Publicado em Diário Oficial do Estado, o edital trata da seleção de representantes e entidades da sociedade civil para integrarem o Comitê Estadual Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política para a População em Situação de Rua no RN (CIAMP/Rua) para o biênio 2021-2023.
O CIAMP/Rua é um órgão colegiado consultivo, de caráter permanente vinculado à Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh). Instituído pelo Decreto nº 27.681/2018, o órgão é responsável por colaborar na formulação, acompanhamento e monitoramento das políticas voltadas para a população em situação de rua no Rio Grande do Norte, em consonância com a Política Estadual para a População em Situação de Rua.
O processo seletivo para composição do CIAMP/Rua será dividido em 3 (três) etapas: inscrição, habilitação e eleição, sendo esta última etapa realizada de maneira virtual respeitando as medidas de segurança diante do contexto de pandemia. Poderão inscrever-se os representantes e entidades da sociedade civil que comprovarem atuação, no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte, voltada à população em situação de rua.
Quaisquer esclarecimentos ou informações complementares poderão ser obtidos através da Comissão Eleitoral do CIAMP/Rua RN, pelo email: subdh.semjidhrn@gmail.com.
A partir de hoje (14), os bancos e as demais instituições financeiras que aderiram ao Pix, serviço de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), passaram a oferecer o Pix Cobrança. Semelhante ao boleto bancário, esse serviço permite o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio do código QR (versão avançada do código de barras).
Assim como no boleto bancário, o Pix Cobrança permitirá a inclusão de juros, multas e descontos. Bastará o cliente abrir o aplicativo da instituição financeira, fotografar o código QR com a câmera do celular e fazer o pagamento pelo Pix com a data atual, com encargos e abatimentos calculados.
Por enquanto, o serviço não permitirá agendar vencimentos futuros. Alegando necessidade de tempo para as instituições financeiras se adaptarem, o BC adiou o agendamento para datas futuras. Essa funcionalidade só entrará em vigor em 1º de julho.
Alta adesão
Neste domingo (16), o Pix completará seis meses de operação. Até o fim de abril, segundo os dados mais recentes do Banco Central, o Pix tinha movimentado R$ 951 trilhões em 1 trilhão de transações. Até o mês passado, o sistema de pagamentos instantâneo tinha 82 milhões de pessoas físicas e 5,4 milhões de pessoas jurídicas cadastradas.
Entre as pessoas físicas, 73% dos cadastrados usaram o Pix pelo menos uma vez. Entre as pessoas jurídicas, a adesão chegou a 85%.
Participantes da cerimônia da Rio 2016 viram no objeto uma forma de reaver dinheiro escasso devido às restrições impostas pela covid
Tocha era cedida por empresa ou comprada por R$ 1.985
Entre a despensa cheia de comida e a estante bem decorada, não há duvida. Em plena pandemia do novo coronavírus, agravada com as restrições impostas em determinados momentos, torcedores estão se desfazendo da tocha olímpica da Rio 2016 para reaver o dinheiro escasso e não deixar faltar o básico em casa. Os anúncios na internet variam bastante e podem chegar a até R$ 35 mil pela relíquia.
O preço nas principais plataformas de comércio online é definido pelo próprio vendedor e, claro, pode ser barganhado. Na relação oferta e demanda, cada um dá o lance que bem entende, de acordo com o estado de conservação e objetos que acompanhavam a peça. Estojo, certificado de autenticidade e fotos do dia ajudam na valorização. Um kit, com o uniforme de corrida completo, faz o preço facilmente chegar em R$ 75 mil.
Representante da área comercial, Theo Dantas, um apaixonado confesso por todos os esportes, trabalha em um dos setores que mais perdeu receita com as restrições impostas na pandemia. Vendo a renda diminuir, a melhor saída foi tentar vender um dos grandes símbolos da primeira edição dos Jogos Olímpicos na América do Sul.
“Vi as minhas vendas caírem drasticamente. Então percebi logo que precisava ter uma reserva para manter a família. Infelizmente, a tocha seria uma saída para isso. Tenho a preocupação com a minha esposa e meus filhos e sei que não vivemos dos bens materiais. O mais importante é a saúde física, mental e o bem estar da nossa família”, disse Dantas, que carregou a tocha em Palmas (TO) e hoje pede R$ 35 mil pelo objeto.
