15 de maio de 2026

Coluna Versátil News

Não é só São Paulo: ranking revela onde está a maior demanda por imóveis de até R$ 575 mil

As melhores oportunidades do mercado imobiliário brasileiro no padrão econômico estão distribuídas entre diferentes regiões do país, com destaque para capitais fora do eixo tradicional de maior concentração de investimentos. Segundo os dados mais recentes do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referente ao 4º trimestre de 2025, Fortaleza, São Paulo e Curitiba lideram o ranking nacional de procura por imóveis voltados a famílias com renda de R$ 2 mil a R$ 12 mil e unidades com valores entre R$ 115 mil e R$ 575 mil.

A capital cearense aparece na primeira colocação, com nota 0,879, considerada de atratividade muito alta. São Paulo ocupa o segundo lugar, com 0,850, seguida por Curitiba, com 0,846. Goiânia, no Centro-Oeste, aparece na quarta posição, com 0,776, enquanto Recife fecha o top 5, com 0,732. Na sequência, estão Maceió, Brasília, Salvador, Sorocaba e Rio de Janeiro.

Para Diogo Martins, CEO do Instituto Brasileiro de Educação Profissional (IBREP), focado em cursos de alta performance para corretores de imóveis, o ranking revela oportunidades de negócios para quem sabe ler o mercado. “Esses dados mostram crescimento econômico, expansão urbana e oportunidades concretas para o profissional que entende a dinâmica das cidades. Enquanto muitos ainda olham apenas para o endereço, os corretores mais estratégicos já compreenderam que o potencial de uma cidade está diretamente ligado à sua capacidade de gerar demanda, renda e valorização. É aí que está a diferença entre quem apenas vende e quem constrói uma carreira sólida no mercado imobiliário”, afirma.

Segundo Martins, o novo perfil do corretor exige domínio de dados, análise regional e capacidade de antecipar movimentos de consumo. “Nas nossas aulas, sempre enfatizamos que, para se destacar, o profissional precisa estudar o comportamento das cidades, entender os movimentos econômicos e antecipar tendências. O mercado imobiliário está cada vez mais técnico. O corretor que interpreta indicadores como o IDI consegue orientar melhor o comprador, apoiar incorporadoras e identificar oportunidades antes da concorrência”, completa.

Sobre o IBREP

Fundado em 2006, o Instituto Brasileiro de Educação Profissional (IBREP) é referência nacional na formação de corretores de imóveis. Presente em mais de 40 polos no país, o instituto já capacitou milhares de profissionais para atuação no mercado imobiliário. Em dezembro de 2025, recebeu homologação do MEC para manter a primeira Escola Superior Imobiliária do Brasil, com início das graduações e pós-graduações previsto para 2026.

https://ibrep.com.br
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O consumidor mudou mais rápido do que a estrutura das empresas e isso está custando caro

Existe um descompasso silencioso acontecendo dentro de muitas organizações, em que do lado de fora, o consumidor se transformou rapidamente, ficando mais informado, impaciente, exigente e, principalmente, menos fiel. E do lado de dentro, porém, a estrutura das empresas ainda funciona com a lógica de uma década atrás, com processos lentos, áreas isoladas, decisões baseadas em hierarquia e pouca capacidade de adaptação.

Hoje, o consumidor não compara apenas empresas do mesmo setor, ele compara experiências, e a referência de atendimento deixou de ser o concorrente direto e passou a ser qualquer empresa que ofereça uma experiência simples, rápida e eficiente. Quando alguém resolve um problema em minutos com um aplicativo, essa expectativa passa a valer para todos os serviços que utiliza, como banco, varejo, telecomunicações, saúde ou educação.

O problema é que muitas empresas continuam organizadas em silos, onde o atendimento não conversa com vendas, o marketing não conversa com operações, e a tecnologia é vista como suporte, não como estratégia. Enquanto isso, o consumidor espera respostas imediatas, consistência entre canais e que a empresa o reconheça como indivíduo, não como um número.

Essa desconexão gera uma sensação cada vez mais comum, onde o cliente sente que a empresa não o conhece, mesmo depois de anos de relacionamento.

Essa percepção tem impacto direto nos negócios

A fidelidade, que antes era construída ao longo do tempo, hoje é extremamente volátil, onde basta uma experiência ruim para que o cliente procure alternativas. E diferente de alguns anos atrás, as alternativas estão sempre a um clique de distância. O custo de mudança diminuiu e a tolerância ao erro também.

