onde o público-alvo participa mais. Não adianta uma empresa criar o Instagram se todos os seus usuários estiverem no Facebook, por exemplo. Ou criar um post totalmente diferente das características estabelecidas numa gestão de marca”, afirmou José Patrício.
De acordo com o estrategista digital, as redes sociais são excelentes maneiras de interagir com o público e aumentar a visibilidade da empresa. Além disso, “vai identificar quais plataformas estão em relevância para o seu negócio e criar perfis comerciais”. Sem contar que é bom publicar um conteúdo interessante regularmente, respondendo aos comentários e mensagens dos usuários.
As estratégias citadas, José Patrício aborda em sua mentoria e consultoria, o qual faz na Agência Seja Create, sendo sócio proprietário. São mais de 50 clientes atendidos no mundo todo, que trouxeram alto impacto na presença digital.
A agência foi criada em 2021, tendo como sócios-fundadores, José Patrício e Ruth Medeiros. A sede funciona no Shopping Seaway, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, e conta com uma equipe especializada para oferecer os serviços de: consultoria, mentoria, gestão de redes sociais, assessoria de imprensa, web designer, entre outros.
Simone Silva se define em alegria, uma pessoa que ama as pessoas e que acima de tudo busca sua melhor versão a cada dia. Alguém que ama a vida e quer aproveitá-la com sabedoria. Que não dispensa momentos cercada de amigos, que tem tempo para eles, que se esforça para fazer a família feliz e mantê-la sempre unida. Casada há quase 30 anos com o servidor público Enilson Medeiros, mãe de João, Davi, Pedro e Maria, ela vem de uma família de mulheres fortes, neta de Lídia, filha de Lourdinha, sobrinha de Terezinha, irmã de Sarita e prima de Acassia e Angélica, suas referências para tudo. A mãe de Simone era servidora federal e também de saúde e educou sozinha suas duas filhas. O Colégio Nossa Senhora das Neves foi o local em que Simone estudou boa parte de sua vida e diz guardar boas amizades da instituição até hoje.
O que te move todos os dias, Simone? São as pessoas. Existo por, com e para elas, seja família, amigos ou todo mundo. Tento sempre oferecer a melhor versão de mim. Atualmente estudo filosofia na Nova Acrópole e isso me possibilita reflexão, busca pela sabedoria e um conhecimento de mundo via atitudes práticas. Enquanto muitos investem apenas na beleza exterior, eu busco cada vez mais a interior.
Quais são as suas paixões? Livros, viagens, arte em geral e principalmente está com quem eu gosto (é isso me inclui) são as minhas coisas preferidas. Sou uma curiosa nata e tenho uma capacidade de assimilação grande. Não gosto de não saber das coisas e isso vai de teoria complexas a músicas do momento
Qual carreira escolheu para trilhar? Escrever é sem dúvida meu maior talento. Amo o jornalismo com todas as suas dores e delícias. Meu objetivo quando escolhi o curso era transformar a vida das pessoas por meio da informação. Nunca pensei em dinheiro ou sucesso, mas me orgulho onde cheguei. Creio que seja a primeira jornalista negra mais conhecida do RN e valorizo isso.
A pergunta é: por que jornalismo? Um professor de português do colégio das Neves acendeu isso em mim, porque minhas redações sempre eram destaque. Minha ideia de curso era educação física. E a partir deste dia, após a pergunta: por que você não faz jornalismo? Eu mudei de curso e com isso eu tinha um único propósito: transformar a vida das pessoas com informação. Era isso o que eu queria quando escolhi jornalismo. Nem fama, nem dinheiro, nem benefícios. Nada. Só tornar a vida das pessoas melhor.
Um de seus momentos de lazer é ir à praia com sua família
E o início de sua trajetória no colunismo social, como ocorreu? Na verdade, eu escolhi o jornalismo. Comecei no Diário de Natal como estagiária, um ano depois fui efetivada e lá tive a honra de ser a única jornalista do Rio Grande do Norte a ser indicada ao prêmio Ayrton Senna de jornalismo, na categoria jornal, uma série de seis reportagens sobre questões infantis, marcando a semana da criança. Minha especialidade era a editoria de cidades e principalmente polícia. Minha primeira coluna foi sobre mídia. Em 2000 fui convidada para ser correspondente da REVISTA CARAS em Natal. A partir daí o jornalismo social entrou na minha vida e comecei a frequentar as rodas sociais. Fiquei 12 anos na publicação, que me ensinou muito. Até um curso específico da editora Abril eu fiz em Brasília. Dividi este período com dois fotógrafos incríveis, Joana Lima primeiro e Canindé Soares depois. A partir daí tive a honra de substituir o grande Paulo Macedo, colunista que muito me ensinou. Depois assinei minha primeira página no JH Primeira Edição, então não parei mais.
Em tempos de redes sociais, é difícil inovar no colunismo social? Não. É preciso ser jornalista. Fazer um bom trabalho de apuração, ter faro para o que é notícia. Cada um com o seu celular é um colunista em si, mas quando o que faz encontra eco nas páginas de um jornal isso ganha uma relevância maior.
