19 de agosto de 2024

Coluna Versátil News

Harmonia: Ecocil lança maior projeto imobiliário da história do RN, com bairro planejado e sustentável na Grande Natal

Ecocil + Harmonia

 

Ao completar 75 anos, uma das marcas com mais credibilidade e mais lembradas pelos potiguares, a Ecocil, lança o maior projeto imobiliário da história do RN: o Harmonia, um bairro planejado, na Grande Natal, com foco na sustentabilidade e que permite uma nova forma de viver e morar, integrando a cidade à natureza.
O projeto conta com área para a construção de condomínios horizontais, além de apartamentos e espaço para comércio, escolas, shopping e outros serviços. Tudo isso com um dos mais modernos e atuais sistemas de segurança. A assinatura dos primeiros contratos está prevista para setembro e o início da entrega dos lotes em 2027.
Para criar um projeto dessa dimensão, foi preciso muitos anos de estudo,  buscas por referências e pelos melhores profissionais que entendessem de tecnologia, inovação e futuro. “O Harmonia é o maior presente que a Ecocil vai dar a cidade nesses 75 anos“, disse o diretor presidente da incorporadora, Silvio Bezerra.
O Harmonia tem a assinatura do renomado arquiteto dinamarquês Jan Gehl, considerado o “Papa” do novo urbanismo e autor do livro “Cidade para as Pessoas”. Os seus projetos seguem metodologias e princípios para a melhoria da qualidade de vida através da reorientação do planejamento urbano.
O bairro planejado conta com muita natureza integrada. A idealização foi feita por um dos mais influentes nomes da arquitetura paisagística brasileira, Benedito Abbud. O projeto vai preservar a vegetação nativa da região e proteger o Rio Pitimbu, um dos principais mananciais que abastece a população da capital. A arquiteta e paisagista Melissa Sales também é uma das parceiras da proposta.
Além de integrar a cidade à natureza, o Harmonia também vai contar com um projeto ousado de segurança, pensado pelo israelense Eytan Magal, sócio e fundador da maior empresa de segurança do Brasil. Com tecnologia de alto nível, o objetivo é que o bairro privado seja considerado o local mais seguro do Rio Grande do Norte. O planejamento envolve o uso de Inteligência Artificial, análise de vídeos, Central de Controle 24 horas, entre outros procedimentos.
O Harmonia foi planejado pelos escritórios EMA e FBA, liderados pelo arquiteto potiguar Felipe Bezerra, conhecido por ser um profissional visionário na sua área de atuação. O bairro planejado carrega um conceito de sustentabilidade para cidades contemporâneas, com áreas de convivência, lazer, estudo, comércio, empresas, lojas e espaços esportivos, tudo na mesma região. O local também tem a grande vantagem de estar próximo aos acessos de grandes avenidas e serviços da capital.
SAIBA MAIS SOBRE A ECOCIL
Voltada para as pessoas e com uma história que move projetos e realiza sonhos, a Ecocil foi fundada em 30 de setembro de 1948 pelo engenheiro Roberto Freire, pelo senador Luís
de Barros e pelo comerciante João Macena. Em 1965, a empresa passou a viver uma nova etapa, tendo à frente os engenheiros Fernando Bezerra e Luciano Barros.
Ao longo dos seus 75 anos, a Ecocil se orgulha em ter no seu portifólio grandes obras de infraestrutura, como a Ponte de Igapó, o CCAB Sul e os estádios Machadão e Frasqueirão, todos na capital do RN.  No ramo imobiliário, a empresa assina projetos de sucesso, como o Plano 100, lançado em 1994, com 600 apartamentos construídos, em um sistema inovador de pagamento e vendas recordes. A Ecocil também foi responsável pela construção de outros empreendimentos, como Sports Parks, Flórida Gardens, Pablo Neruda, Portinari, Quatro Estações, Metrópolis, West Park, Flora Boulevard, entre outros.
Em 2008, veio a parceria com a Salamanca Capital, um fundo de investimento britânico, que trouxe a implantação de um sistema de governança corporativa e instrumentos modernos de gestão, o que garantiu mais segurança para os investidores.
A Ecocil também se orgulha em ter seu trabalho reconhecido em diversas premiações. Em 2012, conquistou na área de Marketing o Prêmio Master Imobiliário, um dos principais do Brasil no setor, com o case “Ecocil Ecogarden – Parceira ABC”. Foi a primeira vez que uma empresa nordestina venceu a premiação.
A incorporadora também é a marca mais lembrada em premiações importantes do Rio Grande do Norte, como a Top Of Mind, da Revista Foco Nordeste, e a Top Natal, do jornal Tribuna do Norte. Durante todos esses anos, a Ecocil se manteve alinhada às melhores e mais modernas diretrizes do mercado de incorporações, buscando constantemente a inovação e a sustentabilidade.
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Agosto Branco: Prevenção e Tratamento do Câncer de Pulmão