Muitas organizações ainda tentam resolver esse problema com tecnologia, implementando novos canais, automatizando processos e adotando IA. Mas sem uma mudança estrutural e cultural, essas iniciativas acabam apenas digitalizando problemas antigos.

É comum ver empresas com múltiplos canais digitais, mas com a mesma dificuldade de sempre: o cliente precisa repetir informações, o histórico não está disponível, as áreas não estão integradas e as decisões continuam lentas. A tecnologia, nesse caso, não resolve, apenas expõe a fragilidade da estrutura.

Outro ponto importante é que o consumidor, hoje, espera experiência do começo ao fim, incluindo atendimento, pós-venda, resolução de problemas e até a comunicação da marca. Quando a estrutura interna não acompanha essa expectativa, surgem inconsistências.

Essas incoerências são percebidas rapidamente e impactam a confiança

Existe também um fator humano nessa transformação, já que o consumidor mudou, porque o mundo mudou: a rotina é mais acelerada, o volume de informação é maior e a tolerância ao desperdício de tempo é menor. Ninguém quer passar por processos complexos para resolver questões simples.

Por outro lado, muitas empresas ainda operam com processos desenhados para um contexto que já não existe mais, com aprovações excessivas, jornadas fragmentadas, dependência de sistemas antigos e falta de autonomia das equipes criam uma experiência lenta e frustrante.

Outro ponto pouco discutido é que a estrutura que não acompanha o consumidor também impacta quem está dentro da organização. Profissionais que lidam diretamente com clientes muitas vezes não têm ferramentas, informações ou autonomia para resolver problemas, e isso gera desgaste, reduz engajamento e afeta a qualidade do atendimento.

Ou seja, o desalinhamento estrutural não prejudica apenas a experiência do cliente, mas afeta a cultura, eficiência e a capacidade de crescimento da empresa.

Outro aspecto relevante é que o consumidor atual também espera evolução constante. Não basta melhorar uma vez, a expectativa é de melhoria contínua. Isso exige estruturas mais flexíveis, com capacidade de adaptação rápida, análise constante de dados e decisões descentralizadas. Empresas que ainda operam com modelos rígidos encontram dificuldade para acompanhar esse ritmo.

A lentidão tem custo

Clientes insatisfeitos saem em silêncio, o churn aumenta, o custo de aquisição cresce e a reputação sofre. Muitas vezes, a empresa demora a perceber que está perdendo competitividade, porque os sinais aparecem de forma gradual.

Por outro lado, organizações que conseguem alinhar sua estrutura ao novo comportamento do consumidor tendem a ganhar vantagem competitiva significativa. Elas respondem mais rápido, aprendem com os dados, adaptam processos e constroem relações mais duradouras.

Essas empresas não enxergam CX como um projeto, mas como um modelo de gestão, em que não tratam atendimento como custo, mas como ativo estratégico. E, principalmente, entendem que o consumidor continuará mudando e que a estrutura precisa acompanhar essa evolução.

Essa transformação não é mais opcional

O consumidor já mudou, o mercado já mudou e as empresas que não acompanharem esse movimento correm o risco de se tornarem cada vez menos relevantes, não por falta de produto, mas por falta de alinhamento com quem realmente sustenta qualquer negócio: o cliente.

Sobre Solemar Andrade

É CEO da Plusoft com mais de 30 anos de experiência nos setores de tecnologia, BPO e transformação de negócios. Graduado em Administração e Direito, possui MBAs em Marketing e Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e formação em Governança e Conselhos pelo Insper. Atualmente, lidera iniciativas voltadas à experiência do cliente, inovação e crescimento sustentável, com foco em liderança humanizada e no desenvolvimento de pessoas como diferencial estratégico.

Sobre a Plusoft

A Plusoft, fundada em 1988, é uma das maiores empresas de gestão da jornada do cliente. É especialistas na fabricação, desenvolvimento e na implementação de sistemas Omnichannel de Customer Relationship Management (CRM) para todos os mercados.

A Plusoft é a primeira companhia nacional do segmento a conquistar a certificação internacional ISO 27001, concedida a organizações com elevado nível de qualidade e segurança no desenvolvimento dos seus projetos.

