18 de junho de 2022

Coluna Versátil News

Gasolina fica 5,18% mais cara a partir de hoje nas refinarias

Gasolina fica 5,18% mais cara a partir de hoje nas refinarias

Litro do diesel comercializado nas refinarias teve aumento de 14,26%

O litro da gasolina ficou R$ 0,20 mais caro a partir de hoje (18), nas refinarias da Petrobras. Com isso, o preço do combustível vendido para as distribuidoras passou de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%.

Já o litro do diesel comercializado nas refinarias passou de R$ 4,91 para R$ 5,61, um aumento de R$ 0,70, ou 14,26%.

Gasolina

O preço final da gasolina, cobrado do consumidor, inclui ainda impostos, a mistura obrigatória de etanol anidro e as margens das distribuidoras e dos postos de gasolina. Segundo a Petrobras, a parcela da empresa no preço final ao consumidor passou de R$ 2,81 para R$ 2,96 por litro.

De acordo com a estatal, o combustível não era reajustado desde 11 de março, portanto, há 99 dias.

Diesel

Assim como acontece com a gasolina, o preço final do diesel, cobrado do consumidor, inclui impostos, margens de distribuidoras e postos de combustíveis e a adição obrigatória de biodiesel.

Segundo a empresa, a parcela da Petrobras no preço cobrado ao consumidor passará de R$ 4,42 para R$ 5,05 a cada litro vendido na bomba. O último reajuste ocorreu em 10 de maio, ou seja, há 39 dias.

Fonte: Agência Brasil

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Prefeitura de São Gonçalo: Prefeitos de SGA, Extremoz e Macaíba tratam de parceria administrativa entre os municípios

Prefeitos de SGA, Extremoz e Macaíba tratam de parceria administrativa entre os municípios

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Governo reduz imposto de importação sobre medicamentos com risco de desabastecimento

Governo reduz imposto de importação sobre medicamentos com risco de desabastecimento

A Camex (Câmara de Comércio Exterior), vinculada ao Ministério da Economia, anunciou nesta sexta-feira (17) a prorrogação da redução do imposto de importação sobre insumos relacionados ao combate da pandemia de Covid-19. Na lista, incluiu medicamentos com risco de desabastecimento, como ocitocina e neostigmina.

“Foram incluídos 13 novos insumos farmacêuticos/medicamentos, com base em recomendações do Ministério da Saúde”, afirmou a Camex, em nota.

No início de junho, entidades médicas enviaram ao Ministério da Saúde um alerta sobre o baixo estoque de cinco medicamentos de uso hospitalar e pré-hospitalar: dipirona, neostigmina, atropina, amicacina e ocitocina, todos injetáveis. As associações pediam que a pasta ajudasse na regulação do mercado.

Para a “lista Covid”, segundo o Ministério da Economia, o prazo que expiraria em 30 de junho foi estendido até o fim de 2022.

“Como resultado, continuará zerada a alíquota de uma ampla lista, composta por 645 produtos, que inclui medicamentos, equipamentos hospitalares, itens de higiene pessoal e outros insumos utilizados no enfrentamento à Covid-19”, disse.

Segundo representantes de associações médicas, a decisão irá ajudar a resolver parte do problema do baixo estoque de remédios. No entanto, ainda há medicamentos em falta que não apareceram na lista. Na próxima segunda-feira (20), membros das associações irão se reunir para mapear outros produtos que correm risco de desabastecimento.

O secretário-executivo do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Mauro Junqueira, disse que os municípios e hospitais continuam com dificuldade para comprar tais medicamentos.

“Várias ações são importantes [para regular o mercado], como a importação desse produto e a proibição da exportação, que o Ministério da Saúde está discutindo para os produtos que estão em falta. Vamos aguardar para ver se resolve”, afirmou.

A “lista Covid” foi elaborada com o objetivo de incrementar a oferta de medicamentos destinados a combater a pandemia, bem como de máquinas e insumos utilizados para a fabricação nacional desses produtos. O objetivo é aumentar sua disponibilidade, diminuir os custos para o sistema de saúde brasileiro e para o cidadão.

