junho 2024

GASTRONOMIA

Navarro traz cardápio especial durante festival gastronômico Natal Restaurant Week

Na primeira edição do Natal Restaurant Week, que ocorre até o dia 07 de julho, o Navarro participa do festival trazendo um cardápio especial. Com o tema “A Revolução Vegetariana”, o evento pretende movimentar o cenário gastronômico da capital potiguar com pratos de alta qualidade a preços acessíveis.

O Navarro, restaurante que integra o Complexo Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, preparou um cardápio especial, elaborado pelo chef Jonatã Canela, composto por duas opções de entrada, três de pratos principais e duas de sobremesa. Um combo totalmente vegetariano está incluído no menu.

Na primeira etapa, o cliente poderá escolher entre o tartar de cordeiro ou mil folhas de macaxeira. Para o prato principal, as opções estão entre agnolotti de cupim com shitake, risolio de beterraba ou atum crocante (peixe é servido apenas no jantar).

Já para a sobremesa, o cardápio oferece as opções de chocolate com rapadura e castanha crua ou manga com tonka, caramelo e óleo de cachaça.

O menu completo com entrada, prato principal e sobremesa está sendo ofertado ao valor de R$ 68,90 por pessoa. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (84) 98143-9668.

Coluna Versátil News

Em Natal, Zeze Polessa apresenta peça NARA, solo inédito de Miguel Falabella, em homenagem à cantora Nara Leão

 

 

Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a montagem, que reúne clássicos imortalizados na voz da cantora, como ‘A Banda’ e ‘Diz que fui por aí, circula por sete capitais brasileiras

 

Natal está entre as capitais brasileiras que receberão no próximo mês de julho o espetáculo Nara, com oferecimento do Ministério da Cultura e patrocínio exclusivo da Petrobras. A atriz Zeze Polessa apresenta a peça, com autoria e direção de Miguel Falabella. Nara será apresentada no período de 04 a 07 de julho, no Teatro Alberto Maranhão.  Vendas de ingressos já disponíveis através do Sympla (Link abaixo em Serviço).

Nara Leão (1942-1989) é um nome incontornável para se entender a música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 60, 70 e 80. Suas atitudes pioneiras e revolucionárias se refletem em um repertório absolutamente singular e marcam uma trajetória que reverbera mesmo após três décadas e meia de sua partida. Nara, é fruto do arrebatamento causado pela cantora em Zeze Polessa, que partilhou o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel Falabella, parceiro em uma série de projetos teatrais desde 1979.

Zeze Polessa cresceu ouvindo e acompanhando a carreira de Nara através dos discos e os muitos sucessos tocados nas rádios. Durante a pandemia, ela começou a ler uma biografia da cantora e – a partir de então – enfileirou uma série de entrevistas e livros sobre o período, quando, intuitivamente, começou ali a fazer uma pesquisa daquela que seria a sua próxima personagem.

Ao falar sobre a vontade de interpretar Nara, em uma conversa informal com Miguel Falabella, ele na mesma hora avisou que criaria o texto do espetáculo e, após uma semana juntos, ainda no período pandêmico, a primeira versão da obra começava a ganhar forma.

Momentos e canções

No espetáculo, Nara aparece como se estivesse vindo de algum lugar do futuro – ou do passado – para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. Através de um grande fluxo de consciência, o texto relembra momentos e canções da cantora sem preocupação com cronologias, datas ou qualquer outra formalidade, bem no estilo Nara, uma intérprete que sempre foi fora da caixa, quando esta expressão nem era tão usada assim.

‘Logo no início, ela mesmo diz que está de volta graças ao privilégio do teatro. Quando eu tive vontade de fazer a Nara, falei com Miguel que sabia não ter mais a idade dela, mas ele logo disse que isso não tinha a menor importância. Eu não procuro imitar o seu jeito de falar ou cantar, existe uma liberdade em todo este processo, não poderia ser diferente com alguém que sempre foi tão livre’, reflete Zeze, que interpreta ao vivo alguns dos muitos sucessos da intérprete, como ‘A Banda‘Corcovado‘Marcha da Quarta-feira de Cinzas, entre outros.

Com direção musical de Josimar Carneiro, o espetáculo perpassa os diversos estilos e movimentos dos quais Nara participou. Em constante mutação, ela nunca se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: esteve no coração do nascimento da Bossa Nova, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show Opinião, com João do Vale e Zé Ketti (e foi quem escolheu a estreante Maria Bethânia para substituí-la) resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock’n’roll e jovem guarda. A liberdade e a inquietação de Nara se refletiam, sem amarras, na sua criação artística.

