19 de dezembro de 2023

Coluna Versátil News

4 formas de humanizar o processo seletivo

O processo seletivo é o momento em que a empresa avalia os profissionais que se candidatam a uma vaga de trabalho e selecionam aqueles que melhor se encaixam nas oportunidades. “É preciso lembrar que estamos lidando com seres humanos e, portanto, é fundamental que o processo seja conduzido de forma humanizada, acolhedora e empática”, diz Aliesh Costa, CEO da Carpediem RH. “Esta humanização proporciona uma experiência mais positiva para o candidato, o que pode aumentar sua motivação em relação à empresa e, pelo lado das organizações, estas conseguem atrair os melhores talentos”, conclui.

Em geral, o processo seletivo humanizado preza pelos diálogos mais empáticos, transparentes e agradáveis.  Este é, sobretudo, um método que respeita o candidato, uma vez que possibilita a real compreensão de suas necessidades, singularidade e expectativas.

“O profissional deve ser o centro das avaliações e o gestor precisa lembrar sempre de dar feedbacks construtivos e sinceros, criando um espaço de conversa equitativo”, diz Aliesh. Confira, a seguir, 4 dicas da especialista para processos seletivos humanizados:

1) Estabeleça uma relação de parceria com o candidato. Para deixar a pessoa mais a vontade e estimular a transparência durante a seleção, é fundamental que o recrutador compartilhe em detalhes como vai funcionar o processo seletivo. “Mas também é importante dar feedbacks a cada etapa e informar o candidato sobre os próximos passos, encorajando-o a fazer perguntas e conhecer mais sobre a posição e a empresa”, diz Aliesh.

2) Escute com máxima atenção. O candidato é o ponto focal do processo seletivo e todos merecem ser tratados com respeito, equidade e empatia. “Isso inclui ser pontual nas entrevistas, ouvir atentamente as histórias e dúvidas, assim como respeitar a privacidade e individualidade de cada um”, diz a especialista. Acima de tudo, o recrutador deve assegurar que o candidato seja escutado e receba atenção durante todo o processo.

3) Saiba agradecer aqueles que não foram aprovados. O recrutador deve colocar-se sempre no lugar do candidato, que colocou muita energia e tempo para chegar até o processo seletivo, seja ajustando o currículo, se deslocando até o local da entrevista ou até mesmo gerenciando seu estresse e ansiedade. Ou seja, ainda que não seja selecionado, o candidato merece um feedback e um “muito obrigado”. Essa atitude de gratidão pode ajudar a mantê-lo motivado a continuar em busca de trabalho.

4) Reduza as formalidades. O processo seletivo humanizado é menos focado em tarefas e burocracias e muito mais focado em pessoas. Por isso, é interessante reduzir barreiras com os candidatos, optando por atividades mais informais e descontraídas. Este clima agradável pode ser obtido com jogos e dinâmicas colaborativas. “Isso faz com que o candidato sinta um maior acolhimento, o que facilita o desenrolar de todo o processo”, diz Aliesh. A recepção calorosa também deve fazer parte do script, afinal, o processo seletivo deve ser uma experiência agradável. “Nenhuma pessoa tem que ‘ser só mais uma’ no processo seletivo. Cada ser humano é único e deve se sentir assim”, completa.

Sobre a Carpediem RH: sob o comando da CEO Aliesh Costa e do CFO Marcelo Farias, a Carpediem RH é uma das maiores empresas de RH do país e a consultoria pioneira no processo 100% digital. Com sede em São Paulo e filial em Guarulhos, a empresa dispõe de atendimento em todo o território nacional. A empresa oferece soluções completas em Recursos Humanos e celebra 13 anos de existência. Entre os serviços oferecidos estão recrutamento e seleção; gestão de colaboradores temporários, terceirizados, intermitentes e CLT (efetivos); pesquisa de clima e diagnóstico organizacional; avaliação psicológica e de desempenho; processo de integração; desenvolvimento de plano de cargos e salários; recrutamento e seleção de pessoas com deficiência (PCD’s); desenvolvimento e implementação de programas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I); treinamentos nas áreas de carreiras e empreendedorismo; executive search; coaching; hunting e implantação de Recursos Humanos. Saiba mais em: https://www.carpediemconsultoria.com/ Instagram: @consultoriacarpediem

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Pré-natal na rede pública: gestantes são mais propensas à depressão pós-parto

 

Estudo do CEUB: mães atendidas pelo SUS apresentam 40% a mais de chances de desenvolver a condição, se comparadas ao grupo atendido na rede privada

