25 de janeiro de 2023

Coluna Versátil News

Janeiro branco: Saúde mental e Medicina Integrativa

O mês de Janeiro é considerado “Janeiro Branco” devido às discussões sobre Saúde Mental e também ao Dia Internacional da Medicina Integrativa, que ressalta a importância da relação entre o paciente e o profissional de saúde. Esse tipo de Medicina acredita que a integração e o trabalho conjunto com outros profissionais fazem toda a diferença no tratamento de algumas doenças, sejam elas graves, crônicas ou não, com objetivo de obter o melhor da saúde para a cura.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 11,5 milhões de brasileiros sofrem de depressão, o equivalente a 5,8% da população. Os transtornos mentais acometem 22 milhões de brasileiros, 12% da população e, ainda, quase 19 milhões de pessoas possuem algum tipo de transtorno de ansiedade, ou seja, 9,3% da população brasileira.

De acordo com a Dra Natalia Chaves Pessoa, psiquiatra e membro da Doctoralia, maior plataforma de agendamentos de consultas do mundo, o janeiro branco é o momento de fazer uma pausa e voltar para si, com intenção de refletir sobre como podemos cuidar melhor da nossa saúde mental. “Podemos dizer que há alguns alicerces que não podemos abrir mão: hábitos de vida, equilíbrio emocional e relações reconfortantes”, completa.

A psiquiatra ainda afirma que o primeiro passo é o estilo de vida, precisamos dormir bem, entre 07 a 09 h por noite; praticar atividade física regularmente; alimentar-se de forma saudável e reservar um tempo para lazer, descanso e estar mais próximo à natureza. “Quanto às recomendações para uma alimentação balanceada, a OMS apresenta recomendações clara e universais para adultos: limitar o consumo de sódio e garantir que o sal seja iodado, limitar a ingestão de açúcares livres, deslocar o consumo de gorduras saturadas por insaturadas; eliminar as gorduras trans produzidas industrialmente, aumentar o consumo de grãos inteiros, vegetais, frutas, nozes e leguminosas”, afirma.

Outras informações da pesquisa da OMS apontam que, anualmente, 800 mil casos de suicídio são registrados no mundo, geralmente decorrentes de casos graves de depressão não diagnosticados ou tratados. As mulheres são mais suscetíveis à depressão, que também é considerado um tipo de transtorno mental. Já um levantamento feito pela Doctoralia, mostra que somente em 2022, mais de 1 milhão de agendamentos foram feitos a psicólogos e cerca de 870 com psiquiatras presencialmente.

Para a Dra Helena Sottomaior, clínica geral e membro da Doctoralia, na medicina integrativa o paciente é analisado como o todo, não apenas um conjunto de órgãos ou sistemas isolados. “Isso exige do médico um olhar amplo, humano e individualizado para a necessidade de cada paciente. Nessa ótica, o objetivo é fazer uma análise profunda do indivíduo, pois problemas de saúde de diferentes naturezas podem estar interligados. Outro pilar importante da medicina integrativa é a prevenção. Aqui, prevenir doenças é tão importante quanto tratá-las, pois só assim é possível atingir a saúde plena.”

A Dra Natália traz ainda mais um ponto para ser lembrado, recursos emocionais para lidar com desafios e dificuldades, de maneiras mais adaptativas. “Neste sentido, é muito importante que a pessoa desenvolva capacidade de reconhecimento e compreensão das próprias emoções. Além de buscar construir um repertório comportamental adequado para expressão emocional, tais como: ouvir música, escrever sobre os próprios sentimentos, falar sobre suas emoções, buscar apoio de amigos, fazer relaxamento, praticar esportes ou meditar”, afirma.

Considerado o estudo científico mais longo sobre esse tema que durou nada menos que 78 anos. O Desenvolvimento Adulto (Study of Adult Development, no original em inglês) começou em 1938, analisando 700 rapazes, entre estudantes da universidade e moradores de bairros pobres de Boston. A pesquisa acompanhou esses jovens durante toda a vida, monitorando seu estado mental, físico e emocional. Sua apresentação no TED (Tecnologia, Entretenimento, Design) com o tema “O que torna a vida boa? Lições do mais longo estudo sobre a felicidade”, já foi acessada cerca de 11 milhões e 500 mil vezes.

A psiquiatra ainda lembra sobre o quanto não é sua culpa se a sua saúde emocional não está como gostaria, mas é sua responsabilidade o que você vai fazer com isso daqui para frente. “Janeiro branco nos aponta um caminho das mudanças que devemos implementar no resto do ano. Então, faça um compromisso com você e cuide de sua saúde física e emocional”, finaliza Pessoa.

