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Campanha Vacina Solidária chega a mais de 15 toneladas de alimentos arrecadados

Campanha Vacina Solidária chega a mais de 15 toneladas de alimentos arrecadados

Campanha Vacina Solidária chega a mais de 15 toneladas de alimentos arrecadados

Semtas

Lançada no dia 5 de abril, a  campanha “Vacinação Solidária” já arrecadou mais de 15 toneladas de alimentos não perecíveis em Natal. A campanha desenvolvida pela Prefeitura, tem por objetivo reforçar o acolhimento às famílias em vulnerabilidade que residem no município. Em três meses, já foram arrecadados 15.000 quilos de alimentos pela Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde. Os pontos de coleta funcionam nos locais de vacinação contra a Covid-19. 


A ‘Vacinação Solidária’ é mais uma forma que a gestão encontrou para auxiliar a população neste momento de pandemia. A iniciativa aproveita a necessidade de deslocamento da população até um ponto de imunização contra a Covid-19 em benefício de todos. “Os locais são identificados e contam com o trabalho de voluntários na confecção destes desses kits de alimentos não perecíveis. Além disso, nos drives instalados em Natal, onde a vacina é aplicada com o munícipe dentro do carro, não há a necessidade de descer do veículo para fazer a doação”, detalhou o prefeito Álvaro Dias.


“Estamos chegando ao quarto mês de ação e muito felizes com o apoio de toda a cidade. No entanto, é preciso reforçar a necessidade da consistência das doações. Há muitas pessoas que, neste momento, enfrentam dificuldades e precisam da nossa ajuda. Não importa a quantidade, toda colaboração é bem-vinda e, certamente, fará a diferença na mesa destas famílias”, destacou o secretário da Semtas, Adjuto Dias.

 
A campanha pede que as pessoas que forem se vacinar contribuam com doação de um quilo de alimento não perecível. Esses alimentos serão organizados em cestas básicas e distribuídos para a população vulnerável do município. A arrecadação está sendo feita nos postos de vacinação contra a Covid-19, coordenados pela Prefeitura de Natal. Os drivers funcionam no Via Direta, no Sesi da Avenida Capitão-mor Gouveia, no Palácio dos Esportes e no Ginásio Nélio Dias, além das 35 Unidades Básicas de Saúde. 
 
 

Cadastro único


Essas doações estão sendo distribuídas pela Semtas através do Cadastro Único, que garantirá que as pessoas a serem beneficiadas sejam as que preenchem todos os requisitos de política de assistência social. “São aquelas que realmente necessitam. Contamos com todos e vamos juntos enfrentar esse momento de dificuldade”, completou o secretário, fazendo um apelo à população. Importante ressaltar que a coleta dos alimentos ocorrerá enquanto durar a vacinação da população de Natal.

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Fecomércio: Marcelo Queiroz participa de reunião de Diretoria da CNC

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, participou nesta segunda-feira (26), da reunião de Diretoria da CNC. O evento ocorreu em formato híbrido, retomando as atividades presenciais da entidade.

Comandado pelo presidente da CNC, José Roberto Tadros, o encontro teve como pauta o Conexão CNC-Sesc-Senac, deliberações do projeto Vai Turismo – Rumo ao Futuro nos estados, e informações sobre o Fórum dos Superintendentes das Fecomércios, que vão apresentar temas importantes para o Sistema Comércio.

Além disso, foi informado que a CNC assumiu o Conselho Representativo do Mercosul pela segunda vez.

A próxima reunião de diretoria da CNC acontece em agosto.

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Lei de Ezequiel torna RN o primeiro Estado do país a regulamentar a atividade Off-Road

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), recebeu nesta segunda-feira (26), na Assembleia Legislativa, os representantes da Associação Potiguar de Off-Road (APO). Na pauta, a Lei estadual 131/2021, que regulamenta a atividade esportiva e de lazer da atividade no Rio Grande do Norte. O Estado é o primeiro do Brasil a tornar legal a prática.

“Essa é a primeira lei do Brasil. Já fomos procurados por deputados da Paraíba, Ceará e Pernambuco para que ela seja replicada nesses Estados. Ela permite que o cidadão potiguar, que tradicionalmente gosta de utilizar as trilhas do seu Estado, de forma regular e dentro da lei”, disse Ezequiel Ferreira.

A lei estadual nº 131/2021 é de autoria do presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Ezequiel Ferreira e reconhece a atividade de Off-Road como um esporte de aventura e radical de grande importância na cultura e no turismo potiguar. O projeto de lei foi sancionado pela governadora Fátima Bezerra (PT) e publicado pelo Diário Oficial na quinta-feira (22).

