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Como a Inteligência Artificial pode transformar o ensino de idiomas sem substituir o professor

 Por André Belz, CEO da Rockfeller Language Center
 

A presença da Inteligência Artificial na educação deixou de ser um debate sobre o futuro para se tornar uma realidade cotidiana. Segundo dados da UNESCO, mais de 60% dos professores ao redor do mundo já utilizam ferramentas de IA para planejar aulas, corrigir atividades ou personalizar trilhas de aprendizagem, um número que cresce ano após ano. No ensino de idiomas, esse avanço representa uma oportunidade única, potencializar o aprendizado sem abrir mão da interação humana, algo essencial para desenvolver competências comunicativas reais.
 

A tecnologia não existe para substituir o professor, mas para fortalecê-lo. Quando tarefas repetitivas, como correções básicas, análises de desempenho e sugestões de conteúdo são automatizadas, o educador ganha mais tempo para exercer aquilo que nenhum algoritmo entrega, sensibilidade pedagógica, leitura de contexto, interpretação de nuances culturais e condução de conversas reais. A IA, portanto, se torna uma parceira estratégica, ampliando a atuação do professor e elevando a qualidade das interações em sala de aula.
 

Entre os avanços mais significativos e os prós do uso da IA, está a capacidade de personalizar a prática da conversação. Cada estudante possui temas, interesses e dúvidas diferentes que a IA consegue mapear com precisão, permitindo ajustes contínuos conforme a evolução individual. Na Rockfeller, por exemplo, nossos assistentes virtuais analisam a performance do aluno e adaptam automaticamente o nível das atividades e das conversações. A possibilidade de praticar a qualquer hora por meio de chatbots, simuladores de conversação e ferramentas de pronúncia amplia a exposição ao idioma e torna o estudo mais natural ao longo do dia. Outro ponto relevante é a velocidade e a qualidade dos feedbacks. A IA identifica erros de pronúncia, expressões mal estruturadas e padrões gramaticais inconsistentes em tempo real, oferecendo ao aluno um caminho de evolução mais claro e imediato.
 

Por outro lado, os contras também precisam ser reconhecidos, como o risco de dependência tecnológica, a possibilidade de interpretações equivocadas quando falta contexto cultural, e a perda de profundidade se o aprendizado ocorrer de forma desconectada da interação humana. Por isso, o equilibro é essencial.
 

Para o aluno, a Inteligência Artificial traz mudanças na forma como ele estuda. Ela amplia o senso de autonomia ao permitir que o estudante monitore sua evolução, revise conteúdos de forma personalizada e pratique no ritmo que melhor se encaixa em sua rotina. Também fortalece a autoconfiança, já que o progresso em conversação, vocabulário e pronúncia se torna mais visível no dia a dia. Além disso, a IA adapta exercícios e temas aos interesses individuais como música, tecnologia ou viagens, transformando o inglês em uma ferramenta para explorar o mundo e não apenas em uma obrigação acadêmica. Essa personalização aumenta o engajamento, torna o aprendizado mais prazeroso e integra o idioma à vida do aluno de forma natural e constante.
 

Por isso, acredito que o futuro do ensino de idiomas não está na substituição do professor, mas em sua evolução. A combinação entre tecnologia inteligente e interação humana qualificada cria um ambiente de aprendizagem mais eficiente, mais motivador e muito mais conectado com as necessidades do mundo atual. Na Rockfeller Language Center, trabalhamos para integrar esses dois universos de forma equilibrada, oferecendo ao aluno o melhor de cada um deles e preparando-o para aprender de maneira completa.

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Bibi lança linha de chuteiras infantis e mira Copa do Mundo de 2026 

 

 
Os novos modelos estão disponíveis do tamanho 25 ao 32 em cores vibrantes e foram desenvolvidos para oferecer conforto, segurança e apoio no desenvolvimento natural dos pés das crianças 

Parobé (RS), dezembro de 2025 — Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026 e o aumento natural do interesse das crianças pelo futebol, a Calçados Bibi, maior rede de calçados infantis da América Latina, anuncia o lançamento oficial da linha de chuteiras. Desenvolvida para acompanhar o ritmo dos pequenos atletas dentro e fora das quadras, a coleção combina design moderno, materiais leves e tecnologias que garantem bem-estar, segurança e o desenvolvimento saudável dos pezinhos. As novidades estão disponíveis nas mais de 130 lojas da rede, no aplicativo de vendas exclusivo e no e-commerce.

A Chuteira Hunter está disponível em quatro versões: prata com solado verde neon, toda preta, azul com laranja e uma edição especial inspirada no Spider-Man, todas na numeração do 25 ao 32. O modelo nas cores prata com verde neon, por exemplo, se destaca pelo brilho e pelo visual contemporâneo.

