5 de agosto de 2022

Coluna Versátil News

Fecomércio RN realiza entrega de propostas para candidatos ao Governo do Estado na próxima semana

A Fecomércio Rio Grande do Norte realiza, nos dias 8 e 10 de agosto, o evento “RN em Foco – Debatendo o Futuro da Economia Potiguar”. A iniciativa consiste em uma série de encontros com os candidatos ao Governo do Estado nas eleições de 2022. Os eventos, restritos apenas à convidados, ocorrerão no Auditório do Hotel Senac Barreira Roxa, às 11h, com as presenças confirmadas dos candidatos Fátima Bezerra (Partido dos Trabalhadores) e Fábio Dantas (Solidariedade), respectivamente.

 

Em ambas as ocasiões, será entregue um documento, produzido pelo Sistema Fecomércio RN, contendo análise de dados dos principais segmentos econômicos do estado, bem como documentos técnicos internos, pesquisa com empreendedores e líderes empresariais.

 

Trata-se de uma série de sugestões para que o Executivo estadual possa aplicá-las nas áreas de gestão, segurança pública, turismo, desburocratização de processos e empreendedorismo, tendo como proposta o fomento das atividades econômicas.

 

Também compõem este documento ao Governo do Rio Grande do Norte duas iniciativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC), com sugestões em âmbito nacional: a “Agenda Institucional do Sistema Comércio” e o resultado do projeto “Vai Turismo – Rumo ao Futuro”, com foco no setor do turismo potiguar, principalmente após o impacto da pandemia.

 

A íntegra do documento estará disponível no site www.fecomerciorn.com.br a partir da segunda-feira, 08 de agosto. O conteúdo também será enviado para todos os candidatos do Rio Grande do Norte ao Senado e à Câmara Federal.

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Ribeira Boêmia e convidados são atrações do Terraço do Relógio do Sesc Cidade Alta

 a partir das 19 horas, como atração do projeto “Há Gosto no Samba do Sesc” e com repertório em homenagem a Jorge Aragão e Zeca Pagodinho. O acesso ao local é gratuito.

O Ribeira Boêmia é um projeto cultural que tem o objetivo de promover o samba e a revitalização do histórico bairro da Ribeira, além de apoiar ações sociais. Esta edição contará com participações especiais de Matheus Magalhães, Dani Cruz e Berthone Oliveira.

Em 2022, o Terraço do Relógio está celebrando 20 anos e mantém o intuito de fomentar a cultura local, incentivar os artistas e divulgar a importância histórica dos monumentos.

O espaço está localizado no Sesc Cidade Alta e conta com alguns monumentos arquitetônicos importantes para a história de Natal, como o relógio e a balaustrada do início do século XX. O cenário é um convite à boa música, com atrações locais e serviço de bar.

Há Gosto no Samba 

O “Há Gosto no Samba” é uma iniciativa do Sesc RN que destaca o gênero do samba no mês de agosto e com programação variada na capital e no interior. No Sesc Caicó, o projeto Letra & Música seguirá a mesma proposta, todas as sextas-feiras, com Solange Silva (5/8), S do Samba (12/8), Kanelinha Samba Show (19/08) e Marcus Vinícius e Morada do Samba (26/8). Já no Sesc Mossoró, a atração será Samba Mix (26/8).

Serviço:

O que? Espaço Cultural Terraço do Relógio

Atração?  Ribeira Boêmia com participação especial de Matheus Magalhães, Dani Cruz e Berthone Oliveira.

Onde? Sesc Cidade Alta

Quando? 5 de agosto de 2022

Horário? 19 horas

Saiba mais: sescrn.com.br

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CVL Educ realiza curso para potencializar resultados na aprendizagem de crianças autistas em Natal

A plataforma educacional CVL Educ está com inscrições abertas para o curso “Intervenção precoce naturalista baseado no modelo Denver”, que acontecerá dias 5 e 6 de agosto, em Natal. O treinamento irá abordar a importância da intervenção precoce e as estratégias de intervenções que podem ser feitas para potencializar resultados na aprendizagem das crianças autistas. As aulas serão das 08h às 13h e das 14h às 19h, na Clínica Vivianny Lopes, em Lagoa Nova.

