Tetos diferenciados da Lei de Incentivo à Cultura complicam sobretudo os espetáculos musicais
O Globo

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse na noite desta quarta-feira, em entrevista à GloboNews, que a política externa do governo Jair Bolsonaro é um “desastre”. Maia criticou ainda a política de Educação do governo e a “falta de agenda” para o país. Segundo ele, a ausência de propostas dificulta a relação do Executivo com o Congresso.
No caso do teatro musical, um mercado que cresceu nas últimas duas décadas, o limite por projeto pode significar o desmonte de uma cadeia produtiva, que envolve profissionais de várias áreas.
— O musical é um gênero historicamente popular no Brasil, e que nas últimas duas décadas foi renovado com a chegada de espetáculos com o padrão Broadway. Introduzimos novas tecnologias e isso faz subir o valor das produções — observa Gerson Steves, autor do livro “A Broadway não é aqui” (2015), que ganhará edição ampliada este ano. — A tendência é que o teto de R$ 1 milhão inviabilize produções de maior porte, que empregam grande quantidade de profissionais.
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