16 de abril de 2024

Festas

A Festa dos que fazem Festa: Jornalista Toinho Silveira realiza Prêmio Versátil 2024

Reconhecimento, prestigio, elegância e valorização profissional. Essas são características do Prêmio Versátil, organizado pelo jornalista Toinho Silveira. O evento, que é considerado tradição pelos potiguares, visa promover uma celebração da excelência nos segmentos de organização e promoção de eventos, bem como de profissionais atuantes em diversas áreas da indústria de festas e celebrações. A solenidade será realizada no dia 30 de abril, no La Mouette Recepções, localizado no bairro de Candelária, Zona Sul de Natal.

Em 2024, o tema do evento é “A Festa dos que fazem Festa”, refletindo o espírito de reconhecimento e gratidão aos prestadores de serviço que contribuem para que os eventos sejam experiências únicas e inesquecíveis. Dentre as categorias premiadas, destacam-se os segmentos de organização e promoção de eventos, salões para recepções, decoração, bebidas para festa, cake designer, fotografia social, repórter fotográfico, cerimonial, formatura, doces, sobremesas, dentre outros.

Além das premiações, o evento contará com apresentações musicais, open bar e open food. Uma novidade para esta edição será o lançamento do troféu Nilson Barreto (In Memorian). Nilson ganhou destaque no ramo da gastronomia potiguar por ser uma figura emblemática que unia requinte e sabor em suas criações. Ele foi o criador da empresa Nilson Buffet. Sua dedicação e talento o tornaram merecedor do nome dado ao Troféu que será entregue durante o Prêmio Versátil.

Os interessados em participar do evento podem adquirir os ingressos na loja Fina Flor Noivas, localizada na R. Jaguarari, 2631, Candelária, e na Banca do Tota, na Av. Afonso Pena, 439, Petrópolis.

A votação para o Versátil 2024 já foi encerrada e ocorreu por meio do site versatilnews.com.br, com a participação do público validada por meio do CPF. A abordagem garante a validade e a transparência do processo de escolha dos vencedores em cada categoria.

“O Prêmio Versátil é uma oportunidade para destacar o trabalho árduo e a dedicação dos profissionais que tornam os eventos sociais e corporativos memoráveis”, afirmou Toinho Silveira. O jornalista complementou ainda que a celebração reúne os melhores talentos da região e serve como uma plataforma de reconhecimento para aqueles que se destacam em suas respectivas áreas.

A premiação promete ser um evento cheio de glamour, com homenagens a profissionais que fazem a diferença no cenário dos eventos no Rio Grande do Norte. É uma ocasião única para celebrar o sucesso e a inovação neste setor, além de estreitar os laços entre os profissionais e a comunidade.

A Festa dos que fazem Festa faz parte da comemoração dos 49 Anos de jornalismo de Toinho Silveira, iniciada em março em Dubai e que seguirá até o final do ano.

CULTURA

Prefeitura abre inscrições para novos talentos no espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”

A Prefeitura de Mossoró está incentivando a participação de novos artistas no renomado espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”. As inscrições para o projeto “Jovens Talentos” foram abertas nesta terça-feira (16), oferecendo uma oportunidade para jovens atores, atrizes, bailarinos e bailarinas que desejam mostrar seus talentos no “Mossoró Cidade Junina”.

As vagas são destinadas a candidatos com 18 anos ou mais, que estejam envolvidos em atividades artísticas como teatro e dança. Os interessados podem se inscrever até o dia 19 de abril na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Os candidatos devem apresentar cópia do CPF, do RG ou outro documento com foto, comprovante de residência e um portfólio atualizado.

As audições serão realizadas nos dias 24 e 25 de abril. Os candidatos selecionados receberão um incentivo financeiro de R$ 800,00 como forma de contribuição para o espetáculo.

CULTURA

Veja a lista de ganhadores da 21ª edição do Prêmio Hangar de Música

Com o tema “Amazônia Bioma Música”, a 21ª Edição do Prêmio Hangar de Música, realizada na noite da última segunda-feira (15) no Teatro Alberto Maranhão, celebrou a música potiguar e o futuro ancestral na música contemporânea brasileira. Com premiações e apresentações musicais, o Hangar homenageou o multiartista Potyguar/a Juão Nyn.

