25 de março de 2024

Coluna Versátil News

Cortella e Rossandro abraçam as dores humanas em livro

 

Filósofo e psicólogo incentivam leitores a encarar as adversidades e a aprender com elas

Em um mundo em que a fuga da dor é quase que um reflexo automático, enfrentá-la tornou-se ainda mais vital. É nesse contexto que os renomados pensadores Mario Sergio Cortella e Rossandro Klinjey lançam As quatro estações da alma: Da angústia à esperança, obra que promete não apenas expor, mas também acolher as dores e os desafios da jornada humana.

Por meio de diálogos profundos e reflexivos, os autores exploram a complexidade da existência humana, destacam a importância de encarar os problemas de frente, em vez de fugir dos altos e baixos que as estações da vida apresentam. Cortella e Rossandro encorajam o leitor a abraçar cada fase para reconhecer que a verdadeira transformação acontece no enfrentamento das dores.

Eles compartilham conhecimentos, vivências e alternam opiniões e comentários, com uma linguagem envolvente e bem-humorada. Um dos assuntos que permeiam a obra é o contexto das redes sociais, que muitas vezes trazem uma visão idealizada da vida. Os autores ressaltam a importância de perceber e refletir que se trata de uma realidade cheia de filtros, ou seja, um recorte deturpado do que está sendo de fato vivido.

Rossandro observa que a incapacidade de tolerar adversidades são indicativos de uma sociedade desconectada das próprias dores. Como exemplo, ele cita o término de um relacionamento amoroso, quando a pessoa é incentivada a encontrar um novo amor como forma de alívio. “Você precisa vivenciar esse luto, pois encontra-se vulnerável e carente. Se sair à procura de um novo amor nesse estado pode acabar conhecendo alguém que vai ferir você ainda mais”, alerta.

Cortella enfatiza a necessidade de transformar as experiências dolorosas em oportunidades: “Pior que aprender pela dor é com a dor nada aprender, tendo por ela passado, porque aí é um desperdício”. Ele lembra que, mesmo que a dor não seja buscada deliberadamente, ela pode se tornar uma mestra.

Mais do que uma simples leitura, esse livro é como se fosse uma sessão de terapia com os melhores profissionais das áreas de filosofia e psicologia. Uma inspiração para todos que ousam enfrentar as dores da alma.

Ficha técnica:Título: As quatro estações da almaSubtítulo: Da angústia à esperançaAutores: Mario Sergio Cortella e Rossandro KlinjeyEditora: Papirus 7 MaresISBN (impresso): 978-65-5592-044-4ISBN (e-book): 978-65-5592-046-8Formato: 14 x 21 cmPáginas: 160Preço físico: R$ 59,90Preço e-book: R$ 39,90Onde encontrarhttps://encurtador.com.br/azIX7

Sobre Mario Sergio Cortella: Renomado filósofo, escritor e palestrante, com mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP, onde lecionou como professor titular por 35 anos (1977-2012). Ele também ocupou o cargo de secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992) e trabalhou como assessor especial e chefe de gabinete do professor Paulo Freire. É autor de diversos livros abordando temas como educação, filosofia, teologia, motivação e carreira.

Instagram: @cortella

 

Sobre Rossandro Klinjey: É psicólogo, professor, palestrante e consultor em educação e desenvolvimento humano. É fundador do Instituto RK e da Educa, uma empresa de educação socioemocional. Atua como professor convidado do curso de Felicidade da Unicamp e do mestrado em Psicologia Organizacional da PUCRS. Reconhecido por traduzir a psicologia para uma linguagem de fácil compreensão, tornou-se um dos principais palestrantes em aperfeiçoamento pessoal do Brasil.

Instagram: @rossandroklinjey

Sobre a Papirus 7 Mares: Criada em 2008, a Papirus 7 Mares é um selo editorial da Papirus Editora que se destaca pela publicação de obras nas áreas de Filosofia, Psicologia e Educação, além de temas relacionados ao desenvolvimento pessoal e profissional. Com um catálogo diversificado e autoral, busca promover o conhecimento e o debate sobre questões relevantes para a sociedade contemporânea.

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Na Páscoa, receita de trutalhoada inova a tradição

 

 

 

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Se reunir na Páscoa é uma tradição entre as famílias brasileiras, independente do aspecto religioso, além disso, é uma excelente oportunidade para compartilhar e desfrutar de uma deliciosa refeição juntos. Por isso, a Korin Alimentos preparou essa receita tão especial: a trutalhoada. 

