17 de outubro de 2017

Coluna Versátil News

ESCOLA DA ASSEMBLEIA APLICA QUESTIONÁRIO PARA PLANEJAR CURSOS DE 2018

A Escola da Assembleia Legislativa do RN (EALRN) iniciou o levantamento anual das necessidades de capacitação dos servidores da Assembleia. A ação tem o objetivo de executar a programação letiva de 2018, procurando atender aos interesses dos setores da Casa. Neste ano, a EALRN inovou no formato e, em vez de manualmente, o questionário será feito pela intranet do Legislativo, através de link divulgado internamente.

As questões abordam o perfil pessoal, acadêmico e profissional do servidor, além de cursos que o funcionário já possui, sua visão a respeito da EALRN, experiência de trabalho na Casa e sugestões de capacitação futura.

De acordo com Bárbara Rocha, membro da equipe pedagógica da EALRN, a intenção com a aplicação do questionário é ter uma base sólida para implementar a programação acadêmica de 2018. “É muito importante que os servidores participem dessa pesquisa. Quanto mais respostas tivermos, melhor pra todos. Porém, queremos alcançar, pelo menos, 350 pessoas”, disse a servidora.

Divulgação  

O questionário será disponibilizado via intranet e enviado por e-mail a todos os servidores da AL/RN. Caso não haja quantidade significativa de respostas, o setor pedagógico da Escola percorrerá os prédios e setores da Assembleia Legislativa aplicando o questionário manualmente.

 

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Assistência Social  de Parnamirim vai promover palestra “O Poder da Ação”

  •  A Secretaria de Assistência Social (SEMAS) vai promover no próximo dia 19, no auditório do Centro Administrativo, a partir das 8 horas, a palestra “O Poder da Ação”,  baseada no Best seller do PhD e Master Coach Paulo Vieira, presidente da Febracis. O palestrante Pedro Paulo Linhares Ferreira é doutorando em ciência e engenharia de materiais, bacharel em química  e coach integral sistêmico.

O evento é direcionado aos servidores da SEMAS. O objetivo da palestra é retirar o ouvinte da zona de conforto, levando-o a uma vida abundante em todos os pilares da vida. Na palestra é identificado o estado atual do ouvinte e traçado um objetivo baseado nos sonhos mais ousados, integrando razão e emoção.

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Brasil tem quase três milhões de jovens por ano que não frequentam a escola

Esta realidade se reflete em prejuízo de R$ 35 bilhões para o país, revela novo estudo do Insper, liderado pelo economista Ricardo Paes de Barros, e organizado pelo Instituto Ayrton Senna, Instituto Unibanco e Fundação Brava

Quando o ano letivo de 2017 terminar, os números de uma tragédia silenciosa e com grande impacto na vida social brasileira terá completado um novo ciclo perverso: cerca de um quarto dos jovens de 15 a 17 anos – um contingente de 2,8 milhões de pessoas – não terão se matriculado no início do ano, abandonarão seus estudos durante o ano letivo ou simplesmente terão sido excluídos da escola pela reprovação. Apenas pouco mais da metade dos jovens de 15 a 17 anos concluirá o Ensino Médio com no máximo um ano de atraso, acarretando prejuízos para os indivíduos e também para a sociedade, como o desperdício de R$ 35 bilhões por ano. As informações constam no estudo Políticas Públicas para a Redução do Abandono e da Evasão Escolar de Jovensconduzido por Ricardo Paes de Barros, economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor no Insper, fruto da parceria entre Fundação Brava, Instituto Ayrton Senna, Instituto Unibanco e Insper.

Com dados atuais e tratamentos estatísticos inéditos, o trabalho busca iluminar as causas do que chama de “desengajamento dos jovens” do processo educativo, ampliando o conceito de garantia dos direitos de educação para além da oferta e qualidade de ensino. Além disso, aponta caminhos para o desenvolvimento de políticas públicas pelos Estados, fazendo um amplo levantamento das principais práticas nacionais que já foram desenvolvidas para combater o problema e benchmark de relevantes iniciativas internacionais.