O puerpério vai muito além das mudanças físicas e hormonais enfrentadas pelas mulheres. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 25% das mães no Brasil enfrentam a depressão no início da maternidade. Estudo realizado por estudante de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB) aponta disparidades na prevalência e gravidade da depressão pós-parto entre gestantes que receberam cuidados pré-natais na rede pública e privada de saúde. Além de colocar em risco a saúde mental das mães, o quadro reflete de forma profunda no desenvolvimento infantil e na dinâmica familiar.
Os resultados da pesquisa destacaram diferenças significativas nos escores médios da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS). O grupo de 32 mulheres atendidas pelo Serviço Único de Saúde (SUS) exibiu uma média de 12,16, enquanto o grupo da rede privada registrou 8,63. Outro ponto de alerta é que 31,25% das participantes do SUS indicaram já terem tido algum tipo de ideação suicida, sendo no grupo privado o percentual de 9,38%. “Estes dados nos mostraram que as participantes do Grupo SUS tinham um adoecimento mais grave que as do Grupo Privado”, aponta a pesquisadora Rebecca Ribeiro.
Segundo ela, é possível perceber, a partir da caracterização do estudo, que as participantes do grupo SUS carregam mais fatores de risco e de vulnerabilidade em todos os aspectos: econômicos, sociais, obstétricos, além de terem mais experiências negativas com os serviços de saúde durante o acompanhamento da gestação, parto e pós-parto. “Quem sofre é a mulher, mas esse sofrimento está relacionado a uma história de vida e a um contexto social”, destaca a aluna do CEUB.
Ela também aponta a necessidade do desenvolvimento de uma escala brasileira de rastreio da depressão pós-parto, que contemple estes fatores sociais e econômicos. “O Brasil é um país com grandes desigualdades e a Escala de Edimburgo, apesar de mundialmente utilizada, não reflete todos os fatores de vulnerabilidade aos quais as mães brasileiras estão expostas”.
O orientador da pesquisa e professor de Psicologia do CEUB, Sérgio Henrique Alves, afirma que os resultados alertam para a necessidade de melhorias na política de saúde pública voltada à assistência pré-natal no Brasil. De acordo com o professor, já existem políticas em funcionamento no país, mas os achados revelaram uma maior propensão para depressão no SUS, especialmente por essas mulheres terem um histórico de vida de vulnerabilidade social e econômica. “Esses aspectos já interferem significativamente nos efeitos do pré-natal”, considera.
Pré-Natal Integrado
O orientador da pesquisa afirma que, na rede pública de saúde, os cuidados durante a gravidez tendem a ser mais generalizados, com esforços para integrar serviços de saúde mental. Já na rede particular, há uma abordagem personalizada e acesso a uma gama de recursos e especialidades, embora com custos elevados. “A rede pública busca atender uma população mais ampla, enquanto a particular oferece maior comodidade e opções individualizadas, refletindo diferenças estruturais, financeiras e de acesso aos serviços de saúde”, explica.
Sérgio indica a implementação de práticas desde o início da gestação na rede pública, unindo uma equipe interdisciplinar e envolvendo profissionais de diversas áreas, como nutrição, medicina e psicologia, com o objetivo de capacitar as gestantes a compreenderem a importância desses cuidados e identificarem precocemente sinais de possíveis problemas de saúde mental. “Essa abordagem abrangente tem o poder de aprimorar o suporte oferecido durante a gestação, beneficiando diretamente as futuras mães”, considera.
A autora da pesquisa, Rebecca Ribeiro, destacou a utilização do pré-natal como um espaço de desenvolvimento social e psicológico das mulheres. “O pré-natal, que é uma das políticas de saúde com maior cobertura nacional, pode ser um instrumento para promover discussões e ações que visem o aumento dos índices de escolaridade, empregabilidade e renda feminina”.
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Prefeitura vai retomar obras do empreendimento Morar Bem Pajuçara

Foto: Anderson Régis/ Secom

Após sete anos paradas, as obras do empreendimento residencial Morar Bem Pajuçara serão retomadas pela Prefeitura do Natal. Isto porque na manhã desta terça-feira (19) o prefeito Álvaro Dias assinou a ordem de serviço para a conclusão do residencial. “Natal tem um alto déficit de moradias, e não podíamos deixar um empreendimento como o Morar Bem entregue à própria sorte. São 176 apartamentos que beneficiarão igual número de famílias. São moradias decentes que abrigarão pessoas que não têm condição de pagar aluguel”, observou o chefe do executivo municipal.