Atualmente, a Plusoft conta com cerca de 400 colaboradores.

www.plusoft.com

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Governo do RN e Minc lançam Circuito Literário Potiguar e pacote de ações culturais

Um novo capítulo para o fortalecimento das políticas públicas de cultura no Rio Grande do Norte foi celebrado nesta quinta-feira (14), no Teatro Alberto Maranhão. Com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da governadora Fátima Bezerra, o Ministério da Cultura e o Governo do Estado anunciaram um conjunto de ações à ampliação do acesso à cultura, ao fortalecimento da cidadania cultural e à interiorização dos investimentos e programas voltados ao setor em todas as regiões potiguares.

A solenidade reuniu um grande número de artistas, produtores culturais, gestores, representantes de coletivos e autoridades públicas, marcando também o lançamento do Circuito Literário Potiguar (CLIP), iniciativa que busca estimular a leitura, valorizar a produção literária local e promover a circulação de atividades culturais em diferentes regiões do estado.

A agenda foi marcada ainda por uma recepção artística à ministra, evidenciando a diversidade e a força da cultura popular potiguar. As apresentações ficaram por conta dos grupos Afoxé Estrela, Movidos Dança, Boi de Reis do Bom Pastor e Conexão Felipe Camarão. A ministra cumpre agenda institucional no Rio Grande do Norte até esta sexta-feira (15).

Durante a cerimônia, Ministério da Cultura e Governo do Estado celebraram um pacote de medidas de fomento que deverá impactar diretamente a cadeia produtiva da cultura no RN. Entre as ações anunciadas estão o lançamento da consulta pública para implantação do CPF da Cultura — composto pelo Conselho, Plano e Fundo Estadual de Cultura —, o Acordo de Cooperação do Sistema Nacional de Bibliotecas, o lançamento do programa “Arte e Cultura na Educação em Tempo Integral” e a assinatura da Ordem de Serviço para implantação dos CEUs da Cultura no estado.

ACESSO AO LIVRO

Autora da Lei nº 13.696/2018, que institui Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE), a governadora Fátima Bezerra enfatiza que o Circuito Cultural Literário nasce para enfrentar uma desigualdade histórica. “Por muito tempo, o acesso ao livro, à leitura, à formação literária e ao encontro com escritores esteve concentrado em poucos espaços, muitas vezes distante da realidade da maioria da população, especialmente do interior do nosso estado. Leitura não é privilégio. Literatura não é adorno. Livro é ferramenta de liberdade. Leitura é instrumento de consciência crítica. Literatura é direito cultural e direito humano”, afirmou.

A secretária de Cultura do Rio Grande do Norte, Mary Land Brito, destacou o caráter formador do Circuito Literário Potiguar (CLIP). “Por meio dessa parceria entre Cultura e Educação, iremos interiorizar a formação de novos leitores, fortalecer a literatura potiguar e integrar as comunidades por meio do acesso ao livro e às atividades culturais”, afirmou.

CIRCUITO LITERÁRIO POTIGUAR

Voltado à promoção do livro, da leitura e da formação cultural no estado, o Circuito Literário Potiguar (CLIP) representa um investimento de R$ 2,2 milhões, fruto de parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo do Rio Grande do Norte. A iniciativa busca preencher uma lacuna histórica na formação de leitores e no fortalecimento das políticas públicas voltadas à literatura no RN.

O projeto é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC), Instituto Federal do Rio Grande do Norte e Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN.

Em sua primeira etapa, o CLIP percorrerá, ao longo dos meses de junho e julho, as 16 sedes das Diretorias Regionais de Educação e Cultura (Direcs), promovendo oficinas que vão do cordel à escrita criativa, além de mesas de debate, atividades formativas e apresentações artísticas com atrações locais. A segunda etapa ocorrerá em Natal, no mês de agosto, em formato de feira literária.

CINCO CEUS DA CULTURA

Entre as medidas anunciadas durante a solenidade, destaca-se ainda a implantação de cinco CEUs da Cultura nos municípios de Currais Novos, Macaíba, Mossoró, Natal e São Gonçalo do Amarante, totalizando R$ 12,2 milhões em investimentos voltados à ampliação da infraestrutura cultural no estado.

Durante seu discurso, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, relacionou sua trajetória artística às dificuldades históricas enfrentadas pelo setor cultural brasileiro. Segundo ela, a ausência de políticas públicas estruturadas marcou grande parte de sua carreira de mais de quatro décadas na música e na cultura. “Ao longo de mais de 40 anos de trajetória artística, vivi de perto a falta de políticas públicas permanentes para a cultura. É uma realidade que estamos trabalhando para transformar, com a retomada do Ministério da Cultura e a reconstrução das políticas culturais em todo o país”, destacou.

