2 de março de 2018

CLICKS E EVENTOS

Governador participa de encontro com Temer sobre segurança pública e defende integração para combater violência

O governador Robinson Faria participou nesta quinta-feira (1º), no Palácio do Planalto, em Brasília, de um encontro do Governo Federal com todos os governadores. A reunião, convocada pelo presidente Michel Temer teve como principal objetivo discutir a elaboração de uma agenda nacional voltada para o setor. O evento também serviu para a apresentação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública, cujo titular é o ex-ministro da Defesa Raul Jungmann.

Entre os encaminhamentos da reunião com os governadores, o presidente Michel Temer anunciou uma linha de crédito de R$ 42 bilhões, disponível para investimento ainda neste ano. Serão R$ 5 bilhões já em 2018. Os R$ 37 bilhões restantes serão liberados entre 2019 e 2022.

INTEGRAÇÃO

No encontro, Robinson Faria destacou que a criação da nova pasta corrige uma omissão histórica. “Nunca tivemos no Brasil uma política nacional de segurança pública. Essa falha de décadas levou o país a amargar a violência que hoje enfrentamos”, afirmou.

Para o governador, o Ministério da Segurança Pública significa a possibilidade de colaboração entre os entes. “Sugeri no Fórum de Governadores e no Encontro de Governadores que tivéssemos uma integração entre União, estados e municípios. Os governadores não podem ser os únicos responsáveis por solucionar todos os problemas”, disse o chefe do Executivo potiguar, lembrando a sugestão dele da criação de um comitê nacional permanente de crise.

No evento, Robinson Faria destacou ainda que aguarda os próximos passos adotadas pelo mais novo ministério do Governo Federal. “Devemos celebrar a criação do Ministério, mas não é só isso. A questão prisional, por exemplo, integra a discussão sobre Segurança Pública, assim como a atuação dos setores de inteligência. Não podemos abordar a segurança pública de forma setorizada e isolada”, finalizou.

Assecom-RN

 

CLICKS E EVENTOS

Conferência Nacional de Logística reunirá palestrantes internacionais

Uma das novidades da 24ª edição da Intermodal South America será a realização da XXI Conferência Nacional de Logística (CNL), organizada pela Abralog (associação Brasileira de Logística), que acontecerá durante os três dias de evento e que será conduzida por especialistas do setor, como embarcadores, fornecedores logísticos, acadêmicos e representantes do governo.

O evento, que tem três pilares: global supply chain; logística integrada: indústria, varejo e e-commerce e desafios; e o futuro do transporte, ganha abrangência internacional com renomados especialistas que vem a São Paulo participar do evento, organizado pela primeira vez na Intermodal South America,

A CNL terá 27 palestras e três mesas de debate nos três dias de realização e entre os destaques do primeiro dia de programação está a palestra do professor Yossi Sheffi, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), sobre o tema “Equilíbrio verde: Quando abraçar a sustentabilidade em um negócio (e quando não)”. E do professor Carlos Roig, da Escola Superior de Administração de Direito Empresarial (ESADE Business School), que discorrerá sobre o “Global Supply Chain”.

Já no segundo dia, outro palestrante internacional tem participação confirmada: representando a Universidade de Harvard, o professor Zal Phiroz, abordará o tema “Integração da Cadeira de Suprimentos: Industria, varejo, ecommerce”.

A programação completa da Conferência está no site oficial do evento (http://www.intermodal.com.br/pt/conferencia-intermodal-2018).

Coluna Versátil News

Imposto de Renda – declaração de veículo tem novidades, saiba o que fazer!

Quem é obrigado a declarar imposto de renda pessoa física e possui veículos motorizados deve ficar atento para não esquecer de informar estes valores. Para não ter problema com estes dados, basta acessar a ficha “Bens e Direitos” do formulário e escolher o código “21 – Veículo automotor terrestre”. No campo “Discriminação”, o contribuinte deverá informar marca, modelo, ano de fabricação, placa ou registro, data e forma de aquisição do carro.

“Para este ano temos uma novidade em relação a declaração de veículos, o contribuinte deverá incluir informações complementares, com número do RENAVAM e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador. Contudo, ainda não é obrigatório, mas já é interessante inserir no espaço determinado, pois a partir dos próximos anos será”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, que explica que essa é uma forma da Receita cruzar melhor as informações.

Tirando essa questão, o caminho é o mesmo dos outros anos, assim, se o veículo tiver sido adquirido em 2017, deixe o campo “Situação em 31/12/2016” em branco, preenchendo apenas o espaço referente ao ano de 2017. Do contrário, o contribuinte deve repetir a informação declarada no ano anterior. “Este item diz respeito ao custo de aquisição do carro, e é importante frisar que o valor não muda com o passar do tempo”, complementa o diretorda Confirp.

“Isto porque a Receita Federal não está preocupada com desvalorização do veículo, mas no que você pode obter em relação ao ganho de capital com ele em caso de compra ou venda. Essa conta é sempre dada pelo preço de venda de um bem menos o seu preço de compra”, explica Domingos, complementando que o valor preenchido na declaração deve ser exatamente o mesmo que foi lançado pela primeira vez no seu formulário do IR.

É importante frisar que diante do provável prejuízo na venda do veículo, a Receita não tributará o antigo proprietário do automóvel, mas registrará que ele se desfez do bem. Se o veículo não faz mais parte do patrimônio do declarante, o caminho é deixar o item “Situação em 31/12/2017” em branco, informando a venda no campo “Discriminação”, especificando inclusive o CNPJ ou CPF do comprador.

“Em caso de financiamento o correto é lançar os valores que foram efetivamente pagos como valor do carro no exercício de 2017, somados os valores pagos em anos anteriores. O contribuinte não precisará informar nenhum valor em “Dívidas e Ônus Reais”, mas apenas lançar o desembolso total, entre entrada e prestações, no campo “Situação em 31/12/2017”, detalhando no campo “Discriminação” que o veículo foi comprado com financiamento”, explica o diretor da Confirp. Ainda segundo ele, não devem ser lançados na ficha em “Dívidas e Ônus em Reais” o saldo das dívidas referente a aquisições de bens em prestações ou financiados, nas quais o bem é dado como garantia do pagamento, tais como alienação do carro ao banco, financiamento de imóveis ou consórcio.

No caso de consórcio, o caminho certo é declarar todo o gasto com o consórcio feito no ano em “Bens e Direitos”, com o código “95 – Consórcio não contemplado”. “No ano em for premiado com o carro, você deixa em branco o campo da situação no ano do exercício, e abre um item novo sob o código “21 – Veículo automotor terrestre””, explica o diretor da Confirp Contabilidade. Um erro muito comum é lançar o consórcio como dívida e depois o carro como bem.

 

Rolar para cima