Com a truta como protagonista, essa receita surpreende o paladar e torna o almoço de Páscoa ainda mais memorável e cheio de sabor. As trutas Korin torna o prato ainda mais nutritivo, pois os peixes são produzidos de forma sustentável, em todas as etapas de produção, sendo livre de antibióticos e corantes 

Confira!  

Ingredientes  

·          4 filés de Truta Korin 

·          1 dente de alho  

·          Suco de 1 limão  

·          3 batatas  

·          3 tomates  

·          1 cebola  

·          4 talos de alho-poró  

·          3 colheres de azeitonas pretas  

·          2 colheres (sopa) de azeite de oliva  

·          Sal e pimenta-do-reino a gosto  

·          Alecrim a gosto  

  

Modo de Preparo  

 

Tempere a truta com limão, alecrim, o alho, o sal e a pimenta. Reserve e deixe apurar o tempero. Corte as batatas, tomares e talos de alho poró. Unte uma forma com azeite e disponha os legumes cortados. Sele os peixes na frigideira com azeite de oliva. Coloque-os selados na cama de batatas, tomates e alho poró. Pique a cebola em rodelas. Adicione as azeitonas, finalize com azeite, sal e alecrim. Cubra com papal alumínio e asse por 20 minutos ou até o peixe e legumes dourarem.  

 

Duração: 1 hora  

 

Rende: 10 porções  

 

Gostou? No site da Korin tem várias outras sugestões para você se aventurar na cozinha e agradar os convidados. Acesse www.korin.com 

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Congresso Internacional discute exploração sexual em Natal

 

Conscientização sobre a gravidade da exploração sexual e mobilizar a sociedade para a prevenção e combate a esse crime.

Nos dias 4 e 5 de abril, a capital potiguar sediará o I Congresso Internacional Heróis da Proteção Infanto-juvenil e das Mulheres – CIHEPIM, no Hotel Holliday Inn. Idealizado pelo Instituto Hepim, uma organização da sociedade civil que atua no combate aos abusos invisíveis que acontecem com crianças, adolescentes e mulheres, tem como objetivo trazer conscientização sobre a gravidade da exploração sexual e mobilizar a sociedade para a prevenção e combate a esse crime.

Um número alarmante que atinge 800 milhões de crianças por ano no mundo e que o Brasil ocupa o 2° lugar nesse terrível ranking, conforme dados do Ministério da Saúde. Durante o evento, serão realizadas palestras, painéis e debates com especialistas da área, que irão abordar temas, como: os sinais de alerta, as consequências da exploração sexual na vida das vítimas, tráfico humano, crimes cibernéticos e as formas de denunciar casos de abuso.

A organização do congresso espera contar com as participações de conselheiros tutelares, professores, psicólogos, profissionais da saúde, assistentes sociais, profissionais da segurança pública, defensores públicos, promotores e juízes, profissionais fundamentais para garantir um ambiente seguro e protegido para as nossas crianças e adolescentes.

Mobilizações de pessoas e autoridades nacionais e internacionais deste nível podem fazer a diferença, pois já renderam a introdução de normas contra a prostituição infantil e o tráfico de menores para exploração sexual e até agravamento de penalidades para os cidadãos que cometem esse tipo de crime, que agora nem adianta ir buscar refúgio no exterior, visto que as leis internacionais perseguirão os infratores além das fronteiras. Além disso, já estão sendo estudadas convenções internacionais para defender melhor a dignidade dos menores e das mulheres.

O CIHEPIM é uma iniciativa importante para sensibilizar a sociedade e mobilizar ações efetivas no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. A sociedade unida faz a diferença e protege a infância.

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Tendências de Marketing 2024: segurança e autenticidade da marca serão prioridades

BrandMonitor

 

São Paulo, março de 2024 — No cenário atual, com a onipresença da tecnologia, as empresas estão redobrando seus esforços para priorizar a credibilidade e a autenticidade de suas marcas. A proteção de marca tornou-se uma parte integrante das estratégias de marketing, com um impacto direto nos resultados das campanhas e na reputação das empresas.

A proteção de marca não apenas influencia diretamente a eficácia das campanhas, mas também afeta a percepção do cliente sobre a organização. Quando um cliente se depara com produtos falsificados ou de baixa qualidade, seja por fraude ou concorrência desleal, isso não apenas prejudica a confiança do cliente na marca, como também pode levar a reclamações e danos à reputação.