“Esse é um marco histórico do Brasil. O RN sai na frente de vários Estados do Nordeste com a aprovação dessa Lei que representa um novo momento do Off-Road. É importante ressaltar o ganho que isso representa para o fomento da economia do nosso RN, principalmente nesse momento de retomada”, celebrou o presidente da APO, Juscelino Martins Grilo.

“A regulamentação dessa atividade traz dignidade para os seus praticantes e para as comunidades por onde as atividades passam, movimentando a economia e fortalecendo os pequenos comércios”, comentou o representante jurídico da APO,  Marcílio Mesquita de Góes.

A lei deverá ser aplicada em conjunto e consonância ao código de trânsito brasileiro, com as resoluções do CONTRAN e no que couber as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), relativas ao turismo fora de estrada em veículos.

“Como praticante do Off-Road eu gostaria de agradecer o esforço do presidente Ezequiel Ferreira e a dedicação para que esse projeto fosse aprovado e mudasse o cenário que antes vivíamos”, destacou Samanta Alves, praticante do Off-Road. Na oportunidade os representantes da APO entregaram uma placa de agradecimento ao presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira.

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País supera 1 bilhão de tratamentos médicos parados com pandemia

Demanda reprimida de procedimentos ambulatoriais e hospitalares que deixaram de ser realizados no SUS acumula desde 2020

Movimento na sala de vacinação na UBS Vila Barbosa, zona norte de São Paulo
Divulgação

número de procedimentos médicos não realizados já supera 1 bilhão desde o início da pandemia de coronavírus no país, em março do ano passado, na rede pública de saúde do SUS. A estimativa é do Conasems (Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde).

Levantamento realizado em 2020 mostrou que até o fim de 2020 a demanda reprimida era de 1,1 bilhão de tratamentos ambulatoriais e hospitalares que deixaram de ser realizados por causa da prioridade dos casos de covid-19. Só na oncologia houve uma redução de 60%. 

“Estimamos que os procedimentos não realizados devam chegar a 1,6 bilhão neste ano, já que o cenário da covid-19 se agravou nos primeiros meses de 2021″, afirmou Mauro Junqueira, secretário-executivo do Conasems. As cirurgias eletivas, aquelas que não são de urgência, estão suspensas, porque os medicamentes como relaxantes musculares, anestésicos e bloqueadores são prioritários para uso dos pacientes de covid-19 internados nas UTIs.

Junqueira explica que a partir do momento que houver uma maior diminuição de casos de internação por covid-19, as atividades serão retomadas na rede de saúde. Segundo ele, a taxa de ocupação nas UTIs ainda é preocupante, na casa de 80%.

“Quando for diminuindo a internação e o número de pacientes entubados, obviamente a gente vai ter aí uma quantidade de medicamentos disponíveis que poderão ser utilizados nas cirurgias eletivas. Então a retomada será gradual dos atendimentos ambulatoriais e hospitalares”, diz Junqueira.

Com isso, vão voltar os tratamentos de prevenção, como exames de mamografias e de rotina. A diariarista Neildes dos Santos Campo, de 59 anos, está preocupada com o retorno das atividades no SUS. Ela conseguiu fazer a mamografia de rotina em janeiro, no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Mas a consulta para avaliar o exame foi marcada só para dezembro. “Se tiver alguma coisa grave, estou perdida, porque o médico só vai ver o exame 11 meses depois de ter sido feito”, afirma.

Retomada  

A previsão de retomada total, porém, é para o início do ano que vem. Há regiões que isso já está acontecendo, com porcentual  de 10% a 30% da capacidade, mas de acordo com o cenário epidemiológico local.

“O atendimento pleno só acontecerá na hora que a gente tiver uma redução muito mais forte do que tem hoje. E isso deve acontecer nos próximos meses, até porque a gente está prevendo um avanço muito grande da vacina, o que vai impactar as taxas de contágio e de internação. Mas uma retomada de 100% deve acontecer só no início do ano que vem, quando tiver toda a população coberta pela vacina”, avalia Junqueira. 

Desafio

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ja afirmou que, a partir de um cenário epidemiológico mais favorável para o Brasil, a pasta já projeta outras ações de enfrentamento a problemas sanitários, como por exemplo as síndromes pós-covid, o enfrentamento a doenças prevalentes, como as cardiovasculares e de pacientes que necessitam de tratamento cirúrgico que estão represados.

“Temos um desafio muito grande pela frente, mas estamos confiantes em enfrentar todas essas dificuldades e ter um cenário sanitário mais tranquilo para que os brasileiros voltem a sorrir novamente”, disse o ministro em entrevista realizada neste mês.

