10 de setembro de 2019

Coluna Versátil News

Setembro Amarelo: OMS diz que é possível prevenir suicídio

Agência Brasil

Rio de Janeiro - Parte da campanha Setembro Amarelo, ato na orla de Copacabana marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Tânia Rêgo/Agência Brasil

A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo. Hoje (10), Dia Mundial para a Prevenção do Suicídio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reafirma a importância de todos os países adotarem estratégias de prevenção com eficácia comprovada.

De acordo com o diretor-geral da OMS, é possível evitar o suicídio. Ele diz que, para isso, as nações precisam se mobilizar para implementar ações eficazes e políticas públicas eficientes. Segundo a OMS, apenas 38 países têm programas nacionais de saúde e políticas eficientes de prevenção ao suicídio.

Uruguai

O Uruguai é um país que tem, historicamente, altos índices de suicídio. Em todo o continente americano, é o terceiro em número de casos, ficando atrás apenas da Guiana e do Suriname. A taxa registrada em 2016 foi quase três vezes maior do que a brasileira – foram 18,4 suicídios para cada 100 mil habitantes, enquanto o Brasil registrou 6,5 para cada 100 mil habitantes.

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Governo prevê inflação mais baixa, e salário mínimo pode ter aumento menor em 2020

G1

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia revisou nesta terça-feira (10), por meio do “boletim macrofiscal”, a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano de 4% para 3,7%.

Até o momento, a área econômica tem informado que a correção do salário mínimo, em 2020, terá por base apenas a variação da inflação registrada no acumulado deste ano – com base no INPC.

Assim, a estimativa de um índice inflacionário mais baixo para 2019 também implicará, se o formato de correção for mantido, em um valor menor para o salário mínimo no ano que vem.

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“Precisamos de uma cidade sustentável social, ambiental e economicamente”, afirma Marcelo Queiroz em Seminário sobre Plano Diretor de Natal

Foto: Divulgação

“Por um Plano Diretor mais justo e sustentável social, ambiental e economicamente”. Foi com esta proposta que o Sistema Fecomércio RN, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil no estado (IAB RN) e apoio do Crea RN, reuniu nesta segunda-feira (9), no Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, mais de 200 convidados, entre entidades, empresários, especialistas em Urbanismo e Meio Ambiente e autoridades. O Seminário “DesEnvolve Natal” teve como foco apresentar estratégias e metodologias que possam lançar luzes sobre os principais problemas da cidade e como o novo Plano Diretor pode ajudar a resolvê-los.

Responsável por conduzir a abertura do Seminário, o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz enalteceu a importância de promover encontros focados em definir soluções e melhorias na revisão do referido Projeto. “Realizamos este evento buscando consolidar um conjunto de sugestões que levam a uma cidade inclusiva e melhor para todos. Nossa ideia é nos aprofundarmos sobre este tema que, a meu ver, é um dos assuntos mais importantes do momento na capital potiguar”, disse.

Em processo de revisão pela Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb), o novo Plano Diretor de Natal deverá ser enviado para votação na Câmara Municipal ainda neste ano. Entre os convidados do Seminário, os vereadores – responsáveis por aprovar o novo Plano – tiveram a oportunidade de ouvir cases e modelos apresentados por especialistas vindos dos estados de Goiás, Ceará e São Paulo, que proferiram palestras com a temática direcionada à gestão, acessibilidade e inovações nesta área. Nomes como os dos vereadores Felipe Alves (MDB); Eleika Bezerra (PSL); Aroldo Alves (PSDB); Klaus Rêgo (Solidariedade); Fulvio Saulo (Solidariedade); Ary Gomes (PDT) e Sueldo Medeiros (PHS) estavam na plateia.

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PROJETO RIBEIRA BOÊMIA REALIZA “LUAU DO POTENGI” NESTA SEXTA (13)

Hilneth Correia

O projeto Ribeira Boêmia e o Iate Clube do Natal realizam nesta sexta-feira, dia 13, o “Luau no Potengi”, que terá como atração música de boa qualidade, a cargo da Roda de Samba Ribeira Boêmia e de convidados especiais como Dodora Cardoso e Matheus Magalhães, do grupo “Samba Preto do Branco”. O evento, que será aberto por um trio de Chorinho, terá início às 19 horas.

