11 de julho de 2023

Coluna Versátil News

Multifunções, novo piso salarial e pesquisas científicas: especialista explica as particularidades do Fisioterapeuta  

 

Segundo professor Ricardo Rodrigues, pandemia da covid-19 garantiu uma maior visibilidade a esses profissionais

 

Em definição, a Fisioterapia “estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas”, conforme consta nos documentos do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). Após os anos de estudo, o profissional torna-se habilitado para atuar de forma plural e vai além do que costumeiramente se espera dele.

 

De acordo com o professor do curso de Fisioterapia da Universidade Potiguar (UnP), Ricardo Rodrigues, “o fisioterapeuta é um profissional que assiste desde a prevenção até a reabilitação do indivíduo, visando sua funcionalidade e promoção da saúde, principalmente melhorando a qualidade de vida e participação dos indivíduos na sociedade”.

 

Com mais 16 especialidades reconhecidas pelo Coffito, o profissional desse segmento está habilitado para atuar na acupuntura, no esporte, com a saúde da mulher, na quiropraxia, no campo oncológico, entre outros. Ricardo destaca que a atuação na traumato-ortopédica é a mais comum e conhecida. “É preciso salientar quão vasta pode ser a atuação deste profissional, que hoje é habilitado para trabalhar, inclusive, com distúrbios temporomandibulares”, afirma.

 

Após a pandemia da covid-19, algumas práticas da Fisioterapia foram se mostrando fundamentais para benefício da população e colocando o fisioterapeuta em um patamar elevado de importância. “Merece destaque, principalmente, a prática cardiopulmonar, envolvendo tanto a terapia intensiva como a reabilitação, devido ao papel que desempenharam junto às pessoas acometidas pelo novo coronavírus e nos seus processos de recuperação”, explica Ricardo.

 

Atualmente, com cada vez maior preocupação do indivíduo com a estética, a Fisioterapia também encontrou o seu espaço. Unindo bem-estar, beleza e muito estudo, surgiu a Fisioterapia Dermatofuncional. Mas, apesar do que pode parecer, a atuação nessa área não se resume apenas a cuidados superficiais.

 

“Trata-se de um segmento crescente na fisioterapia, tanto pela importância funcional como pelo fator estético e da qualidade de vida do paciente. Além do mais, a fisioterapia em si é um potencial campo de pesquisas, revelando novos nomes na ciência”, detalha o docente.

 

É o caso da egressa do curso de Fisioterapia da UnP, Ledycnarf Holanda. Ela foi aprovada como bolsista de pós-doutorado na Holland Bloorview da University of Toronto, no Canadá, para trabalhar com o professor doutor Tom Chau, um dos mais renomados em Engenharia Biomédica.

 

Atualmente, a potiguar se prepara para dar mais um importante passo na sua vida como entusiasta da pesquisa científica: criar uma interface cérebro-máquina e dispositivos robóticos para reabilitação de marcha de crianças com paralisia cerebral. “Espero contribuir com o desenvolvimento de novas tecnologias para saúde”, anseia Ledy.

 

Piso salarial

Paralelamente aos diferentes campos de atuação, existe um Projeto de Lei (PL) atualmente em tramitação com o objetivo de fixar o salário mínimo da profissão em todo o território nacional. O PL 1.731/2021 estipula um salário mínimo de R$ 4,8 mil para os fisioterapeutas, em uma carga horária semanal de 30 horas. A proposta já recebeu aprovação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e agora será encaminhada para análise na Câmara dos Deputados.

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Childfund Brasil lança Caderno sobre os 33 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

 

Dados do UNICEF revelam que 51% das crianças do país não têm todos os direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito

O Childfund Brasil lançou nesta quarta-feira, dia 05 de julho, o Caderno “33 anos do ECA: uma análise dos avanços, conquistas e desafios para a infância brasileira”, documento criado para contribuir com stakeholders estratégicos da área de direitos humanos da criança e do adolescente, governos e imprensa, para que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja cada vez mais efetivado na prática, assegurando direitos conquistados e garantindo a construção de um país cada vez melhor para crianças e adolescentes.

O caderno está dividido em sete capítulos, divididos tematicamente, mas cuja análise é fundamentalmente interconectada: saúde; alimentação; convivência com a família e comunidade; educação; direito à liberdade ao respeito e à dignidade; profissionalização e proteção ao trabalho; direito ao esporte, cultura, lazer e ao brincar. Os artigos, que são assinados por acadêmicos e especialistas na área da criança e do adolescente, trazem recomendações para a sociedade civil e para o poder público, mostrando que o cenário é complexo, com necessidade de ações coletivas e intersetoriais.

