28 de setembro de 2018

Coluna Versátil News

Novos iPhones no Brasil: Anatel homologa iPhone XS e XS Max

TechTudo

iPhone XS e iPhone XS Max, celulares da geração 2018 da Apple, passaram pela homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de acordo com informações da publicação especializada MacMagazine. Isso significa que os smartphones anunciados ao mundo em 12 de setembro – com sistema iOS 12 – têm autorização para serem vendidos no Brasil. Apesar disso, o escritório local da Apple se limita a dizer que os produtos vão desembarcar por aqui “até o fim do ano”, sem especificar a data e sem detalhar os preços dos novos iPhones no Brasil.

Mais barato que os smartphones da linha XS, o iPhone XR está confirmado para chegar aos Estados Unidos somente em outubro. Por ora não há informações sobre a homologação dele no sistema da Anatel.

iPhones XS e XS Max ainda não têm previsão de quando serão vendidos no Brasil — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

iPhones XS e XS Max ainda não têm previsão de quando serão vendidos no Brasil — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Coluna Versátil News

Oito mitos e verdades sobre o Instagram

Feed cronológico reverso nãõ voltará — Foto: Carolina Oliveira/TechTudo

Feed cronológico reverso não voltará — Foto: Carolina Oliveira/TechTudo

TechTudo

1. Instagram avisa quando você tira print dos Stories de alguém

Parcialmente verdade. Durante cerca de seis meses, a rede social, de fato, fez testes com a funcionalidade, que alertava aos usuários sempre que alguém salvava uma imagem sua dos Stories, como ocorre no rival Snapchat. No entanto, aparentemente, o Instagram desistiu da ideia e mesmo quem tinha acesso ao recurso deixou de ter. Em junho deste ano, o Instagram comunicou que havia finalizado o período de experimentações e que mais ninguém seria notificado caso alguém fizesse um print de uma foto ou vídeo.

FLASHES E BRILHOS

Governo arrecada R$ 6,8 bilhões em leilão de 4 áreas do pré-sal

G1

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) leiloou quatro áreas de exploração de petróleo e gás na camada pré-sal do Brasil nesta sexta-feira (28). As 12 das principais petroleiras do mundo participaram do leilão, realizado em um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Com as quatro áreas arrematadas, a União irá arrecadar R$ 6,82 bilhões em bônus de assinatura. Os investimentos previstos para as áreas são de R$ 1 bilhão. O ágio total do leilão foi calculado em 170,58%.

Veja os vencedores

Bloco Saturno

  • Vencedor: Consórcio Shell (50%) e Chevron (50%)
  • Excedente de óleo oferecido: 70,20%
  • Ágio: 300,23%

Bloco Titã

  • Vencedor: Consórcio ExxonMobil (64%) e QPI (36%)
  • Excedente de óleo oferecido: 23,49%
  • Ágio: 146,48%

Bloco Pau Brasil

  • Vencedor: Consórcio BP Energy (50%), Ecopetrol (20%), CNOOC Petroleum (20%)
  • Excedente de óleo oferecido: 63,79%
  • Ágio: 157,01%

Bloco Sudoeste de Tartaruga Verde

  • Vencedor: Petrobras
  • Excedente de óleo oferecido: 10,01%
  • Ágio: 0

Resumo da rodada — Foto: ReproduçãoResumo da rodada — Foto: Reprodução

Resumo da rodada — Foto: Reprodução

FLASHES E BRILHOS

MADA reforça música feita por mulheres. Confira a programação completa

Daqui a duas semanas começa a edição de 20 anos do Festival MADA. Pelo line up completo divulgado nesta sexta-feira (28), esta tem todas as condições para se tornar uma edição histórica – bora ver se ao vivo tudo funciona para confirmar as expectativas. Ao todo foram escaladas 26 atrações. Dentre as headliners estão Cordel do Fogo Encantado, Atooxxá, Pitty, Nação Zumbi, Baiana System, Rincon Sapiência e Franz Ferdinand (Escócia), que se apresenta pela primeira vez no Nordeste.