Medicamentos como cloroquina, ivermectina e azitromicina continuam recebendo benefícios fiscais concedidos a produtos de combate ao coronavírus, embora tenham a eficácia descartada pela comunidade científica.

Os principais medicamentos que integram o chamado kit Covid se mantiveram em alta em 2021, com vendas que representam mais do que o dobro do registrado no período pré-pandemia.

Em janeiro, o Ministério da Saúde barrou a publicação de uma diretriz elaborada por especialistas que contraindicava o uso do kit Covid no SUS (Sistema Único de Saúde).

O texto não teria poder de proibir médicos de utilizarem o kit Covid, mas representaria um revés para as bandeiras negacionistas do governo Jair Bolsonaro (PL), pois seria uma orientação da Saúde contrária ao chamado tratamento precoce. Ou seja, ao uso de medicamentos sem eficácia.

Nesta sexta, a Camex também anunciou a redução na cobrança do imposto de importação sobre videogames e acessórios. O corte foi antecipado por Bolsonaro nas redes sociais na quinta (16). Segundo o presidente, a determinação entrará em vigor a partir de 1º de julho.

As alíquotas incidentes sobre as importações de partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo passarão de 16% para 12%, enquanto será zerada a cobrança do imposto sobre videogames com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes. Hoje, a tarifa cobrada é de 16%.

Essa é a quarta vez que o governo promove algum tipo de desoneração tributária para videogames. Em agosto de 2021, reduziu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) desses produtos. Na época, as tarifas cobradas sobre consoles caíram de 30% para 20%.

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto a menos de quatro meses das eleições, Bolsonaro vem promovendo uma série de reduções em impostos. Em 23 de maio, a Camex aprovou um corte de 10% nas alíquotas do imposto de importação sobre itens básicos. Feijão, carne, massas, arroz e materiais de construção estavam entre os produtos incluídos na redução tarifária.

Fonte: Blog do BG

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SÃO JOÃO DE NATAL CONTARÁ COM FEIRINHA GASTRONÔMICA “COMIDAS DE RUA E TÍPICAS” E PROJETO “CULTURA E MÚSICA”, NA ARENA DAS DUNAS

 

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G1: Mossoró começa a aplicar a 4ª dose da vacina contra Covid em pessoas a partir de 40 anos


Vacina contra a Covid em Mossoró, RN — Foto: Wilson Moreno

Vacina contra a Covid em Mossoró, RN — Foto: Wilson Moreno

Mossoró começou a aplicar neste sábado (18) a quarta dose da vacina contra a Covid – chamada também de segunda dose de reforço – em pessoas a partir de 40 anos de idade.

Podem se vacinar aqueles que tomaram a terceira dose (a primeira de reforço) há pelo menos quatro meses.

Neste fim de semana, há três pontos de vacinação: a Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria Soares (8h às 16h), localizada ao lado da Unidade de Pronto Atendimento do Alto de São Manoel, o Partage Shopping Mossoró (10h às 18h no sábado e 11h às 18h no domingo) e a Festa de São João Batista (18h às 22h).

Nos três locais também ocorre a vacinação contra sarampo e gripe (influenza).

“Reforçamos a importância destas pessoas que tomaram a terceira dose há quatro meses que a partir deste sábado se dirijam a um ponto de vacinação e receba a segunda dose de reforço, a que chamamos de quarta dose. Pedimos também que as pessoas mantenham atualizada a vacinação”, disse o coordenador de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde, Etevaldo Lima.

Quem pode tomar as vacinas?

 

Em todos esses pontos serão aplicadas a primeira, segunda, terceira e quarta doses contra Covid. A vacina contra a Covid-19 é ofertada a pessoas a partir de 5 anos de idade.

Os grupos prioritários para a vacinação da gripe são pessoas acima de 60 anos, trabalhadores da saúde; gestantes; puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo; rodoviário; passageiros urbanos e de longo curso.

E ainda: trabalhadores portuários; forças de segurança e salvamento; Forças Armadas; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; adolescentes e jovens em medidas socioeducativas; além de crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade.

Já os grupos prioritários para a vacinação contra o sarampo são trabalhadores da saúde e crianças na faixa etária de 6 meses a 5 anos de idade.

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