maio 2021

Coluna Versátil News

Governo do RN: Reservas hídricas encerram o mês de maio com 50,99% da sua capacidade total

O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn)nesta segunda-feira (31), indica que as reservas hídricas superficiais totais do RN somam 2.231.734.458 m², correspondentes a 50,99% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³. No dia 31 de maio de 2020, as reservas estaduais eram de 2.402.181.915 m³, equivalentes a 54,88% da sua capacidade total. 

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, acumula 1.422.922.656 m³, percentualmente, 59,96% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. No mesmo período do ano passado, o manancial estava com 1.502.835.076 m³, equivalentes a 63,33% do seu volume total. 

Já a barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior reservatório do Estado, acumula 257.138.285 m³, correspondentes a 42,88% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. No último dia de maio de 2020, o manancial estava com 215.955.460 m³, percentualmente, 36,01% do seu volume total. 

O reservatório Umari, localizado em Upanema, acumula 214.918.715 m³, equivalentes a 73,4% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. No mesmo período do ano passado, a barragem estava com 251.785.517 m³, correspondentes a 85,99% do seu volume total. 

O açude Rodeador, localizado em Umarizal, acumula 21.272.098 m³, percentualmente, 99,38% da sua capacidade total, que é de 21.403.850 m³. No mesmo período do ano passado, o reservatório estava com 17.749.862 m³, correspondentes a 82,93% do seu volume total. 

A barragem de Pau dos Ferros acumula 30.614.291 m³, equivalentes a 55,82% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No final de maio do ano passado o reservatório estava com 21.032.342 m³, correspondentes a 38,35% do seu volume total. 

O açude Apanha Peixe, localizado em Caraúbas, acumula 8.850.000 m³, percentualmente, 88,5% da sua capacidade total, que é de 10 milhões de metros cúbicos. No mesmo período de 2020, o manancial estava com 100% da sua capacidade. 

O reservatório Marechal Dutra, conhecido como Gargalheiras, acumula 8.597.173 m³, correspondentes a 19,35% da sua capacidade total, que é de 44.421.480 m³. No mesmo período do ano passado, o manancial estava com 15.281.223 m³, equivalentes a 34,40% do seu volume total. 

O açude de Marcelino Vieira, que já chegou a sangrar este ano, acumula 11.112.881 m³, correspondentes a 99,22% da sua capacidade total, que é de 11.200.125 m³. No mesmo período do ano passado, o reservatório estava com 8.121.506 m³, equivalentes a 72,51% do seu volume total. 

Os mananciais que continuam com 100% da sua capacidade, são: Santana, localizado em Rafael Fernandes; Flechas, localizado em José da Penha; Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes; Riacho da Cruz II, localizado no município de Riacho da Cruz e Encanto, localizado no município de mesmo nome. 

Os reservatórios monitorados pelo Igarn, que apresentam volumes inferiores a 10% das suas capacidades, são: Itans, localizado em Caicó, com 3,76%; Zangalheiras, localizado em Jardim do Seridó, com 5,48% e Esguicho, localizado em Ouro Branco, com 0,83%. O reservatório Passagem das Traíras continua em reforma na sua estrutura. 

Os açudes monitorados pelo Igarn, que continuam secos, são: Trairi, localizado em Tangará e Santa Cruz do Trairi, localizado em Santa Cruz. 

SITUAÇÃO DAS LAGOAS 

A lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital, acumula 11.019.525 m³, que correspondem a 100% da sua capacidade. 

Já a lagoa do Bonfim, responsável pelo abastecimento da adutora Monsenhor Expedito, acumula 42.480.531 m³, percentualmente, 50,41% do seu volume total, que é de 84.268.200 m³. 

A lagoa do Boqueirão, que atende a usos diversos, acumula 10.312.136 m³, correspondentes a 93,11% da sua capacidade total, que é de 11.074.800 m³

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População poderá agendar vacinação contra a Covid-19 através da plataforma RN+Vacina

Ascom

Nossa população terá mais uma comodidade na hora de se vacinar contra a Covid-19. É que a partir desta segunda-feira (31), nossos munícipes poderão agendar a data e o horário para tomar o imunizante.


O agendamento ocorrerá, inicialmente, como uma experiência piloto e neste primeiro momento, estará restrita apenas a Unidade Básica de Saúde Suzete Cavalcante, em Nova Parnamirim.


O processo de agendamento e simples e fácil. Depois de se cadastrar no RN Mais Vacina, a pessoa interessada acessa a plataforma e clica na opção “CIDADÃO”. O próximo passo é escolher a opção “Agendamento” e selecionar o dia e a hora que deseja receber o imunizante. A confirmação será enviada por e-mail. O comprovante de agendamento pode ser apresentado impresso ou no próprio aparelho celular pelo usuário.


