16 de fevereiro de 2023

Coluna Versátil News

Dia Mundial do Gato: tecnologia está revolucionando os cuidados com a saúde dos felinos

Mercado pet ganhou recentemente inovações e médico-veterinário explica como elas podem auxiliar na rotina do tutor

As pessoas têm se apaixonado ano após ano pelos gatos. Não é à toa que o crescimento desses bichamos tem aumentado cada vez mais nos lares e se tornado os preferidos pelos brasileiros. O Censo Pet IPB mostrou um recorde de 6% no crescimento da população brasileira de felinos domésticos entre os anos de 2020 e 2021. Com isso, é preciso que os cuidados com a saúde sejam disseminados e aprendidos pelos tutores, já que culturalmente acreditasse que os felinos demandem menos atenção por serem mais “independentes” que os cães, o que não é verdade. A boa notícia é que a tecnologia tem sido cada vez mais presente, revolucionando a forma de cuidar dos pets e, claro, facilitando a rotina para os tutores.

“Os felinos são mais caseiros, mas isso não quer dizer que não precisam de cuidados. Inclusive, o mercado dispõe de produtos que auxiliam os tutores a cuidarem dos bichinhos, principalmente com a atual vida hibrida, como a linha Sure Pet Care da MSD Saúde Animal. É a Petnologia, tecnologia relacionada com os cuidados que chega para inovar no mercado, proporcionando uma melhor qualidade de vida ao animal e um melhor entendimento do pet falando com o dono” explica Marcio Barboza, médico-veterinário e coordenador técnico pet da MSD Saúde Animal.

Confira abaixo algumas das novidades tecnológicas e como elas podem contribuir com esse cuidado:

Alimentadores inteligentes

O mercado pet disponibiliza aos tutores de pets, não só de cães, mas de gatos também, acessórios que armazenam dados dos animais de estimação para auxiliar no monitoramento de peso ou para casas com animais de diferentes necessidades nutricionais, já que balanças integradas possibilitam aos tutores medirem precisamente cada porção de alimento, além de monitorarem pelo aplicativo o quanto e quando o pet consome de alimento, a exemplo do Sure Feed Connect. Outra opção é o Sure Feed, um comedouro que, por meio de uma tampa automática, atua como proteção para os alimentos, mantem a comida mais fresca, evita que as úmidas sequem e que as moscas se instalem — assim proporcionando uma comida gostosa e saudável para os animaizinhos.

Portas automáticas para entrada no lar

Agora se a sua preocupação é em proporcionar passeios para o seu gatinho durante o seu período fora, uma linha de portas automáticas que conecta com o lar pode ser uma boa opção. Disponíveis em dois modelos, o SureFlap Connect possui acesso por meio do microchip de identificação e concentra informações que faz a conexão do produto com o aplicativo Sure PetCare, que fornece informações da atividade e rotina do animal. Além disso, é possível controlar a entrada e saída pela plataforma no celular e ativar notificações de quando os gatos saem. Já o SureFlap, funciona como uma porta automática que identifica o animal que, assim como o connect, também evita que outros animais desconhecidos entrem no local.

Microchip

A identificação já é bastante utilizada no agronegócio para facilitar o rastreamento e acompanhamento do gado, inclusive para garantir o controle e prevenção de doenças. A novidade chegou também para o mercado pet e visa auxiliar o tutor na prevenção de enfermidades, localização e ainda mais saúde e bem-estar ao gato com um processo seguro, rápido, fácil e praticamente indolor. Com o dispositivo o veterinário pode consultar todo o histórico de saúde do animal, assim como a carteira de vacinação, fazendo recomendações mais assertivas ao tutor.

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Com serviço digital, inteligente e livre de burocracia, unidades Liiv Rooms são opções em Natal para quem vem do interior

