CULTURA

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GRIFE LANÇA CAMISETAS DEBOCHANDO DE ÍDOLOS DO FUTEBOL

A grife brasileira Sergio K. foi acusada de homofobia depois de lançar uma linha de camisetas inspiradas na Copa do Mundo de 2014, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo. A marca criou estampas jocosas sobre algumas personalidades do futebol, mas acabou criando polêmica com as estampas “C. Ronaldo is gay” (Cristiano Ronaldo é gay) e “Maradona Maricón” (Maradona bicha). A coleção causou revolta em internautas, e duas petições foram registradas.

O estilista Sergio Luiz Kamalakian Savone, que assina a grife, se defendeu das acusações. “A coleção tem a veia irreverente da marca e foi feita para quem quer torcer pelo Brasil, mas não quer usar camisa da Seleção. É uma resposta a tudo o que o Maradona já disse ao Brasil, ao Pelé. Não é homofóbica. Para mim, homofobia é outra história: não contratar gays, agredi-los… as camisetas não incitam violência”, disse Sergio K. ao jornal. Além de Cristiano Ronaldo e Maradona, a grife provocava o centroavante italiano Mario Baloteli (chamado de perdedor), o ex-meia francês Zinedine Zidane (“acabado”) e o atacante argentino Lionel Messi (“cabrón”, gíria em castelhano que possui inúmeras traduções, como “chato”, “covarde” e “mau caráter”, dentro outros). Cada peça custa R$ 189,90.

Camiseta que chama Cristiano Ronaldo e Maradonna de gays.
Camiseta que chama Cristiano Ronaldo e Maradonna de gays.
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SEM LUGAR PARA SENTAR, ARIANO SUASSUNA DEITA NO CHÃO EM AEROPORTO

O romancista, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna, de 86 anos, provocou uma polêmica nesta terça-feira (22), nas redes sociais com a publicação, por um internauta, de uma foto sua deitado no aeroporto internacional de Brasília. Suassuna, que esteve em Brasília na terça-feira da semana passada para participar da 2ª Bienal do Livro e Leitura, foi flagrado deitado no chão da sala de embarque do aeroporto Juscelino Kubitschek, na manhã do dia seguinte, quarta-feira, enquanto aguardava o seu voo para Recife, que decolaria às 10h04.

O assessor pessoal de Suassuna, Alexandre Nóbrega, que também é seu genro e o acompanhava na viagem, afirmou que ele “faz isso sempre” e que “só estava descansando um pouco”. E emendou: “ele tem o hábito de deitar no chão do aeroporto. Já fez isso muitas vezes e faz em qualquer aeroporto”. Questionado se Suassuna já fez isso também no exterior, Nóbrega disse que não “porque nunca saiu daqui” do País. Ainda segundo o assessor, Suassuna afirmou que “ficou muito surpreso com a repercussão de sua foto deitado no chão do aeroporto de Brasília até porque uma outra foto dele deitado no aeroporto de São Paulo também já havia sido publicada e não teve essa divulgação toda”.

O assessor de Suassuna contou que o escritor alega que deita no chão porque “nunca tem lugar para sentar no aeroporto” e “as cadeiras são sempre muito desconfortáveis”. Ele não lembrava se naquele dia tinha cadeira vazia se ele quisesse se sentar. Alexandre Nóbrega informou ainda que “por acaso” o voo de quarta-feira da semana passada não estava atrasado e Suassuna resolveu deitar no chão da sala de embarque “para descansar um pouco e esperar a hora do voo”. E completou: “não importa por quanto tempo. Podem ser só dez minutinhos. Ele faz sempre e em qualquer lugar por isso ficou tão assustado com a repercussão”.

Concessionária

A Inframérica, empresa responsável pela administração do aeroporto de Brasília, não soube dar explicações para a foto de Suassuna. Segundo a Inframérica, somente com informações precisas sobre a data e o horário poderia dar esclarecimentos sobre o caso. No início da noite, com a informação da data e horário, a Inframérica disse que ia buscar imagens para verificar o que aconteceu, mas não deu resposta até o fechamento da edição.

O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, de acordo com sua assessoria, evitou falar sobre assunto, justificando que apenas a operadora aeroportuária poderia se manifestar. Neste mesmo dia 16, quarta feira, quando Suassuna se deitou no chão do aeroporto, a presidente Dilma Rousseff esteve inaugurando o terminal sul, uma expansão do aeroporto JK. Só que Suassuna embarcou pela manhã e a presidente foi ao terminal, às 15h.

O assessor de Suassuna informou ainda que uma “mocinha da Infraero” chegou a abordá-lo para perguntar se ele estava precisando de algo ou se estava sentindo alguma coisa, mas ele mesmo explicou que não era preciso se preocupar porque ele estava bem e que tinha costume de se deitar no chão do aeroporto para descansar. De acordo com informações obtidas pelo Estado, a funcionária, na verdade, era da Inframérica e teria relatado o fato para superiores, mas não sabia que se tratava de Ariano Suassuna.
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VIDA DE EDIR MACEDO VAI VIRAR FILME

A Record e a Igreja Universal do Reino de Deus pretendem retratar a vida do bispo Edir Macedo no cinema.

Para isso, o ator mais cotado para dar vida ao líder religioso é Wagner Moura. O artista, contudo, ainda não teria confirmado sua participação no longa.

Quanto à direção do filme, a intenção seria apostar todas as fichas em José Padilha, que comandou ‘Tropa de Elite’ e o novo ‘Robocop’. O cineasta, no entanto, já teria recusado o convite, alegando falta de tempo devido a outros compromissos já assumidos.

O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2016.

Wagner Moura ainda não disse sim para a Record.
Wagner Moura ainda não disse sim para a Record.
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