4 de dezembro de 2023

Coluna Versátil News

Mudança de escola: saiba por que a ajuda de um psicólogo é valiosa nesse processo

Decidir trocar um filho de escola é um desafio complexo para os pais, e nesse processo, contar com a orientação de um psicólogo pode fazer uma grande diferença. “O momento de mudar de escola pode ser sensível para a criança, pois envolve mudanças e desafios desconhecidos, em uma fase de intenso desenvolvimento emocional e cognitivo”, diz Filipe Colombini, psicólogo parental e CEO da Equipe AT. “Esse processo pode ser mais harmonioso quando existe a ajuda de um psicólogo, capacitado para dar suporte emocional tanto para os pais quanto para o próprio aluno, auxiliando na compreensão dos motivos por trás da mudança e ajudando-o a lidar com eventuais resistências ou ansiedades que possam surgir”, completa.
Vale lembrar que a escolha da nova escola vai muito além de simples recomendações, sendo preciso estabelecer critérios sólidos, envolvendo valores familiares, metodologia de ensino e repertório acadêmico. “Ao adotar avaliações técnicas, o psicólogo busca entender de maneira mais aprofundada as particularidades individuais do processo de aprendizado de cada criança e adolescente, tornando este processo mais racional e assertivo”, conclui.
Para orientar uma escolha mais alinhada aos valores familiares, considerações práticas precisam ser levadas em conta, como “que tipo de escola quero para o meu filho? Que tipo de escola o meu filho precisa? E, nas respostas, é preciso sempre avaliar se o perfil do filho corresponde às opções projetadas pelos pais.
E por isso a ajuda do psicólogo é tão valiosa. “A abordagem do psicólogo considera as dúvidas comuns dos pais, incluindo preocupações com a socialização e o desempenho acadêmico, destacando a importância de equilibrar a busca por integração alinhada ao aprendizado”, diz o especialista.
Ou seja, quando buscam a ajuda do profissional de saúde mental, os pais são capazes de vivenciar a sensação de pertencimento à nova escola, o que tem impactos positivos no rendimento escolar e na socialização de seu filho.
É preciso reforçar: escola vai além do ensino
Os pais devem sempre ter em mente que a escola não é apenas um local de ensino, mas desempenha papel crucial na promoção da vida em comunidade e no aprendizado das normas sociais, trazendo implicações não apenas para o filho, mas para toda a família.
Ensinar o aluno a desenvolver suas percepções de mundo, informá-lo sobre seus direitos e deveres com a sociedade. Enfim, contribuir para a formação de seres humanos capazes de transformar a sociedade e torná-la mais justa. Tudo isso é papel da escola.
“Por isso, para um processo bem sucedido de transição escolar, a escolha não deve ser impulsiva. Requer tempo, geralmente de quatro a seis meses e é, acima de tudo um processo gradual”, conclui.
“E nesse passo a passo, o trabalho do AT (acompanhamento terapêutico) e a terapia fora do consultório pode ser essencial, visto que o profissional, além de discutir e sistematizar os critérios que auxiliam os pais a vivenciarem essa tomada de decisão, também promove reuniões e exposições em conjunto para se conhecer o ambiente escolar, equipe pedagógica e gestora. O psicólogo vai junto!”, afirma Colombini.

Mais sobre Filipe Colombini: psicólogo, fundador e CEO da Equipe AT, empresa com foco em Acompanhamento Terapêutico (AT) e atendimento fora do consultório, que atua em São Paulo (SP) desde 2012. Especialista em orientação parental e atendimento de crianças, jovens e adultos. Especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Professor do Curso de Acompanhamento Terapêutico do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – Instituto de Psiquiatria Hospital das Clínicas (GREA-IPq-HCFMUSP). Professor e Coordenador acadêmico do Aprimoramento em AT da Equipe AT. Formação em Psicoterapia Baseada em Evidências, Acompanhamento Terapêutico, Terapia Infantil, Desenvolvimento Atípico e Abuso de Substâncias.

