26 de fevereiro de 2026

Coluna Versátil News

Da hotelaria dos anos 50 ao “Edifício-Árvore”: Grupo Fischer busca na Itália o futuro da construção civil e traz para o litoral catarinense

Da hotelaria que marcou o início de Balneário Camboriú à incorporação residencial autoral, o Fischer Group revisita sua própria história para redefinir o futuro da construção civil na cidade. A partir de uma imersão na arquitetura italiana, a empresa traz ao Brasil o Auris Residenze, primeiro edifício-árvore do país, assinado pelo escritório Archea Associati, de Florença. O projeto propõe uma ruptura com a lógica da verticalização extrema ao priorizar bioarquitetura, bem-estar e integração com a natureza.

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Créditos: Divulgação/Fischer Group

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Da hotelaria dos anos 50 ao “Edifício-Árvore”: Grupo Fischer busca na Itália o futuro da construção civil e traz para o litoral catarinenseDa hotelaria que marcou o início de Balneário Camboriú à incorporação residencial autoral, o Fischer Group revisita sua própria história para redefinir o futuro da construção civil na cidade. A partir de uma imersão na arquitetura italiana, a empresa traz ao Brasil o Auris Residenze, primeiro edifício-árvore do país, assinado pelo escritório Archea Associati, de Florença. O projeto propõe uma ruptura com a lógica da verticalização extrema ao priorizar bioarquitetura, bem-estar e integração com a natureza.

Fevereiro, 2026 – Em 1957, quando a famosa Balneário Camboriú (SC), a “Dubai Brasileira” era pouco mais do que uma promessa de veraneio, a família Fischer ousou com o Hotel Fischer, empreendimento que definiu a régua de luxo e da hospitalidade da região por décadas. Quase 70 anos depois, a terceira e a quarta geração do clã — lideradas pelo CEO Cláudio Fischer e seus filhos, Thomas e Marjorie — cruzaram o Atlântico com uma missão: buscar uma nova filosofia construtiva que rompesse com a “ditadura da altura” dos arranha-céus locais, e encontraram na Itália. 

Florença encontra Santa Catarina 

O resultado dessa busca global é o Auris Residenze, projeto que marca a estreia residencial no Brasil do escritório Archea Associati, de Florença, liderado pelo ícone da arquitetura futurista Marco Casamonti. Conhecido por obras como a Vinícola Antinori (Toscana) e o Estádio Nacional da Albânia, Casamonti foi contratado pela família Fischer para desenhar um “organismo vivo”.

Enquanto o mercado local compete por metros de altura, o Fischer Group apostou na “Bioarquitetura”. “O Auris foi concebido como o primeiro “edifício-árvore” do país: sua estrutura externa que dispensa a tradicional parede de vidro espelhado em favor de brises de concreto pigmentado (terracota) e jardineiras suspensas que funcionam como uma pele, filtrando a luz e reduzindo a temperatura interna”, explica Cláudio Fishcer, CEO do Grupo. 

“A história da família começou servindo pessoas no Hotel Fischer. O Auris é a evolução desse DNA de servir: saímos da hotelaria para criar uma moradia que cuida da saúde do morador através da tecnologia biofílica”, conta. O nome Auris funde o latim Aurum (ouro) com Aura (alma), e simboliza a união do legado com o bem-estar humano.


Sobre o Fischer Group

Focado em projetos ousados e visão empreendedora marcada por gerações, a história do Fischer Group tem relação direta com o desenvolvimento da cidade catarinense de Balneário Camboriú, e iniciou na década de 50 com a inauguração do primeiro hotel de luxo da cidade, o Hotel Fischer, um marco para hotelaria local e nacional na época e que recebeu grandes personalidades públicas e celebridades. A marca Fischer seguiu em renovação e, por meio de especializações e estudos intensos no Brasil e no exterior, trouxe na terceira e na quarta geração, a missão de propagar o “novo luxo” diretamente relacionado à qualidade de vida.  Por meio de parcerias com grandes marcas da construção civil, executou empreendimentos diferenciados e de alto padrão como o Terraço Boa Vista e o Fischer Dreams, que está sendo erguido no mesmo local do antigo hotel, além de estar desenvolvendo projetos como o Casa Cubo e o Casa Estaleiro. Auris Residenze entra no mercado como uma  “obra-prima da arquitetura viva” e consolida ainda mais o Fischer Group no mercado de empreendimentos ao estilo “boutique”. 

https://aurisresidenze.com/
https://www.fischergroup.com.br/

Coluna Versátil News

Juros elevados dificultam acesso ao crédito para 83% da indústria potiguar, aponta FIERN

As elevadas taxas de juros são hoje um dos principais entraves para o financiamento da indústria no Rio Grande do Norte. É o que revela a Sondagem Especial – Condições de acesso ao crédito na indústria potiguar, elaborada pela Unidade de Economia da FIERN em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quinta-feira (19).  

O levantamento aponta que 83% das empresas industriais enfrentam dificuldades para contratar crédito de curto ou médio prazo por causa do custo financeiro. No crédito de longo prazo, a barreira é unânime: 100% das empresas indicaram os juros como principal obstáculo, é o que destaca o economista, João Lucas Dias. 

Além do custo, a burocracia também pesa. As exigências de garantias reais foram citadas por 33% das indústrias nas operações de curto e médio prazo e por 50% no financiamento de longo prazo, que também exige elaboração de projetos de investimento. Diante desse cenário, muitas empresas preferem não recorrer a empréstimos: 63% não procuraram crédito de curto ou médio prazo e 77% não buscaram financiamento de longo prazo, aponta o documento. 

“Quando o crédito é contratado, ele é direcionado majoritariamente à modernização produtiva”, disse Dias. De acordo com ele, metade das empresas utilizou recursos de curto e médio prazo para aquisição de máquinas e equipamentos, enquanto 33% destinaram ao pagamento de obrigações tributárias e previdenciárias e 17% ao capital de giro. Já no longo prazo, todas as operações tiveram como finalidade investir em máquinas e equipamentos.  

Já os bancos de desenvolvimento aparecem entre as principais fontes de financiamento. Eles foram utilizados por 50% das empresas no curto e médio prazo e por 100% das indústrias no longo prazo, sendo complementados por bancos comerciais em metade dos casos.  

Em relação à aprovação, 66% das empresas obtiveram exatamente o valor solicitado nas operações de curto e médio prazo e 17% receberam valor superior, enquanto apenas metade conseguiu o montante necessário no crédito de longo prazo. 

A sondagem também mostra impacto direto dos custos tributários na decisão de contratar financiamento. Para 50% das empresas, a redução de encargos administrativos, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seria a principal medida para melhorar o acesso ao crédito, enquanto 33% defendem ampliação de linhas públicas e simplificação das exigências bancárias. O aumento do IOF já influenciou negativamente 33% das indústrias: 18% desistiram da contratação e 15% reduziram o valor solicitado. 

O levantamento mostra também que cerca de 30% das empresas consideram estar no limite desejável e 22% afirmam estar acima do adequado. Ao mesmo tempo, modalidades alternativas ainda têm pouca adesão: apenas 11% utilizaram operações de risco sacado nos últimos 12 meses e 67% não pretendem utilizar. 

Confira na íntegra a Sondagem Especial – Condições de acesso ao crédito na indústria potiguar acessando:  Sondagem – Condicoes de Acesso ao Credito na Industria Potiguar

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