A Prefeitura de Natal repassa nesta quarta-feira (27) os recursos para o pagamento da folha dos servidores de todas as categorias da administração direta, indireta e fundacional, referente ao mês de fevereiro. Os salários estarão nas contas dos servidores (ativos, inativos e pensionistas) na manhã desta quinta (28).
Desta forma, a gestão municipal segue cumprindo o objetivo de pagar a folha do funcionalismo em dia. Nos últimos meses, vem pagando os salários dentro do próprio mês trabalhado. Com o pagamento aos mais de 21 mil servidores, a Prefeitura coloca em circulação mais de R$ 64 milhões na economia da cidade.
O prefeito de Natal, Álvaro Dias, celebra o pagamento e recorda que, desde que assumiu a administração do Município, tem mantido o salário dos servidores regularizado. “Nossa administração trata o servidor com prioridade e tem realizado todos os esforços para cumprir a meta de pagar os salários dentro do mês trabalhado. Graças ao nosso trabalho de acompanhamento das receitas e controle de despesas, estamos, mais uma vez, cumprindo esse objetivo. Seguiremos nesse caminho, colocando o funcionalismo em primeiro lugar para manter o bom funcionamento dos serviços ofertados pela Prefeitura de Natal”, ressalta ele.
O novo secretário de Planejamento da Prefeitura do Natal, Alexsandro Ferreira Cardoso da Silva, acompanhado de Joanna Guerra, secretária Adjunta, e equipe técnica da SEMPLA, esteve nesta terça-feira (26) na Superintendência da Caixa Econômica Federal tratando com o corpo técnico daquela instituição sobre os contratos que a municipalidade tem a Caixa como banco interveniente.
“Nestes primeiros dias à frente da secretaria, estou me inteirando de todas as ações que envolvam o planejamento. Além das reuniões internas com os técnicos da SEMPLA, estamos buscando nossos parceiros externos, como a Caixa, pois precisamos fortalecer o relacionamento institucional”, disse Alexsandro Ferreira.
Segundo o secretário, o acompanhamento e o monitoramento dos projetos em andamento são ações importantes na efetividade do planejamento e na consequente realização de obras. Dentro desta linha, a SEMPLA realizou reunião com as demais secretarias, no início da semana, para discutir o fluxo de acompanhamento dos projetos no âmbito municipal.
Com o objetivo de fortalecer a segurança dos frequentadores do Parque Estadual Dunas do Natal “Jornalista Luiz Maria Alves” e preservar o bioma da Mata Atlântica, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, ressalta a importância da utilização das trilhas oficiais por parte da população. A presença irregular nas áreas da mata tem provocado desequilíbrio ao ecossistema.
O Parque das Dunas possui uma área de uso público com cerca de sete hectares, onde os visitantes podem realizar diversas atividades, desde caminhada e corridas em contato com a natureza, até atrações culturais aos fins de semana.
Além disso, o Parque oferece três trilhas oficiais que permitem uma maior interação com o ecossistema. Por meio delas é possível conhecer mais de perto a diversidade biológica existente. “O papel do Idema está diretamente relacionado com a sensibilização das pessoas. As trilhas funcionam como instrumento de educação ambiental em que buscamos o despertar para questões como o respeito ao meio ambiente e o equilíbrio na relação entre homem e natureza. Já as trilhas clandestinas desrespeitam e desconsideram toda a questão dos princípios da preservação da Unidade de Conservação da Natureza”, explica o diretor geral do Idema, Leon Aguiar.
As trilhas oficiais são realizadas de forma silenciosa, acompanhadas por um orientador turístico e de um policial ambiental para que a atividade seja feita de maneira segura. A gestora do Parque das Dunas, Mary Sorage, afirma ser um desafio ter um parque em área urbana e é de extrema importância que as pessoas sejam aliadas para a preservação da Unidade.
“No momento em que um grupo adentra o Parque sem autorização, sem ser para os fins de educação ambiental, está desrespeitando a legislação, causando dano à Unidade e uma série de impactos. Observamos árvores e placas pichadas, uma grande quantidade de lixo, focos de incêndios e tudo isso reflete na questão de processos erosivos, no comprometimento da saúde do solo. Além disso, os animais se afugentam à medida que as pessoas modificam o habitat deles. São questões sérias que refletem na saúde dos animais, na qualidade das plantas, solos e do ar”, destaca Sorage.
Além dos impactos ambientais causados pela utilização indevida do Parque, a preocupação com a segurança da população é destacada pelo Comandante da Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM), Major Marcelo Dantas de Medeiros. “A utilização de trilhas clandestinas é fator gerador de diversos riscos causados ao meio ambiente e para a segurança pessoal, tais como ataques de animais silvestres, picadas de serpentes, ataques de cães asselvajados, os quais circulam em matilhas pelo parque, bem como a possibilidade das pessoas se desorientarem e se perderem na mata, além de serem alvo de ações delituosas”, ressalta.