Diante do belo visual do Rio Potengi, a noite será iluminada pela lua cheia e regada por muito samba, aposta o diretor social do Iate Clube, Edson Fernandes, que destaca o Ribeira Boêmia como um projeto, produzido por Laumir Barreto e que é reconhecido em todo o estado como sinônimo de qualidade.

A venda de mesas para o evento, que é aberto ao público, já está ocorrendo na secretaria do Iate Clube e na loja Le Postiche, no shopping Midway. Vendas on line também estão sendo realizadas através do site www.outgo.com.br

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Número de beneficiários de planos de saúde cai 0,3% em 12 meses

Agência Brasil

Plano de Saúde
Arquivo/Agência Brasil

Pesquisa divulgada hoje (9) pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) revela que o número de beneficiários de planos de saúde caiu 0,3% – o equivalente à perda de 133,3 mil vínculos – entre julho deste ano e igual mês do ano passado, somando um total de 46,99 milhões de pessoas. De acordo com o IESS, esta é a primeira vez, desde março de 2012, que as carteiras das operadoras de planos de saúde têm menos de 47 milhões de vínculos.

Segundo o superintendente executivo do IESS, José Cechin, a redução do número de beneficiários não está em desalinho com o que vem acontecendo no setor nos últimos anos. Cechin lembrou que, nos planos médico-hospitalares, o pico de queda foi sentido a partir de dezembro de 2014 e que 3 milhões de beneficiários deixaram os planos em 2015 e em 2016 – 1,5 milhão em cada ano, e mais um pouco em 2017.

“Foram mais de 3 milhões de perdas de vínculos de planos médico-hospitalares em 2015, 2016 e 2017. De então para cá, o setor veio andando de lado. Um momento sobe, um momento cai e fica oscilando em torno de 47,1 milhões e 47,2 milhões [de beneficiários]. Desta vez, oscilou para baixo”, disse Cechin à Agência Brasil.


Apesar disso, houve aumento de 2,2% na quantidade de vínculos com pessoas de 59 anos ou mais, o que equivale a 147,3 mil novos contratos, ressaltou.

Para Cechin, a redução de 0,3% registrada nos 12 meses findos em julho “é um pequeno soluço”, e a expectativa para o próximo resultado é de recuperação. Ele disse que tem sido assim nos últimos meses e que não acredita que isso tenha iniciado uma tendência de decréscimo do número de beneficiários.” É apenas uma oscilação circunstancial, conjuntural.”

Cechin lembrou que as empresas costumam oferecer planos de saúde a seus funcionários: dois terços dos planos médico-hospitalares são corporativos. “Se, nas empresas, há desemprego, as pessoas que tinham emprego perdem o plano”, lamentou. Segundo ele, isso explica a grande saída de beneficiários dos planos de saúde em 2015 e 2016.

Ele disse que, quando a economia voltar a crescer, as empresas terão melhores condições financeiras e vão contratar pessoal que terá planos de saúde.

Odontológicos

Em contrapartida à queda de vínculos nos planos médico-hospitalares, os que cobrem tratamentos odontológicos mantêm trajetória de crescimento. Quando o segmento teve início, com regulamentação a partir de 2000/2001, havia menos de 1 milhão de beneficiários, lembrou Cechin. Atualmente, esses planos detêm 24,96 milhões de beneficiários, e a tendência é de expansão.

“É tradição desse mercado crescer continuamente, mesmo na recessão e na crise”, disse Cechin, que atribuiu a expansão do setor odontológico à mensalidade paga, que é mais baixa que a de um plano médico, e as pessoas podem pagar. Ele acrescentou que muitas empresas que gostariam de oferecer um plano médico a seus funcionários ainda não têm porte, nem economicidade, renda e finanças para tal, e optam pelo odontológico, cujo tíquete é bem mais baixo.

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade que promove e realiza estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas no setor brasileiro.

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