O prefeito assinalou que a Prefeitura percorreu um longo caminho até o dia de hoje, que incluiu visitas ao empreendimento, desenvolvimento do projeto, justificativa e tratativas em Brasília junto ao Ministério das Cidades: “Estamos com um projeto para construir mais 1.200 moradias, pelo programa Minha Casa, Minha Vida. A gestão não para. Vamos entregar até o fim do mês a primeira etapa da Escola Municipal de Tempo Integral Padre Tiago Thiesen, no Conjunto Parque dos Coqueiros, na zona Norte, como também no próximo ano a primeira etapa do Hospital Municipal de Natal, com 260 leitos. Além disso, temos a entregar o enrocamento da praia de Ponta Negra, o Complexo Turístico da Redinha, com o Mercado Público Municipal, já em janeiro de 2024, e a avenida Felizardo Moura. São mais de 100 obras ao mesmo tempo. Algo nunca visto em Natal”, pontuou Álvaro Dias.

Para a secretária municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes, Shirley Cavalcanti, a retomada da obra do Morar Bem Pajuçara  foi resultado de muito esforço e dedicação. Segundo a gestora, a obra iniciou em 2012 e paralisou em 2015 por problemas com a antiga construtora. O empreendimento também é do programa Minha Casa, Minha Vida. A previsão para a conclusão das obras é de 18 meses.

“Hoje é um dia emblemático para a Prefeitura. Depois de sete anos e muita luta, assinamos a ordem de serviço para a retomada das obras do Morar Bem, que chegou a 95% de conclusão. Atualmente, temos apenas 37% das obras finalizadas. Neste percurso, houve duas invasões e os prédios ficaram bastante danificados. Fizemos muitas reuniões junto ao Banco do Brasil desde o ano passado. Estamos aqui iniciando uma nova fase”, observou a secretária.

Por sua vez, a secretária municipal de Planejamento, Joanna Guerra, disse que foi testemunha do esforço da Secretaria Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes e do prefeito Álvaro Dias nas tratativas, em Brasília, para que as obras do Morar Bem pudessem ser retomadas. “A Seharpe faz um excelente trabalho também de regularização fundiária nas comunidades. Já foram entregues 7.300 títulos de propriedade a famílias natalenses. A secretaria de Planejamento trabalhará junto à Seharpe por mais moradias e títulos de regularização fundiária”, ressaltou Joanna Guerra.

Prestigiaram a solenidade os vereadores Geovane Peixoto e Nivaldo Bacurau, e  secretários titulares e adjuntos das pastas de Governo, Mobilidade Urbana, Comunicação Social, Trabalho e Assistência Social e Educação, além de uma representação do Movimento de Luta Por Moradia Popular (MLMP).

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Reta final: às vésperas da São Silvestre, professor de Educação Física dá dicas finais para preparação dos corredores

 

Falta de alongamento pré-corrida, uso de calçado inapropriado e sobrecarga do corpo estão entre principais causas de lesões elencadas pelo profissional

Contagem regressiva para a principal prova de corrida de rua da América Latina: a tradicional e quase centenária Corrida Internacional de São Silvestre. No dia 31 de dezembro de 2023, a Corrida trará a sua 98ª edição, com largada na Avenida Paulista, entre as ruas Frei Caneca e Augusta, em São Paulo. E haja preparação para percorrer os 15km, com direito a muito sol, subidas e descidas previstos no percurso.

O professor do curso de Educação Física da Estácio, Elmir Andrade, separou dicas valiosas para dar um gás na preparação final dos corredores, não só dos que estão arrumando as malas para pousar em terras paulistas, mas de todos que incluíram as corridas de rua no calendário esportivo.

Antes de sair correndo por aí, o especialista alerta que a preocupação com o consumo de água e bebidas repositoras de eletrólitos – minerais responsáveis pelo transporte de água para as células do corpo – deve ser o primeiro passo do atleta para alcançar um bom rendimento.

“O consumo deve se intensificar durante a prova e continuar mesmo após a linha de chegada. Essa atenção especial evita a perda de performance, mas acima disso, contribui para que o atleta novato finalize a participação sem prejuízos à sua saúde”, completa.

Para quem está ingressando no mundo da corrida e quer intensificar a rotina de treinos a poucos dias da competição, o professor recomenda justamente fazer o contrário: optar pelo descanso.