Pitty: novo formato

Pitty também é uma das atrações do festival

O MADA confirma em 2018 a vocação de festival grande. O evento, que só deixou de ser realizado em 1999 e em 2010, consolida posição de destaque no circuito de festivais no Brasil ao mostrar ano a ano curadorias sintonizadas com o que de mais contemporâneo está sendo produzido no país. A fórmula é equilibrar artistas em ascensão com atrações de grande público. A programação deste ano não foge a regra.

Nesta edição, talvez mais do que em todas as outras, o Nordeste está fortemente representado. 18 das 26 atrações tem origem na região, embora algumas residam atualmente no Sudeste, como a recifense Duda Beat, radicada no Rio de Janeiro, e as natalenses Far From Alaska e Luisa e os Alquimistas, morando em São Paulo. Mas o Nordeste nestes artistas é um questão de sotaque, porque a sonoridade caminha mais pelo universal urbano e eletrônico.

A escocesa Franz Ferdinand é aposta do festival para alavancar circuito internacional

A escocesa Franz Ferdinand é aposta do festival para alavancar circuito internacional

A presença feminina também é marcante:  11 cantoras darão voz a este festival nos dois dias do evento. Algumas chegam à Natal com boa expectativa, é o caso de Jade Baraldo, Larissa Luz e a já citada Duda Beat. A elas, vale a pena ficar de olho em outras atrações que vem despontando no cenário nacional, como é o caso do rapper Rincon Sapiência e do grupo Atooxxá. Dos gringos, a produção apostou em dois nomes novos que vêm galgando espaço em seus países, é o caso da banda Saint Chameleon (Áustria) e o da cantora Alfonsina (Uruguai). Mas o grande destaque – de todo o festival por sinal – são os escoceses do Franz Ferdinand. Bastante queridos do público brasileiro, eles vêm ao país para apenas três concorridos shows, sendo que pela primeira vez no Nordeste.

O MADA vai acontecer entre os dias 12 e 13 de outubro, no gramado do Arena das Dunas. Uma novidade nesta edição é a ampliação do espaço. Ao invés de dois palcos grandes, desta vez serão três palcos, sendo dois (lado a lado) no gramado e o terceiro na área Podium. O festival ainda contará com Feira Mix, praça de alimentação e área de convivência. A abertura dos portões será às 17h. Os ingressos, à venda no site Sympla, custam entre R$ 60 (meia) e R$ 80 (inteira promocional) a pista (cada dia).

Larissa Luz: Ex-Araketu e Lucy in The Sky aposta em álbum solo

Larissa Luz: Ex-Araketu e Lucy in The Sky aposta em álbum solo

Cena Potiguar
A pulsante cena potiguar marca presença no festival com dez atrações. Dos conhecidos, Talma&Gadelha, Alphorria e as já citadas Far From Alaska e Luisa e os Alquimistas. Dentre as novidades, está Ângela Castro, que com 15 anos de vivência na música estreou em carreira solo neste ano com o disco “Buena Onda”. Outros nomes interessantes para ficar de ouvido ligado são a banda de punk rock só de meninas Demonia, a drag queen Potiguara Bardo, cujo disco de estreia está repercutindo bem, a cantora Bex e as bandas Ardu e Ciro e a Cidade.

O VIVER preparou um guia com informações sobre o som de cada uma das atrações que vai tocar no evento. Confira.

Sexta, 12 de outubro
Palco A:

20h20 – Jade Baraldo  (SC): Combina MPB e pop eletrônico com uma voz suave e letras bem formuladas. Em seus clipes ela em esbanja sensualidade, é o caso de “Brasa”, seu maior sucesso. Algumas influências são Lana Del Rey e Lorde.

21h40 – ATOOXXA (BA)

Coletivo formado por Raoni Knalha (voz), Rafa Dias e Wallace Chibata (guitarra). O grupo se destaca por ressignificar o pagode baiano a partir de bases eletrônicas. O maior sucesso é “Popa da Bunda”. Do novo disco, “LUVBOX”, prestes a ser lançado, o single “Caixa Postal” resgata a estética dos anos 1990.

23h20 – Cordel do Fogo Encantado (PB)

O grupo que fez fama com uma mistura de ritmos nordestino e poesia popular está de volta a ativa depois de oito anos parado. O reencontro de Lirinha e companhia resultou no disco de inéditas “Viagem ao Coração do Sol”.