Realizado em Natal/RN desde 1999, o Prêmio Hangar de Música é uma importante premiação que tem como objetivo reconhecer, valorizar, incentivar, homenagear, divulgar e premiar a rica produção musical brasileira.

“Celebrar a 21ª edição do Prêmio Hangar de Música retornando ao Teatro Alberto Maranhão e trazendo o tema “Amazônia Bioma Música” é um importante manifesto em defesa da valorização da música dos povos originários e das nossa ancestralidade. E fazer isso na semana dos povos originários é muito simbólico”, declara Marcelo Veni, produtor e idealizador da premiação.

Com direção musical de Toni Gregório, iluminação de Rogério Ferraz e direção de vídeo da Nav Noar, o Prêmio Hangar integrou a programação especial de 120 anos do Teatro Alberto Maranhão.

Em sua 21ª edição, o Hangar homenageou a Amazônia contemporânea a partir de sonoridades produzidas por diversas vozes atuantes na maior floresta tropical do mundo que além de diversa em seu bioma é diversa em sua arte. Os vencedores de cada categoria do Prêmio Hangar receberam uma obra criada e confeccionada pelo artista Guaraci Gabriel, que para esta edição imprimiu referências da arte marajoara.

“O Prêmio Hangar é uma das mais importantes premiações musicais realizadas fora do eixo Rio-São Paulo e, especialmente, uma das mais importantes realizadas no Nordeste, pelo seu tempo de realização e número de artistas envolvidos. Essa edição também é símbolo de resistência de um produtor musical que todos os anos realiza com muita luta esse evento para deixar o artista num lugar mais alto. A história da premiação se confunde também com a trajetória de muitos artistas e demais produtores. Hoje também é dia de festejar toda essa luta”, completa Marcelo Veni.

Para Jennify C., premiada na categoria ‘Revelação do Ano’, estar no palco ganhando o prêmio é algo emocionante. “Eu só tenho que agradecer a todo mundo que trabalhou comigo, e principalmente, à minha mãe que acreditou no meu trabalho. Desde os 11 anos me imagino aqui no palco. Receber esse reconhecimento como artista independente, preta e do gênero fluido é muito gratificante pra mim e estou muito emocionada”.

O homenageado da edição, o multiartista Juão Nyn, ativista comunicador do movimento Indígena do RN, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa e vocalista/compositor da banda Androyde Sem Par, destacou a importância de resgatar a memória indígena no estado.

“Eu queria agradecer, primeiramente, ao Prêmio Hangar e às minhas famílias. Além disso, gostaria de dizer que eu faço parte de um recorte que cada vez as pessoas precisam se acostumar: que é a retomada indígena. O Rio Grande do Norte é o único estado brasileiro que não tem terra indígena demarcada. E no Nordeste parece que as pessoas não pensam que tem pessoas indígenas, mas nós somos cerca de 54 etnias e temos muita história para contar”, declarou Juão.

“Nem todo potiguara é potiguar, e nem todo potiguar é potiguara, mas eu sou e tenho muito orgulho de toda a minha ancestralidade. Que a gente não esqueça jamais: o Brasil é terra indígena e o Rio Grande do Norte também!”, completou Juão em seu discurso.

Além da entrega dos prêmio, o Hangar contou com apresentações de DJ Nandrill, Rousi Flor de Caete, Toni Gregório, Vic Kabulosa, Analuh Soares, Dudu Galvão, Pe. Caio Cavalcanti, Cabocla Jurema, Jennify C, Nunis, Juão Nyn, Amém Ore.

A 21ª edição do Prêmio Hangar de Música acontece conta com apoio cultural da Prefeitura do Natal, Sebrae-RN, Fecomércio – RN, Sesc-RN e Fundação José Augusto. Realização da MV Projetos Criativos.

Veja a lista de premiados na 21ª edição do Prêmio Hangar de Música:

Prêmio Hangar Especial: 100 Anos de Praieira

Trajetória Musical: Mad Dogs

Projeto Musical Realizado: Segunda de Vagabundo

Prêmio Hangar Nacional: Dona Onete – PA

Prêmio Hangar Nordeste: Rapadura – CE

Música e Gastronomia: Festival Gastronômico e Cultural de Martins – RN

Revelação musical: Jennify C.