Participaram da solenidade de lançamento do CLIP o secretário estadual de Infraestrutura, Gustavo Rosado; subsecretário da Secretaria de Estado do Turismo, Dácio Galvão, diretor geral da Fundação José Augusto, Gilson Matias; secretária adjunta da secretaria de saúde do RN, Leidiane Queiroz; secretário extraordinário de assuntos federativos, Luciano Santos; o secretário nacional de Formação, Livro e Leitura do Minc, Fabiano Piúba; o coordenador do ministério da cultura no Rio Grande do Norte, Fábio Henrique Lima; a secretária-adjunta da Educação, Cleonice Kozerski; o deputado federal Fernando Mineiro; os deputados estaduais Francisco do PT, Ubaldo Fernandes e Divaneide Basílio; além da representante do Conselho Estadual de Cultura, Josimey Costa, além da vereadora de Natal, Brisa Bracchi.

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SMS Natal retoma atendimento em nova sede administrativa no bairro da Cidade Alta

 A partir desta segunda-feira (18), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal inicia os atendimentos ao público na nova sede administrativa da pasta, localizada no bairro da Cidade Alta.

O novo prédio do nível central da pasta da saúde está localizado na Avenida Deodoro da Fonseca, 907, no bairro Cidade Alta (antigo prédio do CDF Colégio e Curso – Unidade Deodoro).

“Essa mudança de prédio vai contribuir com um espaço mais moderno para melhor atender às necessidades da população da capital que busca acolhimento com suas demandas relacionadas à saúde, seja a população ou os trabalhadores da saúde que nos buscam”, explica o secretário municipal de Saúde, Geraldo Pinho, reforçando que o processo de mudança de alguns setores ainda está acontecendo, mas que logo os atendimentos de todos os departamentos estarão normalizados.

O horário de funcionamento e atendimento ao público acontece de segunda a quinta-feira, das 8h às 16h, e nas sextas-feiras (com funcionamento interno), das 8h às 12h.

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Mostra “Mães do Juvino 2026” une arte, afeto e solidariedade na ALRN

A exposição “Mães do Juvino 2026” foi encerrada nesta quinta-feira (15) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, concluindo mais uma edição de uma iniciativa que une arte, sensibilização social e solidariedade em favor do Instituto Juvino Barreto. Ao longo de dez dias de visitação pública no Salão Nobre Deputado Iberê Ferreira de Souza, a mostra, idealizada pelo fotógrafo e jornalista Elias Medeiros, reforçou a reflexão sobre o envelhecimento e mobilizou a sociedade para o cuidado com a pessoa idosa. 

“Essa campanha eu a chamo de missão. tem o tema “Copa da vida” porque todos os dias precisamos ganhar esta copa de manter viva a chama do abrigo e dos que lá vivem. Para nós também foi uma vitória conseguir realizar no mês de maio, o próprio mês das mães e contar com a presença do deputado e presidente da Casa deputado Ezequiel Ferreira”, disse Elias, que levará a campanha para o Partage Norte Shopping e em seguida para o Praia Shopping. 

Durante o período da exposição, a campanha solidária promovida pela Casa resultou na arrecadação de cerca de 300 pacotes de fraldas geriátricas, doados por servidores, parlamentares e gestores da Assembleia Legislativa. O gesto coletivo reafirma o compromisso institucional com ações que ultrapassam o espaço legislativo e alcançam diretamente quem mais precisa. “A Assembleia se soma às ações sociais e filantrópicas, como esta para o Juvino Barreto porque a gente sabe que a carência de fraldas é muito grande.  Contamos com a sensibilidade e a participação de deputados, servidores e o resultado disso é de uma importancia mto grande, para suprir uma carência momentânea, porque existe um alto consumo diário”, afirmou a diretora do gabinete da ALRN, Dulcinéa Brandão. 

A mostra trouxe ao público uma mensagem sobre respeito, dignidade e valorização da pessoa idosa, transformando arte em instrumento de conscientização social. “Para nós é uma campanha extraordináa, porque, envolve o afeto e a lembrança das mães e receber esse apoio todos os anos é muto gratificante”, afirmou a funcionária do abrigo, Jéssica Araújo.

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