Os pontos turísticos e a diversidade de serviços oferecidos por Natal atraem durante todo o ano milhares de pessoas vindas de várias cidades do interior do estado. Seja para passar um fim de semana na praia, curtir uma balada, encontrar os amigos, resolver assuntos de trabalho ou até mesmo buscar um atendimento mais especializado de saúde. E esse público busca cada vez mais opções de hospedagem que garantam conforto, liberdade e privacidade, além de um preço mais em conta.
É nesse contexto que se enquadra a Liiv Rooms. As três unidades localizadas na Praia de Ponta Negra – Liiv Costeira, Liiv Cobogó e Liiv Mar – possuem um conceito de hospedagem inteligente, sem burocracia. Tudo é feito de forma digital, pelo celular, usando WhatsApp. Os espaços não têm recepção para evitar perda de tempo. Cada pessoa recebe senhas para entrar e sair quando quiser durante a estadia. Há segurança, com sistema de monitoramento, e assistência ao cliente 24 horas.
Ítalo Eduardo é da cidade de Espírito Santo, na região Agreste do estado. O professor de matemática hoje mora em Fortaleza, no Ceará, mas quando residia no RN se hospedou, pelo menos, sete vezes nas unidades Cobogó e Costeira. “Me fascinei com a praticidade do self-checkin e a privacidade que isso proporciona, já que você pode entrar e sair na hora que quiser, sem precisar passar por uma portaria com alguém lá”, relatou.
“É como se você tivesse um apartamento na capital que está disponível pra você sempre que precisar. Como tudo funciona de forma digital e sem aquele burocracia de passar pela recepção de um hotel pra entrar e sair, o hóspede se sente mais à vontade, com mais liberdade e privacidade”, disse o CEO da Liiv Rooms, André Sudário.
A localização também é um dos grandes diferenciais. As unidades ficam perto da praia e ao lado de várias opções de bares, restaurantes, boates e outras opções de lazer e de serviços importantes como supermercados, clínicas, faculdades, shoppings e academias. “Dá pra resolver tudo aqui por perto e se você for aproveitar a noite de Ponta Negra, vai poder voltar pra descansar em um local pertinho da balada, sem maiores preocupações”, observou André.
A Liiv também oferece wi-fi de alta velocidade, ar-condicionado, espaço co-working, cozinha compartilhada, quartos com acessibilidade e também para não-fumantes, além de ser um espaço Pet Friendly. Mais informações pelo www.liivrooms.com.br, pelo @liiv_oficial ou ainda pelo Whatsapp (11) 99897-8727.
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Festa de concentração da Banda da Praia é no Praiamar Natal Hotel

O carnaval  está de volta! E a Banda da Praia anima os foliões dia 18 de fevereiro, às 10h, com concentração e saída do Praiamar Hotel, em Ponta Negra. O cantor Diogo das Virgens vai fazer um show na varanda do hotel para os hóspedes e integrantes do bloco.Nesta edição, 200 turistas hospedados em hotéis e pousadas da região já asseguraram suas camisetas.A animação conta a participação especial da Orquestra Frevo do Xico e, no Deck, estão previstas três atrações que irão tocar os seus maiores sucessos a partir das 13h com Pedro Luccas, 14h30 tem um DJ Local do Point do Testa e às 15h Jolian e Orquestra Maria Fumaça.A Banda da Praia conta com a Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Djalma Marinho, Prefeitura do Natal. Tem o apoio cultural da Unimed/Natal e Praiamar Hotel. Além do Restaurante Camarões, Clarear Serviços e Construtora Hazbun.A venda da camisa/ingresso segue ao valor de R$ 60,00 na Sunline Turismo ou pelo aplicativo Outgo.Serviço:O que? Banda da PraiaOnde? Ponta NegraVendas: Presenciais na Sunline Turismo Av. Prudente de Morais, 1195 – LJ 01 – Tirol, Natal – RN, 59020-505, Telefone: (84) 3211-5919 ou e pelo App https://www.outgo.com.br/bloco-banda-da-praiaData: 18/02/23Hora: 10hLocal: Praiamar Hotel

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No Rio Grande do Norte, 87,7% das crianças e adolescentes vivem na pobreza, alerta UNICEF

Estudo apresenta múltiplas dimensões da pobreza que impactam crianças e adolescentes no Brasil e em cada estado

No Rio Grande do Norte, 87 de cada 100 crianças e adolescentes vivem na pobreza em suas múltiplas dimensões: renda, educação, trabalho infantil, moradia, água, saneamento e informação. É o que indica a pesquisa “As Múltiplas Dimensões da Pobreza na Infância e na Adolescência no Brasil”, lançada nesta terça-feira. O estudo apresenta dados até 2019 (trabalho infantil), até 2020 (moradia, água, saneamento e informação), até 2021 (renda, incluindo renda para alimentação) e dados até 2022 (educação). Em todo o Brasil, são ao menos 32 milhões de meninas e meninos (63% do total) na pobreza multidimensional.   

Neste momento em que presidente, vice-presidente, ministros, governadores, senadores e deputados iniciam novos mandatos, o UNICEF alerta para a urgência de priorizar políticas públicas com recursos suficientes voltadas a crianças e adolescentes no País, levando em consideração os desafios de cada região e estado. 