“A rotina de treinos acaba proporcionando certo nível de desgaste ao corpo e, para obter uma boa performance é necessário que haja uma boa recuperação nos dias que antecedem a competição. Desse modo, faltando aproximadamente uma semana para a prova, ou um pouco mais do que isso, dependendo da distância, deve-se diminuir tanto a intensidade, quanto o volume dos treinos. E faltando um ou dois dias para a corrida, é indicado que haja descanso total, sem nenhum tipo de treino, ou, no máximo, algo bem leve”, orienta o docente.

O universitário Hyan Maurício participou da São Silvestre em 2015. Para ele, o calor de dezembro e o esforço físico para lidar com as ladeiras percorridas foram as maiores dificuldades enfrentadas durante a prova. “No meu treinamento incluí bastante subidas, principalmente no treino longo, para simular a situação da prova. Treinei no horário parecido com o da prova, também de manhã, pra ter a sensação parecida com a que eu iria vivenciar no dia. Participei também de outras competições antes, com a distância parecida, de 10 e 12 km, pra ver como é que estava o meu corpo”, conta.

O corredor avalia ainda, que toda dedicação e  esforço empenhados na corrida internacional valeu a pena. “Foi uma experiência única pra mim. Tenho vontade de voltar à Corrida também pela energia do público. É a única corrida que tem muita torcida, além de pessoas correndo com você de todos os níveis: desde o atleta que foi recordista mundial, ao que está iniciando agora as corridas. Então é uma prova bem diversificada, tem vários personagens irreverentes. É uma experiência única”, relata.

Cuidado com lesões

Segundo o especialista, as principais causas de lesões àqueles que participam de corridas de rua estão na falta de aquecimento adequado antes da prova e no uso de calçados inapropriados.

“O aquecimento prepara o corpo para o exercício físico, aumentando a temperatura corporal e o metabolismo energético, promove maior nível de elasticidade aos músculos, ligamentos e tendões e intensifica a lubrificação das articulações. Quanto aos tênis de corrida, eles devem absorver bem o impacto provocado por cada passo, de modo que articulações, ossos e outros componentes do sistema locomotor sejam preservados tanto quanto for possível, durante a execução da prova”, explica.

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SACE se conecta ao Brasil: Agência de Crédito à Exportação da Itália avalia €1,1 bilhão em novos projetos voltados à Transição Verde

 

  • A SACE, Agência de Crédito à Exportação da Itália, reuniu uma centena de líderes da comunidade ítalo-brasileira empresarial e financeira em São Paulo para explorar sinergias comerciais e industriais, com o objetivo de facilitar a transição para a energia verde.
  • Com uma carteira global de transações totalizando €173 bilhões e presença no Brasil por meio de seu escritório em São Paulo desde 2009, a SACE oferece suporte financeiro e oportunidades de correspondência de negócios para tornar as tecnologias e produtos italianos acessíveis em termos financeiros competitivos, promovendo, assim, planos de desenvolvimento industrial e de infraestrutura em todo o mundo.

São Paulo, dezembro de 2023 – A SACE, a Agência de Crédito à Exportação da Itália, está atualmente trabalhando em um pipeline de €1,1 bilhão em novos projetos para impulsionar a transição verde no Brasil. Esses projetos têm o objetivo de promover e fortalecer as sinergias comerciais e industriais entre a Itália e o Brasil em uma variedade de setores, como os voltados a hidrogênio e energia.

Neste cenário, a SACE reuniu cem líderes da comunidade ítalo-brasileira empresarial e financeira em São Paulo para o evento “SACE Encontra o Brasil – Um Impulso em Direção a um Futuro Sustentável”, a fim de explorar novas oportunidades de negócios entre a Itália e o Brasil.

Com um portfólio global de transações de €173 bilhões e presença no Brasil por meio de seu escritório em São Paulo desde 2009, a SACE atua como catalisadora do comércio, fornecendo a corporações internacionais e governos uma vasta gama de soluções de seguro e financeiras para facilitar a aquisição de tecnologias e produtos italianos necessários para seus investimentos e planos de crescimento. Raízen, Nexa, Vale, JBS são apenas alguns dos principais grupos brasileiros com os quais a SACE tem trabalhado até agora, representando uma variedade de setores, desde energia até mineração e materiais, passando pela agroindústria até produtos químicos.

O evento exclusivo contou com apresentações de palestrantes renomados, incluindo Alessandra Ricci, CEO da SACE; Domenico Fornara, Cônsul Geral da Itália em São Paulo; Michal Ron, Diretora de Negócios Internacionais da SACE, e importantes players brasileiros como Carlos Moura, CFO da Raízen. O evento foi moderado por Pauline Sebok, Chefe das Américas da SACE.