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Natal Shopping se transforma em ponto de arrecadação da campanha Natal sem Fome

 

Meta da Ancar Ivanhoe, administradora do empreendimento, é bater recorde e arrecadar 178 toneladas de alimentos não perecíveis para ONG Ação da Cidadania

Neste Natal, quem passar pelo Natal Shopping até o dia 31 de dezembro poderá contribuir com o combate à fome no Brasil com doações de alimentos não-perecíveis. O empreendimento será ponto de coleta oficial da campanha Natal Sem Fome, da ONG Ação Cidadania. As contribuições poderão ser deixadas no Parque da Naty, ou serem feitas de forma digital, por meio do link https://natalsemfome.ancar.com.br/natalshopping ou através da leitura de QR Codes espalhados pelo shopping.

Além do shopping na capital potiguar, participam da atividade solidária outros empreendimentos da rede administradora Ancar Ivanhoe por todo o Brasil. Este ano, a meta atingiu recorde dos últimos 7 anos: arrecadar 178 toneladas de alimentos. Esta é uma forma de apoiar as mais de 33 milhões de pessoas que hoje passam fome no país.

Segundo Caroline Pereira, líder de Marketing da Ancar Ivanhoe, este é mais um movimento dos compromissos Ancar 2030, agenda lançada este ano que tem o objetivo de apoiar as comunidades em que os empreendimentos estão inseridos. “Entendemos o nosso potencial como agentes transformadores da realidade e, por isso, os nossos shoppings serão pontos de coleta e, principalmente de informação para quem desejar se informar, conhecer causas importantes que vão poder apoiar ao longo do ano”, afirma.

Com a maior meta dos últimos anos, o objetivo é atender às mais de 140 mil famílias atendidas pela Ação Cidadania nos 18 estados do Brasil, doando as cestas básicas arrecadadas durante todo o período da campanha.

Sobre a Ancar Ivanhoe

Pioneira no setor de shopping centers, a Ancar Ivanhoe é uma das líderes do mercado, com mais de 40 anos de atuação. Sua história teve início na década de 70, quando ingressou na indústria como uma das responsáveis pelo desenvolvimento do segundo shopping construído no Brasil: o Conjunto Nacional Brasília. Em 2006, associou-se à canadense Ivanhoe Cambridge, líder global de serviços imobiliários, e continuou sua trajetória em constante expansão.

Após 10 anos dessa parceria de sucesso, a Ancar Ivanhoe tornou-se uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping center do Brasil, presente nas cinco regiões do país, com 22 empreendimentos em seu portfólio, entre shoppings em operação e em desenvolvimento. Para mais informações, acesse www.ancarivanhoe.com.br .

Sobre a Ação da Cidadania

Criada no auge do Movimento pela Ética na Política, a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida se transformou no movimento social mais reconhecido do Brasil. Seu principal eixo de atuação é uma extensa rede de mobilização formada por comitês locais da sociedade civil organizada, em sua maioria compostos por lideranças comunitárias, mas com participação de todos os setores sociais baseado em um conceito simples: solidariedade, todos nós podemos.

Entre 1993 e 2005 foram arrecadadas 30.351 toneladas de alimentos em todo o Brasil, beneficiando 3.035.127 famílias. Entre 2006 e 2010 foram distribuídos 2.300.000 brinquedos e 500.000 livros em todo o país.

SERVIÇO – Ponto de coleta Natal Sem Fome

Onde: Natal Shopping, no Parque da Naty (Piso L2). Av. Sen. Salgado Filho, 2234.

