16 de março de 2022

Coluna Versátil News

Prefeitura destina R$ 12 milhões em recursos de renúncia fiscal para Cultura

Incentivo à cultura - foto Rennê Carvalho
Incentivo à cultura – foto Rennê Carvalho

“Nunca na história dessa municipalidade houve uma gestão que investiu tanto em cultura como a nossa”, destacou o prefeito de Natal, Álvaro Dias, durante a solenidade de assinatura do decreto que estabeleceu o teto de R$ 12,1 milhões em renúncia fiscal da Lei Djalma Maranhão, principal instrumento legal da promoção da cultura na cidade. Os recursos fazem parte da previsão orçamentária de arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Serviços (ISS), para o Exercício 2022.  O Programa de Incentivos Fiscais da Lei Djalma Maranhão foi instituído pela Lei nº 4.838, de 09 de julho de 1997.

Além do chefe do executivo municipal, o momento contou com a participação do secretário municipal de Cultura, Dácio Galvão, do secretário municipal de Trabalho e Assistência Social, Adjuto Dias, do secretário municipal de Tributação, Ludenilson Lopes, da vereadora Nina Souza, representando a CMN, do diretor da Fecomércio/RN, Fernando Virgílio, artistas, músicos, produtores culturais, e servidores do Município. 

A publicação do decreto permite que agentes culturais, produtores e artistas iniciem a captação de recursos junto às empresas, via renúncia fiscal do Município, para seus projetos culturais aprovados, a serem realizados na cidade do Natal. Proposta pela Prefeitura do Natal, a Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão propicia centenas de projetos nos mais diversos segmentos. 

Produtores, artistas e realizadores podem captar recursos perante a iniciativa privada para a realização das atividades através do programa. Com a renúncia fiscal do Município são realizados projetos nas áreas do audiovisual, teatro, música, produção de DVDs, blocos e prévias de carnaval, livros, exposições, espetáculos infantis, concertos e dança.

“A Lei Djalma Maranhão é um instrumento fundamental nesse processo de crescimento e desenvolvimento de Natal. A cultura movimenta a economia, gera emprego, renda e traz alegria para a população. Tenho orgulho de dizer que sou o prefeito que mais investiu em cultura na história da cidade. Sei muito bem o valor e a importância desse segmento, por isso, seguiremos apoiando, trabalhando e valorizando nossas manifestações culturais”, ressaltou Álvaro.

O prefeito aproveitou a oportunidade para anunciar que ainda neste primeiro semestre vai assinar a ordem de serviço para a tão sonhada e esperada reforma do Teatro Sandoval Wanderley, um dos símbolos da cultura natalense, situado no bairro do Alecrim. Ele também informou ainda que a gestão vai intensificar as ações de recuperação dos bairros da Ribeira e do Centro Histórico, tendo a cultura como mola indutora desse movimento de revitalização: “Lançaremos o edital da Ribeira e do Centro Histórico, prevendo a realização de espetáculos, shows e diversas outras iniciativas. São dois bairros com uma vocação histórica e cultural imensas e iremos estimular, promover e incentivar a cultura nessas regiões”, detalhou.

Dácio Galvão enalteceu a importância do momento para o segmento cultural, fez um balanço das ações na área da cultura efetuadas pela gestão do prefeito Álvaro Dias, destacando o forte apoio aos projetos por meio de editais, a concretização do Plano Municipal de Cultura e do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, bem como, com o apoio constante a eventos em todas as regiões da cidade.

“O segmento cultural foi um dos mais afetados pela pandemia. Sofremos bastante, mas com muita resiliência estamos caminhando para uma realidade mais positiva. Com muita sensibilidade, o prefeito Álvaro Dias entendeu a importância da cultura e nos deu carta branca para trabalhar. Em 2021, através da Lei Djalma Maranhão foram captados quase R$ 9 milhões. Para este ano, projetamos ainda mais recursos em renúncia.  A cada R$ 1 real investido pelo poder público em arte e cultura outros R$ 13 retornam aos cofres públicos.  É um volume significativo que mostra a relevância  da cultura”, pontuou. 

