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Entre treinos e provas: como alunos-atletas equilibram alta performance esportiva e rotina escolar

Histórias de duas potiguares campeãs sul-americanas mostram como escola, família e esporte caminham juntos na formação dos estudantes

Quando o sinal toca, é o fim das obrigações de muitos estudantes. Entretanto, para aqueles que têm o esporte como parte da sua vida, o dia está apenas começando. Entre escola e sessões de treino intensas para competições nacionais e internacionais, alunos-atletas potiguares encaram uma jornada que exige disciplina, planejamento e apoio da escola e da família para manter o equilíbrio entre desempenho esportivo e rendimento acadêmico.

No Colégio Ágora, em Natal, histórias como as das estudantes Antonella Maciel Costa, de 11 anos, e Júlia Nascimento Diógenes, de 15, mostram que é possível conciliar as duas frentes para manter o resultado de medalhas e boas notas. Antonella, estudante do 6º ano, vive dias marcados por uma agenda regrada: pela manhã, dedica-se às aulas; e à tarde e à noite, alterna entre curso de inglês, preparação física, treinos de jiu-jitsu e judô. 

“O kimono já vai na bolsa e ela o veste após a aula, dentro do carro, a caminho do treino”, relata a mãe, a médica Clarissa Maciel de Andrade, que cuida da organização para que a filha cumpra todas as atividades.

Igualmente cheia é a rotina da ginasta Júlia Nascimento Diógenes, da 1ª série do Ensino Médio. Depois das aulas pela manhã, ela segue para o centro de treinamento onde pratica ginástica rítmica das 14h às 19h30, de segunda a sexta. Aos sábados, as atividades esportivas vão das 8h às 16h, e em períodos próximos às competições também há atividades aos domingos.

Ao chegar em casa à noite, ainda precisa estudar e realizar tarefas escolares. “Em dias comuns ela dorme por volta das 22h. Quando tem prova, às vezes vai até meia-noite ou uma da manhã estudando”, relata a mãe, a arquiteta Roberta Diógenes.

O esforço tem rendido resultados expressivos. Em 2025, Antonella foi convocada para a seleção brasileira de judô e representou o país no Campeonato Sul-Americano realizado em Assunção, no Paraguai, onde conquistou o título de campeã. No mesmo ano, Júlia conquistou medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano de ginástica rítmica júnior, na cidade de Posadas, na Argentina.

Calendário escolar x competições

Para alunos-atletas, um dos maiores desafios é lidar com o encontro entre calendários de competições e acadêmicos. As competições costumam ocorrer aos fins de semana ou em viagens, o que pode reduzir o tempo disponível para estudar ou descansar antes de avaliações importantes.

“Quando a escola entende essa rotina e é parceira, tudo se ajusta. Ela consegue fazer as provas antes ou depois e seguir acompanhando o conteúdo”, afirma Roberta, mãe de Júlia.

Segundo o coordenador de esportes do Colégio Ágora, Luiz de França, a instituição trabalha de forma conjunta com a família para apoiar esses estudantes sem perder de vista o compromisso com a formação acadêmica.

“Entendemos a prática esportiva como uma ferramenta de formação que contribui para valores que acompanham os atletas em formação dentro e fora das quadras, por isso, buscamos equilibrar as duas áreas, oferecendo acompanhamento e orientação para que se possa conciliar bem estudos e treinamento”, explica.

Luiz destaca que a escola mantém diálogo constante entre coordenação, professores e famílias para acompanhar o dia a dia dos jovens e ajustar o calendário quando necessário. 

Entre sonhos e escolhas futuras

Embora o esporte de alto rendimento abra portas e oportunidades, muitas famílias enxergam essa trajetória também como parte de uma formação mais ampla. Para Antonella, a possibilidade de seguir carreira esportiva existe, mas sempre acompanhada da valorização dos estudos.

“Nosso objetivo é que ela tenha uma formação sólida. As artes marciais podem ser uma carreira ou uma ferramenta de desenvolvimento pessoal, mas a educação sempre será prioridade”, afirma Clarissa.

Já Júlia começa a refletir sobre novos caminhos. Com a aproximação do vestibular, a ginasta pensa em dedicar mais tempo aos estudos e sonha em cursar uma universidade fora do país. Enquanto essa decisão não chega, a rotina segue equilibrando livros, treinos e competições, mostrando que, para muitos jovens atletas, a busca por excelência acontece tanto nas quadras quanto na sala de aula.

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As sequelas de uma política irracional de juros

12/03/2026   10h53

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O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda

A política irracional de juros reais acima de 10% ao ano terá consequências graves para o setor produtivo, com impacto devastador para a economia nacional. Na indústria, enfrentamos o começo de um processo de inadimplência em pequenas, médias e grandes empresas, que rapidamente vai se alastrar e acarretar um efeito dominó em toda a cadeia produtiva. Passou da hora de o Banco Central reduzir os juros de forma efetiva.