“A pobreza na infância e na adolescência vai além da renda. Estar fora da escola, viver em moradias precárias, não ter acesso a água e saneamento, não ter uma alimentação adequada, estar em trabalho infantil e não ter acesso à informação são privações que fazem com que crianças e adolescentes estejam na pobreza multidimensional”, explica Liliana Chopitea, chefe de Políticas Sociais, Monitoramento e Avaliação do UNICEF no Brasil. “Na maioria das vezes, essas privações se sobrepõem, agravando os desafios enfrentados por cada menina e menino. Por isso, é urgente olhar para a pobreza de forma ampla, e colocar a infância e a adolescência no orçamento e no centro das políticas públicas”, defende ela. 

O estudo foi realizado pelo UNICEF, com apoio da Fundação Vale. Para analisar a pobreza multidimensional, foram utilizados dados oficiais, da Pnad Contínua, relacionados a sete dimensões: Renda, Educação, Trabalho Infantil, Moradia, Água, Saneamento e Informação. Além disso, foi realizada uma análise específica sobre a renda para alimentação. Os resultados revelam um cenário preocupante. O último ano para o qual há informações disponíveis para todos os indicadores é 2019 – quando, em todo o Brasil, havia 32 milhões de meninas e meninos de até 17 anos privados de um ou mais desses direitos. Para os anos seguintes, só há dados de educação e renda, incluindo renda para alimentação – e todos pioraram.    

Em 2021, o percentual de crianças e adolescentes que viviam em famílias com renda abaixo da linha de pobreza monetária extrema (menos de 1,9 dólar por dia) alcançou o maior nível dos últimos cinco anos: 16,1%, versus 13,8%, em 2017. No caso da alimentação, o contingente de crianças e adolescentes privados da renda necessária para uma alimentação adequada passou de 9,8 milhões, em 2020, para 13,7 milhões, em 2021 – um salto de quase 40%. Já na educação, após anos em queda, a taxa de analfabetismo dobrou de 2020 para 2022 – passado de 1,9% para 3,8%. 

Desigualdade regional – A pobreza multidimensional impactou mais quem já vivia em situação mais vulnerável – negros e indígenas, e moradores das regiões Norte e Nordeste –, agravando as desigualdades no País. Entre crianças e adolescentes negros e indígenas, 72,5% estavam na pobreza multidimensional em 2019, versus 49,2% de brancos e amarelos. Entre os estados, seis tinham mais de 90% de crianças e adolescentes em pobreza multidimensional, todos no Norte e Nordeste. 

Entre as principais privações que impactam a infância e a adolescência no Brasil estão a falta de acesso a saneamento básico (alcançando 21,2 milhões de meninas e meninos – ), seguida pela privação de renda (20,6 milhões) e de acesso à informação (6,2 milhões). A elas se somam a falta de moradia adequada (4,6 milhões), privação de educação (4,3 milhões), falta de acesso a água (3,4 milhões) e trabalho infantil (2,1 milhões). No total, são 32 milhões crianças e adolescentes afetados por uma ou mais de uma dimensão da pobreza multidimensional.  

No Rio Grande do Norte, o estudo indica a falta de acesso a saneamento como a dimensão que mais afeta crianças e adolescentes, impactando 77,3% das meninas e meninos, seguida pela privação de renda (51,2%). Em seguida vem falta de acesso à informação (14,7%), privação de educação (12,2%), acesso à água (8,8%), moradia (7%) e trabalho infantil (2,3%). No total, 87,7% das meninas e meninos potiguares são afetados por uma ou mais de uma dimensão da pobreza multidimensional. “Os desafios são imensos e inter-relacionados. Para reverter esse cenário, é preciso políticas públicas que beneficiem não só as crianças e os adolescentes diretamente, mas também mães, pais e responsáveis, especialmente os mais vulneráveis”, afirma Liliana Chopitea.  

O UNICEF recomenda: 

  1. Priorizar investimentos em políticas sociais;  
  2. Ampliar a oferta de serviços e benefícios às crianças e aos(às) adolescentes mais vulneráveis;  
  3. Fortalecer o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente;  
  4. Implementar medições e o monitoramento das diferentes dimensões da pobreza e suas privações por um órgão oficial do Estado;  
  5. Promover a segurança alimentar e nutricional de gestantes, crianças e adolescentes, garantindo a eles(as) o direito humano à alimentação adequada e reduzindo o impacto da fome e da má nutrição nas famílias mais empobrecidas;  
  6. Implantar com urgência políticas de busca ativa escolar e retomada da aprendizagem, em especial da alfabetização;  
  7. Priorizar, no âmbito das respectivas esferas de gestão, a agenda de água e saneamento para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas;  
  8. Implementar formas de identificar precocemente as famílias vulneráveis a violências, incluindo trabalho infantil;  
  9. Promover e fortalecer oportunidades no ambiente escolar e na transição de adolescentes para o mercado de trabalho. 