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Colégio Naval abre vagas para sexo feminino pela primeira vez

Colégio Naval abre vagas para sexo feminino pela primeira vez

Foto: Divulgação

O Colégio Naval, instituição de ensino médio da Marinha, está com vagas abertas para ambos os sexos pela primeira vez. De 129 oportunidades, 12 são para o sexo feminino. As pessoas interessadas devem ter o ensino fundamental completo, idade entre 15 e menos de 18 anos no dia 30 de junho de 2023, entre outros requisitos.

As inscrições serão aceitas entre os dias 21 de março e 24 de abril. Quem quiser participar do concurso deve acessar o site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, preencher o formulário de inscrição e pagar a taxa de inscrição de R$100, até dia 4 de maio, no horário bancário.

O concurso será realizado por meio de provas objetivas, a serem realizadas em dois dias consecutivos, previstas para 2 e 3 de julho. Além disso, os aprovados nesta etapa serão convocados para os Eventos Complementares.

Os alunos do Colégio Naval ficam três anos na instituição e passam tanto por uma formação militar-naval quanto por formação de ensino médio. Durante o curso, os alunos recebem uma remuneração de R$ 1.398,30 por mês.

Fonte: Blog do BG

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PREFEITURA DE NATAL PREPARA EDITAL PARA CONSTRUÇÃO DE TÚNEL DA AV. ALEXANDRINO DE ALENCAR  

PREFEITURA DE NATAL PREPARA EDITAL PARA CONSTRUÇÃO DE TÚNEL DA AV. ALEXANDRINO DE ALENCAR

A Prefeitura de Natal pretende lançar em breve o edital de licitação para a obra que contempla a construção de um túnel na avenida Alexandrino de Alencar, nas proximidades da avenida Hermes da Fonseca, no bairro Tirol, zona leste de Natal. A mudança deve desafogar o trânsito de pelo menos cinco vias da capital.

De acordo com o secretário adjunto de trânsito, Walter Pedro, a previsão de investimento inicial para construção do túnel é de R$ 25 milhões. “O que vai dizer exatamente o valor da obra é o projeto executivo que estamos aguardando receber nos próximos dias. Ele vai dar o valor real dessa obra e também o prazo de execução”, disse o secretário em entrevista à TV Tropical.

A obra contempla uma trincheira da avenida Alexandrino de Alencar, na altura da Hermes da Fonseca. O objetivo é desafogar o trânsito no local, onde circulam cerca de 60 mil veículos por dia. Além dessas avenidas, a trincheira deve dar mais fluidez ao trânsito nas avenidas Rui Barbosa, Romualdo Galvão e Prudente de Morais.

Ainda segundo o secretário adjunto de trânsito, a obra inclui também botoeiras para travessia segura de pedestres e a instalação de uma nova ciclofaixa. “Interligando a faixa preferencial compartilhada da Prudente de Morais com a da Hermes da Fonseca; será um circuito que os ciclistas poderão fazer tranquilamente interligando as duas principais avenidas da cidade”, explicou Walter Pedro.

A previsão é que, depois de publicada a licitação, a prefeitura inicie as obras até julho deste ano. “A gente estima que uma obra desse tamanho, dependendo do processo construtivo, pode levar de sete meses a um ano e meio. Então queremos ver o projeto construtivo que o projetista vai apresentar para podermos definir o cronograma”, acrescentou.

Fonte: Hilneth Correia

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Governo de SP anuncia 4ª dose de vacina contra Covid para idosos com 80 anos ou mais

A partir do dia 21 de março, são esperados 900 mil idosos com intervalo mínimo de quatro meses entre as dosagens

Governo de São Paulo anuncia 4ª dose da vacina contra Covid-19 para idosos

Governo de São Paulo anuncia 4ª dose da vacina contra Covid-19 para idosos

DIVULGAÇÃO

O governo de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira (16), a quarta dose da vacina contra a Covid-19 para idosos com mais de 80 anos. O governador João Doria (PSDB) confirmou a nova etapa de imunização durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista.