O juro real acima de 10% ao ano inibe o investimento produtivo, afeta o consumo das famílias e penaliza especialmente as camadas de menor renda. Não podemos admitir que a economia brasileira seja prejudicada por uma inconsequente política de juros reais fora da normalidade. Nada justifica que o Brasil tenha essa taxa de juros tão elevada, com uma Selic a 15% ao ano, enquanto deveria estar ao menos 4 pontos abaixo desse patamar.

O resultado é uma alta do endividamento e da inadimplência das empresas e das famílias. Segundo o próprio Banco Central, o endividamento das famílias passou de 48,4% para 49,7% entre os meses de dezembro de 2024 e 2025. Já a inadimplência das pessoas físicas com o sistema financeiro subiu de 3,5%, em dezembro de 2024, para 5,2%, em janeiro de 2026. A inadimplência com o sistema financeiro também cresce entre as empresas, tendo passado de 2,0% para 2,6% nesse mesmo período.

A atual política monetária do país inviabiliza qualquer continuidade de uma atividade produtiva com competitividade, principalmente se olharmos para o nível das taxas de juros no mercado internacional. Não tenho dúvidas de que esse patamar estratosférico é desnecessário para controlar a inflação e prejudica o crescimento da economia.

Por isso, vejo como prioridade número um para o país que o Banco Central que inicie de forma consistente e efetiva uma sequência de cortes na taxa básica de juros. Sem essa medida, cada vez menos a indústria brasileira conseguirá competir no cenário global e os atrativos do nosso mercado serão anulados, frustrando projetos de investimentos, que ficarão apenas no papel.

Fatores como os juros altos, o preço exorbitante da energia, os gastos sem freio do poder público e os custos excessivos para produzir têm levado o país a um caminho preocupante. O chamado Custo Brasil faz o Brasil jogar fora todos os anos mais de 20% de seu PIB, por não resolver burocracias e dificuldades estruturais, como o excesso juros e de tributos, o déficit de infraestrutura e as dificuldades para financiamentos e qualificação de pessoal para o marcado de trabalho.

É imprescindível que governo federal volte a ter uma política fiscal equilibrada e interrompa com urgência o crescimento dos gastos públicos, principalmente com alterações na dinâmica de expansão dos gastos obrigatórios. Não podemos aceitar que o Brasil vá na contramão do mundo. Reduzir incentivos fiscais e aumentar tributos a essa altura, como vem ocorrendo para que o rombo das contas públicas seja amenizado, torna o nosso país cada vez menos competitivo.

Clamo os poderes constituídos para que se mobilizem e compreendam as suas responsabilidades com o país. Esperamos que Executivo, Legislativo e Judiciário falem a mesma língua para trabalhar em conjunto e em prol da retomada do crescimento econômico. A indústria está atenta a cada passo e quer ser uma aliada do setor público nesse desafio, mas espera celeridade na tomada de providências para que o Brasil pegue um caminho rumo a prosperidade.

Assuntos como os juros excessivos e a crescente inadimplência, que deveriam ser tratados como pautas prioritárias no país, acabam ficando em segundo plano em razão de pautas motivadas por palanque político, em pleno ano eleitoral. Refiro-me, por exemplo, ao debate da redução da jornada de trabalho.

A discussão da escala é 6×1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala.

A sociedade brasileira espera respostas para termos um país mais justo, com mais oportunidades e menos desigualdade, mas ao mesmo tempo não pode conviver com riscos de manutenção de juros estratosféricos, de excessos de gastos públicos e de redução da jornada de trabalho. Tais cenários, se não houver correção de rumos, só farão aumentar a distância do país rumo ao desenvolvimento sustentável e resultarão em perdas para a população e para a economia brasileira.

Agência de Notícias da Indústria

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9ª Expoconstruir será realizada em conjunto com o 22º CBA – Congresso Brasileiro de Arquitetos, no Centro de Eventos do Ceará

Entre os dias 11 e 14 de agosto, eventos vão impulsionar o setor da construção, reunindo profissionais de diversos segmentos

O setor da construção no Ceará terá alguns fatores de incentivo ao longo deste ano. Além dos programas governamentais, como o Minha Casa, Minha Vida e o Reforma Casa Brasil, a realização de eventos vai movimentar a cadeia produtiva do segmento. E neste ano, a 8ª edição da maior feira da construção do Norte-Nordeste, a Expoconstruir, terá uma novidade: será realizada, entre os dias 11 e 14 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, em conjunto com o 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA), organizado pelo Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB), em suas instâncias estadual (IAB-CE) e nacional. 

