27 de julho de 2023

Coluna Versátil News

Empresa Vila vence premiação nacional e tem reconhecidas práticas de gestão

 

O Prêmio Qualidade & Excelência ACEMBRA é referência no mercado funerário, dando visibilidade para empresas que atendem as expectativas da sociedade.

A empresa potiguar Vila é vencedora pela terceira vez consecutiva de prêmio nacional que reconhece as melhores empresas e práticas do setor funerário no Brasil. O prêmio Qualidade & Excelência é uma iniciativa da Associação dos Cemitérios e Crematórios do Brasil (ACEMBRA) e do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (SINCEP).

Nesta edição, a empresa Vila ganhou o Prêmio Qualidade & Excelência ACEMBRA | SINCEP por ter as melhores práticas de gestão, qualidade e excelência. O grupo empresarial, por meio da Assistência Familiar Sempre, foi escolhido por se destacar na execução de projetos inovadores, focados na qualidade e excelência do serviço prestado aos seus clientes.

Os irmãos e empresários Magno Vila e Nilo Vila, dirigem a empresa potiguar e comemoram o anúncio da premiação. “Celebramos mais um destaque e reconhecimento ao trabalho, que é sinônimo de credibilidade e respeito aos nossos clientes, parceiros e colaboradores. Ao mesmo tempo, reiteramos nossa responsabilidade de honrar uma história de 75 anos, de compromisso com os serviços prestados”, destaca o empresário Nilo Vila.

O Comitê de Análise e Avaliação, formado por consultores e especialistas do setor, examinou os seguintes quesitos: ética e compliance (gestão e qualidade); liderança e desenvolvimento profissional da equipe (T&D); alcance familiar, suporte e serviços (apoio ao luto); serviços sociais e comunidade (responsabilidade social); serviços profissionais e participação (gestão do conhecimento); marketing, publicidade e comunicação.

A cerimônia de entrega será realizada, em Minas Gerais, durante o jantar de encerramento do Encontro Nacional ACEMBRA e SINCEP, marcado para o dia 18 de agosto.

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Temperaturas de até 16°C no RN podem potencializar dores nos ossos e nas articulações; fisioterapeuta explica o que fazer

Foto: Rafael Santos ¨Pamps¨

 

O período de maio a agosto em Natal é marcado por temperaturas mais amenas no fim da noite, madrugada e início da manhã. Isso acontece por causa do aumento dos dias nublados e da circulação dos ventos. E você já deve ter ouvido alguém reclamar de dores mais intensas nos ossos e nas articulações durante esses meses. A relação entre as duas coisas existe, principalmente, para quem tem doenças reumatológicas, como artrites, artroses, espondilites e fibromialgias. O segredo para amenizar o sofrimento nessa época do ano é não ficar parado debaixo das cobertas.
Dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN, a Emparn, mostram que as temperaturas nas madrugadas chegaram a oscilar entre 20°C e 21°C, nos últimos dias, na região do Litoral Leste. No interior, a mínima pode ser ainda menor, de 16°C. Essa queda na temperatura traz consequências para pessoas que sentem dores por muito tempo e que tendem a ter um sistema de dor mais sensível.
A explicação é dada pela fisioterapeuta Kelly Gama, do Centro Vitta. De acordo com ela, esse sistema pode ser alarmado por qualquer estímulo, mesmo que ele não seja nocivo. “O toque na pele, a água do chuveiro ou o tempo frio podem ativar esse sistema e potencializá-lo ainda mais. As doenças reumatológicas são doenças crônicas e possuem um sistema de dor mais sensível”, explicou.
A especialista orienta que, para prevenir esse incômodo, o mais importante é manter esse sistema de dor em treinamento. A prevenção se faz com exercícios físicos, com treinos na academia, pilates, yoga, meditação, entre outras atividades. “Todos nós temos uma espécie de ‘farmácia’ dentro do nosso corpo e manter-se ativo é acionar essa ‘farmácia endógena’. Então, quando nosso organismo está produzindo serotonina, dopamina e outras substâncias do bem, que nos dão prazer e bem-estar, isso ajuda a prevenir a potencialização dessa dor”, esclareceu.
A dica da fisioterapeuta é de resistir à tentação de ficar em casa com preguiça, debaixo das cobertas, todo agasalhado na cama, assistindo um filminho. “Quanto mais repouso, maior ficam as dores”, alerta. E também não adianta recorrer ao uso de remédios. Eles podem até aliviar um pouco o desconforto, mas depois que o efeito passa, as dores voltam a aparecer.
“Qualquer pessoa está sujeita a passar por esse problema. Mas é algo que pode ser prevenido. Assim, dá para curtir o inverno sem incômodos e aproveitar bem essa temperatura mais gostosinha para viajar até a serra, tomar um bom chocolate quente e se divertir com a família e com os amigos”, disse Kelly.
Sobre o Centro Vitta
O Centro Vitta é referência em Natal para o diagnóstico, tratamento e manejo da dor. Na clínica, são aplicados os melhores métodos, com comprovação científica e reconhecimento internacional, para reestabelecer as capacidades funcionais de pessoas que sentem dores, segundo um contexto biológico, social ou psicológico, por meio de diagnóstico especializado, educação de hábitos, tratamento personalizado e atendimento humanizado.
O espaço, que conta com instalações amplas e modernas, fica localizado na rua Leonardo Drummond, 1610, Lagoa Nova. O telefone para contato é (84) 3206-3327. Mais informações pelo endereço eletrônico centrovitta.com ou pelo perfil @centrovittanatal nas redes sociais.
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Psicólogo explica como lidar da melhor forma com uma família tóxica

