20 de janeiro de 2023

Coluna Versátil News

Ecofeira da Pipa: conheça o projeto que gera renda local e promove o consumo responsável

Com valores alinhados, Ecofeira e Preserve Pipa são parceiros na construção de um destino sustentável

A Ecofeira da Pipa oferece produtos agroecológicos, artesanais, alimentos e bebidas saudáveis, cosméticos e muito mais.

Para que um destino se torne verdadeiramente sustentável, diversos atores locais e externos precisam estar empenhados no processo e focados em um desenvolvimento que leve em conta fatores ambientais, econômicos e sociais. Com valores alinhados, a Ecofeira da Pipa e o Movimento Preserve Pipa agora trabalham juntos em prol da geração de renda local, do consumo responsável e do fomento à cultura, entre outros tantos objetivos compartilhados. 

Iniciada em 2014, a Ecofeira da Pipa é hoje uma associação auto-gestionada, sem fins lucrativos, formada por mais de 22 famílias moradoras de Pipa e região. Sua missão principal é gerar renda para famílias de moradores locais e da região, fortalecendo a economia solidária e verde. Nesse contexto, a parceria com o Preserve Pipa consiste principalmente no estabelecimento de vínculos entre esses produtores locais e os empreendedores de hotéis e restaurantes, que são incentivados a adquirir alimentos produzidos localmente.

A prática está alinhada com o conceito de KM 0, adotado e valorizado pelos empresários do Movimento. “É dessa forma que fazemos a engrenagem girar de maneira positiva para todos e principalmente para o destino: o turista consome do restaurante, que consome do produtor local, que passa a ter na agricultura familiar o seu sustento e no final do processo a distribuição de renda é interna, movimentando toda a economia local”, explicou Wanderson Borges, cofundador do Preserve Pipa.

Em seus quase 10 anos de existência, a Ecofeira da Pipa coleciona algumas importantes conquistas. “Ocupamos espaços públicos, trouxemos economia verde e solidária, favorecemos o empreendedorismo feminino, nativo e indígena, fomentamos a cultura e desenvolvimento humano, entre muitas outras ações”, comentou Rayssa Neves, representante da Ecofeira.

As atividades da Ecofeira são divididas em três pilares:

– A Ecofeira da Pipa, que acontece todas as sextas-feiras na Avenida Baía dos Golfinhos, rua principal da Pipa, das 17h às 22h, oferecendo produtos agroecológicos, artesanais, alimentos e bebidas saudáveis, cosméticos naturais, terapias integrativas, artesanato ecológico, sustentável e reciclável;

– A Ecofeira Cultural, que tem sua edição mensal na última sexta-feira de cada mês, reunindo artistas da comunidade e viajantes nacionais e internacionais, que apresentam expressões culturais diversas, como: circo, teatro, cinema, música, atividade de leitura para crianças, brincadeiras educativas, informativas, aulas de yoga, meditação, entre outros;

– Festival da Ecofeira, que possui duração média de 5 dias e sua realização é anual, comemorativa ao aniversário da Ecofeira da Pipa. As atividades consistem em oficinas, rodas de conversa, capacitações, apresentações culturais e ações sociais e ambientais dando mais visibilidade aos temas afins à associação.

SERVIÇO:

Ecofeira da Pipa

Todas as sextas-feiras

Das 17h às 22h

Avenida Baía dos Golfinhos, na altura da Toca da Coruja

Coluna Versátil News

Dia do Farmacêutico: profissionais têm papel fundamental na promoção da saúde e do uso racional de medicamentos

Promover o uso seguro e racional dos medicamentos, possibilitando a adequada adesão dos pacientes ao tratamento, está entre as principais funções do farmacêutico no cuidado à saúde da população. Para celebrar a importância desse profissional, em 20 de janeiro, comemora-se o Dia do Farmacêutico.

Graduado em farmácia, desde 2019, pela Universidade Paulista, Paulo Rogério Gomes, de 46 anos, conta que atuar na área sempre foi seu sonho. “Sabia que seria o lugar certo para me ver realizado, pois poderia ajudar a transformar, de fato, a vida das pessoas”, ressalta.

Atualmente, Paulo integra a equipe do CAPS Álcool e Drogas III Jardim Ângela, gerenciado pelo CEJAM em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, com o propósito de oferecer aos usuários um tratamento mais humanizado. “Ser farmacêutico é promover um cuidado diário, é abraçar causas com acolhimento e amor”, destaca.

A importância do cuidado farmacêutico

O cuidado oferecido pelos farmacêuticos busca proporcionar bem-estar aos pacientes, por meio do vínculo de confiança e troca contínua de experiências. Para Paulo, a humanização na assistência farmacêutica envolve a escuta ativa voltada à identificação das necessidades de cada usuário.