Com duração de 20h e em formato presencial, o curso será ministrado pela brasiliense Cintia Borges, fonoaudióloga especialista em neurodesenvolvimento infantil, terapeuta oficial ESDM certificada pelo Mind Institute.

A capacitação tem como público alvo os pais e profissionais que lidam com crianças autistas. A programação destaca temas, como: Ética, compromisso e conduta; Princípios básicos da Intervenção Precoce; A conquista da criança; Comportamentos inapropriados e seus desafios; Como lidar com as fugas; entre outros.

As inscrições podem ser feitas através do site cvleduc.com.br. Vagas limitadas!

 

Modelo Denver

O Modelo Denver de Intervenção Precoce trata-se de uma terapia comportamental voltada para as crianças com autismo. Em 2012, foi considerado uma das melhores descobertas médicas pela revista Times. Destaca-se por ser uma abordagem terapêutica com resultados comprovados em crianças autistas com idade que varia de um a quatro anos. O Modelo Denver utiliza princípios da Análise do Comportamento Aplicada (ABA, sigla em inglês). Sendo assim, os pais e terapeutas usam atividades lúdicas para reforçar os comportamentos positivos. Por meio de brincadeiras, as crianças são encorajadas a melhorar suas habilidades linguísticas, sociais, cognitivas, reciprocidade, afeto entre outras. O Modelo Denver ajuda a estabelecer comportamentos focados no relacionamento nas crianças desde cedo, o que contribuirá na sua integração a grupos sociais.

 

CVL Educ

A plataforma oferecere Cursos Livres, Pós-Graduação, Eventos direcionados ao tema e o CVL Escola. Este último trata-se de um programa com serviços voltados às escolas (privadas e públicas) para que essas estejam bem adaptadas e preparadas para receber o aluno que necessite de uma atenção especial, principalmente as do espectro autista.

Mais informações acesse o site https://cvleduc.com.br/ ou siga @cvl.educ no Instagram!

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Diretoria do Sindivarejo Currais Novos visita instalações do Sistema Fecomércio RN em Natal

A diretoria do Sindicato do Comércio Varejista de Currais Novos esteve em Natal, nesta quinta-feira (4), cumprindo uma série de compromissos articulados com a Fecomércio Rio Grande do Norte.

 

O grupo, liderado pelo presidente do Sindivarejo Currais Novos, Helder Araújo, acompanhado pelo presidente da Federação, Marcelo Queiroz, e diretores do Sistema Fecomércio, conheceu as instalações da Fecomércio, Senac Alecrim, Sesc Zona Norte e Senac Barreira Roxa.

 

“Hoje, tivemos a oportunidade de trazer os nossos diretores e a Fecomércio, o Sesc e o Senac abriram as suas portas e mostraram o que de melhor oferecem aos potiguares. Agradeço ao presidente Marcelo por nos receber nesta casa, que é a casa de todos os empreendedores”, declarou o dirigente curraisnovense.

 

O presidente Marcelo, que acompanhou as visitas, reforçou que o Sistema Fecomércio RN está sempre presente e próximo do empresariado de Currais Novos, por meio do Sindivarejo.

 

Ele também apontou ainda algumas ações desenvolvidas pelas casas para o fomento da economia local.

 

“Somo ação beneficia vários eixos. Estamos compilando os dados do impacto da tradicional Festa de Sant’Anna no munícipio. Já estacionamos, diversas vezes, a Unidade Móvel do Sesc Saúde Mulher que, em quatro anos, atendeu mais de 4.500 mulheres, bem como realizamos a distribuição de alimentos pelo programa Mesa Brasil do Sesc”, detalhou Queiroz.

 

O Sistema Fecomércio RN também oferece os serviços do Senac para capacitação e qualificação profissional no município.