2h – Pitty (BA)

Campeã de participações no MADA. Foram sete, sendo uma com o projeto Agridoce. Nesta nova apresentação a cantora traz o show “Matriz”. A apresentação conta com músicas como “Na Pele”, lançado com participação de Elza Soares, e “Contramão”, com Emmily Barreto (Far From Alaska) e Tássia Reis, além de sucessos da carreira e algumas surpresas.

Palco B:

19h40 – Alfonsina (URU)

Cantora, compositora e multiinstrumentista, ela começou na música em 2010 por incentivo do produtor musical inglês Tricky (ex-Massive Attack). Seu som bebe no jazz e na canção popular uruguaia.

21h – Saint Chamaleon (AUT): A banda transita pelo funk, jazz, música clássica e cigana. Criado em 2010, o grupo primeiro fez um circuito de festivais pela Europa até que lançar o EP “Sail”, em 2015. O álbum mais recente é “Mockingbird”, de 2018.

22h30 – Far From Alaska (RN): Rock de riffs pesados e vocais femininos. O disco mais recente, “Unlikely”, colocou tempero pop com mais efeitos eletrônicos.

0h30 – Nação Zumbi (PE): Um dos grupos mais importantes do país, referência para muita gente que veio depois. Fez shows históricos no MADA e retorna ao festival como uma das atrações mais aguardadas. Ao manguebeat raiz, os músico têm dado outros sons que não deixam a sonoridade do grupo parada no tempo.

Palco Podium:

18h – Demonia (RN)

Banda de punk rock formada por Quel Soares, Nanda, Isabela Graça, Karina Moritzen e Karla Farias. As músicas transitam por temas políticos e agressivos, com tiradas ácidas, divertidas e grudentas.

19h – Talma e Gadelha (RN)

Banda de rock com pitada pop, o Talma&Gadelha lançou recentemente no Itaú Cultural e Casa Natura, em São Paulo, o disco “Marfim”, que marca uma nova fase do grupo.

20h – RIEG (PB): Trio de trip hop e pop experimental recheado de referências visuais. Criada em 2010, a banda soma cinco EPs e um álbum conceitual.

21h – Duda Beat (PE): A cantora lançou seu primeiro disco em 2018, “Sinto Muito”. O trabalho casa o brega pernambuca no com uma mistura de reggae, dub e pop. Seria algo como “sofrência pop” cantada com uma voz de sotaque apaixonante. A música “Bixinho” tem tudo pra ser um dos hits do MADA.

22h – Dingo Bells (RS)

Trio de indie pop que vem ganhando terreno na cena brasileira. Já estiveram no Lollapalooza Brasil 2016, abriram shows do Ringo Starr e Maroon 5. As principais músicas são “Dinossauros” e “Eu vim passear”

Sábado, 13 de outubro
Palco A:

19h40 – Angela Castro (RN)

Com 16 anos de carreira, a artista lançou disco solo em 2018, mostrando um pouco de suas vivências musicais, mas caindo em sonoridades de rock setentista, beats eletrônicos, dub e afrobeat.

21h10 – Luisa e os Alquimistas (RN)

Luisa vai mostrar no MADA canções do disco “Vekanandra” (2017) e “Cobra Coral” (2016). A sonoridade passeia pelo pop, a música eletrônica das periferias do Brasil, pelo soul e por influências jamaicanas.

22h50 – Rincon Sapiencia (SP)

O rapper se apresenta pela primeira vez no RN um ano após o lançamento do disco “Galanga Livre”, que catapultou sua carreira. Além da poesia marcante, a negritude de seu trabalho se faz sentir nos ritmos, que vão desde a capoeira até o blues, passando pelo coco, tropicália e o afrobeat

00h30 – Franz Ferdinand (UK): A banda surgiu no comecinho dos anos 2000 com uma mistura de rock e dance music que pegou nas pistas mundo afora. Em Natal, eles prometem mostrar os sucessos da carreira, como “Take me out”, “Do You Want to”, “This Fire” e “Darts of Pleasure” e apresentar o álbum mais recente, “Always Ascending”, lançado no começo do ano.

Palco B:

19h – Oto Gris (SP): Trio formado em 2015 com forte influência da MPB setentista, o jazz, o rock progressivo e o reggae. O novo single “Brilhos Negros” soma flautas, percussões, sussurros e sintetizadores para criar a base pulsante, sombria e poética.