É comum ocorrerem desentendimentos e discussões no cotidiano de uma família, diante do fato de que ela é formada por pessoas com personalidades diferentes e pontos de vista diversos.
Os conflitos são saudáveis em certa medida, pois o diálogo permite que as desavenças sejam resolvidas, trazendo crescimento pessoal. Porém, quando as brigas são frequentes e múltiplas, existindo abuso, excesso de controle, negligência ou manipulação, a dinâmica do grupo pode revelar a existência de uma família tóxica. Inclusive, para muitas pessoas, é difícil compreender o problema, uma vez que, como é sabido que não podemos escolher nossa própria família, comportamentos de invalidação e violência podem até mesmo serem aceitos, quando praticados no ambiente familiar. “Viver em uma família tóxica acaba produzindo consequências físicas e psicológicas, que vão desde baixa autoestima e ansiedade até a naturalização da agressão física”, afirma Filipe Colombini, psicólogo, orientador parental e fundador da Equipe AT.
O especialista explica que aquilo que começa com comentários depreciativos que, à primeira vista podem ser confundidos com brincadeiras, evolui para uma variedade de agressões morais, psicológicas e até mesmo físicas, caso não sejam impostos os limites necessários para uma relação familiar saudável. “O excesso de julgamentos, comparações e outras formas de invalidar são sinais de alerta para uma relação tóxica dentro da família”, explica o psicólogo.
Muitas vezes, quem pratica esse tipo de violência já vivenciou outras relações tóxicas e, por isso, oode reproduzir esse padrão no núcleo familiar. “O que é notado em famílias tóxicas é um ambiente onde existe pouca sensibilidade em relação ao outro e uma desregulação emocional que, geralmente, advém de um histórico familiar violento e com pouco suporte”, diz Colombini.
Essa forma de relação pode ter consequências graves no convívio diário entre as pessoas, prejudicando o desenvolvimento saudável, podendo acarretar transtornos psiquiátricos. “Por exemplo, na adolescência, quando a personalidade e os padrões de comportamento estão se formando, uma família tóxica costuma afetar o senso de identidade do jovem, prejudicando a autoestima e a capacidade da pessoa de conseguir criar relações fora desse ambiente problemático”, afirma o especialista.
Além de saber impor os próprios limites frente a essa situação, é importante que a família como um todo procure identificar os padrões problemáticos e se concentre para melhorar a relação familiar. “Abandonar condutas tóxicas é um processo complexo, por isso é importante procurar ajuda de profissionais que vão auxiliar a família a se sensibilizar sobre seus próprios problemas para, então, buscar uma mudança”, aconselha o psicólogo. “Treinadores e orientadores familiares, além da própria terapia individual para os membros da família, ajudam a identificar comportamentos tóxicos, atuando para essa mudança de padrão”, conclui Colombini.

Mais sobre Filipe Colombini: psicólogo, fundador e CEO da Equipe AT, empresa com foco em Acompanhamento Terapêutico (AT) e atendimento fora do consultório, que atua em São Paulo (SP) desde 2012. Especialista em orientação parental e atendimento de crianças, jovens e adultos. Especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Professor do Curso de Acompanhamento Terapêutico do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – Instituto de Psiquiatria Hospital das Clínicas (GREA-IPq-HCFMUSP). Professor e Coordenador acadêmico do Aprimoramento em AT da Equipe AT. Formação em Psicoterapia Baseada em Evidências, Acompanhamento Terapêutico, Terapia Infantil, Desenvolvimento Atípico e Abuso de Substâncias.