É importante ressaltar que, mesmo com o agendamento, a ordem de vacinação segue de acordo o Plano Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde. Com isso será possível agendar a vacinação para os grupos prioritários divulgados até o momento, exceto para as grávidas e as puérperas, cuja imunização ocorrerá, exclusivamente na Faculdade Uninassau da Cohabinal.

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Governo do RN: Hospital da Mulher: aberta consulta pública para fornecedores e equipamentos

Para dar transparência e promover uma ampla concorrência entre empresas do ramo hospitalar, o Governo do RN, por meio do Projeto Governo Cidadão e da Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap), promoverá uma Consulta pública com potenciais fornecedores de equipamentos médico-hospitalares, nacionais e estrangeiros, que estejam aptos a licitar com a Administração pública, conforme legislação vigente. A consulta servirá aos interessados em participar da Licitação Pública Internacional (ICB) para aquisição de  equipamentos para o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em construção em Mossoró. O encontro ocorrerá na terça-feira (08/06), das 10h às 12h, em ambiente virtual no link http://bit.ly/consultapublicaHM  .

“Seguindo as orientações da governadora Fátima Bezerra,  que exige transparência  em todas as ações de Governo,  trazemos mais essa iniciativa inovadora  com a realização da Consulta Pública que vai tratar das licitações  para a compra de equipamentos para o Hospital da Mulher”, pontuou o secretário de Gestão de Projetos e Metas e coordenador do Governo Cidadão, Fernando Mineiro que completou: “Os recursos na ordem de R$ 27 milhões  para a aquisição destes aparelhamentos estão garantidos via empréstimo junto ao Banco Mundial e já estão depositados em conta, só esperando o certame”.

A consulta pública, instrumento previsto na legislação brasileira, objetiva esclarecer dúvidas quanto aos descritivos técnicos dos equipamentos, com a livre participação  de potenciais fornecedores interessados. Dessa forma, os requisitos de qualidade dos bens adquiridos e os princípios da transparência, publicidade e da ampla concorrência dos certames serão assegurados. Todo o processo é amparado pelas Diretrizes de Aquisições do Banco Mundial e eventuais diligências serão criteriosamente analisadas pelas áreas técnica e jurídica do Projeto Governo Cidadão.

Atualmente, os processos licitatórios para aquisição de bens destinados ao Hospital da Mulher estão em fase de pesquisa mercadológica, uma etapa pré-licitação.  As aquisições ocorrerão ao longo de 2021 e serão viabilizadas com recursos do Acordo de Empréstimo do Governo do RN junto ao Banco Mundial.

HOSPITAL DA MULHER

A obra é prioridade do Governo do RN e tem conclusão prevista para junho de 2022.  No total, serão investidos R$ 104 milhões, que contemplam a construção do hospital e a aquisição dos equipamentos.

Após a consulta pública, e na medida em que os processos de licitação forem abertos, estes serão divulgados no site do projeto Governo Cidadão, no Diário Oficial do Estado e nas mídias especializadas, pontuando os itens a serem licitados e seus descritivos.

Link para participação da Consulta Pública –  http://bit.ly/consultapublicaHM

Equipamentos a serem licitados em: http://bit.ly/descritivosdeequipamentosHM

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Fecomércio:Confiança dos empresários de serviços cresce 6,4 pontos

O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 6,4 pontos na passagem de abril para maio. É a segunda alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior patamar desde fevereiro de 2020 (94,4 pontos).

Segundo a FGV, foi observada a alta da confiança em empresários brasileiros de 12 dos 13 segmentos de serviços pesquisados.

O Índice de Situação Atual subiu 9,2 pontos e atingiu 84 pontos, maior nível desde março de 2020 (85,2). Já o Índice de Expectativas avançou 3,7 e chegou a 92,4 pontos, maior patamar desde outubro de 2020 (95,7 pontos).

“A expectativa é que a expansão do programa de vacinação atingindo uma parcela maior da população contribua para a continuidade da recuperação no setor bastante afetado durante todo o período da pandemia”, disse Rodolpho Tobler, economista da FGV

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Cartilha da Fundação do Câncer ensina como parar de fumar

Lançamento marca o Dia Mundial sem Tabaco, comemorado hoje

Branco mundial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora hoje (31) o Dia Mundial sem Tabaco com a campanha “Comprometa-se a parar de fumar”, visando a promover uma mobilização global para combater o hábito de fumar. Cada país, cada setor da sociedade e instituições ajudam a sensibilizar as pessoas de que fumar faz mal à saúde e que é fundamental deixar o hábito.

Com esse objetivo, a Fundação do Câncer lançou em seu site a cartilha Prática para Parar de Fumar, que orienta a população sobre os malefícios do tabaco. “O que a gente fez foi uma cartilha com algumas dicas para aqueles que fumam, mostrando a importância de parar de fumar e o mal que esse hábito faz à saúde da própria pessoa e dos outros. A OMS fez uma relação de 100 razões para motivar as pessoas a pararem de fumar”, disse à Agência Brasil o diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni.