Dantas, que carregou a tocha olímpica em Palmas, está preocupado com a família
ARQUIVO PESSOAL
Ao longo dos anos, o revezamento da tocha olímpica se tornou mais que um evento para remontar as Olimpíadas da Antiguidade, com a simbologia do fogo, adorado pelos gregos. A tocha foi introduzida em Berlim 1936 e, desde então, passou a ter incrementado um ritual que acende o fogo em Olimpia e leva até a cidade-sede dos Jogos. Hoje, o revezamento, assim como também acontece em Tóquio 2020, move pequenas fortunas.
Até chegar ao Rio, em 2016, as tochas compuseram um total de 20 mil km percorridos, em 95 dias, passando por 300 cidades. Ao todo, mais de 12 mil condutores se revezaram em uma cerimônia que salientava alguns os valores do olimpismo como a excelência, a amizade e o respeito. Atletas e personalidades, em geral, eram agraciados com uma tocha dos patrocinadores.
Estevão diz que não perde tempo com engraçadinhos que desdenham da oferta
A população não-contemplada no programa dos patrocinadores, precisava desembolsar R$ 1.985 para carregar a tocha por alguns 100 metros e levá-la para casa. O objeto mede 69 cm, pesa 1,5 kg e tem inspiração no calçadão da orla de Copacabana. O sol, as montanhas e o mar também estão representados na peça desenhada por um escritório paulistano de design.
O fisioterapeuta Estevão Lamas, de Vitória (ES), está desempregado e também foi um dos corredores que olhou para a tocha olímpica e viu a venda como uma alternativa natural para fazer algum dinheiro na pandemia. Ele conta que há interessados, mas também alguns “engraçadinhos que desdenham do anúncio e rapidamente são denunciados” na plataforma — um mecanismo que garante que somente pessoas interessadas possam se comunicar.
Tóquio 2020 também organiza sua cerimônia de revezamento da tocha olímpica
“É muito triste essa situação. Não queria me desfazer de um símbolo olímpico, mas estou precisando do dinheiro e sei que itens serão de grande valor mais para frente”, disse o torcedor, que anuncia a peça por R$ 13.750.
O Rio Grande do Norte recebeu nesta sexta-feira (14) a terceira carga de vacinas Coronavac em uma semana. O lote com 16,6 mil unidades foi recebida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) no fim da manhã e será destinada à continuidade do trabalho de diminuição do déficit de segunda dose do imunizante produzido pelo Instituto Butantan.
Esta nova leva de Coronavac é mais um resultado do trabalho feito pelo Governo do Estado, com participação direta da governadora Fátima Bezerra, e da Sesap junto ao Ministério da Saúde. As duas cargas anteriores já recebidas foram repassadas às gestões municipais prontamente para diminuir a falta de 87 mil imunizantes apurada ao longo da semana passada.
O Governo e a Sesap aguardam a complementação do volume acertado com o ministério para zerar a fila da segunda dose dentro dos próximos dias. A sinalização feita pelo órgão é de que o carregamento chegue ao RN ainda no fim de semana.
A carga foi recebida na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), junto com caixas de anestésicos do kit intubação para UTIs Covid e outros materiais, poucas horas após a Sesap iniciar a distribuição às cidades potiguares das doses de Coronavac e Oxford entregues na quinta-feira (13), em um total superior a 89 mil doses. A distribuição contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
Na manhã de segunda-feira (17), a Sesap distribuirá a carga de vacinas da Pfizer. Por conta da logística de armazenamento do imunizante, que precisa ficar a baixas temperaturas, apenas municípios da Região Metropolitana de Natal receberão, como foi acordado durante a semana, para reforçar o trabalho de vacinação no público com comorbidades
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) publicou, nesta quinta-feira (13) uma atualização da documentação exigida para comprovação de comorbidades das pessoas inseridas neste grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19.
Não será mais necessário inserir a documentação na plataforma online do RN+Vacina, bastando apenas apresentar, no ato da vacinação, CPF do paciente, RG, comprovante de residência de Parnamirim e pelo menos um dos seguintes documentos assinado e carimbado, que ficará retido no local:
Laudos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde;
Declarações com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde;
Prescrições médicas (se contiverem carimbo da farmácia da UBS ou PROSUS ou UNICAT);
Relatórios médicos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde.