26 de agosto de 2025

Coluna Versátil News

Vetnil aposta em inovação e bem-estar animal durante a 42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador

 

A Vetnil, referência nacional em medicamentos e suplementos para equinos, participou como patrocinadora oficial da 42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), apresentando as soluções de alta performance e reforçando o compromisso com o bem-estar animal. A Bio Cell, empresa do grupo Vetnil, também esteve presente e atraiu visitantes interessados em conhecer mais sobre as terapias regenerativas com foco no uso de células-tronco em conjunto com a medicina veterinária.

Um dos destaques foi a linha Super Premium JCR, voltada para equinos atletas, reconhecida pela alta performance e qualidade. “Ter a Vetnil conosco, dentro e fora da competição, é muito importante. Os suplementos e o atendimento deles maximizam a performance dos animais, além de auxiliar na recuperação da musculatura pós-exercício”, relata Mylena Rodrigues, Médica Veterinária do Haras Car. O estande da empresa também contou com uma área interativa e uma equipe de médicos veterinários altamente capacitada, à disposição para esclarecer dúvidas e oferecer suporte técnico ao longo do evento.

O estande também contou com alguns dos últimos lançamentos, como Firocoxib Vetnil® Injetável, para o controle da dor e inflamação em equinos atletas; o Firocoxib Vetnil® Gel, de aplicação tópica segura e eficiente; além do Bionew®, uma associação de vitaminas do complexo B, butafosfana e aminoácidos O já consolidado vermífugo, Doraequi Plus®, também esteve entre os mais procurados do estande.

“O público foi receptivo às nossas ações. Recebemos criadores, apresentadores, veterinários, profissionais do setor e parceiros comerciais que já conhecem a força e segurança do nosso portfólio. A Bio Cell, em especial, foi muito elogiada pelo caráter inovador e por trazer soluções que complementam os cuidados com os animais que a Vetnil já é reconhecida por oferecer”, complementa Maria Amélia Salviano, gerente de Marketing Equinos da Vetnil.

A exposição contou com a presença de mais de 1.600 cavalos de 18 estados brasileiros e a participação de 505 expositores. Com o tema “Tradição se honra. Legado se constrói”, o evento promoveu uma programação ao longo de 15 dias, com julgamentos, provas esportivas e atrações para toda a família. A estimativa de público foi de 200 mil visitantes.

Sobre a Vetnil

A Vetnil® é uma empresa brasileira idealizada pelo médico veterinário Dr. João Carlos Ribeiro, em 1994, na cidade de Louveira (SP). Nasceu com a intenção de desenvolver produtos nacionais de qualidade a preços acessíveis para o mercado de saúde animal. Hoje é líder em medicamentos e suplementos para equinos no Brasil (Ranking SINDAN 2024), com um portfólio sólido e reconhecido entre os profissionais do setor. Está presente em diversos países da América Latina, em especial, Chile, Colômbia e Peru, e em países como Eslovênia, Angola e Emirados Árabes Unidos. Em 2021 foi a vencedora do prêmio Melhores do Agronegócio,

concedido pela revista Globo Rural e Editora Globo, na categoria Saúde Animal. Para mais informações, acesse o site vetnil.com.br e siga o perfil no Instagram @vetnilequinosoficial.

Coluna Versátil News

O paraíso do agro: conheça a praia que conquistou os mato-grossenses (e os seus milhões)

Os imponentes arranha-céus à beira-mar e o lifestyle urbano de Balneário Camboriú, no litoral norte catarinense, conquistaram empresários do Mato Grosso – 10ª maior economia do país e reduto do agronegócio brasileiro. A cidade virou destino preferido desse público, que deseja adquirir uma segunda moradia que ofereça exclusividade, luxo e qualidade de vida ou aos que querem investir o dinheiro para rentabilizar e ter segurança patrimonial.

———
FOTOS PARA DOWNLOAD:
https://drive.google.com/drive/folders/11BpZ1xDFUrvEaexg84_Aywo2xrlc1u1R?usp=sharing
———

Agosto, 2025 – Com um Produto Interno Bruto (PIB) que ultrapassou R$ 255 bilhões e crescimento de 10,4% em 2022 — a segunda maior alta do país, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) —, o Mato Grosso é uma das potências econômicas do Brasil, com destaque para a produção de soja e também a pecuária. E são os “reis” do agro os grandes responsáveis por expandir os investimentos pelo país. Parte significativa desse capital acumulado no campo migra para o litoral e, certamente um montante considerável, para os edifícios ultra luxuosos de Balneário Camboriú (SC), que figura entre os principais destinos desse público. A ‘Dubai Brasileira’ virou a preferida para segunda moradia do mato-grossense, já que oferece o estilo de vida, a exclusividade e o luxo que esse perfil exige. Também é alvo para investidores que desejam proteção patrimonial e rentabilizar em médio e longo prazos, já que “BC” está no topo do ranking em valorização do metro quadrado brasileiro.

Dados do Grupo J.A. Russi, uma das principais construtoras de alto padrão da cidade catarinense, confirmam que os mato-grossenses representam, por exemplo, cerca de 40% dos investidores do Harmony Ocean Front, edifício em construção na orla da Praia Central de Balneário Camboriú, área mais cobiçada da cidade (e do país). O projeto é um exemplo do que tem atraído esse público: residenciais de luxo com foco em qualidade de vida, sofisticação e alto potencial de valorização.

“Balneário Camboriú reúne uma combinação difícil de encontrar em outros destinos: belas paisagens, estrutura urbana completa com diversas opções gastronômicas e de entretenimento, segurança, localização privilegiada e próxima de grandes centros e um lifestyle que valoriza o bem-estar e o contato com o mar e que, ao mesmo tempo, traz uma “pegada” de luxo urbano”, avalia Suzana Russi Chiamenti, presidente do grupo J.A. Russi. Segundo ela, a presença crescente de famílias do agronegócio na cidade é perceptível e consistente. “Eles buscam um contraponto à rotina intensa do campo, valorizam o novo, a exclusividade e veem na cidade um refúgio para aproveitar com a família, recarregar as energias e viver com mais qualidade, conforto e serviços de alto padrão”, completa.

O Harmony Ocean Front, que tem previsão de entrega para março de 2028, sintetiza essa proposta de moradia-refúgio. Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de meio bilhão de reais e ticket médio de R$ 13 milhões, o empreendimento se destaca não apenas pela localização frente-mar — cada vez mais rara na cidade —, mas também pelos diferenciais estruturais: mais de 3.200 m² de áreas de lazer, espaço wellness com spa, pilates, piscina aquecida e academia.

Os diferenciais vão além: heliponto homologado, serviços pay-per-use como concierge, health personal e bike sharing, automação residencial, infraestrutura sustentável e, como símbolo máximo de exclusividade, o rooftop mais alto do Brasil em um residencial. Localizado a 185 metros de altura, o espaço contará com piscina de borda infinita e wine bar com vista panorâmica para o oceano.

Sobre o Grupo J.A. Russi Ltda.

Fundado em 1989, o Grupo J. A. Russi é composto por renomadas empresas de Santa Catarina, a J.A. Russi, Aliança Empreendimentos – fundada em 2005 e pioneira em imóveis inovadores de alto padrão -, Calçadão Praia Shopping, Garden Open Mall, Harmony of the Seas entre outras, além de ser sócia no Brava Beach Group, todas empresas especializadas em empreendimentos de alto padrão e centros comerciais. Com uma trajetória de 35 anos, o Grupo já entregou 34 projetos, com mais de 1.500 apartamentos, ultrapassando 500 mil m² construídos. Com forte presença em Itapema, Balneário Camboriú e Itajaí (Praia Brava), a grupo se destaca pela excelência em construção e pela criação de projetos inovadores que transformam o cenário imobiliário das regiões em que atua. Atualmente, O Grupo a J.A. Russi tem em andamento quatro grandes projetos: Saint John, High Tower e Sunny Coast em Itapema e o Harmony Ocean Front, em Balneário Camboriú.

https://jarussi.com.br

Coluna Versátil News

Medo ou é fobia? Psiquiatra do CEUB explica a diferença e relaciona os efeitos da fobia no cérebro humano

Entenda por que o cérebro dispara alarmes falsos e transforma situações comuns em verdadeiro pânico

Medo de altura, de avião, de dirigir. O medo faz parte da vida, inclusive como um mecanismo de defesa que ajuda, desde cedo, a proteger de riscos reais, como atravessar a rua ou evitar situações perigosas. O problema é quando essa relação com a realidade deixa de existir, domina o cotidiano e ganha outra dimensão, virando a fobia. Lucas Benevides, psiquiatra e professor de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB), revela que a diferença é evidente, passando de um alerta de perigo para uma reação persistente e desproporcional.
De acordo com o psiquiatra, a fobia é um medo intenso, persistente e desproporcional, que leva a evitar situações ou lugares e acaba comprometendo a vida social, profissional ou pessoal. A passagem do medo para a fobia acontece quando a resposta do corpo se torna exagerada: “Mesmo diante de estímulos inofensivos, a pessoa pode apresentar taquicardia, falta de ar, suor em excesso e sensação de pânico, como se estivesse correndo risco de vida. É quando a inteligência do medo perde o equilíbrio”.
O desenvolvimento de uma fobia pode estar ligado, dentre outros fatores, a questões genéticas, uma vez que pessoas com parentes de primeiro grau que apresentam esse tipo de transtorno têm maior predisposição. Porém, o especialista alerta que a genética sozinha não explica tudo. O ambiente, as experiências e os traumas têm papel decisivo. Em alguns casos, até observar outra pessoa passar por um trauma é suficiente para desencadear o mesmo aprendizado.
“O cérebro aprende por associação de experiências negativas, como a mordida de um cachorro, que fica registrada com forte carga emocional. Esse estímulo então pode ser interpretado como ameaça em qualquer situação futura, mesmo quando não há perigo real”.
Tratamento e reprogramação mental
Apesar de aparecerem de diferentes formas, entre as fobias mais diagnosticadas estão aquelas relacionadas a animais, ambientes fechados, altura, sangue ou voar de avião. O professor do CEUB também destaca a fobia social, marcada pelo medo intenso de interações e exposição pública, e a agorafobia, que se manifesta como o receio de estar em locais de onde seria difícil sair ou receber ajuda, geralmente associada a crises de pânico.
“O que acontece no cérebro explica por que a fobia é tão limitante. Em condições normais, o córtex pré-frontal controla a reação da amígdala, região ligada ao medo. Mas, nas fobias, a amígdala reage de forma exagerada a estímulos inofensivos, como se fossem letais, mantendo o corpo em alerta constante”, ressalta.
Para tratar fobias, o especialista do CEUB destaca como tratamento mais eficaz a terapia cognitivo-comportamental, que utiliza técnicas de exposição gradual para reduzir o impacto do estímulo temido. Em alguns casos, é considerada a prescrição de uso de medicamentos ansiolíticos ou antidepressivo, se necessária. “A fobia é uma distorção de um sistema protetor. Com acompanhamento adequado, é possível reprogramar esse circuito e recuperar a qualidade de vida”, garante Benevides.
Coluna Versátil News