As conclusões de Paes de Barros contradizem a ideia de que o Brasil caminha para eliminar o gap de atendimento, ou até mesmo alcançar o objetivo de universalização do Ensino Médio, previsto no Plano Nacional de Educação para 2016. Além de apontar uma estagnação na matrícula daqueles com idade de 15 e 16 anos nos últimos 15 anos, os dados revelam que a porcentagem dos jovens de 17 anos fora da escola cresceu 6 pontos percentuais neste período, passando de 34% para 39,8% da população dessa faixa etária.

Com isso, o Brasil caminha na contramão de tendências internacionais. Dados da UNESCO trabalhados pelo economista apontam que 74% dos países do mundo avançam mais rapidamente na velocidade de inclusão dos jovens de 15 a 17 anos na escola do que o Brasil. Hoje, mais da metade das nações tem menor porcentagem de jovens fora da escola.

No atual ritmo de evolução na taxa de inclusão de jovens no Ensino Médio, o Brasil levará 200 anos para atingir a meta do Plano Nacional de Educação, que é a universalização do atendimento escolar a toda a população de 15 a 17 anos. Mesmo considerando o ritmo dos dois Estados brasileiros que mais evoluíram (o Pará e o Espírito Santo), o atraso em relação à meta seria de 32 anos. Mas, se o ritmo for semelhante ao dos países da Ásia Ocidental – os que avançaram mais rapidamente neste quesito – isso poderia ocorrer em 2030, com 13,8 anos de atraso em relação à meta prevista no Plano Nacional de Educação.

O estudo também identifica e classifica as 14 principais razões para o desengajamento, criando um mapa que ajuda a definir com maior precisão as possíveis estratégias de combate à evasão e o abandono escolar. Além de apresentar fatores já debatidos e aceitos no campo da educação, o estudo traz uma visão inovadora ao reforçar o livre arbítrio e a capacidade do jovem de racionalizar sobre seu engajamento na escola, de forma que a decisão de evadir ou abandonar é também uma decisão racional e que deve fazer sentido.

Desta forma, os 14 fatores são agrupados em 3 conjuntos. O primeiro conjunto se refere a fatores que não decorrem da falta de interesse, mas sim da existência de impedimentos externos, como acesso limitado ou impossibilidade física; o segundo decorre da falta de interesse como decisão bem informada e racional, implicando que a decisão de livre arbítrio do jovem de sair da escola pode ser justificável, dado questões como a qualidade do ensino e clima escolar; e, por fim, o terceiro grupo de fatores determinantes diz respeito à falta de interesse sem informação adequada e baixa resiliência emocional, na qual a decisão de sair da escola é tomada sem a informação adequada ou sem a devida reflexão.

Além de fazer um quadro sistematizado das causas, que podem orientar a criação de políticas públicas mais efetivas para combater o problema, o estudo contribui para o debate ao elencar mais de uma centena de programas nacionais e internacionais com foco no engajamento dos jovens em idade de cursar o Ensino Médio. Os programas internacionais apontados possuem eficácia comprovada, mas no Brasil, embora exista uma grande diversidade de ações, quase todos ainda carecem de avaliação mais precisa de sua eficácia para que possam ser aprimorados. Este fato demonstra o problema da falta de avaliação e construção de políticas sem base em evidências, o que compromete a eficiência do gasto e a eficácia dos resultados

O estudo vai além do diagnóstico e propõe a organização de políticas ativas e integradas para diminuir o desengajamento, como a garantia do acesso, especialmente para aqueles que vivem impedimentos (como os moradores de áreas rurais, pessoas com deficiência e privados de liberdade), e a formulação de políticas integradas na saúde e na assistência.

Do ponto de vista da escola, diz Paes de Barros, é preciso ampliar o leque de alternativas atrativas para os jovens que estão em vias de redução do engajamento, entre elas: cursos profissionalizantes, práticas esportivas e artísticas, atividades no contra turno, flexibilização curricular, com trilhas dentro do ensino regular. Além disso, o estudo recomenda a melhoria do clima na classe e programas para a redução do absenteísmo do professor.