Quanto: Até 31 de dezembro

Doações digitais: https://natalsemfome.ancar.com.br/natalshopping

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Deep Nude: Especialista de Direito e Tecnologia do CEUB aponta desafios jurídicos e éticos relativos ao uso da Inteligência Artificial

 

Jurista provoca reflexões sobre direitos individuais, o papel do Direito na era da tecnologia e sua interface com crimes digitais

Casos recentes envolvendo estudantes e artistas evidenciaram uma das práticas criminosas a partir da Inteligência Artificial (IA). A deep nude consiste na criação de “nudes falsos” com montagens para simular a nudez da vítima em fotos e vídeos por meio de aplicativos. Gustavo Ribeiro, professor de Direito e Tecnologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), comenta o uso da IA e suas repercussões deste tipo de crime e outras áreas do Direito. Segundo o especialista, na maior parte dos casos de deep nude, as vítimas são mulheres, sendo uma forma de violência de gênero, ou mesmo crianças e adolescentes, ambos grupos vulneráveis.
“O estrago já pode ter sido feito na psique e dignidade desses indivíduos, mas há algumas esferas de responsabilização dos autores”, afirma Ribeiro. O Marco Civil da Internet possui uma norma para pedidos de remoção de conteúdos, imagens, vídeos ou outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais, sob pena de responsabilização das plataformas que as disponibilizem. O especialista orienta as vítimas a buscarem também a indenização cível contra os autores, acrescentando que em 2018 foi criminalizada a exposição pornográfica não consentida, normalmente associada ao “pornô de vingança”, com imagens reais.
“Para as imagens feitas com IA, o debate deve caminhar para propostas legislativas que criem tipos específicos de crimes para o deep nude, como uma das formas de desincentivar comportamentos. Em 2022, uma Comissão de Juristas entregou extenso relatório ao Senado, com minuta de substitutivo a diversos Projetos de Lei que pretendem regular o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial, como um todo, no Brasil”, explica. Na visão de Ribeiro, as abordagens para regular o uso de imagens com IA buscam um equilíbrio entre os riscos envolvidos e os direitos em jogo, com base nos sandboxes, que são ambientes controlados experimentais, nos quais inovações podem ser testadas e riscos medidos.
No julgamento de crimes como esse, a complexidade depende da própria arquitetura da internet, da territorialidade dos dados e das múltiplas jurisdições que podem estar envolvidas. “Não me parece a regra, mas existem situações nas quais provas podem estar hospedadas em provedores de jurisdições estrangeiras, assim como autores e vítimas domiciliados alhures. São casos complexos e transnacionais, que envolvem também matéria de Direito Internacional”, declara. “Os penalistas devem estar atentos, inclusive, pela internalização da Convenção de Budapeste, em abril deste ano, no ordenamento brasileiro, pelo Decreto 14.491. A Convenção incorpora uma série de tipos penais cibernéticos e a possibilidade de aperfeiçoamentos no mecanismo de cooperação jurídica internacional de provas eletrônicas.”
Como se proteger
Para se proteger contra esses crimes, o docente do CEUB indica aos cidadãos se atentar para suas exposições nas redes sociais e plataformas, mesmo sendo de difícil controle, sobretudo entre os mais jovens, que desconhecem o mundo sem internet se socializam principalmente por meio dela. “Os pais, escolas e universidades devem orientar as novas gerações sobre o uso das redes e seus riscos, o que tende a contribuir também para mecanismos de autorregulação e mitigação de riscos”.
“Entender o que é um IP, uma URL, um algoritmo, os tipos de provedores e suas responsabilidades, e termos como ransomware, malware, entre outros, não é mais exclusividade de quem atua na área de TI”, provoca Ribeiro, destacando a necessidade de capacitar juristas para atuar nas ações que envolvem Direito e Tecnologia. “Dois diplomas fundamentais devem ser compreendidos quando se trata da internet: o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Brasileira, com os princípios que regulam a internet, as responsabilidades dos provedores em suas diferentes espécies, além das questões de privacidade”.
Direito e IA de mãos dadas
O docente do CEUB explica que a geração de informações, imagens, vídeos e conversas falsas, com um grau de realismo inimaginável, gera questionamentos quanto aos riscos para a democracia e para a privacidade das pessoas, com implicações para o Direito Constitucional, Penal e Eleitoral. O docente também levanta questões na esfera dos direitos autorais: “Há preocupações acerca do potencial da IA de promover desemprego em massa, principalmente em trabalhos repetitivos, como já ocorreu em processos de automação no passado”.
Por outro lado, Gustavo Ribeiro afirma que a IA pode ajudar a realizar determinados trabalhos de forma mais eficiente, seja pela capacidade de lidar com um volume de informações muito maior do que um ser humano conseguiria ou de identificar padrões e fazer recomendações de forma célere. “A supervisão e a crítica humana serão sempre essenciais nesse processo, sem prejuízo do auxílio da Inteligência Artificial, desde que aplicada corretamente”, arremata o docente do CEUB.
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A busca de medicamentos para o tratamento da criança com câncer na Casa Durval Paiva