“Eu escolhi o jornalismo”, afirma Simone
Como as redes sociais influenciam seu trabalho? Há um lado positivo? Influenciam na linguagem, com textos mais diretos ainda e objetivos. São uma fonte muito rica de informação. Hoje sem ir a uma festa você pode saber exatamente como ela ocorreu. Não é como se estivesse lá, isso é insubstituível porque lhe permite observar minúcias, mas ajuda muito. Também na questão da coleta de material fotográfico. Avalio como muito positivo.
Ainda há muitas pessoas com uma visão um tanto equivocada sobre o colunismo social? Se sim, como você lida com isso? Dou risada, porque eu já tive o mesmo pensamento nos tempos de universidade. Lembro que um professor de filosofia me disse que eu dava certo para essa área e eu fiquei chateada. Hoje percebo que os que criticam adoram ser destaque na coluna. E quem mantém essa opinião demonstra certa ignorância e diz mais sobre si com a sua opinião. O jornalismo social traduz fielmente os usos e os costumes de uma época. Tem valor. Tenho uma trajetória profissional que muito me orgulha e tento na minha coluna fazer crônica social, compreendendo que sociedade são todas as pessoas, independente da classe. Se tem destaque por algum motivo, será destaque lá. Isso vale do garçom simpático ao milionário que comprou um jato, do professor universitário que ganhou um prêmio, a empresária que comprou uma joia. A minha coluna só não tem espaço para tristeza, mágoa, ressentimento, vingança ou deslealdade com ninguém.
Simone Silva celebra 50 anos com muita animação, diversão e surpresas dia 30 de junho
Quando se fala em festa e animação, ela já é sinônimo disso. E para celebrar os 50 anos de vida e desses 26 dedicados ao jornalismo, Simone Silva vai comemorar em grande estilo no próximo dia 30 de junho, a partir das 22h, no Hotel Imirá, na Via Costeira. E uma festa com o “padrão Simone Silva”: muita música, animação, gente bonita, diversão e uma entrega diferenciada nos serviços além, claro, de surpresas. Para animar a festa, o line-up é formado pelo DJ Bruno Porpino, Rafa Ferraz e Banda, Thiago Novaes e uma atração surpresa mantida a sete chaves pela aniversariante. A produção do evento é de Rodrigo Loureiro e de Markus Guedes, que também vai conduzir o cerimonial. O buffet fica por conta de Nilson Buffet e o projeto de iluminação é da Lume. A decoração é por conta de Clodualdo Bahia. Os convites by Denise Lins já estão circulando com projeto gráfico de todo evento desenvolvido por A Pimenta. Os convidados terão um leque de bebidas a disposição. O espumante escolhido da Adega Farret é o Santa Colina, uísque Old Parr 12 anos, e ainda um leque de drinks preparados pela Bar Service. Tem também serviço de manobrista da JF Vallet. Com um detalhe: aqueles que quiserem, após a festa, serem deixados em casa, é só pagar uma pequena taxa e o serviço será disponibilizado. A previsão é de sete horas de festa com direito a café da manhã ao amanhecer do dia com a visão do mar na Via Costeira. *Os passaportes para a festa estão disponíveis na Tota Tabacaria, na Avenida Afonso Pena, em Petrópolis.
Passagem para pontilhão em Cidade Nova – foto Alex Régis
A Prefeitura de Natal abriu prazo até o próximo dia 24 de julho para as empresas se inscreverem no processo licitatório de construção de um pontilhão sobre linha férrea no bairro de Cidade Nova, além de obras de reestruturação em vias do bairro visando dar mais segurança e fluidez ao tráfego. O valor do investimento supera R$ 15 milhões.
Segundo a Secretaria de Mobilidade da Prefeitura de Natal – STTU, o Pontilhão de Cidade Nova ficará no entroncamento da Av. Solange Nunes do Nascimento com Rua Eng. João Hélio Alves da Rocha e será uma espécie de viaduto sobre a linha férrea que divide os bairros de Cidade Nova e Planalto, eliminando a passagem de nível existente hoje.
“Essa é uma demanda muito antiga da população e é considerada uma das mais importantes na área de mobilidade, uma vez que envolve um cruzamento do fluxo ferroviário com o rodoviário e no local já aconteceram muitos acidentes devido à dificuldade de visibilidade para os motoristas que trafegam por lá”, explicou a secretária da STTU, Daliana Bandeira.
Números da entidade que gere a mobilidade urbana da capital apontam que cerca de 17 mil veículos circulam, por dia no local, o que torna a obra ainda mais necessária e urgente, devido aos riscos de acidente, além dos constantes engarrafamentos.
“A obra vai ser feita de modo que o tráfego de veículos passará por cima e a rede férrea por baixo do pontilhão. A CBTU já aprovou o projeto e apoia a necessidade da construção”, comenta Daliana Bandeira.
O investimento na obra do pontilhão é de aproximadamente R$ 15 milhões e a expectativa é para que, em 10 meses de trabalho, já possa ser entregue à população.
A licitação ainda envolve o trabalho de reestruturação para eliminação de pontos críticos de tráfego no cruzamento da rua 1° de Maio com a rua Engenheiro João Hélio Alves Rocha.