A partir do dia 21 de março, são esperados 900 mil idosos com 80 anos ou mais e que tenham um intervalo mínimo de quatro meses entre a ultima dose e a nova. A coordenadora do PEI (Programa Estadual de Imunização), Regiane de Paula, ressaltou que a nova etapa da imunização contra Covid se inicia com a parcela da população mais vulnerável. “Temos as vacinas disponíveis e com a Ômicron tivemos um pequeno aumento de mortes nessa faixa etária”, afirmou ela.

O secretário estadual de saúde, Jean Gorinchteyn, informou que a taxa de ocupação nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) no Estado é de 31,1% e na Grande São Paulo, de 31,9%. O estado tem, nesta quarta-feira, 1.096 internados em UTIs. Nas últimas seis semanas, houve uma queda de 77% nas internações, passando de 11.500 pessoas internadas para 2.600 internadas em enfermarias e UTIs.

Gorinchteyn lembrou ainda que no pico da segunda onda da pandemia o estado registrou 13.150 pessoas apenas nas UTIs e mais de 32 mil internados em todos os hospitais do estado. De acordo com os dados da pasta, na última semana epidemiológica, houve uma queda de internações de 18,9%, um aumento de 41,7% no número de casos, de 6.664 para 9.443 casos, em razão da subnotificação decorrente do período do carnaval.

Fonte: R7

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Rússia diz que acordo sobre neutralidade está próximo: Ucrânia desistiria da Otan, mas manteria Forças Armadas

Moscou divulga sua versão detalhada sobre o andar das negociações e indica aceitar que vizinho mantenha suas armas. Kiev pede garantias de segurança do Ocidente
Foto divulgada pela delegação da Ucrânia da reunião entre as partes na segunda-feira Foto: Reprodução
Foto divulgada pela delegação da Ucrânia da reunião entre as partes na segunda-feira Foto: Reprodução
Detalhes importantes das condições de um possível acordo de paz que encerre a guerra entre Rússia e Ucrânia vieram a público nesta quarta-feira, quando autoridades russas indicaram estar dispostas a aceitar que a Ucrânia mantenha as próprias Forças Armadas para a autodefesa, contanto que o país se comprometa a desistir da aspiração de se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

A Rússia está disposta a aceitar que a Ucrânia adote um modelo comparável ao da Áustria e da Suécia, disse o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov. O país disporia de Forças Armadas para se defender de agressões, mas se declararia neutro em futuros conflitos, comprometendo-se a não se unir a nenhuma aliança militar e não sediar bases militares estrangeiras.

— O status neutro agora está sendo seriamente discutido junto, é claro, de garantias de segurança — disse Lavrov à BBC russa nesta quarta. — Agora isso está sob discussão nas negociações… Há formulações absolutamente específicas e, na minha opinião, um acordo sobre elas está próximo.

Lavrov disse que “o clima de diálogo que começou a surgir nos dá esperança de que possamos concordar especificamente sobre esse tópico”.

— Embora esteja claro que o problema é muito mais amplo, se pudermos proclamar neutralidade e declarar garantias, será um avanço significativo.

As informações mais específicas foram oferecidas por Vladimir Medinsky, o principal negociador da Rússia, que disse à TV estatal russa:

— A Ucrânia está oferecendo uma versão austríaca ou sueca de um Estado desmilitarizado neutro, mas ao mesmo tempo um estado com seu próprio Exército e Marinha.

Desde o início da invasão, a Rússia aponta a neutralidade e a desmilitarização da Ucrânia como condições para o fim da guerra. O termo neutralidade é muito abrangente e inclui desde países que não têm Forças Armadas, como a Costa Rica, a outros que têm Exército, como a Áustria e a Suécia. Agora, a Rússia indica estar disposta a aceitar que a Ucrânia mantenha seu Exército, entendendo a neutralidade armada como uma forma de desmilitarização.

Modelo potencial

A Áustria, que a Rússia agora cita como um modelo potencial, tem um compromisso com a neutralidade desde 1955, obrigação que está consagrada em sua Constituição. Segundo ela, a Áustria não pode se unir a uma aliança militar, permitir o estabelecimento de bases estrangeiras ou participar em guerras.

Por outro lado, a Áustria tem Forças Armadas, com 22 mil soldados na ativa e 945 mil na reserva. As principais missões constitucionais delas são proteger as instituições constitucionalmente estabelecidas e as liberdades democráticas da população (o que inclui se defender de ameaças externas), manter a ordem e a segurança dentro do país e prestar assistência em caso de catástrofes naturais e desastres de magnitude excepcional.

