24 de janeiro de 2023

Coluna Versátil News

Especialista orienta sobre cuidados na hora de comprar material escolar

Veja dicas para economizar e manter as compras dentro do orçamento

Para quem tem filhos em idade escolar, no início do ano é costume dedicar um tempo para comprar e organizar o material escolar das crianças e jovens. A tarefa requer cuidados, como informa o especialista em finanças, professor Josivan Alves, da Universidade Potiguar (UnP).

Uma das principais dúvidas na hora de ir comprar o material escolar é se leva ou não os filhos à livraria e/ou papelaria. Nesse quesito, surgem duas ponderações. Do ponto de vista financeiro, o professor Josivan orienta que é interessante não levar. “As lojas têm muitos atrativos que acabam incentivando a compra por impulso, onde a criança ou adolescente vai querer levar objetos que nem são essenciais causando um gasto maior que o previsto”.

Todavia, levar os filhos para que eles escolham o que gosta pode acabar incentivando um despertar para o prazer de estudar. Nesse caso, Josivan afirma que é preciso fazer uma negociação com a criança ou adolescente: “É importante impor certos limites, dizendo o que pode ou não pode comprar dentro do orçamento de modo que não cause insatisfação em ambos os lados. O básico compra, o que for extra, mas com valor razoável se negocia e o que for de valor alto e supérfluo não entra no acordo”.

Com relação à economia na hora de adquirir os livros, uma dica é procurar saber se a política da escola aceita livros usados. Para o especialista, ao comprar livros usados e em bom estado de conservação, a economia pode chegar a no mínimo 50% do que gastaria comprando livros novos.

Outra orientação é onde comprar o material escolar. Aí cabe aos pais e responsáveis pesquisar o melhor preço e observar os prazos de pagamento oferecidos, que devem ser de acordo com o que fica melhor no bolso do consumidor.

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Effó Restaurante reabre após recesso com novidades no cardápio

O Effó Restaurante reabriu nesta semana com novidades no menu. Após grande sucesso durante a Festa do Camarão, o Camarão a Puttanesca entra no cardápio fixo do restaurante. O prato reúne camarões salteados na manteiga da terra com alcaparras e azeitonas pretas com fusilli ao molho de tomate, toque de mel e castanha. Um mix de sabores que agora pode ser degustado de terça a domingo, das 11h às 15h.

“Tivemos um período de recesso no início do ano, que serviu também para fazermos um planejamento para 2023 e trazer novidades para o cardápio. Além do Camarão a Puttanesca, nossos clientes também passam a contar com Fettuccine ao Molho Gorgonzola entre as opções. A partir de fevereiro, vamos retomar com o Menu Executivo, com prato principal e sobremesa a um preço fixo, reeditando um dos destaques de 2022”, explica Liliane Andrade, proprietária do Effó.

Localizado na avenida Amintas Barros, em Lagoa Nova, o Effó Restaurante possui um cardápio variado, que passeia pela cozinha internacional, frutos do mar e opções regionais, além de pratos leves e muito procurados, como saladas e poke. A localização privilegiada e ambiente agradável, com brinquedoteca e estacionamento próprio, atraem pessoas que moram ou trabalham na região com opções à la carte para o almoço.

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Rio Grande do Norte concorre com dois destinos na premiação Green Destination Story Award