Diante deste cenário desafiador, as tendências para 2024 apontam para uma redução do desvio de tráfego, uma maior taxa de conversão e a manutenção do valor vitalício do cliente (LTV), ao mesmo tempo em que reduzem o custo por clique (CPC), eliminando a concorrência desleal.

“Concorrência desleal continua sendo uma preocupação constante. A disseminação de deep fakes, vídeos ou áudios falsificados gerados por algoritmos avançados, e o emprego de inteligência artificial para fabricar informações enganosas representam uma ameaça séria para as marcas. Essas ferramentas podem ser utilizadas para difamar uma empresa, enganar consumidores ou distorcer a reputação de uma marca. Diante deste cenário, é imprescindível que as organizações estejam proativas na proteção de sua reputação e na garantia da confiança dos consumidores em um ambiente digital cada vez mais complexo”, afirma Diego Daminelli, CEO e Fundador BrandMonitor, empresa especializada no combate à concorrência desleal no ambiente on-line.

Alinhar o posicionamento de valores e identidade da marca com uma comunicação consistente é fundamental. Isso inclui o desenvolvimento de diretrizes de marca, a coordenação entre departamentos, a adaptação da mensagem aos diferentes canais de comunicação e a criação de mensagens e slogans consistentes com os valores da marca.

“É fundamental reconhecer que investir na construção da marca sem investir em sua proteção é um erro. A proteção de marca deve ser uma consideração primordial desde o início da estratégia de marketing. Isso inclui o aumento do investimento em tecnologias de segurança de marca, a ênfase na transparência e autenticidade, e a integração de estratégias de proteção de marca em todas as fases do ciclo de vida do produto”.

Em 2024, o branding bidding e o controle de custos de mídia serão essenciais para enfrentar o aumento dos custos de publicidade. Uma abordagem proativa e integrada para proteger a marca garante o sucesso no ambiente de marketing, que passa por constante evolução.

Sobre a BrandMonitor

BrandMonitor é a pioneira e especialista no combate à concorrência desleal no ambiente digital. A startup oferece soluções abrangentes para empresas que buscam preservar a integridade de suas marcas e melhorar a performance de suas campanhas de marketing. Fundada em 2021, em plena pandemia, a BrandMonitor cresceu de maneira independente sem aportes financeiros. Hoje possui mais de 150 marcas em seu portfólio que conta com grandes players do mercado como Ticket, Itaú, Serasa, Riachuelo, Inter e XP Investimentos.

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Saúde mental feminina X etarismo no trabalho: 32 % das mulheres acima de 50 anos sofrem com o desemprego no Brasil

 

Depressão e ansiedade podem estar atreladas ao sentimento de escassez devido ao etarismo em espaços corporativos, afirma especialista do CEUB