Dedicou a todas as pessoas pretas, tranns e periféricas

Produtor Musical do Ano: Walter Nazário

Instrumentista do Ano: Alexandre Moreira

Prêmio Hangar Artista Popular: Banda Grafith

Categoria Forró: Deusa do Forró

Linguagens Urbanas: Breno Slick

Feat do Ano: Orquestra Greiosa + Felipe Cordeiro

Prêmio Hangar Música Gospel: Arthur Bezerra

Banda ou Grupo do Ano: DuSouto

Categoria Samba: Rosas na Cartola

Intérprete do Ano: Dudu Galvão

Prêmio Hangar de Música Originária Brasileira: Òwerá

Show do ano: Lysia Condé – Minas de Fé e Paixão (TAM)

Lançamento Do Ano (EP / Álbum): Sobre O Mar O Tempo Repousa – Nunis

Videoclipe de Linguagens Urbanas: Big-Bang – Ale Du Black Feat. CazaSuja. Diretor: Thales Victor

Videoclipe do Ano: A Quem Precisa -ZAEL. Diretor: Alex Martins

Coluna Versátil News

Por que ficou mais fácil obter a nacionalidade portuguesa? Entenda as principais mudanças na lei

 

Atualização na Lei de Nacionalidade de Portugal vai beneficiar milhares de brasileiros e demais estrangeiros

Devido às alterações na Lei de Nacionalidade de Portugal, que entrou em vigor nesta segunda-feira (1º), milhares de estrangeiros – especialmente, brasileiros – vão se beneficiar. Quem já reside em Portugal há mais de cinco anos, poderá obter a cidadania portuguesa com mais facilidade.

A mudança nada altera para quem ainda pretende se mudar e residir em Portugal – nesse caso, o estrangeiro precisa requerer o título de residência, um documento físico (consiste num cartão plástico com indicações de nome, endereço, e número de identificação) que autoriza ao seu detentor residir em território português, por um determinado período de tempo, que varia entre 1 a 5 anos. Atualmente, a população brasileira em Portugal é de quase 400 mil residentes, de acordo com informações da Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA).

“As novas mudanças na Lei de Nacionalidade trazem uma certa facilitação na aquisição de nacionalidade para os residentes em Portugal, há mais de 5 anos, e que fizeram o pedido do título de residência, uma vez que a contagem deste prazo de 5 anos, passa a ser feita a partir da data do requerimento e não mais da data da emissão do título, o que, na realidade pode representar uma diferença de 1 a 2 anos no computo deste prazo, porque a AIMA demora muito para emitir os referidos títulos, cerca de 1 a 2 anos”, explica Marcial Sá, advogado internacionalista do escritório Godke Advogados em Portugal, especialista em Direito Migratório.

Com a mudança na legislação, a economia de Portugal e, por consequência, as relações internacionais com o Brasil serão ainda mais fortalecidas.

“Primeiramente, é importante que se entenda que a população da Europa está envelhecendo”, explica o advogado. Ou seja, há uma grande quantidade de pessoas mais velhas e que estão fora do mercado de trabalho na Europa. Portugal não é diferente: há uma representatividade da população economicamente não ativa, é até um pouquinho mais alto do que o índice da Europa. De acordo com dados da Pordata, em Portugal, a população economicamente ativa é de cerca de cinco milhões e, por cada 100 pessoas, 59 estão no mercado de trabalho (empregadas ou desempregadas), contra 56.

“Essa mão de obra imigrante, não só representada por brasileiros, e demais nacionalidades, é muito importante para manter a economia portuguesa. Evidentemente, os dirigentes políticos e os dirigentes econômicos sabem disso”, destacou Sá.

Outro fator destacado pelo especialista é que há uma grande emigração da população jovem e altamente qualificada portuguesa, que sai de Portugal e vai para outros países da Europa, como Alemanha, Bélgica, Inglaterra, e as vagas de trabalho ficam em aberto. “Então, a imigração é muito importante para compor essa lacuna econômica que existe em Portugal”, analisou.