 

O mês de agosto é dedicado à conscientização sobre o câncer de pulmão, e a Campanha Agosto Branco tem como objetivo principal informar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dessa doença. O médico especialista em pneumologia, Dr. Thiago Dantas, cooperado da Coopmed – RN diz que a prevenção do câncer de pulmão começa com a eliminação da exposição ao risco.

O tabagismo, seja ativo ou passivo, e à queima de biomassa, como a queima de madeira e carvão são fatores causadores do Câncer de Pulmão. O especialista chama atenção para os casos das pessoas que trabalham sem o equipamento de proteção em locais onde existe a queima de artefatos, além disso, é crucial utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) para quem trabalha em mineração e evitar queimadas. “Os principais fatores de risco incluem a exposição ao tabagismo (ativo e passivo), a queima de biomassa (como fogões à lenha, queimadas, combustíveis fósseis e fabricação de carvão vegetal) e o contato com materiais tóxicos na mineração, como amianto e sílica, especialmente sem proteção adequada”, explica Dr. Thiago Dantas que ainda destaca sobre estudos recentes também indicarem uma possível relação genética, com maior incidência entre mulheres.

O câncer de pulmão é frequentemente assintomático em seus estágios iniciais. Quando os sintomas aparecem, como tosse persistente, escarro com sangue, dor torácica agravada pela inspiração, falta de ar ao realizar esforços e perda de peso, geralmente já se encontram em fases mais avançadas da doença. “O diagnóstico inicial é feito através de exames de imagem, sendo a tomografia de tórax com baixa radiação a opção ideal para pacientes com fatores de risco”, orienta o pneumologista. De acordo com o médico, após a identificação do tumor, a confirmação da presença do câncer é realizada por biópsia, que pode ser obtida por cirurgia, guiada por tomografia, ou broncoscopia (endoscopia dos pulmões).

O tratamento do câncer de pulmão pode incluir cirurgia para remoção do tumor, radioterapia e quimioterapia. Quando diagnosticado em fases iniciais e se o câncer é ressecável, a chance de cura é significativa. “No entanto, muitos casos são detectados em estágios mais avançados, o que reduz a expectativa de vida, mesmo com tratamentos como quimioterapia e radioterapia”, revela Dr. Thiago Dantas que estudos recentes revelam que o investimento em tratamentos baseados em genética tem mostrado resultados promissores, mesmo em estágios avançados da doença.

Para Dr. Thiago Dantas, reduzir o risco de câncer de pulmão é importante a cessação do tabagismo, idealmente começando antes de iniciar o hábito de fumar. Além disso, é importante evitar a exposição a fontes de queima de biomassa e a produtos nocivos como amianto e sílica.

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Posso tomar o “suco”? Especialista alerta para riscos do uso indiscriminado de anabolizantes

 

Professor do CEUB explica perigos dos sintéticos para aumento de massa muscular. Substâncias causam alta incidência de mortes entre fisiculturistas brasileiros

O uso indiscriminado de anabolizantes para acelerar o ganho de massa muscular é considerado um grave problema de saúde pública mundial. Mesmo após o Conselho Federal de Medicina (CFM) proibir a prescrição e o uso de esteroides androgênicos e anabolizantes com fins estéticos, as substâncias sintéticas continuam sendo amplamente utilizadas no fisiculturismo com alto risco de óbitos. Tácio Santos, professor de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), discute os impactos do uso de anabolizantes, os riscos envolvidos e a importância do acompanhamento médico e educacional na prática esportiva.

Confira a entrevista, na íntegra:

*Como avalia a incidência de óbitos de atletas do fisiculturismo atualmente?*

TS: A incidência de óbitos entre atletas do fisiculturismo é preocupante. Estudos recentes indicam que a taxa de mortalidade prematura entre fisiculturistas é mais elevada do que em outros esportes e na população geral. Essa taxa não se deve exclusivamente ao uso de esteroides anabolizantes, mas a outros fatores associados, como dietas extremamente restritivas e o uso de múltiplas substâncias para melhorar o desempenho. Os efeitos psicológicos do uso de algumas destas substâncias também pode contribuir para o aumento da mortalidade.

*Quais são os principais riscos associados ao uso indiscriminado de anabolizantes e substâncias para melhorar o desempenho e a aparência física?*

TS: O uso indiscriminado dessas substâncias apresenta riscos graves para a saúde dos atletas. Os esteroides anabolizantes androgênicos, que são versões ou variações sintéticas da testosterona, podem causar alterações significativas no coração, como hipertrofia do miocárdio e alterações nas artérias coronárias, aumentando o risco de doenças cardíacas. Outros tipos de anabolizantes podem afetar o sistema nervoso autônomo, alterar o perfil lipídico e aumentar a agressividade. Além disso, o uso de substâncias como hormônio do crescimento e insulina pode levar a problemas graves, como tumores e alterações físicas indesejadas.

*Esses produtos são legalizados? Como a cultura do fisiculturismo dissemina essas informações?*

TS: Esteroides anabolizantes e substâncias relacionadas são legais quando utilizados para tratamentos médicos específicos, como caquexia e alguns tipos de câncer. Contudo, seu uso para fins estéticos ou de desempenho é ilegal e perigoso. No mundo do fisiculturismo, a disseminação de informações sobre o uso dessas substâncias varia. Embora alguns atletas e influenciadores promovam seu uso, há quem ofereça orientações sobre os riscos e advogue por práticas saudáveis. A realidade é que o esporte é diversificado, as práticas e informações podem diferir entre indivíduos.

*Quais substâncias utilizadas por atletas de fisiculturismo podem representar riscos graves à saúde?*

TS: Além dos esteroides, alguns fisiculturistas utilizam estimulantes e diuréticos. Estimulantes são usados para reduzir a gordura corporal e melhorar a energia, mas podem sobrecarregar o sistema nervoso simpático, resultando em aumento da frequência cardíaca e pressão arterial. Os diuréticos, por sua vez, são utilizados para reduzir a retenção de líquidos e melhorar a definição muscular, mas podem causar desidratação, quedas de pressão arterial e perda de eletrólitos essenciais. Esses problemas podem levar a câimbras musculares, arritmias cardíacas e até parada cardíaca.

*Muitos atletas recorrem a essas substâncias em busca de resultados rápidos, muitas vezes sem orientação médica adequada. Qual é a importância de um acompanhamento médico e de um educador físico durante a preparação para competições?*

TS: O acompanhamento médico é essencial para monitorar a saúde dos atletas e ajustar os limites seguros para os programas de treinamento conforme suas necessidades individuais. O profissional de educação física também orienta a execução correta dos exercícios, ajusta o volume de treino e garante que os atletas estejam preparados de forma segura para as competições. Juntos, médicos e educadores físicos ajudam a minimizar possíveis riscos associados ao fisiculturismo e promovem práticas saudáveis.