Isabelle Resende – Farmacêutico Casa Durval Paiva – CRF 2541A Casa Durval Paiva conta com um setor de farmácia e com uma farmacêutica, que atende diretamente com os pacientes, familiares e/ou responsáveis das crianças e jovens em tratamento (Silva, et al., 2019). Realizando a dispensação de medicamentos, assim como, o esclarecimento do uso correto de cada fármaco, ressaltando a importância da adesão à terapia medicamentosa precisa, para o sucesso tratamento (DE FARMÁCIA, 2004).Durante a atuação como farmacêutica, podemos notar que os acompanhantes dos pacientes acolhidos pela Casa Durval Paiva (CDP), desde o comunicado do resultado até o término do tratamento, são encaminhados para a instituição para receber os medicamentos adjuvantes, que fazem parte do tratamento.O setor da farmácia da Casa Durval Paiva tem como objetivo atender aos pacientes e esclarecer sobre o uso de cada medicamento de forma racional, conceito da Farmácia Clínica, como sugere o Conselho Federal de Farmácia (2004). Também, atender no armazenamento de fármacos e produtos de higiene, para os pacientes que ficam hospedados na Casa Durval Paiva.A falta de informação por parte dos profissionais que atendem a família dos pacientes, para direcioná-los às unidades básicas de saúde e/ou ao agente de saúde da sua região, para que possam receber todos os medicamentos do tratamento, que é garantido pelo Sistema Único de Saúde (BRASIL, 1988), recai para a instituição, que precisa educar e informar sobre onde buscar e, muitas vezes, através de doações, busca adquirir os medicamentos, para manter o tratamento dos pacientes oncológicos e hemofílicos (BRASIL, 2000).Dessa forma, conclui-se que, o posicionamento da Casa Durval Paiva é de realizar a dispensação do medicamento que existe em seu dispensário e esclarecer aos familiares e/ou responsáveis, para buscar e solicitar o recebimento dos medicamentos em seus respectivos municípios.Além disso, como a CDP mantém uma boa relação com os secretários de saúde dos municípios do Rio Grande do Norte e de outros estados, no caso de pacientes transplantados, nos comprometemos em fazer a ponte na comunicação entre paciente e a secretaria municipal de saúde, garantindo, assim, o acesso e o direito de todos aos medicamentos, como é descrito no Sistema Único de Saúde (BRASIL, 1990).

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A criação da Secretaria de Cultura do RN e do Sistema Estadual de Cultura.

Como grande incentivador da Cultura e da Arte e também fomentador do crescimento do nosso estado, hoje, quero chamar a atenção para uma causa de extrema importância: A criação da Secretaria de Cultura do RN e do Sistema Estadual de Cultura.

O Rio Grande do Norte infelizmente é um dos 04 estados da federação que não possui Secretaria de Cultura. Com o retorno do Ministério da Cultura no nosso país, é essencial que o nosso Rio Grande do Norte faça parte desse cenário.

Portanto, demonstro total apoio ao Projeto de Lei de criação da Secretaria de Cultura do RN que será votado essa semana na Assembleia Legislativa, afinal, cultura não é prejuízo, é investimento!

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