20h20 – Alphorria (RN)

Banda de reggae com mais de 20 anos de carreira. Marcaram época nos anos 90, abrindo shows para diversos nomes nacionais e até puxaram bloco no Carnatal. Eles sobem ao palco para mostrar não só sucessos antigos como músicas inéditas que vão compor o disco novo.

22h – Larissa Luz (BA)

Já passou pela banda feminina Lucy in the sky e pelo Araketo. Em 2012 inicia carreira solo. O disco mais recente é de 2016, “Território conquistado”, que traz participação de Thalma de Freitas e Elza Soares. Ela também está em turnê ao lado da potiguar Khrystal com o espetáculo Elza.

23h40 – Francisco El Hombre  (SP)

Banda que mistura rock, música brasileira e latinidades. Em 2017 ganharam o Grammy Latino de melhor canção em língua portuguesa pela faixa “Triste, louca ou má”. Ano passado o grupo fez um dos animados shows do festival Dosol.

2h – Baiana System (BA)

Uma das bandas mais impactantes da nova cena brasileira. Famosos pela mistura da guitarra baiana com o soundsystem jamaicano, o grupo retorna a Natal depois de fazer o melhor show do MADA passado. No repertório, sucessos do premiado álbum “Duas Cidades”. Vale muito essa segunda dose!

Palco Podium:

19h – Ciro e a Cidade (RN)

Da nova safra de bandas potiguares. O quinteto tem um pé no indie rock e outro no brega nordestino. Lançaram recentemente o EP Encharcado. As composições evocam sonoridades da MPB dos anos 70 e do indie rock anos 90.

20h – ARDU (RN)

Influenciada por Toro y Moi, Icarus e Letrux, a banda mistura instrumentos orgânicos, samples e sintetizadores para criar uma espécie de chillwave tropical.

21h – BEX (RN)

Cantora e produtora musical cujo som transita por experimentações eletrônicas, passando pelo blues, jazz, house, dub, hip-hop e diversos sub-gêneros.

22h – Potiguara Bardo (RN)

A drag queen lançou o disco de estreia “Simulacre” há poucas semanas, mas o trabalho já caiu nas graças de boa parte do público alternativo de Natal. Mistura de vários ritmos, como house, reggae, lambada, vale a pena ver como as músicas vão funcionar ao vivo. O clipe de “Você não existe” já conta com mais de 120 mil visualizações.

Atualizada em 28.09.2018, às 9h
FLASHES E BRILHOS

RN perdeu doadores de órgãos em 2018

Na data em que se celebra o Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, o Rio Grande do Norte não tem muito o que comemorar. Isso porque o Estado diminuiu em 37,5% o número de doadores de órgãos em um ano, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta quinta-feira (27). Em números absolutos, o RN tinha 32 doadores no primeiro semestre de 2017. Agora, até o primeiro semestre de 2018, o Estado possui 20 doadores. Os números fazem do RN o terceiro pior estado do Brasil em relação à queda na quantidade de doadores. O coordenador da Central de Transplantes do RN, Yuri Galeno, atribui a redução ao corte das linhas telefônicas do Hospital Walfredo Gurgel, onde funciona  a Central, o que contribuiu para a redução de notificações de morte cerebral e, consequentemente, de doadores.

É preciso notificar a existência de potenciais doadores. Sem linha telefônica, notificações caíram

É preciso notificar a existência de potenciais doadores. Sem linha telefônica, notificações caíram 

“Cortaram o telefone do  Hospital Walfredo Gurgel por falta de pagamento. Passamos boa parte do ano sem a disponibilização de telefones para o público geral e isso atrapalhou o número de notificações. As  notificações caíram e a gente sabe por estudos internacionais, que quando diminui a notificação consequentemente vai diminuir a captação e doação. É feito todo um trabalho de educação continuada com os profissionais da saúde para que eles estejam sempre notificando e avisando a central de transplantes, mas não tinha nem como fazer isso porque não tinha telefone para fazer. Isso já foi regularizado, a conta foi paga e o telefone voltou a funcionar”, disse à Tribuna do Norte. As notificações são quando as unidades de saúde suspeitam que há morte cerebral por parte do paciente. O hospital deve ligar para a Central de Transplantes, que dará início aos trâmites necessários para uma eventual doação.

