Saúde

Saúde

Festa junina: confira quais são as opções de comida mais saudáveis

Os meses de junho e julho são marcados pelas festas juninas, época preferida de muitas pessoas. Mas os pratos e as bebidas, na maioria das vezes, são para lá de calóricos, prejudicando a dieta de quem está no processo de emagrecimento.

Para quem deseja aproveitar o momento festivo sem sair da dieta, a nutricionista Juliana Vieira sugere que doces e frituras sejam evitados. Além disso, recomenda moderar o consumo de bebidas alcoólicas e açucaradas, como batidas, quentão e refrigerantes.

“Frituras, como os pastéis, e pratos feitos com alimentos embutidos, como o cachorro-quente, também devem ser consumidos com cautela. O ideal é fazer trocas saudáveis”, orienta.

A especialista listou 5 comidas típicas das festas juninas que são saudáveis. Confira:

1. Pipoca
A pipoca quando é feita apropriadamente com pouco sal e gordura, ou até no microondas, é uma excelente opção por ser fonte de fibras.

2. Espetinhos
Entre os alimentos que combinam com a festa junina estão os espetinhos. Eles são ótimas fontes de proteína, especialmente os de carne e frango.

Fonte: Metrópoles

Saúde

Exercícios físicos beneficiam até idosos com câncer avançado

A prática de exercícios físicos pode beneficiar até idosos com câncer em estágio avançado, segundo novo estudo brasileiro apresentado no Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco 2024), o maior congresso de oncologia do mundo, realizado em Chicago, nos Estados Unidos, entre os dias 31 de maio e 4 de junho.

A pesquisa foi liderada pelo oncologista da Oncoclínicas&Co, Paulo Bergerot, que também é representante da América Latina na recém-formada Sociedade Internacional de Oncologia do Exercício. Os resultados evidenciaram que pacientes com mais de 65 anos e sob tratamento oncológico tiveram melhora na qualidade de vida e alívio de alguns efeitos colaterais dos medicamentos de imuno e quimioterapia após 12 semanas cumprindo uma rotina de atividade física moderada.

“A grande mensagem desse estudo é que o paciente em tratamento oncológico deve ficar ativo. Não existe mais essa história de manter o paciente resguardado, economizando energia por causa do tratamento. É exatamente o contrário”, afirma Bergerot.

Rotina personalizada
Todos os 41 participantes do estudo tinham mais de 65 anos e tratavam cânceres de estágios 3 ou 4, considerados avançados ou metastáticos. Além disso, eram pacientes que estavam começando uma linha de tratamento sistêmico, ou seja, com medicamentos — quimioterapia ou imunoterapia, de um modo geral.

“Para qualquer pessoa a gente sabe que é difícil a adesão e a continuidade na atividade física. Para o paciente com câncer é mais desafiador ainda, e se for idoso é uma missão quase impossível”, comenta Bergerot. Para driblar essa barreira, os pesquisadores apostaram em uma estratégia personalizada, em que cada participante tinha a própria rotina de exercícios.

As atividades foram estipuladas por um educador físico, que considerou o quadro clínico de cada paciente e sua realidade no cotidiano, como o uso de acessórios que eles dispunham nas próprias casas. Ao fim das 12 semanas, os participantes apresentaram uma melhora na qualidade de vida de cerca de 10 pontos na escala FACT-G. O método considera a percepção de bem-estar físico, social e familiar, emocional e funcional em uma régua que vai de 0 a 108 pontos. Além disso, a prática física também se mostrou capaz de atenuar alguns dos sintomas do câncer e dos efeitos colaterais comuns no tratamento da doença.

Fonte: CNN

Saúde

Dieta do arroz: saiba como funciona e os benefícios por trás do regime

Você já ouviu falar da dieta do arroz? Criado pelo médico e cientista Walter Kempner, em 1939, esse regime de baixa caloria e com pouco teor de sódio surgiu enquanto ele trabalhava como professor na Universidade Duke, em Durham (Carolina do Norte). À época, o pesquisador desenvolveu uma abordagem dietética para ajudar os pacientes a reduzirem a pressão arterial, melhorarem a função renal e controlarem a obesidade.

