26 de janeiro de 2023

Coluna Versátil News

Especialista orienta como diminuir a conta de luz durante o verão

Com altas temperaturas, população tende a gastar mais energia elétrica; engenheiro eletricista fala sobre os vilões do consumo e orienta mudança de hábitos para economizar

As altas temperaturas do verão de 2023 prometem fazer os potiguares recorrerem bastante ao uso do ventilador e ar-condicionado para aguentar o calor. Segundo dados da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte (Emparn), a temperatura média prevista para a estação no estado pode chegar a 35°C no interior, com máximas perto dos 40ºC em cidades como Mossoró e Pau dos Ferros.

Com a estimativa de 5,6% de aumento na conta de luz em 2023, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), economizar continua sendo a melhor opção para não ter surpresas desagradáveis na tarifa mensal. Neste cenário, o engenheiro eletricista Rosivaldo Barbosa de Souza explica que existem alguns vilões influentes no resultado da conta de energia e apresenta dicas para economizar.

“Alguns dispositivos são considerados vilões de consumo elétrico e por isso devemos utilizá-los de forma racional. São os aquecedores e chuveiros elétricos, ferro de passar, secador de cabelo, entre outros. Além disso, os motores elétricos, dispositivos que encontramos em geladeiras, máquinas de lavar e ar-condicionado, também são aparelhos que demandam um alto consumo de eletricidade”, pontua o engenheiro.

Professor dos cursos de Engenharia da Estácio, Rosivaldo explica que o valor da fatura de energia sofre influência de uma série de fatores, como demanda, energia consumida, horário de consumo, fator de potência e fator de carga. Assim, para ter um resultado econômico, a utilização racional de energia pode ser adotada por meio de diferentes abordagens, variando desde a instalação de novas tecnologias, remodelação da utilização de máquinas e equipamentos, até a simples manutenção dos aparelhos.

Mudança de hábito influencia na redução do consumo

A primeira dica do especialista é usar o chuveiro elétrico na posição verão, resultando em um baixo consumo e uma economia de energia bastante significativa. O professor da Estácio cita o exemplo de um chuveiro de 5500w na posição inverno, usado 15 minutos por banho, duas vezes ao dia durante 30 dias no mês, que irá resultar em um consumo de 82,5KWh.

“Mas se esse mesmo chuveiro estiver ligado na posição verão de 2200w, resultará em 33KWh. Considerando um valor de tarifa imaginário de R$0,9887, em um cálculo feito considerando apenas o consumo, no primeiro exemplo o consumidor pagará R$81,57 e no segundo R$32,63, uma economia mensal de R$ 48,94 apenas para uma pessoa, simplesmente mudando o hábito de tomar um banho muito quente por uma temperatura mais amena, mas lembrando que a tarifa traz outros componentes como impostos e taxas”, analisa.

A segunda dica é quanto ao uso de aparelhos de ar-condicionado: “Tente usar de forma racional. Antes de dormir, deixe ligado por duas horas na temperatura de 18 graus, e depois passe para a temperatura de 22 graus. E ao invés de ligar das 22h até às 06h do dia seguinte, configure para desligar duas horas antes, às 4h. Serão duas horas de economia diária que totalizará uma economia mensal de 60 horas”, indica.

Para o ferro de passar roupas, a sugestão é usá-lo quando tiver o máximo de roupa para passar de uma vez, evitando ligá-lo muitas vezes apenas para passar uma peça de roupa. “No verão, o consumo sobe muito justamente pela necessidade de usarmos todos esses equipamentos e a tarifa da concessionária sempre ter um aumento devido à demanda que é muito grande”, reforça o professor da Estácio.

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Destaque da nova geração, Michele Andrade percorre Nordeste em shows e sexta é atração no Redação Praia

Apontada como um dos principais nomes da nova geração do forró, Michele Andrade começou 2023 com uma série de shows pelo Nordeste e de casa nova no que se refere à sua carreira: a cantora agora faz parte do time da Ultra Promoções, que tem se tornado referência no mercado com o conceito de promoção dos artistas.E na sexta-feira, ela é uma das atrações do verão no Redação Praia, em Pirangi, junto com Rai Saia Rodada e Giullian Monte, na sexta-feira (27).Em parceria com a MC Danny, Michele Andrade tem conquistado números de destaque nas plataformas digitais com a música “Espalha a notícia”. Além disso, a cantora lançou um CD promocional para o verão deste ano.Michele também tem crescido e ocupado um espaço importante nas redes sociais. No youtube ela tem cerca de 65 milhões de visualizações sem falar nos mais de 4,5 milhões de seguidores entre as plataformas Instagram, Facebook e TikTok.Para o show de sexta-feira, no Redação Praia, em Pirangi, os ingressos estão à venda no app do Redação e no site OutGo, além da loja D Store, na Avenida Hermes da Fonseca.