No Nordeste, o RN apresentou redução assim como  Pernambuco (92 em 2017 para 84 em 2018), Piauí (queda de 15 para 10) e Maranhão (8 para 7). Além disso, o Rio Grande do Norte ficou em terceiro colocado entre os onze estados que mais reduziram o número de doadores. Rio Grande do Sul (queda de 144 para 117) e Minas Gerais (117 para 94) lideram o ranking.

Não foi apenas no tocante a doadores que o RN apresentou redução nos dados. A recusa por parte dos familiares também apresentou aumento, indo de 42%  (julho/2017) para 52% (setembro), em números divulgados pela Sesap e Assembleia Legislativa, respectivamente.

“A gente sabe que quanto melhor é a assistência durante o internamento, maior a chance da família aceitar a doação caso ele evolua para a morte encefálica. E a gente sabe a situação que a saúde vive, de precariedade no atendimento, atraso do salário de funcionários. De um modo geral a assistência ficou de certa maneira comprometida nesse período e isso resultou num aumento no número de recusa dos parentes”, explicou, ressaltando ainda questões religiosas e educacionais e o fato do paciente não ter demonstrado em vida que queria ser doador.

Para melhorar o quadro, o atual coordenador explica que alguns cursos estão sendo feitos junto aos profissionais de saúde, aliado ao fato de que o mês atual é considerado o “Setembro Verde”, dedicado à conscientização da importância da doação de órgãos.

“O que vem sendo feito é a abordagem dos profissionais de saúde: vamos fazer três cursos com os profissionais. O primeiro foi feito hoje e outros dois em outubro,  para desmistificar o processo de doação, ensinar como faz a manutenção, como entrevistar o familiar, humanizar o processo”, explicou.

Nacionalmente, apesar de ter registrado queda em onze estados, o Brasil teve um crescimento de 7%, no comparativo entre os primeiros semestres de 2018 e 2017. Em números absolutos, o Brasil tinha 1.653 doadores em 2017 e agora possui 1.765 pessoas que se dispõem a doar seus órgãos para salvar outras vidas.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil poderá fechar o ano com um número recorde de doadores efetivos, em se tratando de projeções anuais feitos pela pasta. As expectativas é de que 2018 encerre com 3.530 doadores efetivos e 10.620 potenciais doadores, números superiores aos outros cinco levantamentos disponibilizados pelo MS.

De acordo com o MS, um doador efetivo caracteriza-se como aqueles que iniciaram a cirurgia para a retirada de órgãos com a finalidade de transplante. O Ministério espera fechar o ano com uma taxa de 17 doadores efetivos por milhão da população (PMP), ultrapassando a meta do Plano Plurianual do Ministério da Saúde, que prevê o alcance de 15 doadores efetivos PMP para este ano. Em números absolutos, o país deve contar com 3.530 doadores efetivos, batendo recorde da série histórica dos últimos cinco anos.

Doações de órgãos
De acordo com levantamento divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap), atualmente, o Rio Grande do Norte ocupa o 3º lugar no Nordeste, em número de doações de órgãos com 11,4% por milhão de população (pmp). O Ceará está em primeiro lugar, com 25,9% pmp e Pernambuco em 2º lugar, com 17,7% pmp.

O RN realiza transplantes de rins, córnea e medula óssea, sendo o de córneas o maior quantitativo, com 83 transplantes realizados entre janeiro e junho de 2018. No mesmo período foram realizados 29 transplantes de rim.

No estado existem, cadastrados na lista ativa de espera, 177 pacientes aguardando transplante de córnea, 213 aguardando por um transplante renal e 50 pessoas à espera por um transplante de medula.
Estados que perderam doadores entre 2017 e 2018
Rio Grande do Sul
2017: 144
2018: 117
Minas Gerais
2017: 117
2018: 94
Rio Grande do Norte
 
2017: 32
 
2018: 20
Distrito Federal
2017: 44
2018: 33
Pernambuco
2017: 92
2018: 84
Pará
2017: 17
2018: 11
Piauí
2017: 15
2018: 10
Amazonas
2017: 10
2018: 5
Espírito Santo
2017: 23
2018: 20
Maranhão
2017: 8
2018: 7
Mato Grosso
2017: 1
2018: 0
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