A cartilha deixa claro que o tabagista é um dependente químico. “É um dependente da nicotina, e a gente entende isso como uma doença”, ressaltou o médico. É preciso que o fumante se convença de que precisa de ajuda, se conscientize disso e, depois, tome a decisão de parar. “Não é simples. A gente entende isso pela própria dependência”, afirmou.

Maltoni explicou que a dependência da nicotina ocorre, inclusive, com abstinência. Por isso, é muito importante ter apoio de quem está próximo, da família, dos amigos. Para os dependentes, ele recomendou que não devem ter vergonha mas, ao contrário, precisam exteriorizar a vontade de parar de fumar, porque obterão ajuda.

Mudança de hábitos

Uma das principais recomendações para a pessoa deixar de fumar é a mudança de hábitos, porque existe todo um cenário externo que facilita o hábito de fumar. Tomar um cafezinho após o almoço é um deles. A cartilha ajuda, indicando mudanças. Em vez do café, por exemplo, beber água. “Enfim, fazer alguma coisa diferente daquilo que leva a pensar ou ter vontade de fumar. Criar hábitos saudáveis, como alimentação adequada, exercícios físicos, tomar bastante líquido”, disse o médico.

Luiz Augusto Maltoni destacou também que tanto no sistema privado, quanto no Sistema Único de Saúde (SUS), há orientações sobre locais e gente treinada para ajudar quem quer deixar de fumar. O Disque Saúde atende pelo número 136. De maneira geral, as abordagens iniciais são feitas por profissionais da saúde que conversam, compreendem o grau de dependência do fumante e definem qual o melhor caminho a seguir.

Segundo o médico, o passo inicial costuma ser uma abordagem cognitiva comportamental, sugerindo mudança de hábitos, o que, na maioria das vezes, é feito em grupo. “É interessante, porque se trocam experiências, um ajuda o outro”. Depois, as reuniões vão se espaçando, até que a pessoa consegue parar.

Em alguns casos, é preciso que se acrescente tratamento medicamentoso, que é feito de duas formas: ou pela reposição de nicotina, por meio de adesivos ou de goma de mascar, “e aí vai reduzindo a dose, sempre com orientação médica”, ou ainda com uso de antidepressivo, também disponível no SUS. Maltoni reforçou que o tabagista é um dependente químico e deve ser tratado com o carinho que merece, entendendo que não é simples parar de fumar e que, muitas vezes, as pessoas que tentam parar acabam falhando em uma primeira vez.

“Mas devem insistir, porque a gente sabe que, com o número de tentativas, a pessoa acaba conseguindo, porque vai depender da vontade, do apoio, do grau de dependência que tinha. Mas é possível”. Tomar consciência do mal que o fumo representa também para as pessoas que cercam o fumante é um incentivo. “Procurando ajuda, consegue parar”.

O médico lembrou que, qualquer que seja a forma que tenha, a nicotina é uma substância altamente viciante e, uma vez tragada, em segundos ela atinge o sistema nervoso central e provoca dependência química. “E faz abstinência, como ocorre com o álcool e outras drogas”.

Experiência

De linguagem direta e clara, a cartilha está disponível no site da Fundação do Câncer ou diretamente no link http://app10.cancer.org.br/93/parar-de-fumar. A publicação ajuda o fumante a deixar a dependência do tabaco, que ainda afeta 9,8% da população brasileira. Além disso, contém a ansiedade, esclarece os males que a dependência química da nicotina traz e mostra os benefícios que o indivíduo tem em sua saúde, horas, dias e semanas após deixar o vício.

A cartilha propõe ainda uma reflexão sobre os fatores negativos da dependência do cigarro, entre eles o cheiro forte, o gosto na boca e o fato de o produto causar diversas doenças que podem levar à morte.

Sueli Fátima Perestrelo, 59 anos, fumou durante quase 30 anos e só depois desse tempo deixou a dependência do cigarro. Ela disse à Agência Brasil que está há cerca de dez anos sem fumar. “Eu fiz tratamento três vezes para parar de fumar. Só na terceira consegui. O que me ajudou a parar de fumar foram as reuniões. Escutando depoimentos, conversando com um e com outro é que você consegue parar”.

Maria Vera deixou o cigarro há oito anos, depois de fumar mais de 30 anos. Ela afirmou que estava querendo parar há muito tempo. “Tentei várias vezes. Parava, depois voltava”. O fato de ter filhos e, depois, netos, influenciou na decisão de Maria Vera abandonar de vez o cigarro. “Prejudica as crianças. Uma coisa foi se juntando à outra. E como eu já estava querendo parar, deixei de vez. Determinei que não ia fumar mais e parei. É difícil. Tem que ter muita força de vontade”, explicou. “Teve época em que engordei demais, devido à ansiedade que o cigarro causa, e descontei na comida. Mas depois voltei ao normal”. 

Fonte: agência Brasil

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