Rio Grande do Norte concorre com dois destinos na premiação Green Destination Story Award O Estado é o único do Nordeste a ter dois destinos indicados: Tibau e Tibau do Sul, na categoria People’s Choice Award
Por mais um ano consecutivo, o Estado do Rio Grande do Norte integra a lista dos indicados ao Green Destination Story Award em uma categoria especial da premiação, a People’s Choice Award, uma escolha do público que permite o apoio às suas histórias favoritas, por meio fazer voto online.Nesta edição, dois destinos figuram entre as iniciativas mais inspiradas para o desenvolvimento do turismo sustentável no mundo: Tibau e Tibau do Sul, com as respectivas histórias: Ações Socioambientais nas Escolas de Tibau/RN e Fazenda de Aquicultura Orgânica Primar – Produzindo, Preservando e Pesquisando.O Brasil foi o único destino das Américas a figurar na lista de indicados, com mais de 10 representantes. E o Rio Grande do Norte, o único destino do Nordeste a ter dois destinos indicados. A cerimônia de premiação no dia 7 de março, na ITB Berlin 2023, maior feira de Turismo da Europa; e a votação segue até o dia 23 de janeiro, em formato online.Para o gerente de projetos do Del Turismo e representante da Green Destinations no Brasil, Andreas Dohle, “A premiação em Berlim será um momento importante de posicionamento dos destinos para o mundo, no que diz respeito às questões relativas à sustentabilidade e desenvolvimento responsável”.O diretor-presidente da Emprotur, Bruno Reis, destaca o trabalho de priorização da pauta do turismo responsável na gestão atual do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. “Sabemos que os destinos investem em experiências e estão mais conectados com as tendências mundiais de promoção e divulgação. A Emprotur vem priorizando isso desde o início dessa gestão trabalhando com material promocional sustentável, eliminando total de papelaria impressa e apoiando e valorizando iniciativas como essa”, concluído.VOTAÇÃO ONLINEO processo pra votar é super rápido e demora só um minutinho. Basta seguir o passo a passo:1º Acesse o formulário: http://l1nq.com/QjiYG2º Preencha com o seu e-mail;3º Escolha o continente do destino que você vai votar (no nosso caso, South America);4º Escolha o destino e prontinho, voto encaminhado!5º Encaminha para o máximo de pessoas pra colocarmos o RN em destaque!
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O CadÚnico não é único

Wagner Balera

Dentre as diversas providências que há de tomar para a arrumação da casa, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome revisará o CADÚNICO: o cadastro único dos programas sociais.

Entendamos, porém, que essa proposta já foi repetida diversas vezes. E, até agora, nada de concreto aconteceu.

Há mais de trinta anos, se intenta criar o banco de dados único. É o que consta dos Decretos n. 97.936 e n. 99.378, de 1990, pelos quais se determinava a implantação do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

Já se pressupunha, como é  óbvio, que tal base deveria ser a única a recolher dados de interesse para os programas sociais do Estado brasileiro. Com a elementar lembrança de que os programas não são do governo alfa, do governo beta ou do governo gama.

Porém, esse Cadastro, cuja utilidade é indiscutível e cujo teor deveria conter os elementos da totalidade da comunidade protegida, esteve desde sempre repleto de omissões e inconsistências.

Por essa razão, furando a proposta de unidade, certa norma operacional do SUS, de 1996, instituía o Cartão Nacional de Saúde, que implicaria no cadastramento nacional de usuários do SUS.

Será que os dados disponíveis no CadSUS foram integrados aos do CNIS?

Dali vieram elementos amealhados pelo Programa Saúde da Família, pelo Programa dos Agentes Comunitários de Saúde e do Programa Bolsa Alimentação, registros que subsidiariam os planos assistenciais dos quais o mais conhecido, agora sob revisão, é o Bolsa Família.

Já se sabe que a dispersão dos dados não interessa ao País, aos trabalhadores e aos programas.

Ora, como se não fosse possível confirmar a existência de Cadastro Único, o ano de 2001 trazia a lume o Decreto n. 3.887, que instituiu o cadastro das famílias em situação de extrema pobreza. Tal Cadastro seria operado pela Caixa Econômica Federal.

E, quase vinte anos depois, essa novela, que não poderia ter final feliz, punha a nu a inexistência de autêntico cadastro social digno desse nome.

Alguém disse, utilizando-se de nome pomposo, que faltava interoperabilidade entre as bases de dados.

Os governantes conseguiram, para seu próprio deleite burocrático, criar três cadastros distintos na seara da seguridade social: o CNIS, o CadSUS e o CADÚNICO.

Eis a que nível chegaram, em termos de incompetência. E reconhecem, agora, que tais dados são inconsistentes e repletos de informações que podem ser falsas.

Que grande oportunidade se terá perdido com a tragédia da pandemia da COVID-19, que exigiu o comparecimento da mesma pessoa em locais de vacinação por diversas vezes, o que permitiria a alimentação reiterada de utilíssimas informações para que o verdadeiro cadastro único fosse, afinal, configurado.

E, ainda, como teria sido bom se o banco oficial que verteu a ajuda emergencial tivesse registros confiáveis aptos a detectar que quase oitenta mil servidores – o dado é do Tribunal de Contas da União – cujos dados estão bem atualizados no outro banco oficial, e tivesse conferido (com dois ou três cliques) que tais sujeitos não cumpriam o elementar requisito de elegibilidade ao benefício.

A constatação demonstra que os organismos governamentais não conseguem articular elementares trocas de dados que, no mundo da informatização e da comunicação global, são corriqueiras.

