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FIERN recebe Neoenergia Cosern para alinhar ações e fortalecer parceria institucional

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) recebeu, nesta sexta-feira (20), representantes da Neoenergia Cosern para uma reunião institucional na Casa da Indústria. O encontro foi conduzido pela coordenadora executiva de Relações Institucionais e com o Mercado da FIERN, Ana Adalgisa Dias. 

Participaram da agenda o gerente de Relacionamento com Grandes Clientes da Neoenergia Cosern, Givanildo Batista, e a gerente de Relações Institucionais, Priscilla Simonetti. Durante a reunião, os representantes da concessionária também conheceram as instalações do Hub Investe RN, localizado no primeiro andar da Casa da Indústria.  

O espaço funciona como um hub de investimentos, reunindo órgãos públicos e instituições privadas com o objetivo de oferecer suporte à atração de novos negócios para o estado. 

Segundo Ana Adalgisa Dias, o encontro teve como foco o alinhamento institucional e o fortalecimento da parceria entre as entidades. “Queremos oferecer cada vez mais serviços aos sindicatos e aos industriais, por meio desse bom relacionamento. A Cosern veio conhecer o nosso espaço para ser também uma fonte de atendimento e para esclarecer questões que a indústria vem enfrentando na área de geração distribuída”, afirmou. 

No encontro, também foi debatido o cenário da geração distribuída no Rio Grande do Norte e os impactos do tema para o setor industrial. Para Givanildo Batista, o momento foi oportuno para ampliar o diálogo sobre o crescimento do setor no estado.  

“O propósito foi esclarecer esse momento que estamos vivendo em relação à geração distribuída no Rio Grande do Norte. O desenvolvimento e as particularidades desse setor exigem transversalidade com diversos segmentos, e a FIERN é um parceiro estratégico para ampliar o conhecimento e contribuir para que o setor continue crescendo”, destacou. 

Ele também ressaltou a importância do Hub Investe RN como ambiente de integração. “É um espaço excelente, que certamente pode fortalecer ainda mais a parceria entre a Neoenergia Cosern e a FIERN para impulsionar o desenvolvimento do estado”, concluiu. 

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Instituto de Música Waldemar de Almeida abre 94 vagas para cursos no primeiro semestre de 2026

As inscrições seguem abertas até dia 22/02 (domingo), por meio de formulário online; vagas incluem aulas de canto e prática de coral. 

Comece o ano afinando seus sonhos! O Instituto de Música Waldemar de Almeida (IMWA) anuncia a abertura de vagas para o primeiro semestre de 2026. Estão sendo ofertadas 94 vagas, distribuídas em nove modalidades de ensino musical. Situado à rua Açu, no bairro do Tirol, em Natal (RN), o IMWA é um órgão estadual, vinculado à Fundação José Augusto (FJA). 

As oportunidades contemplam cursos e atividades de formação artística para diferentes níveis e faixas etárias, incluindo canto, instrumentos, teoria musical, prática coral e musicalização infantil. Estudantes da rede estadual de ensino têm gratuidade e prioridade na reserva de vagas.  

Criado em 20 de janeiro de 1986 pela Fundação José Augusto, o Instituto de Música Waldemar de Almeida (IMWA) nasceu com a missão de democratizar o acesso ao ensino musical no Rio Grande do Norte. Desde sua fundação, consolidou-se como um dos mais importantes polos de formação musical do Estado, sendo responsável por milhares de alunos formados ao longo de quatro décadas de atuação.

Modalidades e vagas: 

  • Academia de Ópera de Natal – 22 vagas. 
  • Coral Harmus – 17 vagas. 
  • Curso de Canto Lírico – 5 vagas. 
  • Musicalização Infantil (6 a 7 anos) – 8 vagas.
  • Curso de Violino – 14 vagas. 
  • Curso de Teoria e Solfejo – 40 vagas. 
  • Curso de Baixo Elétrico – 3 vagas. 
  • Curso de Iniciação ao Piano Clássico – 3 vagas. 
  • Curso de Piano – 4 vagas. 

Cronograma 

Inscrições: 9 a 22 de fevereiro (formulário online). 

Audições e avaliações:

  • Coral Harmus – 24 de fevereiro, no Auditório da Escola de Governo
  • Academia de Ópera de Natal – 28 de fevereiro, das 14h às 18h, na Escola de Dança do TAM (EDTAM)
  • Demais cursos – 23 a 27 de fevereiro, no prédio do IMWA

Divulgação dos resultados: 2 a 6 de março (segunda a sexta).
Início das atividades: 2 de março (segunda-feira). 