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Volta às aulas: o que pode e o que não pode na lista de material escolar

Advogada explica que materiais de uso coletivo e determinação de marca e locais de compra para itens escolares vai contra a lei

O início do ano letivo marca o começo da corrida dos pais em busca do material escolar dos filhos. Atualmente, as listas de materiais são extensas e compostas por tantos livros, apostilas e outros itens que não é raro os pais parcelarem essa despesa ao longo de todo o ano, já que o custo geralmente é alto. Mas para além do valor, que pode variar de acordo com o estabelecimento, é preciso que os pais estejam atentos também ao que está sendo exigido pela escola, já que alguns materiais, por lei, não podem ser solicitados na lista.

De acordo com a advogada e professora do curso de Direito da Estácio, Aline Nicodemos, as escolas não podem exigir materiais de uso coletivo dos alunos/pais, de acordo com a Lei 9.870/99, art. 1º, parag. 7º. “Os custos com esses materiais deverão ser calculados nos valores de anuidade, mensalidade ou semestralidade da escola. Entre os itens que não podem ser pedidos podemos citar papel higiênico, material de limpeza, fitas adesivas, canetas para uso em quadros, entre outros”, explica.

A advogada esclarece ainda que as escolas não podem exigir marcas e nem locais para as compras dos materiais. “Os pais são livres para comprar onde e de quaisquer marcas que desejarem, dentro de seus orçamentos. Sobre materiais produzidos pelas escolas e que os pais ou mães precisarão adquirir, como apostilas específicas, por exemplo, isso precisa ter sido informado anteriormente, na época do contrato, ou seja, os pais devem ser avisados previamente”, completa.

Uma dúvida muito comum dos pais e responsáveis é sobre o uniforme escolar, que geralmente é vendido na própria escola ou em lojas parceiras. “Sobre uniformes, a lei não fala especificamente sobre a exclusividade de compra em determinado estabelecimento ou venda exclusiva na escola. Podemos levar em consideração algumas interpretações que alguns PROCON’s no Brasil utilizam, no sentido de que, se houver registro da logomarca, (seguindo as formalidades de direitos autorais e outras questões atreladas a esse direito) e, assim, ficar determinado como um direito da escola a produção exclusiva do fardamento, pode-se concluir que ela seria a única autorizada a vender”, afirma Aline.

A advogada completa que o uso de uniformes tem o intuito da padronização e traz alguns outros fatores atrelados, como segurança, entre outros objetivos. “Por isso, normalmente, a produção do uniforme termina sendo realizada pelas escolas e isso está dentro da lei”, observa. A docente do curso de Direito também orienta que os pais não fiquem constrangidos em pedir explicações à escola caso identifiquem algum item abusivo.

“Caso exista uma irregularidade constatada, os pais devem procurar o Procon da sua cidade ou a orientação de um advogado e registrar a reclamação junto à instituição para que sejam tomadas as medidas cabíveis”, finaliza.

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64% das mulheres mudariam planejamento familiar se realizassem exame que pode fazer “previsão da fertilidade feminina”, diz estudo

Especialmente na faixa etária entre 30 e 34 anos, entrevistadas modificariam seus planos se soubessem ter baixa reserva ovariana

A carreira profissional é cada vez mais importante na vida das mulheres e uma pesquisa divulgada em 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou a taxa de participação delas, em relação à força de trabalho, que já atingia 54,5%. Assim, o adiamento da gravidez vem sendo visto como a melhor opção, mas vai de encontro a uma reserva ovariana em declínio, posto que, diferente do homem, que dispõe de gametas a vida inteira, a mulher apresenta um tempo definido para a produção de óvulos.

Na prática, o que acontece é que, a cada ciclo, centenas de óvulos são preparados, mas a mulher ovula apenas um, morrendo o restante. E, ao contrário do que se possa imaginar, esse estoque não se renova a cada ovulação, de modo que conforme transcorrem os anos, só ocorre a perda dele. Nesse sentido, uma espécie de “previsão da fertilidade feminina”, obtida por meio de um exame, seria o ideal, já que auxiliaria em muito no planejamento familiar. É justamente o que proporciona a análise que dosa o hormônio anti-mülleriano (HAM), e conforme constatado pelo mais recente estudo da Famivita, 64% das mulheres, ou seja, duas em cada três delas, antecipariam seus planos de ter filhos, se o exame apontasse baixas chances de engravidar no futuro.

Especialmente na faixa etária entre 30 e 34 anos, as entrevistadas modificariam seus planos, com 71% delas afirmando isso, se porventura efetuassem o exame e ele apontasse menor probabilidade da gestação, como resultado de uma reserva em queda. Já no que se refere às mulheres que estão tentando engravidar, 76% endossaram que mudariam seu planejamento familiar, caso fizessem a análise e soubessem que a sua reserva ovariana estava em franca diminuição.