A autoridade no comando afirma que, ainda em janeiro, o Cadastro Único já estará completamente limpo. Será?

A partir daí, um núcleo gerador de dados da realidade social carregará a estrutura de poder dos elementos indispensáveis à criação, modificação, ou, até mesmo, extinção de certos programas o que poderá se dar a partir de sólida base de dados.

O primeiro mainframe da DATAPREV, dos anos 1960, detinha apelido plurissignificativo. Chamavam-no de burrão, em alusão indireta ao nome do respectivo fabricante.

É preciso muito cuidado para que o gene daquela máquina não prossiga infiltrado no DNA do CADÚNICO.

Wagner Balera é professor titular na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Livre-docente e doutor em Direito Previdenciário pela mesma universidade. Autor de mais de 20 livros sobre Direito Previdenciário.

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Leonardo e Leandro Castelo, CEOs da 300 Franchising Group participam da NRF, em NY, e antecipam as novidades do evento

A feira que acontece todos os anos, reúne varejistas do mundo todo para uma verdadeira troca de experiências

Os CEOs da 300 Franchising Group, Leonardo e Leandro Castelo, autoridades no mundo do franchising, estão na NRF, maior e mais influente evento do varejo global, que acontece anualmente em Nova Iorque. Os empreendedores, que são responsáveis pela gestão e desenvolvimento de mais de 90 marcas/franquias no Brasil, destacam os dois principais temas que estão sendo abordados no evento: a necessidade de oferecer experiências para os consumidores, somado ao engajamento. E a importância do treinamento/capacitação dos colaboradores. “O empreendedor precisa sempre trabalhar com esses dois conceitos para manter a saúde financeira do negócio. E tudo é feito com a ajuda de tecnologias e processos possíveis para aprimorar a eficiência operacional”, explica Leonardo Castelo.

Conhecer a dor do cliente e o que ele quer de uma marca, deixa de ser um plus, e passa a ser uma obrigação do varejista, explica Leonardo.  Saber quanto tempo o cliente fica na loja, o que mais o agrada, o que ele compra, o que ele deixa de comprar, a frequência, entre outros detalhes, são fundamentais para traçar o perfil do cliente e, a partir daí, oferecer o que ele procura.

“Essa experiência pode ter vários caminhos. Desde testar ou degustar o produto, a abordagem adequada, criar situações que “segurem” o cliente por mais tempo dentro da loja. “Essa boa experiência marca o cliente, que sempre vai lembrar da sua loja quando pensar em consumir”, exemplifica Leonardo.

Treinamento

Mas para oferecer tudo isso com excelência é necessário ter uma equipe bem treinada. Os CEO´s  conheceram diversas plataformas de ensino com metodologias que analisam de forma minuciosa, desde como cada colaborador está performando e o que de fato está sendo aplicado, depois de um treinamento. “Para os grandes varejistas americanos, sem mensurar tudo que é feito e ensinado, de nada vale o investimento”, explica Leandro Castelo.

Outra importante experiência é a visita guiada em flagships de marcas renomadas. “Tivemos a oportunidade de visitar a Ray-Ban, Louis Vuitton e Apple. Lá conhecemos a história de cada empresa e como a marca foi construída até chegar na excelência”, finalizam.

Segundo eles, todos os empreendedores do varejo precisam um dia participar desse evento, pois é uma oportunidade única de vivenciar as experiências das maiores e mais importantes marcas do varejo, do mundo, podendo sincronizar a agenda do varejo brasileiro com a de outros países. “Sei que a situação de muitos lojistas ainda não está confortável, mas se posso dar um conselho, eu digo: se planeje para vir no próximo ano. Esse evento abre a cabeça dos empresários, desde o momento que se desce no aeroporto. Nova Iorque respira a NRF e encontramos pessoas do mundo inteiro”, ressalta Leonardo.

Ele garante que a língua não é uma barreira para quem não fala inglês. Todas as palestras têm tradução simultânea, e existem grupos com guias brasileiros, que ajudam a transitar na feira.

Grupo 300 levará empresários para a feira em 2024

No próximo ano a 300 Franchising vai organizar grupos, entre as marcas atendidas pela empresa, para que tenham a oportunidade de vivenciar esse importante evento.  “Estamos elaborando uma forma organizada e viável, que permita a vinda do maior número possível de empresários brasileiros. Queremos muito que nossos clientes tenham essa experiência que muda o mindset de qualquer varejista”, finalizam.

 

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