“Esta é uma união perfeita, entre o maior evento da construção das regiões Norte e Nordeste do Brasil, com mais de 100 marcas e fornecedores de todo o país, com o principal evento da arquitetura e urbanismo no Brasil, reunindo profissionais e estudantes para discutir o futuro das cidades e da profissão”, analisa Carlito Lira, Presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (ACOMAC-CE), entidade apoiadora da Expoconstruir.

Expoconstruir e CBA
Em 2025, a Expoconstruir registrou mais de 35 mil visitas e movimentou em torno de R$ 500 milhões em negócios. Expandindo sua relevância ano após ano, a feira reúne indústrias expositoras para atender lojistas, atacadistas, construtoras, loteadoras e profissionais do Norte e Nordeste do país e também trouxe expositores de outras regiões, especialmente do Sul e do Sudeste. A presença desses fortes players de mercado comprova, além da força do evento, o potencial de crescimento do setor da construção no Ceará.

Já o Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA) é realizado desde 1945, e terá a presença dos maiores profissionais do país em Fortaleza. O evento marca o reencontro nacional da arquitetura e do urbanismo após o período da pandemia e reunirá profissionais, estudantes, pesquisadores, gestores públicos e representantes do setor da construção de todo o país. Com o tema “(IN) Sustentáveis modos de viver”, o 22º CBA propõe refletir sobre os desafios contemporâneos das cidades, da prática profissional e dos modos de habitar, produzir e conviver. A expectativa dos organizadores é a de receber cerca de 5 mil visitantes.

“Esta edição acontece em um contexto singular: os 300 anos de Fortaleza, cidade reconhecida como Cidade Criativa do Design pela UNESCO, os 100 anos do arquiteto Liberal de Castro, referência maior da arquitetura cearense, e os 105 anos do Instituto de Arquitetos do Brasil, entidade promotora do congresso”, observa Jefferson John, Presidente do 22º CBA.

“No ano passado, o setor de materiais de construção ultrapassou os R$ 6,3 bilhões em movimentação, com mais de 60 mil empregos diretos gerados. São números que  demonstram a grande importância econômica e social do setor no estado”, analisa Carlito Lira Presidente da ACOMAC-CE.

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CRA-SP

Geopolítica da incerteza: o triângulo Irã-Israel-EUA e os reflexos na gestão global

Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior – GERICE, do CRA-SP, analisa os impactos do conflito no Brasil e o papel do administrador diante da instabilidade geopolítica

O cenário internacional enfrenta um dos seus momentos mais críticos com a escalada das hostilidades entre o Irã, Israel e os Estados Unidos. O que anteriormente era classificado como uma “guerra nas sombras” evoluiu para um conflito direto com repercussões sistêmicas em escala global. 

Para o administrador e o profissional de relações internacionais, este embate transcende a disputa territorial ou ideológica. “Ele deve ser interpretado como um choque de forças que redesenha as cadeias de suprimentos globais, altera a precificação de commodities e redefine a gestão de riscos corporativos”, avalia o Adm. Dr. Edmir Kuazaqui, coordenador do Grupo de Excelência em Relações Internacionais e Comércio Exterior – GERICE, do Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP

Dinâmicas de relações internacionais e comércio exterior 

A dinâmica entre Teerã, Tel Aviv e Washington é regida por um complexo equilíbrio de dissuasão nuclear, alianças regionais e o controle estratégico de rotas marítimas. Já a aliança entre EUA e Israel foca primordialmente na contenção do programa nuclear iraniano e na limitação da influência do chamado “Eixo de Resistência” na região. “Do ponto de vista do comércio exterior, as sanções impostas pelos EUA ao Irã funcionam como barreiras técnicas e políticas que segmentam o mercado global e forçam empresas a adotarem protocolos rígidos de conformidade”, explica o coordenador. 

O gargalo logístico: o Estreito de Ormuz 

O Irã detém o controle geográfico sobre o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Assim, explica Kuazaqui, qualquer instabilidade nesta via gera um aumento imediato nos prêmios de seguro marítimo e nos custos de frete internacional. 

Para o Brasil, embora distante fisicamente, os laços comerciais são relevantes: o Irã é um importante destino para a soja e o milho brasileiros, somando quase US$ 3 bilhões em exportações em 2025, enquanto fornece fertilizantes essenciais para o nosso agronegócio. “A gestão dessas trocas exige uma ‘diplomacia corporativa’ ágil para evitar que as sanções americanas inviabilizem transações financeiras e logísticas”, comenta o coordenador. 

Impactos na administração e na estratégia empresarial 

Para o gestor, o conflito no Oriente Médio deixa de ser um evento externo isolado para se tornar uma variável crítica no planejamento estratégico. A crise evidenciou a fragilidade do modelo Just-in-Time. Empresas que dependem de insumos globais agora enfrentam:  

  • Volatilidade de custos: o redirecionamento de rotas para evitar zonas de conflito aumenta o lead time e o consumo de combustível, encarecendo o produto final;
  • Transição de modelo:  administradores estão sendo forçados a migrar para o modelo Just-in-Case, aumentando estoques de segurança para mitigar rupturas no fornecimento. 