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Quarto Arco-Íris TulipaBaby

Projeto do quartinho de bebê une diversas tendências de design de interiores

TulipaBaby em parceria com a arquiteta Thais Silva apresentam tendências de design de interiores para o novo projeto de quartinho de bebê projetado especialmente para um casal de gêmeos. O estilo Boho enfatiza a biofilia, formas curvas, tons neutros, texturas e plantas. A pintura de parede é uma ótima dica, fácil e econômica de personalizar o quartinho do bebê. Os móveis escolhidos para este projeto foram o berço, cômoda, poltrona de amamentação e prateleiras da Linha Denver, em tons de madeira aquecido Avelã, junto com cachepôs, móveis de apoio e enxoval com materiais naturais.

Clean, aconchegante e atemporal, o quartinho recebeu todos os móveis da TulipaBaby: berços, cômoda e prateleiras da Linha Denver, compacta e funcional (linha com berços no padrão europeu e oferece dois tamanhos de cômodas que atendem diversos tamanhos de quartinhos). Estes móveis são de madeira maciça com acabamento na cor Avelã, proporcionando aconchego e funcionalidade ao projeto e no dia a dia dos pais. Entram também para compor e finalizar o décor, objetos, móveis auxiliares e enxoval com materiais naturais.

Todos os móveis da TulipaBaby são desenvolvidos em madeira maciça de reflorestamento e acabamentos com tintas livres de metais pesados. Os berços possuem aprovação conforme o regulamento do INMETRO – NORMA ABNT 15860. Cômodas e armários acompanham kit antitombamento. A marca atende todo o Brasil através do e-commerce www.tulipababy.com.br

 

Vídeo sobre o projeto:

https://www.instagram.com/p/CmXImQRL2b2/

TulipaBaby

www.tulipababy.com.br

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Como podemos usar as tecnologias emergentes para transformar o sistema educacional

Por Fernando Santos*

A relação entre a educação e a tecnologia tem se tornado cada vez mais profunda. São inúmeras novas possibilidades de melhoria educacional proporcionadas por tecnologias emergentes, que além de gerarem facilidades, ajudam instituições de ensino e professores a alcançarem os alunos de formas mais eficientes, criativas e até cativantes.

Com a volta às aulas se aproximando, pensei em comentar um pouco sobre o futuro da educação e como ela está intimamente entrelaçada à novas tecnologias, indicando como instituições de diversos portes e direcionamentos podem, e estarão, cada vez mais fortalecidas por elas, mudando o sistema educacional e a própria maneira de educar do nosso País.

Nos últimos anos, por exemplo, sofremos uma intensa migração do acesso à própria sala de aula, que passou a se dar, em inúmeros casos, via plataformas de ensino à distância. O aprendizado via internet e ferramentas digitais permitem diferentes tipos de interação com as disciplinas e entre educadores e alunos. Isso leva a um enriquecimento da dinâmica de ensino e aprendizado.

Alguns dados pertinentes mostram como essa interação entre tecnologia e educação aumentou nos últimos anos, não só por necessidade, mas por uma clara percepção das vantagens que vêm dessa relação. A TIC Educação de 2019, que é uma das mais importantes análises por pesquisa do cenário de educação do país, apontava que 14% das escolas públicas utilizavam alguma plataforma de ensino a distância. No ano seguinte, a pesquisa apontou que 87% das escolas adotaram ao menos uma atividade com uso de tecnologia durante a pandemia. Já na edição de 2021, é relevante apontar que 98% dos professores aplicaram atividades remotamente durante os 12 meses anteriores.

84% dos professores usaram a internet para esclarecer dúvidas, 82% para disponibilizar conteúdo, 81% para receber trabalhos ou atividades e 75% para avaliar o desempenho dos alunos. Ainda no TIC 2021, constatou-se que 91% dos professores de ensino fundamental e médio utilizaram aplicativos de mensagem instantânea para tirar dúvidas dos alunos durante as atividades remotas.

Dada toda a interação virtual que já ocorre entre escola, professores e alunos, como o uso de aplicativos de mensagens e plataformas de EAD, você já pensou no quanto as instituições ganharão quando começarem a inserir experiencias de metaversos em suas rotinas, por exemplo? O metaverso promete revolucionar muitos setores, inclusive o da educação, e algumas escolas e universidades já começaram a desenvolver projetos para isso. De fato, a dinâmica de ensino está se transformando e está priorizando a inovação e a inventividade.