Confira, abaixo, a situação do Brasil nas dimensões que compõem a pobreza multidimensional. 

Renda

Até 2019, a privação de renda se mantinha relativamente estável no Brasil, com mais de 20 milhões de meninas e meninos vivendo abaixo de um nível mínimo de renda para satisfazer suas necessidades.  

Em 2020, com o Auxílio Emergencial, houve uma melhora no percentual de crianças e adolescentes vivendo na extrema pobreza (renda familiar inferior a 1,9 dólar por dia). Esse cenário, no entanto, não se manteve em 2021. O percentual de crianças e adolescentes vivendo na extrema pobreza, e também na pobreza (renda familiar de menos de 5 dólares por dia), alcançou o maior nível em relação aos anos anteriores: 16,1% e 26,2%, respectivamente.  

Alimentação

Na última década, o número de crianças e adolescentes que viviam em domicílios cuja renda familiar era insuficiente para alimentação vinha sendo reduzido. A pandemia, no entanto, reverteu essa tendência de melhora, alterando bastante o cenário.  

Entre 2020 e 2021, o número de crianças e adolescentes privados de renda familiar necessária para uma alimentação adequada passou de 9,8 milhões para 13,7 milhões. Um aumento de 3,9 milhões. Os percentuais de privação subiram tanto para negros e indígenas quanto para brancos e amarelos. O aumento, no entanto, foi maior para o primeiro grupo (31,2%% ante 17,8%), aprofundando a desigualdade. 

Educação

Em 2019, mais de 4 milhões de crianças e adolescentes apresentavam alguma privação no direito à educação no Brasil – frequentavam a escola com atraso escolar ou sem estar alfabetizados, ou estavam fora da escola. 

Se, antes da pandemia, o País vinha apresentando pequenas melhorias no acesso a esse direito, com a pandemia, o cenário se inverteu. Houve piora em diferentes indicadores, em especial a alfabetização. Em 2022, o percentual de crianças privadas do direito à alfabetização dobrou em relação a 2020, passando de 1,9% para 3,8%. A privação de alfabetização impacta diretamente a aprendizagem e a trajetória escolar dos(as) estudantes, afetando principalmente crianças e adolescentes negros e indígenas, das regiões Norte e Nordeste e meninos.   

Saneamento

A falta de acesso ao saneamento – banheiro e rede de esgoto – é uma das privações que mais impactam crianças e adolescentes no Brasil. Segundo os dados da Pnad Contínua 2020 (últimos disponíveis para esse tema), quatro em cada dez meninas e meninos estavam privados desse direito.  

Há quase o dobro de crianças e adolescentes negros e indígenas privados do direito ao saneamento no Brasil, em comparação com brancos e amarelos – 47% e 29,7%, respectivamente. O problema é mais grave nas regiões Norte e Nordeste, em que há estados com mais de 80% das crianças e dos adolescentes privados de saneamento.  

Água

De modo geral, os percentuais de meninos e meninas privados do acesso a água segura se mantiveram estáveis nos últimos anos. Houve, apenas, uma melhora em 2020 em relação ao cenário mais extremo dessa privação de direito. Com isso, o percentual de crianças e adolescentes que habitavam um domicílio que não recebia água canalizada caiu de 4,6%, em 2017, para 3,5%, em 2020. Já os percentuais de quem recebia água, mas de fonte insegura, ou tinha água apenas na parte externa da casa, se manteve estável. 

Moradia

Aproximadamente um em cada dez crianças e adolescentes vive em moradia inadequada no Brasil – viver em uma casa com quatro pessoas por dormitório, ou cujas paredes são de material inadequado, como madeira aproveitada. Os dados mais recentes disponíveis são de 2020. O problema se concentra no Norte do País, com três estados apresentando indicadores de moradia inadequada superiores a 20% – Amazonas, Amapá e Roraima. E está presente de forma mais acentuada, também, em grandes conglomerados urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, que, apesar dos altos níveis de desenvolvimento socioeconômico, têm mais de 10% das crianças e dos adolescentes vivendo em moradias inadequadas. 

Informação

O acesso à internet e à televisão, especialmente o primeiro, apresentou uma melhora estatisticamente significativa nos últimos anos. De 2017 a 2020, o percentual de crianças e adolescentes que acessou a internet em casa no ano anterior à realização da pesquisa (Pnad-C) passou de 67,9% para 86,6%. 