Gestão financeira, risco cambial e exposição ao risco

De acordo com Kuazaqui, a instabilidade geopolítica gera uma “fuga para a qualidade”, que fortalece o dólar frente ao real e outras moedas emergentes. “O gestor financeiro precisa dominar ferramentas de hedge cambial (estratégia de proteção) e derivativos para proteger margens de lucro, especialmente em setores dependentes de insumos químicos e tecnológicos importados”, orienta. 

Além disso, é recomendável também o monitoramento contínuo dos indicadores de inflação (IPCA) e do preço do barril de petróleo (Brent), visto que a persistência do conflito pode elevar o custo da energia em todos os setores da economia brasileira. 

O papel do administrador frente ao mundo BANI 

A Administração, como ciência, oferece as ferramentas necessárias para navegar em um ambiente BANI (frágil, ansioso, não linear e incompreensível). São elas:

  • Análise de cenários: o administrador deve utilizar a tomada de decisão sob incerteza. Não basta um plano único; é imperativo prever desdobramentos como o fechamento de portos ou novas listas de sanções que afetem parceiros comerciais indiretos.  
  • Resiliência organizacional: a capacidade de adaptação rápida a choques externos tornou-se uma vantagem competitiva central. Isso demanda a diversificação de fornecedores (Sourcing Global) e a digitalização da cadeia de suprimentos para obter visibilidade em tempo real.  
  • Compliance e ética: gestores são desafiados a equilibrar a eficiência operacional com o estrito cumprimento de normativas internacionais, evitando danos reputacionais e sanções jurídicas. 

Para Kuazaqui, o conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos é um lembrete severo de que a economia global está interconectada. Contudo, o desafio para os profissionais de Administração é transformar a análise geopolítica em inteligência competitiva. “O administrador deve atuar não apenas como um gestor de processos internos, mas como um ‘analista do mundo’. O sucesso das organizações em 2026 dependerá da habilidade de seus líderes em ler as entrelinhas das tensões globais e proteger o ecossistema empresarial contra as ondas de choque que emanam do Oriente Médio”, conclui o coordenador. 

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.

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HM Engenharia se aproxima de meta de 50% de liderança feminina da ONU

Empresa que é referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade também informa que 66,7% de cargos de diretoria são atualmente ocupados por mulheres

São Paulo, março de 2026 – HM Engenharia, referência em soluções imobiliárias acessíveis e de qualidade, tem razões de sobra para celebrar este Mês da Mulher. É que, conforme a última contagem de seu departamento de Recursos Humanos, realizada em fevereiro, a empresa atingiu um quadro funcional com 66,7% de mulheres em cargos de diretoria. O dado representa um aumento de quase 25% em relação ao mesmo período do ano passado, quando elas ocupavam 50% dessas posições. Atualmente, 47,7% das lideranças da HM Engenharia são mulheres. 

Dessa forma, a empresa está a ponto de cruzar a meta de paridade de gênero de 50% de mulheres em cargos de liderança e de alta liderança no ambiente corporativo até 2030, estabelecida pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 – Igualdade de Gênero (ODS 5), no âmbito da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Além disso, os números da HM Engenharia superam, em 17,7%, a meta de ocupação, até o final do ano passado, de 30% de mulheres em cargos de alta liderança, definida pelo Movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU – Rede Brasil e da ONU Mulheres. 

“Estamos muito contentes por contribuir para um ambiente de trabalho mais equitativo e justo do ponto de vista da questão de gênero. O setor da construção civil é visto como sendo majoritariamente masculino, e, nesse sentido, a ascensão feminina dentro de uma empresa atuante nesse segmento também é uma quebra de tabu histórica”, afirma Simone Vieira Neto, porta-voz da HM Engenharia. 

E conclui: “Esperamos servir de exemplo para que outras companhias reconheçam suas profissionais e valorizem o toque feminino na hora de conduzir os negócios da construção e do mercado imobiliário no país.” 

Sobre a HM Engenharia

Com 49 anos de história, a HM Engenharia é uma construtora e incorporadora que atua em mais de 120 cidades entre São Paulo e o sul de Minas Gerais, com foco em empreendimentos imobiliários acessíveis. A empresa já projetou e construiu mais de 140 mil unidade e conta com certificações como PBQP-H/SIAC, ISO 9001, ISO 45001 e Qualihab. Também foi reconhecida como Empresa Amiga da Justiça pelo TJ-SP e no Prêmio Inspiração para Transformar, pelas suas iniciativas de voluntariado corporativo. 

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