Mutirões

Para o médico sanitarista Walter Cintra Ferreira Junior, professor do FGVSaúde (Centro de Estudos em Planejamento e Gestão em Saúde), o SUS terá que lidar com pacientes que apresentaram piora de seus quadros clínicos durante o período da pandemia, além daqueles que já tinham dificuldades para realizar procedimentos especializados, consultas especializadas, cirurgias de média e alta complexidade.

“A demora para realizar tanto procedimentos diagnósticos como terapêuticos, embora não sejam situação de urgência ou emergência, pode levar a uma piora da doença do paciente e do prognóstico”, alerta Cintra.

“Você tem as pessoas com doenças crônicas que tiveram o acompanhamento prejudicado, como hipertensos, diabéticos, mas que de alguma maneira conseguiram fazer tratamento usando o teleatendimento. De qualquer maneira, isso pode ter gerado um pior acompanhamento desses pacientes e uma eventual piora de seus quadros clínicos”, avalia.

Cintra lembra que o sistema já apresenta um importante estrangulamento em procedimentos especializados de média e alta complexidade e, com a pandemia, isso certamente piorou. Ele acredita que será necessário uma força-tarefa no sistema de saúde para identificar os pacientes, fazer triagem, repriorização de casos e criar condições para eventualmente realizar mutirões, além de mobilizar recursos.

Rede privada

Com a queda de procedimentos eletivos, pela primeira vez a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) aprovou neste mês um reajuste negativo, de -8,19%, para os planos de saúde individuais. Segundo mapa assistencial, na cardiologia, os números mostram que as consultas caíram 23,4% e os exames holter 24h tiveram redução de 19,5%. Na oncologia, exames de detecção precoce de câncer também caíram. As mamografias, por exemplo, tiveram uma redução de 29,1%.

“Se isso está acontecendo no sitema privado, imagina o impacto na rede pública. Vamos precisar garantir mais dinheiro para SUS, que é fundamental para o bem-estar do país. Se a gente não lutar para que isso seja adequadamente financiado para enfrentar essa situação, será uma barbárie”, afirma Cintra.

Fonte: R7

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Fecomércio: Pequenos empresários seguem com dificuldades de acesso ao crédito

A burocracia e as altas exigências dos bancos ainda são apontadas pelos micros e pequenos empresários como entraves significativas para acesso ao crédito nas instituições financeiras. 32% dos donos de pequenos negócios que buscaram empréstimos nos bancos do país, em maio deste ano, não tiveram respostas positivas.

O dado, levantado pelo Sebrae e FGV, é menor em comparação à quantidade de empresários frustrados com as exigências bancárias em abril, quando as imposições foram condenadas por quase 50% dos empreendedores que buscaram empréstimos.

“Temos constatado de um ano para cá que os empresários ainda consideram os bancos muito exigentes para emprestar dinheiro e, por isso, é tão importante o desenvolvimento de políticas públicas que facilitem o uso de garantias”, alerta Carlos Melles, presidente do Sebrae.

Créditos

No início de julho, os bancos passaram a conceder novos créditos aos pequenos empresários por meio do Pronampe. Cerca de 5 milhões de pequenos negócios terão acesso a créditos que, de acordo com a expectativa do governo federal, podem ultrapassar mais de R$ 25 bilhões até o fim de 2021.

Os juros dos contratos não poderão passar de 6% ao ano, mais a taxa Selic, que é de 4,25% atualmente. O prazo de carência, ou seja, de quando a empresa começará a pagar o empréstimo, subiu de oito para 11 meses e o financiamento pode ser parcelado em até 48 meses.

Confiança

O aumento de linhas de crédito é importante para elevar a confiança do MPE para o crescimento dos negócios nos próximos meses e a boa expectativa já é percebida. Em maio, o índice que mede a confiança dos pequenos empresários, o IC-MPE, nos setores de Serviços, Comércio e Indústria, subiu 5,4 pontos e ultrapassou 93,5 pontos, o melhor resultado desde 2020.

De acordo com análise da Sondagem Econômica da MPE, realizada pelo Sebrae, o aumento do ritmo da vacinação contra a Covid-19, a extensão do auxílio emergencial e a MP do BEm contribuem para a recuperação dos setores econômicos. Além disso, a expectativa de crescimento do PIB brasileiro, estimada entre 4% e 5%, também está sendo capaz de melhorar o ‘humor’ dos empresários.

“A indústria está se recuperando. Ela teve um ano difícil em 2020 e agora ela vem se recuperando. E isso tem a ver com o crédito? Sim, mas não só isso. Você tem a própria melhora do cenário da pandemia, do cenário sanitário, que induz a esse crescimento. Isso tudo tem contribuído para que a indústria possa apresentar melhor desempenho nesse restante de ano”, acredita Benito Salomão, especialista em Economia e doutorando da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

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