Os dados obtidos por estado mostraram que especialmente no Paraná as participantes mudariam seus planos, com 72% respondendo positivamente. Já no Mato Grosso, esse número foi de 48%. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, 69% e 63% das integrantes do estudo, respectivamente, enfatizaram que fariam o planejamento familiar de um modo diferente se o exame denotasse uma fertilidade em queda.

Vale ressaltar que, em geral, o ponto alto da fertilidade da mulher é visto na medicina como aproximadamente dos 18 até os 28 anos, dado que a reserva ovariana estaria no auge. Já entre os 32 e 35 haveria um bom potencial para a gestação, mas dessa idade até os 37, se dá uma redução acentuada referente à quantidade e qualidade dos óvulos. Tal cenário pode inclusive trazer uma maior possibilidade de riscos, especialmente a partir dos 40 anos.

A análise do hormônio anti-mulleriano se configura, assim, como uma ferramenta muito útil, especialmente quando é premente o dilema entre a carreira e as crianças, até mesmo porque, para aquelas que sonham em ter filhos, as consequências do adiamento da gravidez podem ser devastadoras, se for descoberto tarde demais que não há mais como obter a gestação naturalmente.

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Sustentabilidade: parceria entre market4u e Heineken incentiva o uso de garrafas retornáveis com sistema para mercados autônomos

Clientes que retornarem garrafas da Heineken ou da Amstel terão saldo para a próxima compra das cervejas no aplicativo market4u

market4u, rede de minimercados autônomos que opera por meio do conceito de honest market em condomínios residenciais e comerciais, em parceria com a Heineken anuncia a implementação do sistema de garrafas retornáveis. Agora, os consumidores que adquirirem e retornarem uma garrafa das marcas Heineken ou Amstel nas lojas do market4u, ganham um saldo no aplicativo da rede para a próxima compra das cervejas de 600ml.

Operando como projeto piloto em quatro unidades do market4u – Condomínio Bandeirantes, New Life Freguesia, Bosque Jaraguá e Luggo Piqueri, localizados na capital paulista, o sistema foi desenvolvido pelas marcas para fomentar a sustentabilidade dentro de seus respectivos modelos de negócio. “A expectativa é que ao longo das próximas fases do projeto, com a expansão para outros condomínios, pelo menos metade das garrafas consumidas em nossas unidades sejam retornadas para o totem da Heineken, disponível nos pontos de venda”, explica Eduardo Córdova, sócio-fundador e CEO do market4u.

De acordo com o executivo, o sistema foi elaborado de ponta a ponta com foco na sustentabilidade, do objetivo à logística reversa das garrafas retornáveis, que atualmente é realizada de forma otimizada pela própria frota de abastecimento dos pontos de venda. Córdova ressalta que, quando os franqueados do market4u fizerem a coleta dos recipientes, serão remunerados por isso.

“O projeto proporciona vantagem para todos os envolvidos: o cliente, que recebe cashback com o retorno das garrafas; o franqueado, com recompensa pela coleta dos recipientes; a Heineken, que fomenta a sustentabilidade e tem o retorno das garrafas de maneira centralizada; e nós, do market4u, que reforçamos nosso compromisso com o meio ambiente por meio de ações práticas e acessíveis ao consumidor”, comenta o CEO.

A iniciativa terá duração de três meses e determinará os próximos passos da expansão do projeto para outras unidades da rede de minimercados autônomos. A expectativa é que a segunda etapa seja efetuada de maneira gradual, incluindo mais operações na cidade de São Paulo e depois, expandindo para os outros estados brasileiros. “Além de fornecer os produtos que os consumidores mais precisam em momentos de urgência, também vamos passar a ser um facilitador na volta de garrafas retornáveis para os mais de 400 mil clientes do market4u”, finaliza o CEO.

Sobre o market4u

O market4u é uma rede de minimercados autônomos e líder do segmento no Brasil, que atua no formato de franquia desde 2020, mesmo ano de sua fundação. Com tecnologia em seu DNA, a startup nasceu com o propósito de levar mais comodidade e segurança para as pessoas por meio do conceito de honest market dentro dos condomínios residenciais e comerciais. Hoje tem mais de 2.000 lojas espalhadas em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal, que funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana e sem a intermediação de funcionários. Além de ser utilizado no momento da compra, o app integra o ‘É Daqui’, que funciona como uma rede social do condomínio para anunciar produtos e serviços entre os moradores. Já o ‘Delivery4u’ é um e-marketplace de entrega a domicílio que reúne estabelecimentos parceiros na cidade com insumos difíceis de se achar em uma gôndola, como perecíveis de açougue e hortifruti, além de farmácias, casa e decoração, entre outros. Saiba mais por meio deste link.

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