O segredo do sucesso dessa proposta alimentar para tratar hipertensão ou obesidade está nos ingredientes permitidos para consumo. A seleção inclui carboidratos complexos, laticínios limitados e alimentos com baixo teor de sódio. Um dos argumentos é que os carboidratos complexos demoram mais para serem digeridos, o que diminui a fome.

De início, a dieta do arroz abrange a ingestão de 800 calorias por dia. Depois, ela é ampliada para 1.200 calorias diárias. Esse plano alimentar, bastante restritivo, se resume ao consumo de frutas frescas, vegetais, feijão com pouco sal, grãos integrais, proteína magra, laticínios sem gordura e, claro, arroz.

Por outro lado, não são permitidos junk food, refrigerantes, sucos de caixinhas, doces, chocolates, alimentos congelados e/ou prontos para consumo, fritura, farinha e açúcar refinados e alimentos com gordura trans.

Quanto ao tipo de arroz, se branco ou integral, cabe a cada pessoa decidir pela opção de preferência. Mas vale ressaltar que, embora não seja a favorita de muitos, a versão integral contém mais fibras, o que é uma excelente qualidade para quem buscar perder peso.

Dentre os benefícios propostos pelo idealizador do plano alimentar, estão o auxílio na redução de gordura corporal, dos níveis de colesterol e da pressão arterial, bem como a melhora da saúde do coração e o combate ao diabetes tipo II.

Antes de qualquer decisão, procure um nutricionista para saber se a dieta do arroz é indicada para você.

Fonte: Metrópoles

Saúde

Capanha vacinal contra a poliomielite inicia nesta segunda-feira em Natal

O Rio Grande do Norte inicia na segunda-feira (27) a campanha de vacinação contra a poliomielite. A ação integra a campanha nacional coordenada pelo Ministério da Saúde e acontece até 14 de junho.

A ação que marca a abertura da campanha será no shopping Midway Mall, em Natal, através de parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a Secretaria Municipal de Saúde.

Serviço
Abertura da campanha de vacinação contra a poliomielite
Local, hora e data: shopping Midway Mall, Av. Nevaldo Rocha, 3775, Tirol, 11h, segunda-feira (27)

Coluna Versátil News, Saúde

RN terá novo Hospital Metropolitano com mais de 350 leitos

O Rio Grande do Norte terá um novo Hospital Metropolitano, com mais de 350 leitos, para atender casos de alta complexidade em ortopedia e neurologia. O investimento de R$ 260 milhões na construção física está garantido pelo Governo Federal, através do Novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O projeto do hospital foi apresentado neste sábado (6.abr.2024), em Parnamirim, no terreno onde será instalado.

A governadora Fátima Bezerra destacou a importância da obra para a saúde pública do estado. “Esse é um momento muito sonhado pelo povo de Natal, Parnamirim e de todo o RN. O novo hospital não é uma necessidade de hoje. Ele vem com um imperativo, que dar bem-estar e dignidade a quem precisa do SUS. Essa é a mais importante obra de caráter humanitário no nosso estado”, disse.

O novo hospital terá mais de 100 leitos do que a atual capacidade do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, referência em atendimento público no RN. “O Walfredo Gurgel não tem mais como dar conta da demanda”, afirmou o ministro-chefe das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. “Investir em saúde também é desenvolvimento. Os 260 milhões estão garantidos e vamos também dispor de recursos para equipar e custear”, completou.

A previsão é que a obra seja finalizada em novembro de 2026. “Hoje é um momento que marca o início da realização do sonho que é a construção desse hospital”, disse a secretária de Estado da Saúde Pública (Sesap), Lyane Ramalho.

O novo hospital contará com dois tomógrafos, ressonância magnética, hemodinâmica e um centro cirúrgico com 16 salas. A expectativa é que o hospital atenda a demanda por traumas ortopédicos e acidente vascular cerebral, encerrando a dependência da saúde do estado com diversos hospitais privados e o Universitário Onofre Lopes.

“O novo hospital é um dos maiores passos que o RN está dando em termos de saúde pública”, destacou o prefeito de Lagoa Nova e presidente da Federação dos Municípios do RN, Luciano Santos. “É uma grande emoção pisar hoje no lugar onde vidas vão ser salvas”, concluiu a deputada federal Natália Bonavides.

Rolar para cima