O evento de lançamento aconteceu no Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados, em Brasília. “Essa é uma leitura obrigatória para quem trabalha na área da criança e do adolescente. Traz propostas claras para a gente avançar nas propostas do ECA”, afirmou o diretor de país do Childfund Brasil, Mauricio Cunha.

A apresentação foi seguida por uma mesa de debate sobre o impacto da legislação na garantia dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes. Formaram a mesa Zacharias Calil, deputado federal e coordenador da Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância; Diego Alves, coordenador de Fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes do Ministério dos Direitos Humanos; e Ivânia Ghesti, gestora adjunta do Pacto Nacional pela Primeira Infância no Conselho Nacional De Justiça (CNJ).

Publicação traz análises de especialistas e apresenta propostas para área da infância e adolescência

Mauricio Cunha lembrou que o ECA traz a criança para o centro da agenda pública e a coloca como protagonista e sujeito de direitos, o que é motivo de celebração. A publicação traz análises de especialistas de forma propositiva, pontuando avanços nos direitos da criança e do adolescente e apresentando propostas para a área. “O estatuto é uma lei diretiva, aponta o caminho que a sociedade quer trilhar. Quando ele diz: ‘Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de violência, exploração, crueldade, negligência e opressão’, talvez esse dia nunca chegue, mas ele aponta o caminho que a gente tem que trilhar”, afirmou.

O deputado Zacharias Calil destacou o valor indiscutível do ECA e a necessidade de diálogo entre diferentes atores da área da infância e da adolescência: “Para avançar na proteção dos direitos da infância, é essencial um diálogo constante e abrangente entre a sociedade civil, o poder público e instituições nacionais e internacionais. Devemos incentivar a implementação de ações que fortaleçam áreas cruciais como educação, saúde, proteção e desenvolvimento integral, garantindo condições dignas para que todas as crianças e adolescentes possam realizar seu potencial máximo”.

“Reconhecemos nossa responsabilidade como legisladores em estabelecer um diálogo contínuo com a sociedade, buscando soluções conjuntas para atender as necessidades da infância brasileira. Proponho a criação de comissões parlamentares dedicadas a apoiar esse tema, embasando a elaboração de políticas públicas efetivas e abrangentes que protejam e promovam o desenvolvimento saudável de nossas crianças e adolescentes”, acrescentou o diretor de país do ChildFund Brasil.

ECA inspirou pelo menos 15 legislações na América Latina, mas ainda há muitos desafios

Na primeira palestra do evento, Mauricio Cunha ressaltou que o ECA foi uma das primeiras legislações do mundo completamente sintonizada com a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) e inspirou a reforma de pelo menos 15 legislações na América Latina. O documento trouxe três princípios da proteção integral:  crianças e adolescentes são considerados sujeitos de direitos, pessoas em constante desenvolvimento e prioridades absolutas.

Ao longo de mais de três décadas do estatudo, o Brasil registrou diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças em situação de rua, aumento nos índices de acesso, permanência e aprendizagem da educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária e estruturação, organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).

Os maiores desafios são a alta letalidade infantojuvenil, a intersetorialidade na atuação do SGD, a elaboração de uma lei geral e atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos Conselhos Tutelares, o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional). Segundo Mauricio, uma das formas de violência que desperta cada vez mais preocupação ocorre no ambiente digital e o Estado não está preparado para combatê-la. Ele também comentou sobre a necessidade de fortalecer o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA).

Outros desafios são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade socialo desamparo de crianças migrantes e a proteção digital, área prioritária para o Childfund Brasil. A organização disponibilizou em seu site três cartilhas com orientações para proteger crianças e adolescentes no ambiente on-line.

Prevenção é o melhor caminho 

Na mesa seguinte, intitulada Desafios e perspectivas na garantia de direitos das crianças e dos adolescentes e que também teve a participação do diretor de país do Childfund Brasil, Diego Alves afirmou que o governo federal está em consonância com os apontamentos do caderno e alertou sobre os perigos da violência na internet. Ivânia Ghesti enfatizou a importância de fortalecer as instituições engajadas na proteção dos direitos da criança e o papel do Marco Legal da Primeira Infância na elaboração do ECA.

