16 de abril de 2026

Coluna Versátil News

Você sabe como funcionam os créditos da Reforma Tributária? Eles podem definir quem paga menos imposto no Brasil

Com a Reforma Tributária em fase de testes, contabilista alerta que a incapacidade de rastrear créditos fiscais pode reduzir margens de lucro e elevar preços para empresas que não se adequarem ao novo modelo.

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Março, 2026 — Com a fase de testes da Reforma Tributária em 2026 e o c no Senado, a incapacidade de rastrear créditos fiscais poderá encarecer as operações no Brasil. O atraso de empresas em se adaptar ao novo modelo acende um alerta para riscos com impacto direto no caixa durante a atual transição para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

A lógica do sistema em implementação exige não cumulatividade plena, onde o crédito passa a ter natureza financeira e não mais apenas fiscal. Ou seja, as empresas descontam o imposto efetivamente pago na compra de insumos ao longo da cadeia produtiva. Em decorrência disso, quem opera com fornecedores irregulares ou falham no registro de notas fiscais perdem o direito ao repasse. 

“Duas companhias do mesmo setor e com faturamento idêntico recolherão volumes diferentes de tributos a partir do seu nível de compliance fiscal. Por isso, a contabilidade virou o núcleo da precificação. Quem não rastrear os créditos da cadeia de fornecimento vai absorver o imposto na margem de lucro e encarecer a mercadoria para o consumidor”, afirma Fábio Edelberg, CEO da Navecon, que realiza gestão contábil e planejamento tributário de mais de 1.300 CNPJs da indústria e comércio. 

Um levantamento recente da plataforma Gestão Click apontou que apenas 8,5% das empresas iniciaram adaptações operacionais para o novo modelo. 

“Muitas companhias ainda não perceberam que a nova lógica pode alterar diretamente o custo das operações. A lentidão corporativa na revisão de contratos e na adequação de sistemas de faturamento se converte em perda financeira imediata para o setor produtivo.” alerta o especialista da Navecon. 

Entenda o novo modelo tributário e os créditos fiscais

A transição de 2026 ao novo modelo tributário exige o recolhimento de uma alíquota teste de 1%, dividida em 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. 

A partir de 2027, empresas poderão descontar parte dos tributos pagos em compras de insumos, serviços e mercadorias. “Uma indústria que compra matéria-prima de fornecedores regularizados e registra corretamente todas as operações fiscais pode descontar esses tributos na etapa seguinte da cadeia. Já uma empresa que mantém parte das compras fora do sistema ou opera com fornecedores irregulares tende a perder esses créditos e, na prática, pagar mais imposto sobre a mesma operação” exemplifica o executivo da Navecon.

O objetivo do modelo é reduzir o chamado efeito cascata, quando impostos são cobrados repetidamente ao longo da cadeia econômica. O acesso a esses créditos, porém, dependerá da organização fiscal das empresas e da regularidade das operações registradas. A transição para o novo sistema é até 2033. Para Edelberg, esse é um momento decisivo para a revisão de processos fiscais e organização das informações contábeis.

“A reforma muda a lógica do sistema. Empresas que se organizarem antes da implementação terão mais previsibilidade para operar e tomar decisões estratégicas”, conclui.

Sobre a Navecon

Fundada em 2013, a Navecon é uma empresa focada em gestão e inteligência contábil, financeira, patrimonial e tributária, com sede no estado de Santa Catarina, e atuação em todo o território nacional. A companhia atende atualmente mais de 1.350 CNPJs, com presença relevante em segmentos como indústria, comércio, e-commerce, logística e distribuição. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como uma parceira estratégica para empresas que buscam maior eficiência na gestão de seus recursos e maior segurança nas decisões empresariais.

Mais informações: https://navecon.net.br/

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Hospital Infantil Varela Santiago fortalece cuidado à obesidade infantil em parceria com a UFRN

O Hospital Infantil Varela Santiago tem ampliado a qualidade da assistência oferecida a crianças com obesidade por meio da integração entre o Núcleo de Tratamento da Obesidade Infantil (NTOI/HIVS) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A iniciativa fortalece um modelo de cuidado que alia atendimento clínico, pesquisa científica e formação profissional, promovendo abordagens mais completas, atualizadas e eficazes.

A parceria permite que as práticas assistenciais adotadas pelo hospital sejam constantemente aprimoradas com base em evidências científicas recentes. Com isso, a instituição reforça o compromisso com um atendimento qualificado, seguro e alinhado às diretrizes mais atuais da saúde infantil.

O projeto conta com a atuação do MoVa – Grupo de Estudos em Movimento Humano e Saúde Vascular, da UFRN, envolvendo pesquisadores da pós-graduação e estudantes de iniciação científica. Eles participam diretamente das atividades do núcleo, desenvolvendo pesquisas a partir da vivência prática com os pacientes. Esse processo gera benefícios concretos no tratamento e possibilita que os resultados acadêmicos retornem à população assistida.

Além de contribuir para a melhoria da assistência, a iniciativa também impacta na formação de profissionais mais preparados para lidar com a complexidade da obesidade infantil. O contato direto com a realidade dos pacientes favorece o desenvolvimento de um olhar mais humanizado, interdisciplinar e comprometido com a promoção integral da saúde.

Para o Hospital Infantil Varela Santiago, a aproximação entre assistência e pesquisa representa um investimento estratégico. Ao integrar excelência clínica, produção de conhecimento e qualificação profissional, a instituição amplia sua contribuição no enfrentamento da obesidade infantil, beneficiando não apenas os pacientes atendidos pelo núcleo, mas toda a sociedade.

Informações à imprensa:
Mosaique Comunicação
http://mosaiquecomunicacao.com.br
Ulysses Freire – DRT 1716/RN – (84) 98829-4375

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