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Fisioterapia no tratamento da fadiga oncológica

Cinthia Moreno – Fisioterapeuta Casa Durval Paiva – CREFITO 83476-FO diagnóstico de câncer causa muitas mudanças no paciente, que podem ser físicas ou mentais. As opções de tratamento são essenciais para o controle e cura da doença, mas podem gerar efeitos indesejados. A fadiga é um dos sintomas mais comuns em pacientes submetidos a quimioterapia e radioterapia, pois há alterações no metabolismo que impactam o funcionamento dos músculos.Diferente de um cansaço, que sentimos depois de um dia cheio de compromissos ou atividades que exigem esforço, a fadiga oncológica é uma sensação de cansaço extremo, mesmo que o paciente não tenha feito esforço, dura vários dias e não há melhora com repouso ou uma boa noite de sono. Em alguns pacientes, a fadiga está acompanhada de alterações na qualidade do sono, humor, concentração e memória, mudança no peso corporal e desinteresse pelo autocuidado.O tratamento para fadiga deve ser multidisciplinar, pois, em alguns casos, há necessidade de medicamentos, ajuste na alimentação e psicoterapia. Como mencionado anteriormente, a fadiga não melhora com repouso. Ao contrário, é através de exercícios que o paciente vai ter controle e melhora do sintoma.Na Casa Durval Paiva, a fisioterapia ajuda o paciente a ter melhor capacidade funcional, através de um plano terapêutico, que respeita suas condições clínicas e fase do tratamento oncológico. Ele inclui exercícios aeróbicos, como caminhada e bicicleta, além de exercícios de fortalecimento muscular de intensidade leve a moderada (inclusive, podem ser usados halteres e caneleiras). A melhora na flexibilidade, que pode ficar alterada na inatividade, pode ser alcançada com exercícios de alongamento.Quando a criança tem fadiga, os pais precisam ser bem orientados para estimular atividades prazerosas, através do movimento, evitando o tempo excessivo na posição deitada. Dessa forma, o paciente vai melhorar da fadiga, ter mais conforto e qualidade de vida, durante o tratamento.

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Gestão Pública na educação é tema da Coopedu na ExpoEduc 2023

 

Cooperativa de Educação e Congresso apresentam temática pela primeira vez em Natal

A Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Educação do Estado do Rio Grande do Norte (Coopedu) estará participando, nos próximos dias 27, 28 e 29 de julho, do maior Congresso Educacional do Norte/Nordeste, a ExpoEduc 2023, no Centro de Convenções de Natal.

A Coopedu, em parceria com a ExpoEduc, irá contribuir para o evento levando pela primeira vez a temática sobre Gestão Pública, área da administração que trabalha com questões de interesse coletivo, como educação, trabalho e redução das desigualdades sociais. Os profissionais que atuam nesse setor são conhecidos como gestores públicos, responsáveis por gerenciar os recursos públicos de forma eficiente.

No primeiro dia da ExpoEduc, a Coopedu irá apresentar uma arena especifica sobre Gestão Pública, que contará com a palestra do presidente da Coopedu, Alexandre Soares, às 14h, com o tema “Coopedu excelência em educação”. Será um momento único para todos os que trabalham com Educação lidarem com conteúdo inovador e transformador. “¨660 mil alunos é o tamanho da rede municipal pública do RN. Uma rede municipal, com vários problemas, mas que também tem aprendido a lidar com processo de educação pública. Uma rede que vem de uma pandemia, onde vários alunos e professores descobriram que não é só na sala de aula que se faz educação. Nesse contexto é que precisamos entender quais são os nossos principais desafios dentro da educação pública, e nada melhor para isso do que discutir num congresso educacional. É isso que iremos fazer. Precisamos discutir, sim, os problemas e, principalmente, encontrar soluções para colocar em prática e mudar a realidade da nossa educação”, declarou Alexandre Soares.

O congresso traz em sua programação assuntos de maior relevância do contexto educacional, com a participação de palestrantes de renome nacional, que contribuem para o desenvolvimento do segmento. Um dos grandes nomes já confirmados é o professor Mário Sérgio Cortella. As inscrições estão abertas através da página: www.expoeduc.com.br

Com uma estrutura que conta com mais de 50 expositores e mais 30 palestrantes, a ExpoEduc 2023 vai permitir ao participante uma experiência rica em aprendizado, oportunidades, interação e networking no contexto educacional. A Coopedu estará presente com um espaço inovador e totalmente propício para o tema da Educação.

Considerada a maior cooperativa educacional do Brasil, a Coopedu é uma cooperativa em plena expansão, com meta de presença em toda a região Nordeste até o final deste ano. Atualmente conta com mais de 7 mil cooperados atuando em 40 municípios de estados, como RN, PB, SE e MA.

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