 

“Nos últimos anos, foram 600 matrículas realizadas nos mais variados cursos, sendo 430 de forma gratuita. Mais recentemente, com o projeto ‘Qualifica Varejo Currais Novos’, iniciativa capitaneada pelo Sindicato, tivemos registrado a realização de workshops com o foco ao atendimento de empresários, gerentes, supervisores e colaboradores indicados, beneficiando 25 empresas da região”, afirmou.

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“Algodão agroecológico potiguar” prospera e marca retorno do ouro branco ao RN

Executado pelo Governo do Estado via SEDRAF e EMATER-RN, projeto de retomada da cultura algodoeira – lançado em dezembro de 2021 – renova a esperança no campo

Em apenas seis meses, agricultores e agricultoras familiares que compõem o projeto Algodão Agroecológico Potiguar realizaram as primeiras colheitas. A ação foi lançada oficialmente em 22 de dezembro de 2021, sob a coordenação do Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (SEDRAF) e do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), e já se consolida como um verdadeiro caso de sucesso, demarcando o retorno do chamado “ouro branco” à agricultura familiar do Rio Grande do Norte.

Ao visitar campos de algodão cultivados por algumas dentre as 361 famílias beneficiadas pelo projeto, o titular da SEDRAF e professor licenciado do departamento de Gestão Ambiental da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Alexandre Lima, destacou a magnitude da iniciativa, desenvolvida em regime consorciado a outras culturas, como feijão, milho e gergelim, com técnicas agrícolas de base agroecológica que ajudam a preservar o meio ambiente e potencializam a produção de alimentos saudáveis. “É uma realidade que está transformando vidas no semiárido potiguar”, declarou, na companhia do grupo de mulheres que tem o apoio de duas das organizações envolvidas na iniciativa, Justa Trama e Rede Xique Xique.

Em Baraúna, no assentamento Tiradentes, o gestor atestou que o Projeto Algodão Agroecológico Potiguar mostra a viabilidade técnica, social, ambiental e econômica da retomada do cultivo do algodão no Rio Grande do Norte. O modelo se mostra sustentável e tem garantido a produção da fibra natural sem a infestação de pragas como o bicudo, um dos fatores que dizimou a cultura algodoeira potiguar entre o período considerado seu apogeu, entre os anos 70 e 80, ao declínio, na década de 90.

A agricultora Neneide Lima (Francisca Eliane), presidente da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES) e representante da Rede Xique Xique, falou do trabalho que está sendo desenvolvido de forma coletiva em diversas comunidades do estado, tal conforme mostrado em Tiradentes. “É muito importante essa parceria. Nesse plantio, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, que tem a companheira Rosângela Santos como presidente, tem somado bastante para que as mulheres permaneçam no campo. Aqui, tem jovem produzindo e participando, como também mulheres de 70 anos”, afirmou.

O projeto beneficia diretamente pessoas como a camponesa Nilda Silva, que está vivenciando uma nova oportunidade com o cultivo do algodão agroecológico. “Só temos a agradecer a participação de todas, porque não foi nada fácil. Havia muita gente na comunidade que não acreditava no nosso trabalho. Como já temos o trabalho de apicultura, achavam que quando a gente fosse para a enxada seria mais difícil. Mas, nós limpamos, nós conseguimos vencer e está aqui o resultado. A gente só tem a agradecer ao CF8 [Centro Feminista 8 de Março), à Rede Xique Xique e ao Sindicato, que contribuíram, plantaram com a gente e nos ajudaram a limpar, apanhar e está aqui o nosso resultado”, disse, apontando as sacas de algodão.

Ao seu lado, a senhora Maria das Dores, a mais velha do grupo, com 74 anos, também apicultora e agricultora, mostra-se feliz da vida com o resultado obtido em tão pouco tempo. “Graças a Deus, estou achando bom e fico doente quando não estou aqui, por mim eu estava aqui todo dia”, confirma. O projeto está contribuindo para reativar a memória afetiva até de quem não cultivou o algodão potiguar, mas ouviu muito falar na cultura algodoeira.