O acesso ao Parque por meio de trilhas clandestinas é terminantemente proibido, sendo considerado infração ambiental.
Trilhas
Para conhecer e fazer uso das trilhas, é necessário realizar o agendamento através do e-mail parquedasdunas@rn.gov.br ou diretamente na administração do Parque. O agendamento é realizado de segunda a sexta, das 7h às 14h.
Trilha Perobinha: Tem extensão de 800 metros (ida e volta) e duração de 40 minutos, aproximadamente. É indicada para crianças de idade igual ou superior a 6 anos, adultos com restrições físicas ou médicas e sedentários.
Trilha Peroba: Tem extensão de 2.800 metros (ida e volta) e com duração de aproximadamente 1h e 30 minutos. É indicada para adultos e crianças de idade igual ou superior a 10 anos.
Trilha Ubaia-Doce: Tem extensão de 4.400 metros (ida e volta) e duração de 2 horas e 20 minutos. É indicada para pessoas a partir de 12 anos que estejam em boa forma física, pois esta trilha é caracterizada por possuir acentuados aclives e declives. Não recomendamos esta trilha para pessoas com restrições a realização de atividades físicas.
*É necessário um grupo mínimo de 05 pessoas e máximo de 25 por trilha (com exceção da Ubaia-Doce, pois o número máximo é de 20 participantes).
– Entrada no Parque das Dunas: 1 real.
– Acesso à trilha: 1 real (valor cobrado por pessoa)
Parque das Dunas
O Parque das Dunas é reconhecido pela Unesco como uma reserva da biosfera da Mata Atlântica, o que demonstra a sua importância do ponto de vista do planeta. Esse ecossistema é rico e diversificado, abrigando uma fauna e flora de grande valor bioecológico, que inclui diversas espécies em processo de extinção. De acordo com levantamento preliminar, a fauna do parque está representada por cerca de 300 espécies, entre mamíferos, répteis, aves e invertebrados. Já a flora reúne mais de 270 espécies arbóreas distintas e 78 famílias, representada por mais de 350 espécies nativas.
A Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas-RN) reconhece a importância do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) para o fortalecimento da segurança alimentar, e reafirma que no Estado, o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA-RN) será mantido e fortalecido, assim como a política de Segurança Alimentar Estadual, que beneficia por dia cerca de 138 mil potiguares, em todos os 167 municípios.
O Café Cidadão oferece um café da manhã saudável, balanceado e nutritivo, por apenas R$ 0,50. O cardápio diário é elaborado por nutricionista e composto por café, pão, leite, bolacha, cuscuz, fruta e produtos regionais. São 44 unidades, em 36 municípios, que oferecem 10 mil cafés da manhã por dia.
O Restaurante Popular conta com 56 unidades, em 34 municípios e oferece por dia 36 mil almoços. Com apenas R$ 1 real, a população pode ter acesso a um almoço completo, elaborado para atender pessoas com diabetes e pressão alta.
A Sopa Cidadã conta com 11 unidades, em 07 municípios e oferece por dia cerca de 3 mil sopas, por apenas R$ 0,50. A refeição é composta por uma sopa que pode ser de carne, feijão, jerimum, batata, sendo seguido um cardápio defino pela nutricionista da Sethas. A sopa vem acompanhada de pão, biscoito ou torradinhas, e café ou chá.
Já o Programa do Leite Potiguar faz a distribuição de 5 litros de leite por semana para famílias em situação de vulnerabilidade social. Além disso, incentiva a cadeia produtiva do leite, a agricultura familiar, a agropecuária e a indústria de laticínios, mediante o apoio à produção, comercialização, industrialização e consumo de leite (bovino e caprino). São beneficiadas 88 mil famílias, dos 167 municípios, com 5 litros de leite por semana.
Uma das comemorações mais esperadas do ano está se aproximando: o Carnaval. Durante os quatro dias de festa, toneladas de lixo são despejadas nas ruas de todo o Brasil e quem sente as consequências é o meio ambiente. Latas de cerveja, garrafas de água, descartáveis e adereços que se acumulam no chão aumentam o risco de alagamentos em caso de chuva, porque os bueiros de drenagem de água pluvial ficam entupidos com todo esse lixo. Nas praias, o que vai para o mar, além de contaminar a água, põe em risco a fauna e a flora marinhas.
E não só as ruas ficam sujas, ou as galerias de drenagem entupidas e o mar agredido com o descarte inadequado. Parte desse lixo também pode chegar à rede de esgoto, o que traz ainda mais prejuízos. Jogar lixo no esgoto é crime ambiental. Tubulações são obstruídas, equipamentos são danificados e o desconforto com a agressão ao meio ambiente se transforma em uma série de outros problemas, até no âmbito da saúde.