As pessoas interessadas devem acessar o formulário online e consultar o edital completo, onde constam todas as informações sobre critérios de seleção, documentação e requisitos específicos de cada modalidade.

Formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScpMR8Ua31LOrVF2c5xmjr-JVjx-jcthdM-a-voOcP71DzjIw/viewform

Edital   completo: https://docs.google.com/document/d/1t1rxtavq4Hxr9QKCtI9r1F5gYH6Nxvdj0Gr-g_EZV5U/edit

Serviço: Instituto de Música Waldemar de Almeida – IMWA

Rua Açu, 666 (1º andar)  – Tirol – Natal (RN)

institutomusica.fja@gmail.com

(84) 99161-8993

Fotos: Academia de Ópera IMA/Divulgação. 

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Reforma Tributária em 2026: como o administrador deve se preparar sem perder o controle em ano de Copa e eleições

CRA-SP

Por Adm. Rogerio Parente, coordenador do Grupo de Excelência em Administração Estratégica de Pessoas e Tecnologias – GEAPE Tech, do Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP

Em 2026, a Reforma Tributária deixa de ser discussão conceitual e passa a afetar decisões práticas dentro das empresas. E isso acontece em um ano com dois fatores que tendem a desorganizar a atenção coletiva: Copa do Mundo e eleições. No Brasil, esse contexto não é periférico. Enquanto parte do país concentra energia no jogo e no debate político, a gestão precisa sustentar o movimento inverso: foco, método e disciplina para revisar preços, contratos, processos e dados. A reforma exige coordenação; o ambiente público tende à dispersão.

Do ponto de vista econômico, o ano começa sem “folga gerencial”: a taxa Selic foi mantida em 15,00% pelo Copom, mantendo o custo de capital elevado e encarecendo decisões mal calibradas. Ao mesmo tempo, a prévia da inflação (IPCA-15) acumulava 4,50% em 12 meses em janeiro, no teto da meta, indicando um ambiente ainda sensível para consumo e negociação. Na prática, isso reduz o espaço para erro justamente quando a transição tributária exigirá revisar políticas, rotinas e controles que sustentam preço e contrato.

Nesse cenário, o maior erro é tratar a Reforma Tributária como tema restrito ao fiscal e ao contábil, como se fosse uma obrigação técnica resolvida no backoffice. O impacto mais relevante não é apenas tributário: é competitivo. A transição altera a lógica de formação de preços, exige contratos mais bem desenhados para incorporar novas variáveis, afeta o relacionamento com canais e parceiros e pressiona a gestão de rentabilidade e caixa.

Quando o contexto fica mais ruidoso, a empresa que adia decisões até “ter clareza” costuma pagar caro: negocia tarde, ajusta sob urgência e acumula retrabalho — exatamente quando deveria reduzir incertezas e preservar capacidade de execução. E, na prática, é aqui que eu vejo muitas organizações travarem: não na interpretação da regra, mas na falta de decisão integrada entre comercial, finanças e operação.

Na prática, a transição muda a dinâmica de gestão em quatro frentes — e isso explica por que o tema precisa sair do fiscal e entrar na agenda estratégica. Primeiro, o tempo útil de decisão encurta: a implementação é gradual, mas cumulativa; adiar escolhas reduz margem de manobra para 2027. Segundo, a precificação deixa de ser “etiqueta” e passa a exigir coerência de sistema: desconto, escopo, prazos e cláusulas precisam fechar entre si para preservar rentabilidade. Terceiro, a operação deixa de tolerar complexidades antigas: exceções, fluxos paralelos e cadastros frágeis, antes administráveis, passam a gerar custo e retrabalho. Por fim, maturidade gerencial vira vantagem: ganha quem executa com consistência, sem depender de esforço extraordinário.

Minha recomendação, como administrador falando para administrador, é simples e direta: trate a Reforma Tributária como pauta de competitividade, não apenas como exigência de compliance. Quando o tema fica preso à lógica do “cumprir regra”, a empresa tende a reagir tarde. Quando vira prioridade executiva, passa a orientar decisões-chave, integra áreas e reduz o custo do improviso.

A preparação, em si, não exige um projeto caro. Exige sequência correta, método e disciplina. Um roteiro objetivo seria:

  1. Diagnóstico de impacto no negócio: mapear onde a transição mexe com produtos, canais, contratos e caixa, identificando os pontos mais sensíveis.
  2. Planejamento por cenários: construir 2–3 cenários (base, conservador e favorável) e testar efeitos em volume, preço, prazos, custos e investimentos.
  3. Regras comerciais e de rentabilidade: definir parâmetros objetivos (critérios de repasse, limites de desconto, condições de pagamento, exceções e alçadas).
  4. Contratos e alinhamento externo: revisar contratos críticos (escopo, reajustes, responsabilidades e gatilhos de repactuação) com clientes, canais e fornecedores.
  5. Governança da alta gestão e cadência: manter a alta liderança à frente do tema, definindo prioridades e garantindo alinhamento entre áreas, com ritmo de acompanhamento, responsáveis claros, decisões registradas e indicadores.
  6. Sustentação por tecnologia e dados: alinhar tecnologia e cadastros ao novo desenho do negócio, para sustentar a operação sem perda de controle.