No palco, as canções surgem para pontuar alguns dos momentos de uma vida que se confunde com a história do Brasil daquela época. Ao longo das cenas, alguns temas vêm à tona, como a repressão sofrida no período da ditadura militar, o exílio, o avanço do debate feminista, a revolução comportamental das décadas de 60 e 70, a maternidade, os célebres casos de amor e as demais paixões da cantora.

Não é a primeira vez em que Zeze vai cantar em cena. Sua trajetória foi pontuada por alguns musicais, inclusive chegando a protagonizar uma versão de A Noviça Rebelde, em 1992. As canções de Nara me acompanham há muito tempo, eu já sabia as letras de uma boa parte do repertório e agora o desafio foi justamente selecionar quais as músicas que entrariam na peça, já que ela produziu muito ao longo da vida e gravou sempre canções muito pertinentes e necessárias’, conta a atriz.

Uma amizade eternizada nos palcos

Zeze Polessa e Miguel Falabella se conheceram em 1979, na icônica montagem de O Despertar da Primavera, no Parque Lage, de onde despontaram uma série de outros nomes, como Maria Padilha, Daniel Dantas e Rosane Goffman. Desde então, dividiram o palco em espetáculos como ‘Mephisto’ O Submarino, também com texto de Miguel. Em 1996, ela estrelou a premiada Florbela Espanca – A Bela do Alentejo, outro monólogo sobre uma personalidade feminina marcante (a poeta portuguesa Florbela Espanca), com direção dele. A trajetória da dupla se fortaleceu ainda nas novelas Salsa e Merengue’ A Lua me Disse, em que Miguel escreveu personagens especialmente para Zezé, além da recente turnê com A Mentira, em 2019, espetáculo que os reuniu novamente em cena.

NARA tem o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio Petrobras | Programa Petrobras Cultural e a produção é assinada pela Quintal Produções.

 

 

 

 

 

FICHA TÉCNICA

NARA

com Zezé Polessa

de Miguel Falabella

 

direção musical, arranjos e produção musical: Josimar Carneiro

direção assistente e direção de movimento: Marina Salomon

cenografia: Dina Salem Levy

desenho de luz: Ricardo Vivian e Sarah Salgado

desenho de som: Arthur Ferreira

figurino: Natália Duran

visagismo: Marcelo Dias

preparação vocal: Mariana Baltar

 

operação de luz: Luana Della Crist

operação de som e microfonista: João Gabriel Mattos

assistência de cenografia: Alice Cruz

cenotécnico: Rodrigo Shalako

coordenadora de palco: Rahira Coelho

contrarregra: Nivaldo Vieira

camareira: Maninha Xica

 

assessoria de comunicação: G7 Comunicação (Gustavo Farache)

comunicação digital: Bruna Paulin

concepção visual | projeto gráfico: Gringo Cardia

designer gráfico: Matheus Meira

fotógrafo: Flávio Colker

audiovisuais | comunicação digital: Gil Tuchtenhagen

 

Quintal Produções

 

direção de produção: Verônica Prates

coordenação de projetos: Valência Losada

produção e administração: Letícia Vieira

produção executiva: Camila Camuso

assistência de produção: Ellen Miranda

 

Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal

Patrocínio: Petrobras

 

 

 

SERVIÇO 

NARA

Temporada: De 04 a 07 de julho

Quintas e sextas, 19h – sábados e domingos, 18h

Onde: Teatro Alberto Maranhão – Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira

Classificação etária: livre

Duração: 80 minutos

 

Vendas online: SYMPLA – https://www.sympla.com.br/evento/nara/2490908?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com

Coluna Versátil News

Big Band Jerimum Jazz no Som da Mata

 

Nesse próximo domingo (23), às 16h30, o Som da Mata recebe a Big Band Jerimum Jazz, que realiza concertos de cunho artístico e didático, quando apresenta ao público importantes personagens da história da música popular e que se tornaram conhecidas através do som desse tipo de bandas. Também interpretam compositores e arranjadores brasileiros que, por meio de seus trabalhos, contribuem de forma efetiva para a consolidação do repertório da Jerimum Jazz.

Ao longo de sua trajetória de 26 anos, a banda tem desenvolvido várias ações relacionadas à prática, estudo e divulgação da música instrumental. Por meio dos ensaios e do repertório trabalhado, os estudantes participantes do projeto recebem um treinamento que reflete de maneira positiva na construção de suas carreiras como instrumentistas.