Vagas para cargos que exigem menos qualificação profissional, como motorista, entrega, construção civil, garçons, entre outros, são preenchidos por esses imigrantes, enquanto jovens portugueses costumam rechaçar tais empregos. “Por isso, nesses termos econômicos, a lei favorece muito a imigração e favorece muito para que essas pessoas possam se integrar no mercado de trabalho português de forma efetiva”, concluiu.

Fonte:

Marcial Sá – Advogado internacionalista do escritório Godke Advogados (GodkeLAW – Portugal). Especialista em Direito Migratório e Nacionalidade. Mestre e Doutorando pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

 

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Marcial Sá é advogado internacionalista e especialista em Direito Migratório
Marcial Sá é advogado internacionalista e especialista em Direito Migratório
Divulgação/M2 Comunicação
Coluna Versátil News

Quebrando barreiras: o poder feminino na vanguarda da liderança empresarial

 

Especialista do Insper destaca os desafios da liderança feminina e como superá-los

Em um mundo onde a igualdade de gênero é mais do que uma aspiração, mas sim uma necessidade premente, as mulheres estão assumindo papéis de liderança com determinação e coragem. Neste contexto, a professora Luciana Lima, do Insper, que também já passou por diversos cargos de liderança, oferece uma visão única sobre os obstáculos enfrentados e as conquistas alcançadas por mulheres em cargos de destaque.

“Para se alcançar uma posição dessa, é essencial entender os desafios específicos enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho, tanto os relacionados ao acesso quanto à permanência no cargo”, afirma Luciana Lima. A especialista destaca a importância da resistência, da resiliência e da rede de apoio como pilares fundamentais para o sucesso.

No entanto, Luciana também reconhece as barreiras que as mulheres ainda enfrentam. “A percepção equivocada sobre o papel das mulheres no ambiente corporativo continua sendo um obstáculo significativo. É essencial desafiar esses estereótipos e criar um ambiente que promova não apenas a igualdade, mas a equidade na oferta de oportunidades”.

Com décadas de experiência no campo da Gestão de Pessoas e Liderança, Luciana compartilha insights valiosos e conselhos práticos para mulheres que almejam assumir um papel de influência e liderança dentro das organizações. “Encontrar mentores, desenhar estratégias para se blindar e cultivar aliados dentro e fora da empresa são elementos essenciais no caminho para o topo”, enfatiza ela.

Além disso, Luciana destaca a importância de uma cultura empresarial que valorize a diversidade e a inclusão. “As empresas que priorizam a igualdade de gênero não apenas promovem um ambiente mais justo, mas também desfrutam de um desempenho financeiro superior, há inúmeros dados que já demonstram isso”, ressalta ela.

À medida que olhamos para o futuro, Luciana expressa otimismo em relação ao progresso contínuo das mulheres em cargos de liderança. “Sabemos que a velocidade de mudança é lenta, mas também tem sido progressiva. O último Nobel de Economia tratou justamente da temática de gênero, à medida que quebramos barreiras e desafiamos os paradigmas estabelecidos, estamos pavimentando o caminho para um futuro mais inclusivo e equilibrado”, diz ela com convicção.

A professora do Insper compartilha cinco dicas essenciais para as mulheres alcançarem a liderança:

  • Identifique as características do fenômeno “teto de vidro”- ou seja, as barreiras informais e invisíveis de dentro da sua organização que tendem a barrar o acesso a cargos mais elevados para as mulheres.
  • Mapeie suas fortalezas e busque aliados que possam complementar suas áreas de fragilidade.
  • Promova em você e nas mulheres com quem convive a sonoridade.
  • Identifique profissionais do gênero masculino que apoie a dissolução do fenômeno “teto de vidro”, como realizado no movimento Eles por Elas da ONU (Organização das Nações Unidas).

Por fim, negocie, negocie e negocie. “Gosto de dizer que há espaço para todos no mundo corporativo, existe uma dívida histórica com as mulheres, o primeiro passo já está sendo dado, ou seja, muitas empresas já a reconhecem, as diferenças salariais são discutidas publicamente, há leis que estão sendo implementadas sobre isso, resta então, a vontade de fazer acontecer, de transformar o discurso em prática. Muitas já começaram, outras estão ainda um tanto tímidas, mas acredito que não há como retroceder”, Luciana Lima.

 

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