Em resumo, a Reforma Tributária não será decidida apenas na retaguarda técnica, mas na qualidade das escolhas gerenciais. Quem antecipa decisões, alinha áreas e sustenta uma cadência de execução atravessa a transição com mais previsibilidade — e chega mais forte do outro lado.

Pergunta final: sua empresa vai usar 2026 para construir vantagem — ou apenas tentar “não errar” até o ano virar?

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 7 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.

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Saúde mental e luto contemporâneo: os impactos emocionais das perdas invisíveis

Psicóloga especialista chama atenção para o luto prolongado, silencioso e social como desafios para a atualidade.

Mesmo sendo uma experiência comum, o processo de luto nem sempre é visível. Embora a morte seja culturalmente associada ao luto, muitas perdas atravessam a vida sem receber nome, reconhecimento ou acolhimento. Em um momento em que a saúde mental ganha mais espaço no debate público, torna-se fundamental ampliar o olhar para um recorte ainda pouco discutido: o cuidado emocional com pessoas que vivem o chamado luto invisibilizado.

Ao contrário do que muitos acreditam, o luto não é restrito à perda por morte. Ele também pode estar presente em rupturas afetivas, afastamentos familiares, perdas simbólicas, mudanças bruscas de vida e experiências coletivas de sofrimento social. Ainda assim, grande parte dessas dores segue sendo vivida em silêncio, sem espaço legítimo para expressão, escuta ou elaboração emocional.

Segundo a psicóloga especialista em luto do Morada da Paz, Alexsandra Sousa, o luto invisível pode assumir diferentes formas, sendo frequentemente prolongado, silencioso e socialmente não reconhecido. Esse tipo de luto ocorre quando a perda não é validada pelo entorno ou quando existe uma expectativa social de que a dor já deveria ter sido superada. “Por não ser evidente, quem vive esse luto muitas vezes escuta frases como ‘você precisa seguir em frente’ ou ‘isso já passou’. Com o tempo, a pessoa se sente constrangida a silenciar a própria dor, que deixa de ser compartilhada e passa a ser carregada sozinha”, aponta a especialista.

O luto prolongado ocorre quando a pessoa permanece por meses ou anos em sofrimento intenso, com dificuldade de retomar atividades cotidianas, estabelecer vínculos e projetar o futuro. Nesse cenário, o sofrimento deixa de ser apenas uma resposta natural à perda e passa a comprometer o funcionamento emocional e social. Estudos da psicologia e da psiquiatria indicam que esse tipo de luto pode evoluir para quadros de ansiedade, depressão, isolamento social e adoecimento físico, caso não haja suporte emocional adequado.

Outro processo recorrente é o luto silencioso, vivenciado quando a perda não é socialmente reconhecida como legítima. Abortos espontâneos, separações, mortes de ex-companheiros, perdas de vínculos afetivos importantes ou até de animais de estimação são exemplos frequentes. Nessas situações, a dor existe, mas não encontra autorização social para ser expressa, o que aprofunda o sentimento de solidão.

Além das perdas individuais, cresce também o reconhecimento do luto social, vivenciado em contextos de crises sanitárias, desastres ambientais, violência, instabilidade social e mudanças abruptas que afetam comunidades inteiras. Mesmo sem uma perda pessoal direta, esses eventos podem gerar sensação de insegurança, ruptura de expectativas e sofrimento emocional coletivo.

Acolhimento e cuidado

Para a psicóloga, o que mais falta às pessoas que vivenciam o luto invisível é um espaço seguro para que o processo possa ser vivido sem julgamento. “Quando a dor não é reconhecida, ela se intensifica”, afirma. Alexsandra conduz o Chá da Saudade, grupo de escuta para pessoas enlutadas, com encontros mensais presenciais. A iniciativa é aberta a clientes e familiares atendidos pelas marcas do Grupo Morada e oferece escuta mediada por psicólogos especializados em luto. “É um espaço onde a dor e a saudade são validadas, permitindo que cada pessoa viva o luto no seu tempo”, explica.

