24 de junho de 2022

Coluna Versátil News

Por falta de apoio, Núcleo para Tratamento da Obesidade Infantil do Varela Santiago vai fechar

*Por falta de apoio, Núcleo para Tratamento da Obesidade Infantil do Varela Santiago vai fechar*

Natal/RN  – 24 de junho de 2022 – A notícia não é boa e traz um alerta para os impactos negativos no futuro. O Núcleo para Tratamento da Obesidade Infantil do Varela Santiago vai fechar as portas e suspender o seu funcionamento. A decisão foi tomada nessa sexta-feira (24) com muita tristeza e preocupação, explica o diretor superintendente da instituição Dr Paulo Henrique Xavier. “É muito triste, mas infelizmente não será possível continuar pois não temos apoio do município, do estado nem da união”.

De acordo com dr. Paulo, o Núcleo foi montado com uma estrutura física muito boa e com um atendimento multidisciplinar, referência no país. “Investimos em um projeto diferenciado e pioneiro no Nordeste, com bioimpedância, o que tem de melhor em tecnologia para tal fim. Reunimos uma equipe técnica de primeira. As crianças eram vistas de 15 em 15 dias. Não era aquele núcleo que você faz uma consulta com um endocrinologista ou nutricionista, eles passam uma receita e o paciente volta com 6 meses. No nosso núcleo elas eram vistas quinzenalmente”, afirma o diretor.


A ideia, explica dr Paulo, era que essas crianças continuassem sendo vistas de 15 em 15 dias, mas por falta de transporte dos municípios, elas faltavam e o atendimento passou a ser mensal. “Criamos o núcleo para dar, além da assistência técnica, vale transporte e uma cesta para a criança se alimentar naquele período. Não adianta a gente orientar a criança e a mãe qual alimento ela deve dar, ensinar em uma oficina, e ela chegar em casa e não ter esse alimento, nem como comprá-lo. Nossa ideia era fazer uma coisa completa”, diz o diretor.


Segundo ele, o projeto já começou deficitário. “Tínhamos uma despesa de 20 mil reais por mês. Aguardamos o primeiro ano, segundo ano, não tivemos nenhum apoio. Não suportamos mais e infelizmente vamos ter que fechar. É muito triste, ainda mais em um Estado que amarga o título de segundo colocado no país em número de obesos na faixa etária dos 05 aos 09 anos de idade”, lamenta. “O mais preocupante é que se essas crianças mantiverem a obesidade até os 10 anos, elas têm uma chance de 80% de se tornarem adultos obesos. Então o problema que já é grave hoje, tende a piorar ainda mais no futuro”, acrescenta a endocrinologista pediatra Iluska Medeiros, coordenadora do Núcleo.

Até hoje foram realizadas, no Núcleo, oito mil consultas, e tiveram 115 crianças atendidas, com excelentes respostas, acrescenta dra Iluska. “Nos primeiros quatro meses de tratamento tivemos redução de peso em 92,5% dos pacientes e 87,5% deles diminuíram a gordura corpórea. A média de perda de peso foi de 450g por consulta, quase meio quilo. Em nenhum lugar do mundo a gente encontra números tão bonitos”, comemora.

Os números também foram muito bons no “pós-pandemia”, explica dra Iluska. “Nos quatro meses após a pandemia, a gente conseguiu fazer com que as crianças mantivessem a perda de peso e redução do IMC, porém num nível menor, com redução na resposta clínica em 30%. Se a gente levar em conta que durante a pandemia a maioria das crianças engordaram, isso mostra que o atendimento multidisciplinar do núcleo foi um sucesso, em manter essas crianças em uma boa evolução do tratamento. Nenhum lugar oferece um tratamento tão completo, nem na rede privada”.

Acabar tudo isso traz muita tristeza e preocupação, lamenta a coordenadora. “Infelizmente vai deixar uma parcela importante da população sem assistência e provavelmente essas crianças, sem um bom acompanhamento, evoluírem para problemas futuros e com certeza onerar ainda mais o sistema de saúde com problemas cardiovasculares, insuficiência renal, hipertensão, etc. Infelizmente os gestores não enxergam a importância de se tratar a obesidade ainda na infância”, finaliza.

Informações à imprensa:
Mosaique Comunicação
http://mosaiquecomunicacao.com.br
Ulysses Freire – DRT 1716/RN – (84) 98829-4375

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Netflix demite mais de 300 funcionários pra conter crise  

Netflix demite mais de 300 funcionários pra conter crise

Foto: Reprodução

A Netflix demitiu 300 funcionários nesta quinta-feira (23) para ajustar as contas depois da perda de assinantes que vem ocorrendo desde o início do ano. Ao todo, 216 trabalhadores deslizados são dos Estados Unidos e Canadá, 53 são da Europa, 30 da Ásia e 17 da América Latina. Essa é a segunda rodada de demissões em massa da companhia, que em maio demitiu 150 funcionários após queda nas ações.