O processo natural do envelhecimento é mais cruel para as mulheres, diante do modus operandi da sociedade moderna. Fatores como perda de colágeno, idade reprodutiva, pressão social e estética são diariamente colocados em xeque. Para além dos fatores biológicos, as oportunidades de inserção no mercado de trabalho são cada vez menores para elas. As dificuldades enfrentadas por mulheres com mais de 50 anos variam, com desafios cada vez mais significativos em relação ao desemprego na maturidade, como aponta pesquisa divulgada pela EY Brasil, especializada em recolocação e desenvolvimento profissional para pessoas com mais de 50 anos.
De acordo com o estudo, o desemprego há mais de um ano atinge 32% das mulheres 50+ e apenas 19% dos homens da mesma faixa etária. A pesquisa aponta ainda que 20% das mulheres 50+ optam por ocupações autônomas e freelancer, já os homens conseguem vagas como consultores, indicando menor espaço em cargos formais para o gênero feminino. Nesse sentido, a saúde mental dessas mulheres é diretamente afetada pela falta de oportunidade no mercado de trabalho. Lucas Benevides, psiquiatra e professor de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB), considera que a depressão e ansiedade podem estar atreladas ao sentimento de escassez devido ao etarismo em espaços coletivos e competitivos como a carreira.
De acordo com o psiquiatra, etarismo, ou discriminação baseada na idade, pode ter impactos significativos na saúde mental das mulheres, afetando sua autoestima, bem-estar emocional e psicológico porque a sociedade frequentemente impõe expectativas e padrões que valorizam a juventude, especialmente para as mulheres, o que pode levar a uma série de efeitos negativos quando elas envelhecem.
 “À medida que envelhecem, muitas mulheres se deparam com estereótipos negativos sobre o envelhecimento, que podem ser internalizados, levando a sentimentos de desvalorização, invisibilidade e, em alguns casos, isolamento social. Isso pode aumentar o risco de depressão, ansiedade e diminuição da autoestima”, relata.
Segundo Lucas Benevides, as cobranças sociais relacionadas à aparência, produtividade e papéis tradicionais podem se intensificar com o passar da idade. Mulheres são frequentemente avaliadas por sua capacidade de manter a aparência jovem e atender às expectativas de cuidados com os outros, levando a uma pressão contínua que pode afetar negativamente sua autoestima. “A comparação com padrões inalcançáveis pode levar a uma percepção distorcida de si mesma e a sentimentos de inadequação e isso inclui o valor de uma carreira de sucesso”.
O preconceito contribui para o desenvolvimento de transtornos psicológicos mais graves, aponta o professor do CEUB. Ele destaca o exemplo do isolamento social, como uma tendência comum do envelhecimento, estando associado a um risco aumentado de transtornos de humor, ansiedade e demência. Além disso, a experiência de discriminação pode ser um fator de estresse crônico.
Desafios femininos
Encarar o envelhecimento e o etarismo de maneira positiva envolve a construção de resiliência psicológica e a busca por apoio social como a participação em grupos sociais ou atividades coletivas que valorizem a diversidade de idades, bem como o desenvolvimento de uma identidade positiva que transcenda a aparência física, ressalta o especialista. “Também é importante considerar práticas de autocuidado, como a manutenção de um estilo de vida saudável e a busca por terapia quando necessário”, afirma.
Para Benevides, abordar a saúde mental das mulheres após os 50 anos requer uma compreensão holística que inclua os aspectos físicos, emocionais e sociais do envelhecimento. É importante que a sociedade como um todo, incluindo profissionais da saúde mental, reconheça o etarismo, para promover uma visão mais inclusiva e respeitosa do envelhecimento. “O empoderamento das mulheres através da educação, apoio social e acesso a recursos de saúde mental ajudam a mitigar os impactos negativos do etarismo e promover uma experiência de envelhecimento mais positiva”.
Superar o etarismo feminino em todas as esferas, inclusive no âmbito profissional é um processo complexo e profundamente pessoal que varia significativamente de uma mulher para outra, dependendo de suas circunstâncias únicas, desejos e necessidades emocionais. No entanto, existem alguns aspectos essenciais que podem ajudar mulheres a enfrentar o preconceito enraizado na sociedade:
Suporte emocional: Ter acesso a uma rede de apoio composta por parceiros, familiares, amigos ou grupos de apoio pode fornecer um espaço seguro para expressar sentimentos e experiências. O suporte emocional é crucial para lidar com a montanha-russa emocional que muitas vezes acompanha a infertilidade.
Aconselhamento e terapia: Profissionais especializados em saúde mental, especialmente aqueles com experiência em questões de gênero, podem oferecer estratégias para lidar com o estresse, a ansiedade, a depressão e o luto que podem surgir com envelhecimento.
Informação e educação: Entender as opções de tratamento disponíveis e o que esperar de cada uma delas pode ajudar a mulher a se sentir mais no controle de sua jornada. Tomar decisões informadas é um passo crucial.
Autocuidado: Praticar o autocuidado, incluindo uma alimentação saudável, exercícios regulares, hobbies e atividades de relaxamento, pode melhorar o bem-estar geral e ajudar a gerenciar o estresse. O autocuidado também significa permitir-se vivenciar e expressar suas emoções sem julgamento.
Paciência e resiliência: Superar o etarismo muitas vezes requer paciência e resiliência diante de contratempos e desapontamentos. Desenvolver uma perspectiva resiliente pode ajudar a enfrentar os desafios emocionais e físicos de forma mais eficaz.
O psiquiatra do CEUB frisa que envelhecer pode ser uma experiência isoladora, mas as mulheres não estão sozinhas e buscar apoio e recursos pode fazer uma grande diferença para alavancar os projetos pessoais e profissionais. “Cada mulher deve encontrar seu próprio caminho para superar a senescência num caminho que respeite suas emoções, desejos e valores individuais”, completa.
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