A Big Band Jerimum Jazz tem como objetivo apresentar um repertório internacional escrito especificamente para esse tipo de formação e trabalhar a música brasileira, sobretudo a composta por autores nordestinos. O grupo contribui para a formação de novas plateias, a divulgação de compositores e arranjadores da região e a formação e consolidação de repertório composto para esse tipo de formação instrumental.

O projeto Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, além do apoio do Idema e da Padaria Hora do Pão.

SERVIÇO

Projeto: Som da Mata
Show: Big Band Jerimum Jazz
Local: Anfiteatro Pau-brasil | Parque das Dunas
End: Av. Alexandrino de Alencar, s/nº – Tirol
Dia: 23 de junho – domingo
Hora: 16h30
Acesso ao Parque: R$ 1,00 (um real) – o show é gratuito

CLICKS E EVENTOS

Sexta com arte apresenta canções de todos os tempos

Fechando a Semana da Arte na unidade de Morro Branco, a Organização Internacional Nova Acrópole promove nesta a edição da SEXTA COM ARTE neste 21 de junho, a partir das 19h30. Na ocasião a escola de filosofia, com presença em mais de 50 países, propõe uma viagem pelo mundo da música de todos os tempos. A entrada é gratuita.

Na ocasião os músicos Diego Paixão e Eli Cavalcanti apresentam ao público canções que marcaram épocas diversas, idealizadas por vários compositores nacionais e internacionais, como Bach, Mozart e Chopin. O concerto se integra ao propósito da Semana da Arte na promoção de valores universais e na construção de um futuro mais inclusivo e harmônico.

A Sexta com Arte ocorre mensalmente na Unidade localizada na Av. Xavier da Silveira, sempre com temas integrados as ideias filosóficas de cultura e voluntariado. Sempre gratuita e aberta ao público.

Música

Morre Chrystian, cantor que fez dupla com Ralf, aos 67 anos

O cantor Chrystian, que fez parte da dupla Chrystian e Ralf, morreu na noite desta quarta-feira (19). Ele tinha 67 anos e estava internado em um hospital de São Paulo. A morte foi confirmada pela família, por meio de nota. O velório será a partir das 11h em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

A assessoria do cantor afirmou que ele precisou ser hospitalizado após ser diagnosticado “com uma condição médica que exige repouso imediato e tratamento especializado”. A causa da morte não foi divulgada.

Em fevereiro deste ano, Chrystian foi internado Hospital do Rim, em São Paulo, após ser diagnosticado com rim policístico. O cantor chegou a se preparar para um transplante de rim. A doação seria feita pela esposa, Key Vieira.

Entretanto, a cirurgia foi adiada para o final de 2024. Durante os exames pré-operatórios, o cantor precisou passar por um cateterismo.

“Esse procedimento exige o uso de uma medicação para afinar o sangue, por seis meses, e durante este tratamento não é permitido que seja realizada uma cirurgia”, afirmou a equipe do artista à época.

Após ser hospitalizado nesta quarta-feira, a assessoria do cantor afirmou que ele estava seguindo todas as recomendações médicas. Além disso, um show marcado para sábado (22) em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, foi cancelado.

Por meio de nota, a família disse que Chrystian dedicou 60 anos de sua vida à música sertaneja. Leia a íntegra da nota mais abaixo.

“Sua voz inconfundível e sua paixão pela música trouxeram alegria e emoção aos fãs em todo o Brasil.”

A família também agradeceu pelo apoio recebido por fãs, amigos e colegas de profissão.

Carreira

Chrystian iniciou a carreira ainda na infância. Nascido José Pereira da Silva Neto, o artista começou a se apresentar em um clube de Goiânia aos 6 anos. À época, ainda era chamado de Zezinho.

O sucesso na cidade foi tão grande que Chrystian ganhou um programa na televisão, chamado “Pinguinho de Gente”. Nos anos seguintes, ele e o irmão mais novo começaram a sonhar em se tornar uma dupla sertaneja.

Diante das oportunidades, a família decidiu levar os garotos para São Paulo. Segundo a biografia do artista, a mudança foi complicada, e os meninos passaram por dificuldades.

“Para não passarem fome, pegavam as sobras de arroz e feijão das calçadas da zona cerealista, no bairro do Brás. Eles varriam os cereais, juntavam e levavam para a mãe cozinhar.”