“É preciso ser empático, procurar deixar impressões positivas e buscar entender o usuário no seu mais amplo contexto, conhecendo os seus medos, sonhos, ambiente familiar, ou seja, ir além da doença”, afirma.Visando melhores resultados terapêuticos, os profissionais da área fazem parte de equipes multidisciplinares, em serviços de saúde, para promover ou colaborar com atividades coletivas e assegurar que os pacientes tenham acesso aos medicamentos que precisam.

“É gratificante a sensação de poder acompanhar os resultados, as evoluções clínicas e, ver no semblante deles, a satisfação de estarem se sentindo cuidados”, finaliza.Além do cuidado direto ao paciente, os farmacêuticos também atuam na pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos e na elaboração de políticas públicas relacionadas à saúde.

Sobre o CEJAM   O CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com prefeituras locais, nas regiões onde atua, ou com o Governo do Estado, no gerenciamento de serviços e programas de saúde nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Itu, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Francisco Morato, Ferraz de Vasconcelos, Peruíbe e Itapevi.Com a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde, o CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS). O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.

Coluna Versátil News

Concertos Potiguares recebe Trio Oportuno neste sábado (21) e encerra temporada

Cópia_de_MUSICA_PARQUE_DA_CIDADE.png
O Trio Oportuno, composto por Júnior Primata (contrabaixo acústico), Paulo César Vitor (piano) e Jow Ferreira (guitarra) encerra a temporada do projeto Concertos Potiguares neste sábado (21), no auditório do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte. Com repertório voltado para a música instrumental brasileira e estrangeira, junto a composições autorais dos componentes, o trio se apresenta gratuitamente, a partir das 16h.  O projeto Concertos Potiguares já recebeu 20 atrações em sua temporada iniciada em agosto do ano passado. E acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal pela Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro do Hospital do Coração, além do apoio da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e da Padaria Hora do Pão.Primata tem atuado como educador, diretor e arranjador há mais de 30 anos. Na área da música instrumental participou de vários grupos, entre eles o Marimbanda, Duo Groove Primata e Caninga Trio.  No início de 2009, foi responsável pela coluna  fusão nordestina da revista Baixo Brasil.Paulo César possui mestrado em piano com ênfase no repertório dosséculos XX e XXI pela Emufrn.  O pianista tem atuado em variadasformações musicais, desde piano solo a concertos em importantes orquestras universitárias.  Atualmente, é pianista efetivo do quadrofuncional da UFRN.Jow começou a tocar violão de maneira autodidata aos 14 anos e em 1999 fez as primeiras aulas na Emufrn, onde graduou em violão clássico.  O violonista e guitarrista morou em Montreal (Canadá) entre 2007 e 2008, para cursar mestrado em violão clássico.
Coluna Versátil News

Órgãos ambientais alertam para a preservação do caranguejo-uçá durante período reprodutivo

No período de defeso do animal, a coleta predatória e a comercialização podem causar grave prejuízo à população de caranguejos.

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, por meio da Subcoordenadoria de Planejamento e Educação Ambiental (Spea), em parceria com a Superintendência Estadual do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) alertam para a proteção do caranguejo-uçá, espécie que inicia seu período reprodutivo nesta segunda quinzena de janeiro.

O caranguejo-uçá é um dos animais mais importantes da fauna do ecossistema de manguezal. Nas épocas de reprodução, os caranguejos saem das tocas e andam sobre a lama com o intuito de se reproduzirem. O comportamento é apelidado de andada, e nesses períodos, é proibida a coleta do animal para que a espécie possa ser preservada.

Para a supervisora da Spea, Iracy Wanderley, é importante o papel da educação ambiental para sensibilizar a população sobre esse evento da fauna. “Se não houver o período de defeso, as espécies estariam mais vulneráveis à pesca predatória, reduzindo o número de indivíduos e comprometendo a perpetuação do caranguejo-uçá. O papel da educação ambiental é justamente levar informação às pessoas para que elas tomem conhecimento do assunto e, através da sensibilização, busquem estar atentas à conservação da natureza. É fundamental essa mobilização entre o Idema e o Ibama nesse sentido, órgãos responsáveis pela execução da Política Ambiental no RN”, disse.

Nos períodos de andadas ocorrem competições entre os machos por causa das fêmeas que, depois de fecundadas, sobem nas raízes e troncos para liberar os ovos, que ficam presos ao abdômen. Nesse período, a coleta predatória pode causar grave prejuízo à população de caranguejos e torná-los um recurso pesqueiro escasso.

Outra característica biológica, é que o Mangue é um tipo de vegetação típica das regiões alagadiças denominadas de manguezal e habitam áreas de transição do mar para mata, e nestes locais onde ocorre o habitat da espécie uçá é registrado aumento do desmatamento e poluição causando grandes perdas de biodiversidade. Os manguezais desempenham um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários contribuindo para a produtividade primária na zona costeira.