Hoje, com as gerações de nativos digitais, ter uma educação mais ligada a ferramentas tecnológicas é uma maneira de impulsionar transformações no sistema de ensino, adequando o “aprender” ao modo como as pessoas já estão habituadas a consumir conhecimento. Isso permite que se aprenda mais, de forma mais eficiente, e até mesmo mais direcionada.

Além disso, de acordo com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira – CIEB e a Associação Brasileira de Startups, em 2019 havia 449 edtechs ativas no Brasil. Em 2020 o número chegou a 566. Isso mostra como o próprio mercado está gerando espaço para instituições de educação que estão dispostas a abraçar métodos diferentes e inovadores.

Não por acaso, as metodologias ágeis, inicialmente desenhadas para otimizar projetos de tecnologia, hoje vêm sendo aproveitadas em diversas outras áreas, inclusive na educação. Afinal, os modelos tradicionais de gestão muitas vezes são engessados, não abrem brechas para exceções, o que muitas vezes impede o aluno de ter o seu problema resolvido, gerando desestímulo e até um certo cansaço.

As metodologias ágeis na educação colocam a colaboração e a flexibilidade em voga, as etapas de ensino e aprendizagem são definidas e avaliadas durante o processo, possibilitando mudanças de rota a qualquer tempo, à medida que os obstáculos se apresentam. Nesse modelo, todos saem ganhando.

Para encerrar, vale ressaltar outro ponto muito importante em que as instituições de ensino são impactadas pela tecnologia: a parte burocrática. Toda a administração pode se beneficiar bastante da robotização de processos cotidianos. O uso de bots, por exemplo, agiliza o atendimento, diminui o tempo de resolução de problemas, reduz custos e torna atendimentos burocráticos mais eficientes.

Ou seja, as vantagens estão em toda parte, e nesse período de volta às aulas vale muito considerar apostar nessa aliança.

*Fernando Santos é Head de Growth e Strategy da Certsys.

Sobre a Certsys

A transformação digital deve ser contínua e baseada em pessoas para gerar resultados efetivos aos negócios. Essa é a premissa da Certsys, que há 15 anos atua como consultora e parceira de estratégia de negócios digitais de grandes empresas dos setores financeiro, governamental, securitário, varejista, industrial, entre outros. Para apoiar na evolução dos negócios das companhias, oferece um portfólio com soluções de parceiros internacionais, além de criações customizadas desenvolvidas por seu laboratório de inovação nas áreas de Hyperautomation, Data & Analytics, Cloud & Platform, Data Protection & Compliance, Digital Products & Squads e FP&S – Financial Products & Services. A Certsys atualmente emprega mais de 550 profissionais.

Para saber mais visite:

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Planta popular no Brasil vira spray cicatrizante em pesquisa de farmacêutico potiguar

O responsável pela criação do fármaco já recebeu aprovação da Anvisa; próximo passo é a testagem em humanos

 

Aproveitando uma matéria-prima bastante disponível na flora brasileira, a Guaçatonga (sylvestris swartz), o potiguar Luiz Humberto Fagundes Junior realizou uma pesquisa com a planta buscando extrair seu máximo potencial anti-inflamatório e cicatrizante.

 

Após 18 meses de estudos, ele criou um fitoterápico em spray que apresentou resultados animadores no reparo de feridas.

 

Toda a pesquisa de Luiz, que é farmacêutico, aconteceu durante o seu curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Potiguar (PPGB/UnP), sob a orientação da professora Deborah Padilha.

 

O estudo observou o comportamento do spray em cobaias de laboratório. Após verificar o sucesso do fitoterápico, Luiz e sua orientadora começaram a colher os frutos do trabalho.

 

“Recebemos com muita alegria a notícia da anuência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, pois trata-se de um passo importante no processo de patente”, afirma o farmacêutico.

 

Com o apoio de uma farmácia de manipulação localizada em Natal, o spray chegou a um formato maduro. Já registrado (BR 102018071621-2 A2), o fitoterápico ainda precisa de outras análises da Anvisa para começar a ser testado em humanos. Estas etapas marcarão outras fases relevantes da pesquisa.

 

A expectativa pelos próximos passos do estudo com a Guaçatonga é marcada pelo desejo de oferecer esta solução, oriunda da natureza, para a população. “A ideia é que sua utilização para o tratamento de feridas não-infeccionadas se difunda de forma acessível para todos”, pontua o pesquisador.

