Coluna Versátil News

Toinho silveira celebra seus 75 anos no Teatro Alberto Maranhão.

No dia 24 de abril de 2026, o Teatro Alberto Maranhão (Natal/RN) será palco da celebração dos 75 anos do jornalista e colunista social Toinho Silveira, em um evento que une coquetel de gala e a avant-première do espetáculo “Clô Pra Sempre”, estrelado por Eduardo Martini. Será uma noite de glamour e cultura, reunindo a sociedade potiguar em homenagem a uma das figuras mais influentes do jornalismo local. O evento é apenas para convidados confirmados, que deverão entrar em contato com Vera Lucia (secretária de Toinho), para confirmar a presença no evento. Assim receberá pelo Whatsapp um selo de confirmação.
No dia 25/04, ficará disponível para o público a apresentação de Eduardo Martino que interpretará Clodovil. As compras dos ingressos estão disponíveis no site da sympla.

🎭 Detalhes da Celebração

Formato: Coquetel de recepção + avant-première teatral

Data: 24 de abril de 2026

Local: Teatro Alberto Maranhão (TAM), Natal/RN

Horário: A partir das 19h30

Coluna Versátil News

Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão.

Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba.

Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes.

O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim.

Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294.
Quando: 25 de abril, às 17h
Onde: Bar 294, Petrópolis
Atrações: Roda de Samba Ribeira Boêmia, Berthone Oliveira, Matheus Magalhães e
Daniela Fernandes

Fonte:
https://papocultura.com.br/ribeira-boemia-homenageia-arlindo-cruz-e-jorge-aragao-no-ribeira-canta/

Coluna Versátil News

O Brasil ainda pode mudar?

“A maldição da mandioca”, ficção econômica escrita por Thaís Vieira de Souza, propõe um plano de transformação do país a partir de uma narrativa envolvente

Protagonista de A maldição da mandioca, escrito por Thaís Vieira de Souza, Max é um jovem assombrado por crises existenciais. Ele vive no ano de 3050, em uma São Paulo perfeita à primeira vista, porque a cidade se tornou um polo de tecnologia e desenvolvimento sustentável. Neste futuro, todos têm moradia digna, segurança, educação e acesso à saúde, mas o herói da trama ainda sente um vazio e, na busca de um propósito, aceita embarcar em uma aventura que transformará todo o país.

Perdido durante a escrita da sua tese de doutorado, Max recebe uma proposta irrecusável do orientador de retornar ao passado para presenciar de perto a formação do Brasil e encontrar um projeto de pesquisa valioso. É a partir disso que a obra conduz os leitores por alguns dos principais capítulos do passado, como a chegada dos portugueses no século XVI; a corrida do ouro de Minas Gerais; a Proclamação da Independência; a era Vargas; o plano de metas do governo de Juscelino Kubitschek; e o regime militar.

Atravessando todos esses momentos, Max chega à conclusão: desde o período colonial, a população sempre alimentou uma cultura imediatista que atravessa as principais decisões econômicas e políticas, provocada pela falta de planejamento para o futuro. Indignado com a hipótese de que o Brasil enfrentou três ciclos econômicos distintos de crescimento e estagnação, sendo eles Império, República e Redemocratização, decide propor um plano inovador e estável a longo prazo.

Eu realmente vejo que a sociedade brasileira, com o tempo, pareceu ter sido treinada para ter uma baixa autoestima, com aquela velha crença de que ‘aqui nada dá certo’, de que aqui nada muda e nada funciona. A cada solução imediatista e a cada promessa que não se realiza, reforçamos esse padrão. É uma espécie de complexo de vira-latas coletivo, onde nos acostumamos com esse ciclo sem fim. Nos tornamos passivos e agimos somente se a crise ficar insuportável. E, o pior é que agindo desse jeito, a crise invariavelmente chega. (A maldição da mandioca, p. 143)

Baseado em uma pesquisa documental e estatística, o livro A maldição da mandioca é definido como uma “ficção econômica” por apresentar alguns dos principais elementos da literatura e trazer uma análise ampla sobre a economia do país. À medida que narra a jornada de amor, descoberta e aventura de um jovem em busca de compreender seu espaço no mundo, também se baseia em fatos para explicar como o Brasil pode explorar seu verdadeiro poder para se tornar uma potência.

“Quero que, ao virar cada página, o leitor se reconheça, se questione e encontre a clareza sobre o que, de fato, o trava e o impede de crescer individualmente e como nação. A obra é um convite urgente para uma jornada de descoberta sobre o futuro que podemos construir. Acredito que quando finalmente entendemos nossas próprias raízes e as do nosso país, ganhamos o poder de reescrever a história”, explica a autora.

FICHA TÉCNICA

Título: A maldição da mandioca
Subtítulo: como um viajante do futuro veio despertar o Brasil
Autora: Thaís Vieira de Souza
ISBN: 978-65-280-3339-3
Páginas: 248
Preço: R$ 69,90 (físico) e R$ 34,95 (e-book)
Onde comprarAmazon 

Sobre a autora: Em A maldição da mandioca, a paulistana Thaís Vieira de Souza apresenta uma ficção que articula romance, autodescoberta, história e economia para discutir questões contemporâneas e comportamentais. A obra propõe, por meio da narrativa, refletir sobre diferentes dimensões da experiência humana e das relações sociais. Também é autora de “Guia para alta performance e autonomia em saúde: método 4BASICS” (2020) e de duas biografias familiares.