Verônica Melo é a frequentadora mais antiga do grupo. Viúva há sete anos, ela relata que sua dor nem sempre encontra escuta na família e entre alguns amigos.“A ausência do meu marido é minha maior tristeza, procuro apoio no Chá da Saudade, onde entendi que não existe tempo limite para terminar um luto. Não sou ignorada nem julgada por isso”, conta.

Pessoas como Verônica buscam apoio no grupo todos os meses. Alexsandra ressalta que o propósito do Chá da Saudade não é acelerar processos, mas acolher sem minimizar.  “Eles estão aqui para entender que seguir em frente não é esquecer, é encontrar formas possíveis de continuar”.

Saúde mental e luto

Para o Grupo Morada, holding responsável pelas marcas Morada da Paz, Morada da Paz Essencial e Morada da Paz Pet, falar sobre saúde mental no contexto do luto é uma extensão direta do seu propósito institucional de cuidado integral. Reconhecer as diferentes formas de perda é também reconhecer diferentes formas de sofrimento, que nem sempre estão associadas apenas à morte.

Esse olhar se materializa no Morada do Cuidado, espaço terapêutico do grupo que oferece acompanhamento psicológico individual, além de sediar iniciativas coletivas como o Chá da Saudade. O local foi criado para acolher pessoas em diferentes momentos de fragilidade emocional, ampliando o cuidado para além do luto e alcançando questões relacionadas à saúde mental de forma contínua e humanizada.

Alexsandra destaca que o processo de luto não é igual para todos. “Algumas pessoas ainda estão aprendendo a conviver com o que foi perdido: um amor, uma versão de si, um sonho, uma saúde ou uma presença. Cuidar da saúde mental também é reconhecer esses lutos, mesmo quando eles não são visíveis”, conclui.

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Sodiê Doces lança campanha Fevereiro tem Sabor de Festa com descontos na linha Zero Açúcar de 15%

Marca tem ainda campanhas semanais com ofertas exclusivas na loja online e preços especiais em bolos e salgados do mês

Em fevereiro, mês da folia carnavalesca, a Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, destaca a linha Zero Açúcar, em promoção ao longo de todo o período, com 15% de desconto nos sabores #128 Delícia de Leite II Zero Açúcar, #72 Chocomix com Morango Zero Açúcar, #152 Brigadeiro Branco com Morango Zero Açúcar e #74 Maracujá Zero Açúcar. A ação integra a campanha Fevereiro tem Sabor de Festa.

Além da linha Zero Açúcar, a rede também mantém em evidência os Bolos do Mês e os Salgados do Mês de fevereiro — #100 Sofia Rosa e #08 Chifon; Mini Bolinha 4 Queijos e Coxinha de Frango com Requeijão — com valores promocionais nas cerca de 400 unidades da rede.

A campanha prevê ainda ativações semanais nas lojas físicas: a cada sete dias, novos sabores de bolos entram em promoção com 15% de desconto, seguindo uma programação que contempla, sucessivamente, as linhas Clássicos, Tradicionais, Linha do Momento e Especial de Morango. Os sabores participantes variam a cada semana e podem ser consultados diretamente nas lojas e nos canais oficiais da Sodiê Doces.

Já na loja online, a rede oferece uma ação exclusiva: a cada sete dias, um sabor selecionado de cada categoria entra em promoção com 20% de desconto.

Os pedidos podem ser feitos diretamente nas unidades, via delivery, pela loja online da rede (appsodie.com.br) ou pelas plataformas iFood e 99.

Em Natal, as lojas estão localizadas na Avenida Engenheiro Roberto Freire, 721, Capim Macio (funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, 12h às 20h) e na Av. Ayrton Senna, 1995, Nova Parnamirim, Container 5, Shopping Cidade Verde (funcionamento: todos os dias: 10h às 21h30). Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp (Capim Macio 84 9423-5680 |  Nova Parnamirim 84 99854-6040 e/ou iFood. Mais informações: (84) 3346-0020 2020-0592 @sodiedocesnatal.

Sodiê Doces – A Sodiê Doces, maior franquia de bolos do país e eleita Franquia do Ano/2024, possui atualmente 400 lojas no Brasil e duas unidades em Orlando, nos Estados Unidos. O cardápio conta com mais de 80 sabores de bolos, linha Zero Açúcar, versões veganas e bolos caseiros, todos elaborados à base de pão de ló e matéria-prima selecionada. A rede também oferece docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombons), balas de coco, linha exclusiva de salgados e a linha de chocolates Premium. A empresa fechou 2024 com faturamento de R$ 740 milhões, crescimento de 15% em relação a 2023, e a abertura de 53 novas unidades.

Site: www.sodiedoces.com.br
Facebook: /sodiedocesoficial
Instagram: @sodiedoces

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