“A grande contribuição do Marco Legal da Primeira Infância para o ECA foi a visão de que a gente tem que começar antes que o problema aconteça de fato. A criança não tem que ser atendida e nem só protegida, ela tem que ser promovida. Além de proteger a criança de passar fome, ficar fora da escola, ser maltratada, a gente tem que promover que ela tenha uma família com afetividade, com fortalecimento, que ela tenha uma educação de qualidade, não só a vaga na creche, que ela tenha uma alimentação saudável, não só qualquer coisa para comer, que ela tenha direito ao brincar, que não só seja protegida contra o trabalho infantil. Essa é uma nova abordagem: realmente oferecer as condições para o desenvolvimento da criança e não só evitar que ela sofra. Isso amplia a consciência do que significa proteção quando a gente vê a promoção das competências familiares, profissionais, dos estímulos e do momento certo para cada experiência que ela tem”.

Diego falou sobre os desafios dos conselhos tutelares e a importância da participação social.  “A sociedade precisa entender que escolher o conselho tutelar é a diferença entre a vida e a morte de uma criança e adolescente, principalmente nas periferias. A gente precisa mobilizar a sociedade para a importância de escolher melhor os conselhos tutelares”, declarou.

Na avaliação de Ivânia, a infância não é uma prioridade para o Estado. “O desafio hoje é a clareza de prioridade absoluta porque as coisas que acontecem são assustadoras. Se fosse prioridade absoluta, o país tinha que parar, sempre tem emergências e emergências, e já perdemos uma primeira infância. O segundo é que temos muita dificuldade de trabalhar de forma integrada”, concluiu.

O caderno 33 anos do ECA está disponível para download no site do Childfund Brasil.

Sobre o ChildFund Brasil

O ChildFund Brasil é uma organização que atua na promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, para que  tenham seus direitos respeitados e alcancem o seu potencial. Atualmente, está presente em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e São Paulo). Para realizar esse trabalho que impacta positivamente na vida de mais de 110 mil pessoas, entre elas cerca de 60 mil crianças e adolescentes, a organização conta com a doação de pessoas físicas, por meio do programa de apadrinhamento de crianças e também de doações de empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos.

A fundação do ChildFund Brasil foi em 1966, e sua sede nacional se localiza em Belo Horizonte (MG). A organização faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em 24 países e que gera impacto positivo na vida de 16,2 milhões de crianças e suas famílias. A organização foi eleita a melhor ONG de assistência social em 2022, e a melhor para Crianças e Adolescentes do país, por três anos (2018, 2019 e 2021), além de estar presente, também, entre as 100 melhores por seis anos consecutivos pelo Prêmio Melhores ONGs.  www.childfundbrasil.org.br

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Equipe potiguar cria aplicativo para ajudar médicos no tratamento da endometriose

 

Pesquisa que criou o software foi publicada em revista científica nacional

De acordo com dados do Ministério da Saúde, uma em cada dez mulheres no Brasil sofre com endometriose, enquanto que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, globalmente, 180 milhões de mulheres tenham a doença. Diante desse cenário, pesquisadores estão desenvolvendo um aplicativo para celular, que visa auxiliar profissionais de saúde que lidam com pacientes que têm a doença.

Mestra em Biotecnologia pelo Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGB) da Universidade Potiguar (UnP), Fabiana Kariny Batista está na equipe e participou da produção de um artigo científico sobre o tema.

A pesquisadora, que atua como médica e preceptora em um programa de residência médica em Ginecologia e Obstetrícia da capital potiguar, foi orientada pelo professor Ricardo Ney Cobucci, que também trabalhou no desenvolvimento do app em parceria com o professor Itamir Barroca Filho e sua equipe do Instituto Metrópole Digital (IMD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Batizado de Endometriosis Intelligent Application (Enia), o programa funciona como um auxílio a médicos e residentes no diagnóstico da doença, oferecendo mais celeridade e assertividade no processo. Basicamente, o aplicativo funciona com um método não invasivo de detecção da doença, apresentando um questionário que vai investigar sintomas, estilo de vida e histórico da paciente.

Ainda em fase de protótipo, a publicação do estudo sobre o aplicativo é uma etapa importante para seu desenvolvimento. Testado com médicos e residentes, o Enia mostrou bons resultados entre os profissionais e se apresenta como um importante instrumento para evitar demora no diagnóstico da doença, o que pode ser fundamental para o sucesso do tratamento.

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Bolos Chifon e Moça Pudim ganham desconto na Sodiê Doces em mês de férias

 

Sabores estarão com preço promocional até dia 31 de julho.