O autor confere especial atenção à flexibilização para o aumento da atratividade escolar: a discussão sobre a real necessidade de presença na escola, com aumento das atividades a distância; flexibilização dos horários de aula, dos turnos e calendários, inclusive com a adoção de sistema por créditos; flexibilização do modelo de avaliação. Outra indicação relevante é que as escolas criem, com rapidez, formas de identificar e aconselhar jovens que manifestam sinais de desengajamento. Isso significa, em outras palavras, definir e controlar indicadores constantemente para intervir, com antecedência, quando os jovens começam a dar sinais de desengajamento. Programas norte-americanos como esse objetivo, com evidência da eficácia, são exemplificados no estudo.

A partir de agora, a pesquisa vai subsidiar uma ação digital da Fundação Brava para sensibilizar a sociedade e oferecer este conteúdo aos gestores públicos de forma clara e dinâmica, para apoiá-los na implementação de práticas bem-sucedidas de inclusão dos jovens na escola. Irá ao ar o site ‘Galeria de Estudos e Avaliação de Políticas Públicas’ – o GESTA (www.gesta.org.br) –, cuja primeira sessão, de Engajamento Escolar, esmiúça os resultados do trabalho e facilita o acesso às políticas pesquisadas com uma série de recursos audiovisuais e interativos.

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Economista Ricardo Amorim ministra palestra no FÓRUM que marca os dez anos da Revista Negócios.Net

O ano de 2017 vai terminando e o otimismo renasce nos sinais positivos da economia. Para as empresas, é hora de olhar o cenário de recuperação, inovar e valorizar oportunidades. Esta é a mensagem central do principal palestrante de economia e negócios do Brasil hoje, o economista Ricardo Amorim, que estará em Natal, no próximo dia 12 de dezembro, no Teatro Riachuelo, no I FÓRUM NEGÓCIOS. O evento marca o lançamento da edição de 10 anos da Revista Negócios.Net, que vai homenagear empresas e empresários que transformam a economia potiguar. As senhas já estão disponíveis na bilheteria do Teatro ou na internet através do ingressorapido.com.

O Fórum Negócios é uma realização da Acarta Comunicação, empresa que edita a Revista Negócios.Net, com apoio da Condor Investimentos e Dois A Engenharia. “São dez anos documentando a história da nossa economia através da Revista Negócios, apoiando a livre iniciativa, as empresas e os empresários do Estado. Estamos felizes em comemorar a data realizando em Natal a palestra que mais atrai empreendedores do Brasil. A intenção é trazer uma visão realista e otimista do que nos espera em 2018. E reconhecer nossos grandes empresários transformadores. Quem for não se arrependerá”, destaca o jornalista Jean Valério, um dos organizadores do evento.

PALESTRANTE – Único brasileiro incluído na lista dos mais importantes e melhores palestrantes mundiais do Speaks Corner, Ricardo Amorim profere, há anos, palestras sobre economia e tendências no Brasil e exterior. Economista, formado pela USP, é pós-graduado em Administração e Finanças Internacionais pela ESSEC de Paris. Atuando no mercado financeiro desde 1992, trabalhou em Nova York, Paris e São Paulo, como economista e estrategista de investimentos. Amorim é um dos debatedores do programa Manhattan Connection da Globo News desde 2003. É também colunista na revista IstoÉ e apresentou a coluna Economia e Negócios na Rádio Eldorado.

APOIADORES – O evento conta com apoio da DOIS A Engenharia, Condor Participações, Sistema Opinião, TV Ponta Negra, Unimed Natal, Detran-RN, Sebrae-RN, Unimed, Harabelo Viagens, ABIH-RN, Volvo, Governo do RN, Prefeitura de Natal, CDL Natal, Fecomercio-RN, Arena das Dunas, Seturn, Unigráfica, Fala Síndico, Rádio 98 FM, Jovem Pan, Rádio 95 FM, Bandeirantes Out Door, Maxmeio, Executiva.