*Quais sinais de alerta indicam que o uso de anabolizantes ou outras substâncias está prejudicando a saúde do atleta?*

TS: Sinais de que o uso de anabolizantes pode estar prejudicando a saúde incluem alterações na função cardíaca, identificadas por eletrocardiogramas e exames de imagem, e alterações no perfil lipídico e nas enzimas hepáticas, detectadas por exames de sangue. Problemas nos tendões podem ser monitorados através de exames de urina e testes ortopédicos. Mudanças no comportamento e no estado psicológico dos atletas também podem indicar efeitos adversos dos anabolizantes.

*O fisiculturismo é um esporte altamente competitivo. Como você avalia o impacto psicológico dessa competição intensa sobre os atletas?*

TS: A competição intensa no fisiculturismo pode criar uma pressão psicológica significativa devido ao rigoroso treinamento físico e à exigência de uma apresentação impecável. Dietas restritivas e a alta pressão para obter resultados podem levar a estresse significativo. É recomendável que os atletas busquem apoio psicológico para desenvolver estratégias de enfrentamento e minimizar o impacto negativo sobre a saúde mental.

*Para atletas e entusiastas que desejam melhorar seu desempenho e aparência física de forma saudável, quais são as práticas recomendadas?*

TS: Melhorar o desempenho e a aparência física de forma saudável requer uma abordagem equilibrada que inclua um treinamento estruturado, uma alimentação adequada e uma recuperação eficaz. Seguir um plano de treinamento elaborado por um profissional de educação física e monitorar a dieta com a ajuda de um nutricionista são fundamentais. É possível competir sem recorrer a anabolizantes, especialmente em ligas de fisiculturismo natural, que proíbem o uso dessas substâncias.

*Quais alternativas seguras e naturais sugere para o desenvolvimento muscular e a redução de gordura corporal, sem recorrer ao uso de substâncias nocivas?*

TS: Para o desenvolvimento muscular e a redução da gordura corporal, é preciso ter um treinamento bem estruturado e periodizado, com plano de médio a longo prazo, em vez de improvisar diariamente. É importante focar na alimentação e na recuperação, pois não há substâncias milagrosas que proporcionem resultados sem riscos. É imprescindível ter paciência e alinhar bem os três pilares: treinamento, alimentação e recuperação, para alcançar resultados consistentes ao longo do tempo.

*Considerando os perigos associados ao uso de anabolizantes e outras substâncias, qual é o papel da educação e da conscientização no combate ao uso indiscriminado desses produtos no meio esportivo?*

TS: A educação e a conscientização são fundamentais para prevenir o uso de esteroides anabolizantes e outras substâncias dopantes. A Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) realiza campanhas de conscientização para informar atletas sobre os riscos associados a essas substâncias. A divulgação de informações corretas e a implementação de políticas rigorosas são essenciais para proteger os atletas e promover práticas esportivas saudáveis.

*O que pode ser feito, em termos de políticas esportivas e de saúde, para prevenir o uso indiscriminado de substâncias perigosas e proteger os atletas?*

TS: Prevenir o uso indiscriminado de substâncias perigosas exige uma abordagem abrangente que inclua a promoção de iniciativas educativas e de conscientização, como as realizadas pela ABCD e pelo Comitê Olímpico Brasileiro para atletas. O Conselho Federal de Medicina tem um papel importante na restrição da prescrição de esteroides para fins não médicos, e o Conselho Federal de Educação Física, na orientação de treinadores. A implementação dessas políticas e a divulgação das ações são cruciais para proteger os atletas e a população em geral.

*Que mensagem deixaria para os jovens que estão ingressando no mundo do fisiculturismo e podem estar tentados a utilizar anabolizantes ou outras substâncias perigosas?*

TS: Eu diria aos jovens que, embora seja comum ter um comportamento imediatista, é importante começar a considerar o impacto a longo prazo de nossas ações. Pensar nas consequências futuras pode ajudar a resistir a tentações momentâneas, como o uso de esteroides anabolizantes. Refletir sobre como as escolhas atuais afetarão nossa saúde e bem-estar no futuro torna mais fácil tomar decisões mais saudáveis e responsáveis.