Julho, mês de férias escolares, sinônimo de descanso para a criançada e muitos adultos que encaram a sala de aula. Pensando em adoçar o período, marcado pelas baixas temperaturas, a Sodiê Doces, maior franquia de bolos artesanais do país, elegeu dois queridinhos disponíveis no cardápio para ganharem descontos na promoção Bolos do Mês, o Chifon #08 e o Bolo Moça Pudim #123.

A primeira opção traz um clássico: muito chocolate, tanto na massa, quanto no recheio da mousse. A cobertura de chocolate ganha um plus com raspas e cerejas na decoração. Já o Bolo Moça Pudim, feito com massa branca, é recheado com leite condensado e caramelo e mousse feita com os mesmos ingredientes. Por cima, o crocante de caramelo dá o toque final.

O preço promocional vale para os 31 dias em julho. As duas opções estão disponíveis em todas as unidades da Sodiê.

Em Natal, as lojas estão localizadas na Av. Prudente de Moraes, 1869, Barro Vermelho (funcionamento: segunda a sábado 11h às 19h e domingo e feriados 11h às 17h), na Rua Dr. Hernani Hugo Gomes, 2974, em Ponta Negra (funcionamento: segunda a sábado 11h às 21h e domingo e feriados 12h às 21h) e na Av. Ayrton Senna, 1995, Nova Parnamirim, Container 5, Shopping Cidade Verde (funcionamento: todos os dias: 10h às 21h30)

Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp (Barro Vermelho 84 9423-5680 | Ponta Negra 84 9815-089 | Nova Parnamirim 84 99854-6040 e/ou iFood. Mais informações: (84) 3346-0020 2020-0592 @sodiedocesnatal.

Sodiê Doces – A Sodiê Doces, maior franquia de bolo do país, possui atualmente 350 lojas abertas no Brasil e duas unidades na cidade de Orlando, nos EUA. Em seu cardápio há mais de 80 variedades de sabores, uma linha Zero Açúcar, bolos caseiros e a versão vegana. Os bolos são elaborados à base de pão de ló, matéria-prima de primeira qualidade e frutas frescas. Também fazem parte do cardápio os docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombom), balas de coco e sua linha exclusiva de salgados (cuja sede fica em Boituva). Mensalmente a marca traz os Bolos do Mês, com dois sabores, que ganham desconto especial em todas as unidades. A rede fechou 2022 com faturamento de 560 milhões de reais, registrando crescimento de 20,5% em comparação com 2021 (465 milhões de reais). Para 2023, a marca projeta abrir mais 30 unidades no território brasileiro.

Site: www.sodiedoces.com.br

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Nutricionista dá dicas sobre alimentação detox após excessos em períodos festivos

Objetivo é estancar a ressaca e evitar problemas como a desidratação

É normal que em períodos de festa haja excessos em comidas e bebidas. Os eventos festivos, como o período junino, são momentos pontuais da vida e a comida culturalmente está envolvida em tudo. Embora os exageros aconteçam, é possível reverter a situação com algumas dicas, utilizando o “detox” para restabelecer o organismo.

É o que orienta a professora do curso de Nutrição da Universidade Potiguar (UnP), Mayara Martins. “Ingerir frutas e outros alimentos à base de água, como abacaxi, melancia, limão, melão, pepino e água de coco são excelentes para ‘repor’ nutrientes, sem esquecer de aumentar a ingestão de água e descansar o corpo”, afirma.

Após exceder no consumo de comidas e bebidas é comum que o corpo reaja com ressaca. A ressaca alcoólica acontece por conta da ingestão excessiva de álcool. No dia seguinte, os sintomas mais comuns são enjoo, dor de cabeça e cansaço.

“O ideal para quem comeu ou bebeu demais é voltar à rotina alimentar saudável habitual e beber água com frequência, até para combater a desidratação”, alerta a nutricionista.

Ela também sugere algumas dicas para curar a ressaca, tanto alcoólica como a ressaca de comida: aumentar a ingestão de água; consumir frutas diuréticas como melancia, melão, abacaxi, pêra; tomar chá de boldo para auxiliar o fígado a desintoxicar o organismo; e evitar comida pesada, dando preferência às refeições mais leves (salada, grelhados, frutas).

“O importante é não transformar essas exceções de períodos festivos com ingestão de comidas calóricas, exagerar na bebida e noites mal dormidas, em rotina”, frisa a especialista.
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