Pensada especialmente para o público infantil, a chuteira é sem trava, o que garante mais segurança e aderência em diferentes superfícies. O solado emborrachado oferece tração na medida certa, enquanto o design flexível e leve permite mobilidade total para correr, driblar e chutar com confiança, do aquecimento ao apito final.

 

 

Para reforçar o conforto, o produto combina a tecnologia exclusiva da Palmilha Fisioflex, que promove a sensação de andar descalço, com meia interna elástica e fechamento por velcro para ajuste rápido e seguro. A proposta é garantir autonomia para as crianças calçarem o produto sozinhas e mais praticidade para pais e responsáveis.

“Além da resistência para as brincadeiras, a linha reforça um ponto essencial, pois a chuteira infantil é diferente da chuteira adulta, ou seja, precisa respeitar o formato dos pés e não pode apertá-los, já que as estruturas ósseas e musculares ainda estão em formação. Pensando nisso, priorizamos materiais que abraçam o pé sem comprimir, promovem liberdade de movimento e contribuem para o desenvolvimento natural da pisada e dos pezinhos, em diferentes fases. Esta é uma ótima opção, principalmente com a proximidade da Copa do Mundo de futebol, campeonato que estimula o imaginário, as brincadeiras e o trabalho em equipe. Tudo isso, para criar momentos únicos e que geram boas lembranças”, finaliza Camila Kohlrausch, diretora de marca e varejo da Calçados Bibi.

Sobre a Calçados Bibi  

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Com o propósito de fazer o bem para gerar boas lembranças, a Bibi, fundada em 1949 e referência no mercado de calçados infantis, visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2,6 milhões de pares/peças ao ano. Presente em mais de 60 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 5 mil pontos de venda multimarcas, entre Brasil e outros países, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de mais de 150 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social. 

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Condomínios podem ajudar a proteger mulheres vítimas de violência doméstica?

 

Casos recentes de mulheres agredidas em áreas comuns de condomínios trouxeram à tona uma discussão urgente: qual é a responsabilidade da gestão condominial diante de situações de violência doméstica? Segundo especialistas: síndicos, administradoras e equipes de portaria devem estar preparados para agir nesses casos, tanto na prevenção quanto na resposta imediata.

A orientação é clara: em situações de flagrante agressão, a equipe deve acionar imediatamente a polícia e intervir de forma adequada, garantindo a integridade da vítima. Além disso, há casos em que a vítima já se separou ou sofreu episódios anteriores de violência.

“Nesses cenários, uma medida fundamental é informar formalmente a administração e a portaria do condomínio e solicitar o bloqueio e a exclusão do cadastro do agressor. Esse pedido deve ser feito por escrito, garantindo registro oficial da restrição. Assim, o ex-companheiro não terá mais acesso liberado ao prédio, já que sua entrada será barrada automaticamente pelos sistemas de segurança”, segundo Gabriel Borba, CEO da GB Serviços, empresa especializada em gestão condominial, essa medida simples pode evitar riscos graves.
 

“O condomínio tem um papel essencial na proteção dos moradores. Se uma mulher já foi vítima de violência por parte de um ex-companheiro, é fundamental que ela ou sua família notifiquem a administração para que o cadastro dessa pessoa seja bloqueado e excluído. Além disso, é importante orientar a portaria a exigir sempre o código de segurança antes de liberar entradas, evitando acessos indevidos. A equipe de portaria deve estar instruída e pronta para impedir a entrada dessa pessoa, sempre seguindo protocolos de segurança e respeitando a lei”, orienta Borba.
 

Outro ponto sensível é a cultura do silêncio. Muitos episódios de violência poderiam ser evitados ou interrompidos mais cedo caso houvesse denúncia de vizinhos.


“Infelizmente, muitos casos progridem porque não há comunicação. As vítimas, muitas vezes, estão fragilizadas e não conseguem se proteger sozinhas. Por isso, é importante que condôminos denunciem situações suspeitas e que a administração estimule um ambiente de acolhimento, em que os moradores sintam confiança para comunicar o que veem”, reforça o executivo.


Legislação e boas práticas


Lei Maria da Penha prevê medidas protetivas que podem incluir restrições de acesso a determinados locais. Além disso, estados como São Paulo já possuem legislações que obrigam síndicos e administradores a comunicarem casos suspeitos de violência doméstica às autoridades competentes.


Para que a proteção seja efetiva, especialistas recomendam:

  • Treinamento da equipe condominial para identificar sinais de violência e saber como agir.
  • Campanhas internas de conscientização, orientando moradores sobre como denunciar.
  • Protocolos formais de comunicação, com registros escritos e assinados.
  • Bloqueio e exclusão imediata do cadastro do agressor sempre que houver solicitação formal.
  • Uso de código de segurança nas portarias, reforçando o controle de acesso.
  • Parceria com órgãos de proteção à mulher para capacitação e apoio.