Os resultados mostram, no entanto, que o acesso a essas tecnologias é ainda muito desigual no País. O percentual de negros e indígenas privados desse direito é quase o dobro em comparação com brancos e amarelos, em todos os anos. A disparidade regional também é grande, com percentuais de privação abaixo de 5% no Sul e Sudeste, e ultrapassando 20% em alguns estados do Norte e Nordeste. 

Trabalho infantil

Os últimos dados disponíveis sobre trabalho infantil na Pnad Contínua são de 2019. Naquele ano, mais de 2 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil – excluindo-se aqui meninas e meninos exercendo função de aprendiz, prevista em lei. Entre 2017 e 2019, não houve melhorias significativas nessa área.  

Sobre o Estudo

A pesquisa “As Múltiplas Dimensões da Pobreza na Infância e na Adolescência no Brasil” foi realizada pelo UNICEF, com apoio da Fundação Vale. A pesquisa utiliza dados oficiais do Brasil. Para desenhar o cenário atual, foi utilizada a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2017 a 2019/2020/2021/2022, dependendo da disponibilidade. A análise histórica foi feita com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008/2009 e 2017/2018. A POF foi utilizada, também, para analisar a dimensão de alimentação, que não é coberta de maneira sistemática pela Pnad Contínua. Em virtude das restrições impostas pela pandemia de covid-19, determinados indicadores, como trabalho infantil, não foram atualizados.  

Além de mapear as múltiplas dimensões da pobreza – alimentação, renda, educação, trabalho infantil, moradia, água, saneamento e informação –, o estudo categoriza as privações em intermediária (acesso ao direito de maneira limitada ou com má qualidade) e extrema (sem nenhum acesso ao direito), de acordo com critérios como faixa etária, dados disponíveis e legislação do País. Há também análises por estado, cor/raça e gênero. 

A Fundação Vale atua visando contribuir para a garantia de direitos de crianças e adolescentes, especialmente nas áreas da educação e da saúde. Foi nesse contexto que apoiou a realização deste importante estudo. “Acreditamos que o investimento social privado tem uma relevante contribuição a dar também no combate à pobreza, especialmente quando realizado em parceria com o poder público, instituições da sociedade civil e corporações, no sentido de fortalecer as políticas públicas sociais. Para isso, tem sido fundamental aprofundar a compreensão da pobreza como um fenômeno multidimensional e lançar um olhar focalizado para as pessoas que têm sido, sistematicamente, deixadas para trás. O estudo nos ajuda nesse processo e permite verificar como a pobreza impacta de forma ainda mais severa as crianças e os adolescentes”, afirma Flávia Constant, diretora-presidente da Fundação Vale. 

Mais informações: 

Confira os dados completos, por Estado, aqui.  Acesse a publicação na íntegra. 

 

Sobre o UNICEF 

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) trabalha em alguns dos lugares mais difíceis do planeta, para alcançar as crianças mais desfavorecidas do mundo. Em 190 países e territórios, o UNICEF trabalha para cada criança, em todos os lugares, para construir um mundo melhor para todos. Saiba mais acessando o site oficial e acompanhe as ações da organização no FacebookTwitterInstagramYouTube e LinkedIn.

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Partage Norte Shopping Natal reúne empresários para apresentar as tendências mundiais do varejo

Evento ocorre na próxima quinta-feira

De varejista para varejista, o Partage Norte Shopping Natal, promove na próxima quinta-feira 16/02, às 8hs no Cineflix, o Pós-NFR. O evento é o primeiro encontro presencial organizado pela academia Partage em parceria com o Sebrae RN,  e apoio do CDL Natal, para apresentar o que é tendência no varejo mundial e como os lojistas podem adaptar em seus negócios.

De forma dinâmica e com uma linguagem simples, os palestrantes Bruno Félix, Deborah Sayonara e Jéssica Barros, apresentarão os principais temas abordados na NRF 2023, evento internacional  que ocorreu no mês de janeiro em Nova York.

Click no link e faça sua inscrição (vagas limitadas)

https://www.sympla.com.br/pos-nrf-2023__1871453

Sobre o Grupo Partage

O Grupo Partage atua desde 1997 no desenvolvimento e administração de edifícios comerciais Triple A. Com 14 prédios em São Paulo e 12 shoppings em operação em todas as regiões do Brasil, além de 2 em construção, a empresa tem a missão de transformar a realidade socioeconômica das cidades onde está presente, já que é responsável por todo planejamento, comercialização e administração dos empreendimentos, acompanhando e participando ativamente de todo o processo de desenvolvimento. Os empreendimentos somam mais de 450 mil m² em ABL e geram mais de 10 mil empregos por todo o país. Com a construção de novos shoppings em São Paulo e Brasília, o Grupo quer trazer ainda mais conveniência, lazer e entretenimento para o público.

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