“Lamentamos não ter visto a nossa desaceleração antes, poderíamos ter assegurado um reajuste mais gradual do negócio”, admitiram os fundadores da Netflix, Reed Hastings e Ted Sarandos em mensagem enviada aos colaboradores e reproduzida pelo jornal “The Hollywood Reporter”.

Segundo a publicação, o corte afeta 3% da força de trabalho empresa em todo mundo. Apesar da demissão em massa, a empresa promete que dentro de um ano e meio terá o número de funcionários voltando a crescer.

“Sabemos que estas duas rodadas de demissões foram muito difíceis para todos, e criaram muita ansiedade e incerteza. Planejamos voltar a um rumo de negócios mais normal no futuro”, disseram os diretores.

De acordo com o último relatório de resultados, divulgados em abril, a Netflix perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre de 2022. A empresa estuda cobrar mais dos assinantes pelo compartilhamento de contas com outras casas e começar a exibir publicidade na plataforma.

Fonte: Blog do BG

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SÃO JOÃO EM LAJES

SÃO JOÃO EM LAJES

Nos redutos dos Maciel Dias na Fazenda GUAPORÉ a festa vai ser das mais animadas com Nadja não deixando nenhum detalhe faltar: mesa junina, bandeirolas, cozinha farta e muito forró. Sob o comando Adriana-Geraldo Jr, Nélio Jr- Ana Amélia. Também no “pacote do arraiá” Ricardo Camarão e família.
Vizinhos de porteira Veronika e Marcos Nepumoceno também participam da festa. Show.
Fonte: Hilneth Correia
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G1: Natal disponibiliza vacina contra gripe para pessoas de todas as idades

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Câmara Municipal de Natal: Audiência pública na Câmara de Natal debate plantões dos Conselhos Tutelares

Audiência pública na Câmara de Natal debate plantões dos Conselhos Tutelares

Nesta sexta-feira (24), a Câmara Municipal de Natal realizou uma audiência pública, por proposição da Frente Parlamentar de Apoio aos Conselhos Tutelares – presidida pela vereadora Camila Araújo (União Brasil) – para debater a instituição dos plantões dos Conselhos Tutelares. Durante o encontro, representantes do segmento relataram dificuldades enfrentadas diariamente pelos profissionais empenhados na defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

“Esta Frente Parlamentar está aqui para apoiar o sistema de garantias e discutir a problemática da carga horária dos conselheiros, pois eles foram surpreendidos esta semana com um decreto do Executivo instaurando os plantões sem previsão de pagamento indenizatório. Sabemos que isso não deve ser feito através de decreto e sim por meio do regimento interno da categoria. Então, vamos trabalhar para encontrar a melhor forma para ocorrer estes plantões. Lamentamos a ausência da Prefeitura no debate de hoje, pois não enviou representantes. Apesar disso, acredito na construção de soluções a partir dessa audiência”, afirmou a vereadora Camila Araújo.

Pelo Ministério Público (MPRN), o promotor de Justiça da Infância e da Juventude Marcus Aurélio esclareceu que os plantões são uma necessidade e obrigação legal. “Desde 2006 está estabelecido que os conselheiros tutelares precisam dar o plantão. Portanto, o que está sendo debatido aqui é a forma de realização dos plantões. Estamos buscando uma saída consensual, mostrando que a compensação dessa carga horária, além da folga, pode ser via vantagens pecuniárias. Mas a decisão do Município foi compensar com as folgas. Dito isso, faremos a fiscalização do cumprimento dessa decisão e propor os ajustes que forem necessários”.

Logo depois, Tony Barros, Conselheiro Tutelar (zona Oeste), destacou que já são oito anos sem reajuste para os profissionais do setor. “Não temos estrutura básica para trabalhar, falta até material de expediente. Estamos tirando do bolso para manter a instituição funcionando. Atualmente pagamos, literalmente, para trabalhar. Isso tem impacto direto no serviço ofertado à população”, pontuou. “Ampliar a carga horária sem contrapartida remuneratória é desumano tanto para os profissionais que terão sobrecarga quanto para a sociedade que terá um atendimento deficiente. Foram decretadas 34 horas por semana sem intervalo para todos os conselheiros, o que viola as leis trabalhistas”, acrescentou.

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