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Sandra Mazzini apresenta sua primeira individual na Janaina Torres Galeria/SP

Com abertura no dia 21 de outubro, exposição Como os rios correm para o mar exibe doze pinturas figurativas da artista paulistana

Sandra Mazzini: Como os rios correm para o mar (2017) | Óleo sobre tela

Em sua produção, Sandra Mazzini investiga um tema caro à história da arte: a paisagem. Consagrado pelos pintores holandeses no século XVI, o gênero passou por inúmeras transformações, chegando a ser deixado de lado por parte da arte conceitual, para emergir novamente na produção de artistas contemporâneos como o alemão Anselm Kiefer e o brasileiro Paulo Pasta. É a partir desse contexto de renovação da paisagem que Sandra concebe suas pinturas, exibidas em sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, em São Paulo.

Intitulada Como os rios correm para o mar, a mostra, que inaugura no dia 21 de outubro, reúne cerca de dez obras produzidas no último ano. Nos trabalhos, é possível identificar elementos figurativos que são sobrepostos por formas geométricas, numa espécie de “quebra-cabeças”, como define Sandra: “A pintura é uma técnica complexa que possibilita vários desdobramentos de sentidos. Nas minhas obras, há várias pinturas dentro de uma só. É uma espécie de trama composta por unidades autônomas”.

Para o artista Sergio Romagnolo, que assina o texto de apresentação da mostra, a produção de Sandra exige que o público tenha um olhar ativo. “As manchas coloridas, em alguns momentos, quase abstratas, se juntam e formam paisagens complexas. As pinturas de Sandra ativam a visão, fazem o observador se aproximar da tela, ver as bordas e depois se afastar novamente na tentativa de ver mais longe”.

Nesse jogo de ótica, as obras se distanciam de uma representação realista, apresentando uma paisagem fragmentada. Familiarizada com o trabalho de Sandra, a artista Leda Catunda afirma que suas obras trazem uma “visão poderosa, alterando o real para em seguida reapresentá-lo repleto de nuances particulares e vibrações improváveis”.

Todos os trabalhos expostos são figurativos, retratando elementos da natureza. São árvores, folhas e flores que emergem nas pinturas de Sandra, que tem como grande referência os artistas Luiz Zerbini e Ana Elisa Egreja. “Aos poucos, as plantas se tornaram o tema central da minha produção. Elas acrescentam movimento ao trabalho, rompendo com a rigidez das formas geométricas”, conta.

Esse olhar bucólico é inspirado nas memórias familiares da artista, cujos avós eram agricultores em Ibiúna, no interior de São Paulo. Na tela Mangueiras e Barranco em Ibiúna, por exemplo, ela representa uma árvore, cujos frutos estão escondidos por sacos. A técnica era empregada pelos seus avós para proteger as mangas dos insetos e acelerar o seu amadurecimento. Lembrança afetiva, o cenário rural aparece em grande parte das obras, configurando “um mundo introspectivo, caseiro e silencioso”, como afirma Romagnolo.

Em cartaz até 16 de dezembro, a exposição integra a programação do Art Weekend, nos dias 11 e 12 de novembro. O evento conta com a participação de uma série de galerias, que estendem o seu horário de funcionamento no fim de semana, apresentando ao público aberturas, coquetéis e visitas guiadas. A artista participa ainda da Feira PARTE, que acontece no Clube Hebraica, de 8 a 12 de novembro.

Artista

Nascida em 1990, Sandra Mazzini é formada em Artes Visuais pela UNESP. Já participou de exposições coletivas como Um Desassossego, na Galeria Estação, e o 42º Salão de Ribeirão Preto, no Museu de Arte de Ribeirão Preto. Atualmente, trabalha e vive em São Paulo.

Galeria

Localizada no bairro Jardins, a galeria inaugurou seu espaço em 2016, com um projeto arquitetônico do Estúdio Manus. Representando artistas jovens e consagrados, a instituição visa aproximar o público de distintas produções artísticas, que dizem respeito ao contexto social, político e cultural nacional e internacional.

 

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