Coluna Versátil News

Hospital Metropolitano em obras há quase dois meses

Hospital terá 350 leitos e atenderá demandas da capital e região metropolitana

As obras do novo Hospital Metropolitano de Natal estão em pleno andamento desde o dia 19 de fevereiro deste ano, e foram iniciadas uma semana após a assinatura da ordem de serviço. Orçado em R$ 200 milhões — capacidade para 350 leitos em diversas especialidades, com foco na alta complexidade — o hospital é um dos investimentos assegurados pelo Governo do Estado junto ao Governo Federal através do Novo PAC.

O calendário de execução das obras do hospital segue sem alteração, e como toda obra de engenharia, requer o cumprimento de etapas que antecedem a construção de fundações e alvenaria. A preparação da área é uma dessas etapas.

Desde o início dos serviços até essa quinta-feira (9), foram retiradas 735 caçambas de material (11 mil metros cúbicos), além da demolição de estruturas das antigas edificações que existiam no terreno, e retirada da vegetação. O canteiro de obras e a escavação da área onde será executado o pavimento semienterrado estão em execução.

A construção desse hospital é uma necessidade que atende um dos principais pleitos da população da região, e um sonho que começa a tomar forma a partir do empenho da atual gestão estadual em parceria com o governo federal.

O Governo do Estado, por dever de transparência e com base legal, tem publicizado uma série de investimentos em obras e projetos para a Capital e região, sejam equipamentos em construção ou já entregues. A prestação de contas à sociedade, ao que parece, incomodou e motivou quem precisa fiscalizar sair da zona de conforto dos gabinetes. Tem obra, maquinário, alvenaria. É mais emprego e renda, também.

“É estranho que uma publicidade, instrumento legal para prestar contas à sociedade, seja alvo exatamente de quem por ofício tem a prerrogativa da fiscalização. Temos obras entregues, com equipamentos funcionando para a sociedade, e outras bem importantes com obras em andamento. O Hospital Metropolitano de Natal é uma delas. A publicidade funciona, informa e motiva o fiscal eleito pelo povo sair para cumprir a missão para a qual foi eleito”, afirmou o secretário de Comunicação do Governo do Estado, Daniel Cabral.

A obra segue o cronograma e será entregue em pleno funcionamento à população da capital e Região Metropolitana. Qualquer discurso além disso é casuísmo político a cada quatro anos.

O Governo do Estado segue trabalhando, construindo e priorizando o que mais importa às pessoas: a construção e entrega do Hospital Metropolitano. A publicidade é dever do ente público; é uma ação de transparência e prestação de contas à sociedade. Retiramos mais de 700 caçambas de terra e entulho para iniciar a construção — e isso é obra.

Tem trabalhador, empregos, quase R$ 1 bilhão em investimentos na capital e região. E, agora, fiscalização despretensiosa.

Coluna Versátil News

Sinduscon/RN celebra prorrogação do RN+ Moradia e avanço do programa habitacional no estado


O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN) celebra a prorrogação do Programa RN+ Moradia pelo Governo do Estado até 31 de dezembro de 2026. A medida reforça o compromisso com a redução do déficit habitacional e com o fortalecimento da construção civil potiguar.
 

Desde sua implementação, o programa já beneficiou mais de 300 famílias, garantindo acesso à moradia digna e estimulando a cadeia produtiva do setor. A prorrogação assegura a continuidade de uma política pública estratégica, que tem apresentado resultados concretos tanto no impacto social quanto econômico.
 

De acordo com o decreto, permanece concedido crédito fiscal presumido de ICMS para compensação nas saídas internas de materiais de construção destinados a beneficiários do programa, desde que o pagamento seja realizado por meio do subsídio estadual.
 

Criado a partir de uma parceria entre o Sinduscon/RN, a FIERN, o Sinduscon Oeste e o Observatório da Indústria Mais RN, o RN+ Moradia nasceu com o objetivo de viabilizar a construção de novas unidades habitacionais para famílias que, mesmo enquadradas nos critérios do programa federal Minha Casa Minha Vida, enfrentam dificuldades para arcar com o valor de entrada do imóvel.
 

Além de ampliar o acesso à moradia, o programa contribui para manter recursos do FGTS no estado, impulsionando investimentos que antes não se concretizavam. Estudos apontam que, para cada R$ 1,00 de ICMS incentivado, há um retorno médio de R$ 5,77 para o Rio Grande do Norte, considerando os efeitos diretos e indiretos da construção civil na economia.
 

Para Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon/RN, a prorrogação representa a consolidação de uma política pública essencial. “O RN+ Moradia já demonstra sua relevância ao transformar a realidade de centenas de famílias e ao reativar o setor habitacional voltado à população de menor renda. A continuidade do programa é fundamental para ampliarmos esse alcance e avançarmos ainda mais na geração de emprego, renda e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca.
 

A expectativa do setor é que, com a continuidade do programa, seja possível expandir o número de unidades habitacionais e fortalecer ainda mais a construção civil como vetor de crescimento econômico e inclusão social no Rio Grande do Norte.

Rolar para cima