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Diretor e coreógrafo potiguar fará residência artística na Costa Rica

Anderson Leão embarca para uma temporada de dois meses de trabalho na companhia de dança Ya Danza

Na próxima quarta-feira (25), o artista Anderson Leão, diretor e coreógrafo do grupo Movidos Dança Contemporânea, embarca para uma residência artística na Costa Rica. A convite do diretor Lucho Flores, da Asociación Desamparados Inclusivo – que trabalha a inclusão social de corpos diversos na dança – Anderson mergulhará em vivências e experiências coreográficas durante 60 dias.

Junto da companhia Ya danza, sediada em San José, Costa Rica, o diretor do Movidos participa da criação do terceiro espetáculo do grupo, intitulado ‘Cuerpo Libre’. A proposta da companhia é defender e promover um movimento na dança contemporânea que vai além da autoaceitação dos corpos, proporcionando liberdade aos indivíduos.

“Trata-se da poética de sermos seres visíveis para que outros corpos busquem a satisfação de ter um corpo livre”, explica Leão. Além da participação na montagem, o coreógrafo ministrará a oficina ‘Corpos Coreográficos’ para os alunos do curso de Dança da Universidade Nacional da Costa Rica.

Trajetórias Internacionais

Antes de ser convidado para este trabalho, Anderson já havia estado em San José em 2018, a convite do mesmo diretor, para a montagem da sua primeira coreografia internacional: Nubes de Pájaros, que se inspirou no movimento migratório dos pássaros em busca de sobrevivência e envolveu oito bailarinos da Ya Danza.

Já em 2019, assinou a coreografia do espetáculo Humanity, do grupo de teatro Del Ser, que contou com a direção de Esaú Cubero e Roxana Burjan, ambos integrantes do  Programa Institucional de Inclusão de Pessoas com Deficiência Educação Superior Cognitiva da Universidade da Costa Rica (PROIN – UCR). No mesmo ano, criou o Vulcan, coreografia que mergulha na relação das comunidades que vivem próximas aos vulcões do País.

“Os vulcões atraem e ameaçam, há beleza e mistério. Cercado da tranquilidade da natureza, há algo feroz que acontece no seu âmago que nem todos podem enxergar, nem todos têm acesso. É lá onde ferve sua essência e inspiração. Os inúmeros efeitos que atingem diretamente no comportamento de um lugar ou de seres que vivem nas proximidades de um vulcão, criam uma relação de corpo-natureza que foi empregada na obra de dança contemporânea e na criação do espetáculo Vulcán”, comenta Leão.

O último projeto internacional de Anderson foi em 2021: a convite do Diretor Artístico Henrique Amoedo, ele coreografou via on line o grupo Dançando com a Diferença, da cidade de Viseu, Portugal. O videodança, intitulado Flores em Ti, foi estreado no Teatro Viriato no evento Encludança nos anos de 2021 e 2022, com a participação do elenco, equipe e outros produtores.

Quem é Anderson Leão?

Além de artista, coreógrafo e diretor artístico, Anderson é formado em Educação Artística, com habilitação em desenho, e possui pós-graduação em Dança pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foi bailarino da Cia de Dança dos Meninos (1997-1999), Roda Viva Cia de Dança (1999-2004) e Gaya Dança Contemporânea (2004), todos coordenados pelo Prof. Dr. Edson Claro com Direção Artística de Edeilson Matias.

Participou da fundação da companhia Giradança, da qual foi diretor artístico de 2005 a 2017. Em seguida, atuou como diretor artístico da Domínio Cia de Dança (2019-2021) e atualmente é diretor artístico do Grupo Movidos Dança, o qual também fundou.

Ao longo da carreira, Anderson coleciona prêmios, como o Troféu Cultura de Melhor espetáculo de dança 2021  – De Corpo Inteiro, com a artista Ariadna Medeiros; em 2019, com o espetáculo Anticorpos da Domínio Cia de Dança (Natal/RN); em 2013, foi reconhecido como uma das Figuras da Dança do RN no 5º Encontro Nacional de Dança Contemporânea e em 2012 recebeu o Troféu Poti Cultural na categoria Dança & Performance do Jornal Diário de Natal.

Coreografou companhias como Dançando com Diferença (Viseu/Portugal), Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão(RN), Giradança(RN), Roda Viva Cia de Dança(RN), Grupo de Dança da UFRN(RN), Gaya Cia de Dança(RN), GRUDUM(RN), Art´facto Cia de Dança (RN), Passurbano(RN), Grupo de Teatro Del SER(Costa Rica), Ya Danza(Costa Rica), Movidos(RN) e Domínio Cia de Dança(RN).

Além disso, foi membro da comissão de seleção do Edital Prêmio Albertina Brasil/2011, em Brasília/DF; do Funcultura/2016, do Governo de Pernambuco e Rumos Itaú Cultural 2016/2017.

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