“Fico feliz em estar em um evento junto aos principais players industriais e financeiros no Brasil, um dos mercados mais promissores para a Itália e um dos mais dinâmicos para a transição ESG em direção a um modelo de crescimento mais sustentável e inclusivo”, declarou Alessandra Ricci. “Com nossa equipe em São Paulo, estamos estudando mais de 1 bilhão de euros em novos projetos desafiadores e estamos prontos para fazer a diferença para torná-los realidade e facilitar a contribuição das empresas italianas”.

O Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Domenico Fornara, afirmou: “Estamos orgulhosos de facilitar as exportações italianas no Brasil em parceria com a SACE. A Itália possui uma qualidade excepcional em suas exportações, impulsionada tanto pelos principais líderes da indústria quanto por uma robusta cadeia de suprimentos de PMEs. Nosso compromisso é oferecer serviços inigualáveis e personalizados. Posicionados como parceiros comerciais e industriais fundamentais para o Brasil, aproveitamos um sistema de suporte à exportação nacional altamente competitivo, amplificado pelo respaldo financeiro único de nossa Agência de Crédito à Exportação, a SACE.”

“Estamos acompanhando com grande interesse os principais planos de crescimento e transição sustentável empreendidos pelo Brasil”, explicou Michal Ron,  “A Itália está entre os principais produtores europeus de tecnologias de energia renovável e bens ambientais e a SACE está pronta para disponibilizá-los em termos competitivos por meio de nossas soluções de seguro e outros meios. Por meio do nosso inovador programa Push Strategy, já garantimos mais de €7 bilhões em apoio a planos de desenvolvimento industrial e infraestrutural globalmente, envolvendo fornecedores italianos.”

Pelo programa Push Strategy, a SACE oferece a corporações internacionais acesso a financiamento de médio e longo prazo, amparada por garantias da SACE, para apoiar seus planos de investimento e crescimento. Uma parte integral e fundamental do acordo com o comprador estrangeiro é o compromisso de avaliar fornecimentos Made in Italy para a execução de seus planos de investimento. Esse compromisso é facilitado por meio de uma série de reuniões de correspondência de negócios organizadas pela SACE em parceria com associações empresariais e organizações semelhantes presentes no país. Essas reuniões aproximam empresas italianas, especialmente PMEs, interessadas em se tornar fornecedoras credenciadas, e as equipes de compras de corporações estrangeiras.

Essa colaboração oferece não apenas uma vantagem financeira substancial, mas também a oportunidade de expandir a rede das empresas com fornecedores de alta qualidade, incluindo empresas italianas conhecidas por sua qualidade e ofertas potencialmente competitivas. Nos seis anos desde o início do programa, inúmeras operações, avaliadas em €7 bilhões, foram concluídas até agora. A SACE tem como objetivo expandir ainda mais o programa Push Strategy, especialmente em mercados de alto potencial como o Brasil.

Sobre a SACE

SACE, Agência de Crédito à Exportação da Itália, é um grupo de seguros e finanças controlado diretamente pelo Ministério da Economia e Finanças da Itália, especializado em apoiar empresas e o sistema econômico nacional por meio de uma ampla gama de ferramentas e soluções para promover a competitividade na Itália e em todo o mundo. Por mais de 45 anos, o Grupo SACE tem sido o parceiro de referência para empresas italianas que exportam e expandem para mercados estrangeiros. Além disso, apoia o sistema bancário por meio de suas garantias financeiras, facilitando o acesso das empresas ao crédito, apoiando a liquidez e investimentos para a competitividade e sustentabilidade como parte do Pacto Verde Italiano, começando pelo mercado doméstico. O Grupo está presente em todo o mundo, com 13 escritórios em países-alvo para o Made in Italy, que têm o papel de construir relacionamentos com contrapartes locais importantes e, por meio de instrumentos financeiros dedicados, facilitar negócios com empresas italianas. Com uma carteira de operações seguradas e investimentos garantidos de 164 bilhões de euros, a SACE, juntamente com todas as suas subsidiárias – SACE FCT, que atua no setor de fomento mercantil, SACE BT, especializada em crédito, fiança e seguro contra danos à propriedades, e SACE SRV, especializada em coleta de dados e gestão de ativos de informações – atende a mais de 40 mil empresas, especialmente PMEs, apoiando seu crescimento na Itália e em cerca de 200 mercados estrangeiros.

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