Nos campos potiguares, principalmente situados nas regiões do Alto Oeste ao Seridó, onde tem uma cidade chamada Ouro Branco, o plantio da fibra natural liderou os meios de produção do estado por várias décadas. Seu cultivo no Brasil remonta aos indígenas, com a espécie nativa conhecida como “algodão mocó”, antes mesmo da ocupação europeia, sendo que os colonos introduziram outras espécies que constituíram a cultura algodoeira brasileira.

OURO BRANCO

As organizações Diaconia, ACOPASA, Instituto Casaca de Couro e o Centro Pastoral da Terra (CPT), além de entidades de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural contratadas pelo Governo do Estado, passaram todo esse semestre indo a campo para orientar e ajudar as 361 famílias sediadas em 41 municípios de oito dos dez territórios do Rio Grande do Norte. Nos 458,8 hectares de algodão cultivados em sistema de consórcio agroecológico, o Projeto tem contribuído decisivamente para ressignificar a expressão “ouro branco” na agricultura familiar do Rio Grande do Norte.

Ainda em Baraúna, na comunidade de Santa Clara, a equipe da EMATER relata como foi feita a mobilização na região. “Começamos a divulgar a iniciativa do Governo do Estado com o pessoal dessas comunidades e procuramos selecionar agricultores(as) familiares que pudessem se adequar à iniciativa, como é o caso de Amauri. Esse trabalho agroecológico tem a tendência de crescer aqui no município e acredito que ele está satisfeito com esse trabalho”, disse o extensionista Júnior, fato confirmado pelo agricultor. “Graças a Deus estou feliz demais e a tendência é que o próximo ano melhore cada vez mais”.

Também extensionista, a técnica Grasiela Abreu reforça a importância da instituição em campo, para o desenvolvimento do projeto. “Eu considero que a gente está fazendo um trabalho no sentido de fortalecer a agricultura familiar, fazer esse despertar para uma consciência agroecológica, de que é possível produzir e lembrar que esse é um projeto piloto. Ainda estamos errando muito, precisamos acertar mais, precisamos envolver outras famílias para que assim possa haver uma maior participação, para que o projeto venha a se tornar sustentável, garantindo comercialização e tecnologia agregada”, explanou.

As visitas foram realizadas entre os dias 28 e 30 de julho de 2022 e contaram com a presença da coordenadora da SEDRAF Gabrielly P. Sousa (Mulheres e Juventude Rural), por haver esse recorte significativo entre as famílias beneficiárias. “É lindo ver a satisfação das famílias, principalmente das mulheres que fizeram uma árdua luta e demonstram forte resiliência para conseguirem colher hoje. Foi enriquecedor nos depararmos com uma senhora de mais de 70 anos e uma jovem de uns 20 anos partilhando a experiência da colheita”. A visita se estendeu à experiência do algodão colorido, que tem uma coloração marrom.

EXPECTATIVA X REALIDADE

O projeto Algodão Agroecológico Potiguar é a maior iniciativa de revitalização do algodão, em bases agroecológicas, em todo o Nordeste. Na época do lançamento, estimou-se que a colheita atingiria a marca de mais de 250 toneladas de algodão orgânico/agroecológico produzidas em terras potiguares. Grande parte das 392 famílias mobilizadas permanece no projeto.

Destas, 361 famílias resistiram às intempéries do tempo e hoje participam das colheitas; todas receberão a certificação agroecológica de sua produção. Dentre elas, 150 serão selecionadas pela SEDRAF para receber o Certificado de Produção Agroecológica garantido pelo Projeto de Certificação Participativa executado com as entidades ACOPASA e Rede Xique Xique, que são habilitadas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e foram contratadas pelo Governo do Estado através de um termo de cooperação. As demais terão a certificação agroecológica por processo de auditoria.

O projeto abrange oito territórios potiguares – Alto Oeste, Sertão de Apodi, Sertão Central, Seridó, Assú/Mossoró, Mato Grande, Trairi e Potengi. A previsão é de movimentar mais de R$ 1 milhão entre as famílias envolvidas.

Fotos: Gabrielly P. Sousa/SEDRAF-RN. 
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