Nas décadas desde a assinatura do tratado, a Áustria seguiu uma política de “neutralidade ativa”, principalmente sediando reuniões entre o Leste e o Oeste, como visto recentemente nas discussões que ocorrem em Viena para retomar um acordo nuclear com o Irã. As Forças Armadas austríacas também participaram de operações de manutenção da paz da ONU após uma reforma constitucional em 1997.

Já a Suécia abandonou um período de quase 200 anos de neutralidade militar oficial em 2009, quando assinou tratados de autodefesa mútua com a União Europeia e com países nórdicos. Mesmo assim, o país continuou a se comportar como um país neutro e não alinhado. Após a invasão da Ucrânia, autoridades suecas sinalizaram considerar aderir à Otanpossibilidade descartada por sua premier.

Na terça-feira, os países realizaram mais uma rodada oficial de negociações. Após Lavrov, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que “esta é uma variante que está sendo discutida e que pode realmente ser vista como um compromisso”. Peskov dissse que ainda é cedo para prever um acordo entre as partes.

— O trabalho é difícil e, na situação atual, o próprio fato de (as negociações) continuarem é provavelmente positivo.

Ucrânia várias vezes indicou estar disposta a desistir da entrada da Otan, contanto que receba garantias de segurança. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky — que, na terça-feira, deu um dos mais explícitos sinais de que pode desistir da intenção de se unir à aliança —, também disse que as negociações avançam, mas um acordo ainda não é iminente:

— As reuniões continuam e, estou informado, as posições durante as negociações já parecem mais realistas. Mas ainda é necessário tempo para que as decisões sejam do interesse da Ucrânia — disse Zelensky.

Estados garantidores

O negociador-chefe ucraniano, Mykhailo Podolyak, disse que um modelo de garantias de segurança juridicamente vinculantes que ofereceriam proteção à Ucrânia por um grupo de aliados no caso de um ataque futuro estava “na mesa de negociações”. “O que isso significa? Um acordo rígido com vários Estados garantidores assumindo obrigações legais claras para prevenir ativamente os ataques”, disse  no Twitter.

Podolyak evitou comparações com o modelo de outros países. “A Ucrânia está em uma guerra direta com a Rússia. Portanto, o modelo só pode ser ‘ucraniano’ e apenas com base em garantias sólidas em termos de segurança”, afirmou.

Ele disse ainda também os signatários deveriam se comprometer com uma intervenção em caso de agressão contra a Ucrânia, em uma crítica à ajuda recebida.

“Isto significa que os signatários das garantias não podem ficar à margem em caso de ataque contra a Ucrânia como acontece hoje e que participarão ativamente no conflito do lado ucraniano e fornecerão imediatamente as armas necessárias”, disse Podolyak.

Além da neutralidade e da desmilitarização da Ucrânia, no início de sua invasão a Rússia apresentou outras condições, como o reconhecimento por Kiev da independência das províncias separatistas no Leste ucraniano e da soberania russa sobre a Península da Crimeia, invadida em 2014. Outra condição era a “desnazificação” da Ucrânia, em geral entendida com uma mudança de regime, com a substituição do atual governo por marionetes de Moscou. O governo russo desde então que não querer tirar Zelensky do poder.

Ainda não há informações sobre como uma possível diminuição das duras sanções impostas por países ocidentais contra a Rússia fariam parte de um acordo, se é que o fariam.

A guerra completa três semanas nesta quinta-feira. Mais de 3 milhões de pessoas já fugiram da Ucrânia nesse período, segundo as Nações Unidas, com mais de 1,8 milhão indo para a vizinha Polônia. Em Kiev, cerca de metade dos 3,4 milhões de habitantes deixaram a cidade.

As estimativas dos números de mortos variam, mas chegam a oito mil, entre civis e militares, do lado ucraniano, e até seis mil do lado da Rússia. A Rússia não capturou nenhuma das dez maiores cidades da Ucrânia e perdeu centenas de veículos blindados e dezenas de tanques.

Fonte: Globo

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