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Famílias multiespécies: dedicação à carreira e liberdade geográfica motivam esse fenômeno

 

Segundo psicóloga do CEUB, a adoção de pets como membros da família reflete a mudança nos padrões de vida e nas prioridades das famílias brasileiras

O Brasil ocupa a 3ª posição mundial em número de animais domésticos, com população de 149,6 milhões de pets, segundo censo do Instituto Pet Brasil (IPB). Com 30% dos lares compostos por “pais de pet”, crescem as chamadas famílias multiespécies, que optam por ter animais de estimação em vez de filhos. Izabella Melo, professora de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), comenta que essa nova configuração reflete a transformação nas dinâmicas sociais, destacando que o fenômeno da escolha pela não parentalidade, embora distinto, frequentemente se relaciona com a adoção de pets.
Questões financeiras, a falta de rede de suporte e até mesmo preocupações com as mudanças climáticas têm levado muitos casais a optar por não ter filhos. Essa decisão, conforme explica a psicóloga, também pode refletir experiências pessoais negativas, como vivências de abuso ou negligência na infância. “Há pessoas que, por terem desempenhado papéis ativos na criação de irmãos mais novos, optam por mudar a relação de causalidade linear e colocar algo no sentido de escolha dos pets como forma de exercer o cuidado sem necessariamente ser com filhos”.
Na visão de Izabella Melo, a adoção de animais como membros da família reflete um movimento contemporâneo que vai além da mera companhia. As famílias multiespécies também estão atreladas a reflexões sobre os direitos dos animais e ao reconhecimento do bem-estar psicológico e emocional que a convivência com pets pode proporcionar. “As noções de família evoluíram, privilegiando laços de afinidade e coabitação. Isso permite que diferentes configurações familiares, como as famílias multiespécies, sejam observadas”, afirma.
A docente do CEUB revela que, na prática, essa integração se manifesta no cuidado cotidiano, planejamento financeiro e inclusão dos animais em rituais familiares, como celebrações e atividades de lazer. “Os humanos que compõem essas famílias legitimam os animais como membros da família, os inserindo em rotinas diárias e até mesmo em planejamentos financeiros”, pontua a professora.
Embora alguns casais se refiram aos pets como “filhos”, Izabella Melo esclarece que essa analogia reflete mais a profundidade do afeto do que uma verdadeira equivalência com a parentalidade humana. “Casais que chamam seus pets de ‘bebê’ ou ‘filho’ o fazem como forma de expressar a importância emocional do animal, mas reconhecem as diferenças entre criar um pet e uma criança”, explica.
Segundo a especialista, embora o convívio com pets possa fortalecer os laços conjugais por meio do desenvolvimento de projetos conjuntos, também pode gerar conflitos caso não haja uma divisão clara de responsabilidades. “Quando os tutores de pets não estão organizados quanto às tarefas diárias, como limpeza, alimentação e cuidados veterinários, isso pode resultar em tensões na relação do casal”, alerta.
Benefícios psicológicos
Para a docente do CEUB, a presença de pets nas famílias traz benefícios psicológicos, especialmente relacionados à troca afetiva e ao desenvolvimento de projetos conjuntos. Os casais relatam que cuidar de pets fortalece a relação, proporcionando dinâmica de colaboração e responsabilidade compartilhada. “Para muitos, a experiência de cuidar de um animal serve como uma espécie de “teste” para avaliar a capacidade de compartilhar responsabilidades, o que pode preparar o casal para a futura parentalidade”.
A aceitação dos pets em ambientes familiares influencia a dinâmica de convivência: “Alguns casais optam por levar seus pets a encontros sociais, como churrascos e festas, enquanto outros evitam essas situações por não se sentirem confortáveis com a recepção dos animais”. Casais com níveis elevados de educação formal e status socioeconômico são o perfil mais comum de quem decide ter pets em vez de filhos. “A sociedade brasileira, embora carregue certos estigmas, está gradualmente reconhecendo e aceitando as novas configurações familiares, refletindo uma evolução nas percepções de laços afetivos e de convivência”.
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Mostra Macambira promove exibição gratuita de filmes no Cinépolis Natal Shopping

Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla

 

Durante os dias 20 e 21 de agosto, acontece a terceira edição da Mostra Macambira, evento que promove a exibição de obras audiovisuais brasileiras dirigidas por realizadoras (cis, trans, travestis) e outras identidades dissidentes de gênero. A mostra de cinema é gratuita e acontece a partir das 18h no Cinépolis Natal Shopping.

 

Os ingressos podem ser retirados antecipadamente através da plataforma Sympla, disponibilizando o acesso para os dois dias da mostra. É possível garantir o ingresso até 18h nos dias do evento, após isso será liberado acesso conforme disponibilidade da sala. A classificação indicativa é de 16 anos.

Nesta edição, a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero conta com três mostras de curtas-metragens: potiguar, nacional e mostra com acessibilidade, disponibilizando filmes com audiodescrição. Encerrando a programação, será exibido o longa-metragem “O Estranho”, dirigido por Flora Dias e Juruna Mallon (2023), ainda inédito no estado.

 

De acordo com Rosy Nascimento, responsável pela coordenação do evento, o marcador social de gênero é o ponto de partida para a mostra. “Queremos direcionar o olhar para filmes, nos formatos de curta e longa-metragem, que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema”, ressalta Rosy.

 

A 3ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Caninana Produtora e OXÊ, com financiamento do Fundo de Incentivo à Cultura (FIC) e da Lei Paulo Gustavo Natal.

 

Programação:

Dia 20 (Terça-feira)

17h30 – Abertura de Sala

18h – Apresentação

18h30 às 19h25 – Mostra Acessibilidade (Audiodescrição)

  • Ana Rúbia (Diego Baraldi e Íris Alves Lacerda, MT, 15min)

  • Mamãe! (Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter, BA, 19min)

  • Jussara (Camila Cordeiro Ribeiro, BA, 9min)

  • Curta os Congos (Raquel Cardozo, RN, 10min)

19h25 às 20h30 – Mostra Potiguar

  • Diga ao povo que avance (Evelyn Freitas, RN, 15min)

  • Lagrimar (Paula Vanina, RN, 14min)

  • Felis (Jane Gomes e Caio Medeiros, RN, 15min)

  • Sinais Vermelhos (Vânia Maria e Marcia Lohss, RN, 20min)

20h30 às 21h40 – Mostra Nacional

  • Minha câmera é minha flecha (Natália Tupi, SP, 20min)

  • Tese de Mestrado em História (Emi, SP, 10min)

  • Descarrego (Joana Claude, PE, 10min)

  • Ana Parideira (Juliana Barretto, AL, 13min)

  • Deixa (Mariana Jaspe, RJ, 15min)

Dia 21 (Quarta-feira)

17h30 – Abertura de Sala
18h – Apresentação

18h30 às 19h10 – Mostra Potiguar

  • Aquela criança com AID$ (Hiura Fernandes, RN, 12min)

  • Os ursos da minha cidade (Luiza Gurgel, RN, 13min)

  • Alumbrado (Catarina Calungueira, RN, 12min)

19h10 às 19h50 – Mostra Nacional

  • Fui na Feira (Ana Carolina Aliaga e Vitória Marques, SP, 19min)

  • 56 dias (Lara Carvalho, BA, 20min)

19h50 às 21h40 – Longa-metragem

  • O Estranho (Flora Dias e Juruna Mallon, Brasil, 2023, 108′)

 

SERVIÇO:
Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero

Entrada gratuita

Data: 20 e 21 de agosto – 18h

Local: Cinepólis Natal Shopping (Av. Sen. Salgado Filho, 2234, Candelária, Natal – RN)

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/mostra-macambira/2593667
Classificação indicativa: 16 anos
Contato: mostramacambira@gmail.com

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