O biólogo e membro do Núcleo de Gestão de Unidades de Conservação do Idema (NUC), Roney Paiva, comenta que a biodiversidade dos manguezais faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo.

“Os ecossistemas de manguezal são ricos em biodiversidade porque apresentam características ambientais próprias. Os crustáceos estão entre os grupos de animais mais diversos dos manguezais com plasticidade reprodutiva e estratégias para melhor sucesso da reprodução. As populações de caranguejo vêm decaindo, progressivamente, devido à catação intensiva, então nós fazemos um apelo para que os ciclos sejam respeitados e que a preservação da espécie realmente aconteça”, afirmou o biólogo Roney Paiva.

Para que não corra risco do animal desaparecer, a sua captura, o transporte e a comercialização em época de reprodução são proibidos, em obediência à Portaria SP/MAPA Nº 325, de 30 de dezembro de 2020. A Portaria é válida nos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Para realizar denúncia, disque: 0800-061-8080

Sobre o caranguejo-uçá (Ucides cordatus)

O caranguejo-uçá é um crustáceo encontrado ao longo de toda a costa brasileira. Ele se alimenta basicamente de folhas do mangue. O crescimento é caracterizado pela muda da carapaça. A reprodução é sexuada e ocorre em períodos de luas nova e cheia, caracterizados por marés de grande amplitude.

A espécie tem um papel fundamental para a renovação do manguezal, transformando as folhas em material que fornece nutrientes para outros organismos da cadeia alimentar. É uma importante fonte de renda para famílias que comercializam os caranguejos inteiros ou beneficiados, contribuindo com a economia da região.

Período de defeso:

1º período: 22 a 27 de janeiro

2º período: 21 a 26 de fevereiro

3º período: 22 a 27 de março

Coluna Versátil News

Inscrições abertas para o Prêmio Sesc de Literatura

Escritores potiguares podem repetir o feito do mossoroense José Almeida Junior, primeiro potiguar premiado no concurso nacional. Inscrições vão até 03/02. 

O Prêmio Sesc de Literatura, que chega à sua 20ª edição em 2023 como uma das mais importantes e consagradas premiações para reconhecimento de escritores estreantes no país, está com inscrições abertas até o dia 03 de fevereiro. O concurso nacional selecionará duas obras inéditas nas categorias conto e romance, a serem publicadas e distribuídas pela Editora Record, com uma tiragem inicial mínima de 2.500 exemplares. 

Em 2017, um autor potiguar venceu pela primeira vez o Prêmio Sesc de Literatura, o mossoroense José Almeida Júnior. Ele teve seu romance “Última Hora” selecionado entre outras 980 obras inscritas de todo o país e publicado com uma tiragem inicial de 2.000 exemplares. Após a repercussão da obra, o autor se sentiu motivado a continuar escrevendo, e já publicou outros dois livros de sucesso desde então. 

Para participar, o candidato deve acessar o site do projeto (www.sesc.com.br/premiosesc)  para conferir o edital completo e preencher o formulário de inscrição, que conta com um espaço para inserção da obra digitalizada. O autor pode concorrer nas duas categorias – conto e romance –, desde que tenha obras nunca publicadas em ambas, inclusive em plataformas online. Neste caso, as inscrições são realizadas separadamente. 

O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos de forma anônima, impedindo que os avaliadores identifiquem os autores, garantindo a imparcialidade no processo de avaliação. Os romances e coletâneas de contos são avaliados por escritores renomados, que selecionam as obras pelo critério da qualidade literária. 

Nesses 20 anos de prêmio, mais de 18 mil livros foram inscritos e 35 novos autores foram revelados e se consolidaram na literatura nacional, graças ao incentivo da Instituição. Entre eles estão Juliana Leite, Marcos Peres, Luisa Geisler, André de Leones, Franklin Carvalho, Sheyla Smanioto, Tobias Carvalho e Lucia Bettencourt. Além da publicação do livro, os vencedores participam de diversos eventos do Sesc, como cafés literários no Sesc Paraty durante a Flip e bate-papos entre autores pelo projeto Arte da Palavra, que circula por todo o país. 

Na edição de 2022, foram premiados o paraense Pedro Augusto Baía, com a coletânea de contos Corpos benzidos em metal pesado, e a gaúcha Taiane Santi Martins, com o romance Mikaia. A origem dos autores reafirma a característica do Prêmio de estímulo à diversidade e sua capacidade de projetar escritores das mais distintas regiões do país.  

Serviço: 

O quê? Inscrições abertas para 20º Prêmio Sesc de Literatura 

Quando? Até 03 de fevereiro 

Como se inscrever? Através do formulário de inscrição disponível em: www.sesc.com.br/premiosesc

Rolar para cima