Síndrome de Fournier: entenda o que é a infecção que se alimenta das genitálias humanas

Infectologista do CEUB alerta que a doença, mais comum em homens, pode ter relação com higiene íntima inadequada e trazer risco de amputações e óbito

A recente morte do funkeiro Leandro Rogério (40) gerou uma série de dúvidas sobre uma infecção que, popularmente, é descrita como capaz de “devorar” as genitálias dos pacientes. Diagnosticado com a síndrome de Fournier – uma infecção rara, agressiva e voraz capaz de transformar pequenas feridas em verdadeiros campos de batalha para bactérias – o caso despertou temor e questionamentos sobre a higiene íntima masculina. Eveline Vale, infectologista e professora de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica os sintomas e tratamento desta emergência médica, destacando as medidas preventivas.
De acordo com a infectologista, a síndrome de Fournier é um tipo de fasceíte necrosante que atinge a região genital, anal e perineal, podendo se estender até a pelve. “A doença costuma ter início a partir de pequenas lesões, abscessos, feridas ou procedimentos cirúrgicos e evolui de forma extremamente rápida, causando destruição dos tecidos”, afirma Eveline. Geralmente é causada por uma infecção polimicrobiana, ou seja, envolve a ação conjunta de diferentes tipos de bactérias que aceleram a destruição dos tecidos.
Entre as bactérias mais comuns, a especialista cita a Escherichia coli, presente no intestino, a Klebsiella pneumoniae e a Pseudomonas aeruginosa, além de microrganismos que habitam a pele, como Streptococcus pyogenes e Staphylococcus aureus. Segundo a professora, ainda estão presentes na síndrome as bactérias anaeróbias, com a Bacteroides fragilis e Clostridium. A síndrome é considerada rara e a incidência geral é de 1,6 para cada 100 mil homens, com maior ocorrência registrada na região Sul. A predominância é clara com 77% dos pacientes sexo masculino, com idade média de 51,7 anos, com pico entre 50 e 79.
A taxa de letalidade geral é de aproximadamente 7,5%, mas pode ser significativamente maior quando há sepse ou complicações como insuficiência renal e respiratória. Em casos mais graves, a necessidade de amputações parciais pode chegar a 30%. “Quando a doença aparece, a maioria dos pacientes carregam comorbidades, principalmente diabetes mellitus e hipertensão. Essas condições funcionam como combustível para o avanço rápido da infecção.”
Sinais e sintomas de alerta
O sintoma mais característico é lesão com dor intensa e desproporcional ao aspecto visível da área, podendo ocorrer inchaço, vermelhidão de rápida progressão, formação de bolhas e odor fétido característico da necrose tecidual. De acordo com a docente do CEUB, o diagnóstico é estabelecido a partir da avaliação clínica, histórico do paciente, exames laboratoriais e de imagem, como radiografia ou tomografia, que ajudam a identificar a extensão da infecção e a presença de gás ou necrose. “Dada a rápida evolução da doença, o início do tratamento não deve esperar o resultado definitivo dos exames”, recomenda.
O tratamento inclui procedimento cirúrgico para a retirada do tecido necrosado, uso de antibióticos intravenosos de amplo espectro, suporte intensivo hospitalar e controle rigoroso de condições associadas, como o diabetes. “A síndrome de Fournier é uma emergência médica. Sem intervenção imediata, pode evoluir para choque séptico e levar ao óbito”, alerta Eveline.
Entre as medidas preventivas, estão a higiene adequada da região genital e perineal, o tratamento precoce de infecções urinárias ou genitais, o controle rigoroso do diabetes e cuidados específicos após cirurgias ou traumas na área. “Reconhecer rapidamente os sinais e buscar atendimento médico imediato pode fazer toda a diferença entre a recuperação e as complicações graves”, arremata a especialista do CEUB.
Rolar para cima