Mais do que reagir, os condomínios podem desempenhar um papel estratégico na prevenção da violência doméstica. Criar canais de denúncia, estabelecer regras claras de restrição de acesso e treinar as equipes de segurança são passos essenciais para transformar os condomínios em ambientes realmente seguros para todos.

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Shopping Cidade Verde encerrou 2025 com mais de 1,5 milhão de visitantes e amplia serviços para 2026

Shopping Cidade Verde

Uma das principais referências de lazer e comércio da zona sul, o Shopping Cidade Verde encerrou o ano de 2025 com mais de 1,5 milhão de visitantes. Com oito anos de funcionamento, o mall chega em 2026 ampliando sua diversidade de marcas e 73 operações ativas.

“Nos próximos meses teremos a inauguração da Be.Move, que fortalece nosso segmento de wellness com uma estrutura completa de academia, que inclui sala de musculação, área para aulas coletivas e quadras de areia”, afirma Maria Elisa Bezerra, sócia-diretora do shopping.

A nova unidade da Be.Move vai funcionar no piso superior do mall, onde está localizado o polo de saúde, que vai ganhar novas especialidades no próximo ano. “Nosso objetivo é oferecer uma variedade de serviços que antes só era possível encontrar na região central de Natal. Com isso, nosso cliente economiza tempo de deslocamento e ganha mais qualidade de vida”, explica a sócia-diretora Larissa Marinho.

Entre as novas operações Shopping Cidade Verde estão a Ecocil, Crosby, Kave Livraria, Sol e Flora e a nova loja da Gol Mania. Em 2026 também será inaugurada uma clínica de estética, fortalecendo o segmento de saúde e bem estar.

Na área de lazer, o shopping apostou em promover experiências com 115 eventos, entre feiras de artesanato e gastronomia, apresentações musicais, espetáculos de teatro, oficinas e recreação.

“Consolidamos parcerias e fizemos novas, como a Clube FM, que passou a promover o ‘Domingo no Cidade Verde’ em nosso espaço. Também realizamos eventos que fazem parte do nosso calendário, como o bailinho de carnaval inclusivo, caça aos ovos na Páscoa, eventos no mês das crianças e o Halloween, com desfile de fantasias e busca pelos doces nas lojas”, relembra Keila Araújo, gerente de marketing do shopping.

O Shopping Cidade Verde está localizado na avenida Ayrton Senna e conta com diversas opções para compras, polo de saúde, espaço gastronômico e serviços, como assistência técnica, lavanderia e conserto de roupas.

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Veterinária dá dicas para reduzir o estresse e proteger os pets dos fogos de artifícios

Com a proximidade do réveillon, o barulho provocado pelos fogos de artifício se intensifica e pode causar medo, estresse e até problemas de saúde em cães e gatos. Sensíveis a sons altos, os animais podem apresentar tremores, tentativas de fuga, latidos excessivos, salivação, taquicardia e comportamentos de pânico, o que exige atenção e cuidados por parte dos tutores.

De acordo com Jeanyara Letieri, médica-veterinária do Centro Médico Veterinário (CMV) da Universidade Potiguar (UnP), integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, o impacto dos fogos vai além do susto momentâneo. “O barulho intenso e inesperado ativa uma resposta de estresse no organismo dos animais, podendo desencadear crises de ansiedade, acidentes domésticos e agravamento de problemas cardíacos ou neurológicos”, alerta.

Entre as principais orientações está a criação de um ambiente seguro dentro de casa. A recomendação é manter portas e janelas fechadas, reduzir a entrada de som externo e oferecer ao animal um local onde ele se sinta protegido. “Um espaço tranquilo, com caminha, brinquedos e objetos com o cheiro do responsável ajuda a transmitir segurança e conforto ao animal”, explica.

Outra dica importante é tentar abafar os ruídos. Ligar a televisão, o rádio ou uma música suave pode ajudar a minimizar o impacto dos fogos. “Esses sons constantes ajudam a mascarar o barulho externo e diminuem a percepção do animal em relação às explosões”, orienta Nyara.

A especialista também ressalta a importância de manter o responsável por perto e agir com tranquilidade. “Falar com voz calma, fazer carinho e demonstrar comportamento sereno ajuda o animal a entender que não há perigo. Reforçar o medo, punir ou repreender pode piorar o quadro de estresse”, destaca.

Em casos de animais muito sensíveis, o acompanhamento profissional é fundamental. “Existem estratégias comportamentais e, em situações específicas, o uso de terapias ou medicações prescritas por um médico-veterinário pode ser indicado. Nunca medique o animal por conta própria. Identificar sinais de medo, adaptar o ambiente e buscar orientação veterinária são atitudes simples que fazem toda a diferença para preservar a saúde física e emocional dos animais durante períodos de fogos de artifício”, frisa.

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