Tentativas na TV em SP

Todos os dias, o pai das crianças levava a dupla para a porta da TV Bandeirantes, em busca de uma chance para que elas se apresentassem. A insistência deu certo, e os dois cantaram em um programa de Vicente Leporace.

Após a apresentação, a dupla conseguiu um contrato. As primeiras gravações foram feitas em português e inglês, sob os nomes de “Os Pássaros” e “Charles & Ralf”.

Em 1973, Chrystian emplacou um grande sucesso com a gravação “Don’t Say Goodbye”, que estava na trilha sonora da novela “Cavalo de Aço”, da TV Globo. À época, segundo a biografia do cantor, ele era obrigado pelas gravadoras a cantar em inglês.

“No início, ele aparecia quase como um cantor ‘fantasma’, já que na capa de seu disco de estreia, em vez de sua própria foto, vinha o rosto de um modelo. Também não podia aparecer na televisão para que não soubessem que se tratava de um cantor brasileiro.”

Chrystian ainda gravou outros temas de novela, como “More Than You Know”, “Bird Songs”, “No Broken Heart”, “Emotions In My Heart”, “You’re So Tender” e “Love’s a Dream”.

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Chrystian e Ralf e o sertanejo

Chrystian e Ralf — Foto: Rubens Cerqueira/Divulgação

Chrystian e Ralf — Foto: Rubens Cerqueira/Divulgação

A virada para o sertanejo começou no início dos anos 1980. Ainda muito jovens, os irmãos escolheram formar a dupla “Chrystian e Ralf” e lançaram o primeiro disco em 1983, com regravações. “Quebradas da Noite” tinha 12 faixas e foi sucesso de vendas, alcançando o disco de ouro.

Ainda na década de 1980, a dupla gravou a canção “Amargurado”, ao lado de Tião Carreiro. Eles também conseguiram pela primeira vez o disco de platina com o álbum “Chrystian e Ralf”, impulsionado pelo hit “Chora Peito”.

Em 1988, lançaram a música country “Saudade”, que foi um dos temas da novela “Pacto de Sangue”, da TV Globo. No mesmo ano, foram eleitos a melhor dupla sertaneja pelo Prêmio da Música Brasileira e fizeram turnê pelos Estados Unidos.

Já na década de 1990, Chrystian e Ralf rodaram o Brasil para comemorar os 10 anos de carreira. Em 1996, gravaram a canção “Minha Gioconda” com Agnaldo Rayol. A música foi tema da novela “O Rei do Gado” e sucesso no Brasil e na Europa.

A dupla se separou brevemente no início dos anos 2000, mas voltaram a trabalhar juntos com o lançamento do disco “De Volta”, em 2001.

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Chrystian e Ralf também tiveram papel fundamental no combate à pirataria. Em 2005, com o apoio do governo federal, desenvolveram o “Semi Metalic Disc” (SMD), ou CD genérico, que ajudou a reduzir o preço dos álbuns para o consumidor.

Ao longo da carreira, a dupla lançou 20 álbuns, além de DVDs e coletâneas. A separação definitiva aconteceu em 2021, quando Chrystian e Ralf seguiram carreira solo.

Após a separação, Chrystian voltou aos palcos com a turnê “Romance” e lançou a música “Não Dá Pra Ficar Assim”.

Nota da família

“Com imenso pesar, a família e a equipe de Chrystian, comunicam o falecimento do nosso querido esposo, pai e artista, ocorrido no Hospital Samaritano, em São Paulo.

Chrystian dedicou 60 anos de sua vida à música sertaneja, construindo uma carreira brilhante e marcada por inúmeros sucessos.

Sua voz inconfundível e sua paixão pela música trouxeram alegria e emoção aos fãs em todo o Brasil.

Ao longo de sua trajetória, Chrystian esteve sempre na estrada, compartilhando seu talento e carisma em incontáveis shows, onde conquistou e encantou gerações de admiradores.

Neste momento de profunda dor, encontramos consolo nas memórias dos momentos felizes e nas canções que ele nos deixou.

Agradecemos de coração todo o apoio, carinho e respeito que recebemos dos fãs, amigos e colegas de profissão.

Chrystian viverá para sempre em nossos corações e através de sua música, que continuará a inspirar e emocionar a todos.

Com amor e saudades

Esposa e Filhos.”

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Chrystian e Ralf — Foto: Acervo/TV Globo

Crédito das Fotos:  Monte Castelo / Divulgação, Rubens Cerqueira/Divulgação e Acervo/TV Globo.

Fonte: G1 SP

Rolar para cima