Para minimizar o impacto ambiental, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) traz dicas sustentáveis para todo mundo aproveitar o período.
COPOS REUTILIZÁVEIS
Preocupados apenas com a diversão, os foliões esquecem de ter cuidado com o próprio lixo ou com quem vai limpá-lo. Uma alternativa prática que pode ajudar a reduzir a quantidade de resíduos jogados nas calçadas é levar o próprio copo reutilizável de casa, evitando carregar depósitos que depois seriam desperdiçados.
GLITTER
O glitter é um dos elementos mais utilizados nas fantasias de carnaval, e também um dos maiores violões do ecossistema marinho. Menor que 5 milímetros, o glitter é classificado como microplástico, ou seja, plástico, principal poluente do oceano. Todo o microplásico encontrado nos mares representa um caminhão de lixo por minuto e 85% do plástico encontrado na natureza. Não biodegradável, demora mil anos para se decompor.
Ao remover o glitter com água, seja em pias ou no chuveiro, o material vai para o encanamento de esgoto. Microplásticos são pequenos demais para serem filtrados no sistema de tratamento de esgoto, chegando em rios e mares. Quando isso acontece, o material percorre longas distâncias, podendo se tornar ainda menor. Invisível a olho nu, acaba sendo ingerido por seres marinhos.
O glitter absorve substâncias perigosas para os organismos. Quando ingerido pelos animais, pode causar danos irreparáveis. Felizmente, existem alternativas do produto que não possuem plástico em sua composição, sendo biodegradáveis ou naturais.
Glitter ecológico
Com o crescimento da discussão, já é possível encontrar o glitter ecológico em lojas ou até mesmo fabricá-lo em casa. Confira o tutorial de três passos:
Para confeccionar bastam doisingredientes: gelatina vegetal e corantes das cores de sua preferência. Também conhecida como pó de ágar-ágar, a gelatina vegetal possui maior poder gelificante que a animal, não necessita ir à geladeira e não derrete em temperatura ambiente.
Misture a gelatina com corantes de preferência, fazendo uma pasta. Opte por compostos biodegradáveis. Para um efeito mais brilhoso, pode-se adicionar pó de mica.
Deixe a pasta secar em uma camada fina sobre um tapete de silicone. Para secar integralmente, pode-se levar até 3 dias.
Triture a pasta completamente seca em um microprocessador (mixer) ou liquidificador.
Pronto para usar, utilize protetor solar para proteger a pele e aumentar a aderência do bioglitter à pele.
CANUDO
Por serem práticos, higiênicos e confortáveis, canudos plásticos estão presentes no cotidiano de grande parte da população. Mas a evolução desse modelo é inimiga do meio ambiente, em especial, da vida marinha. Os canudos fazem constituem uma vasta parcela de todo o plástico encontrado nos mares e oceanos. Para não abandonar o velho hábito, uma maneira de evitar o problema é investir em canudos de bambu, silicone, vidro ou aço inox. As alternativas são muitas e os produtos, reutilizáveis e portáteis.
CONFETE
Fundamental na folia das crianças durante o período carnavalesco, o confete é produzido, normalmente, por papel. Algumas marcas utilizam celofane, um tipo de plástico não reciclável, que ao passar pelas estações de tratamento de esgoto, chegam ao oceano como microplástico. Nesse caso, a melhor solução para não agredir o meio ambiente é optar por confetes que sejam fruto de reciclagem, ou criar o seu próprio material, podendo ser reciclado ou ecológico.
Reciclado
Papéis antigos como contas pagas, revistas e jornais velhos, cadernos usados, rolos de papel higiênico e todo o material acumulado dispensável podem ser utilizados como base para o confete. Vale toda a criatividade para buscar papéis coloridos, tingi-los com tintas, canetas e lápis de cor para deixar a brincadeira personalizada.
Após a seleção e possível pigmentação dos reciclados, basta utilizar um perfurador de papel nas peças escolhidas e em seguida, guardá-las em algum recipiente de preferência. As vantagens são muitas: além de não desperdiçar, é econômico e consome o acervo desnecessário das prateleiras de casa, limpando e liberando mais espaço.
Se a brincadeira ocorrer em casa, o confete pode ser recolhido e reutilizado. Ao término da festa, o material pode ser descartado na lata de lixo azul da coleta seletiva.
Ecológico
Ainda mais sustentável, o confete ecológico tem o mesmo processo de produção do reciclado, mudando apenas o material-base: folhas e flores secas, que podem ser escolhidas de diferentes tipos para variar a tonalidade. A Caern alerta que não se deve arrancar as folhas das árvores, use apenas as que estiverem caídas nas ruas e calçadas.