7 de maio de 2021

Coluna Versátil News

Fecomércio: WhatsApp Pay: transações só podem ser feitas entre pessoas físicas

O WhatsApp lançou, esta semana, a função que permite realizar pagamentos e transferências durante uma conversa no aplicativo. Batizada de WhatsApp Pay, a modalidade de pagamento foi aprovada pelo Banco Central em 30 de março, mas só agora está disponível para uso pelo público.

O aplicativo de mensagem (app) tem 120 milhões de usuários no Brasil, e a expectativa é de que a novidade turbine a ‘veia instantânea’ do sistema financeiro, bem como dispute espaço com o Pix, do Banco Central (BC), e outros meios para receber e enviar dinheiro. Entretanto, segundo o Facebook, dono do app, o WhatsApp Pay não vem para competir, mas para completar as formas de transferir dinheiro no País.

A ferramenta pode ser usada por a usuários do aplicativo que tenham um cartão de débito ou pré-pago dos emissores parceiros, apenas em transferências de dinheiro para outras pessoas físicas. O BC ainda não autorizou operações entre pessoas físicas e pessoas jurídicas, por meio do WhatsApp Pay.

Os brasileiros podem transferir, sem qualquer custo, até R$ 1 mil por operação, em um total de 20 envios por dia, com limite de R$ 5 mil por mês. O limite poderá ser menor, a depender de cada banco.

A solução de pagamentos do WhatsApp recebeu a adesão de nove instituições financeiras: Banco do Brasil, Inter, Bradesco, Next, Itaú, Mercado Pago, Nubank, Sicredi e Woop Sicredi, além das bandeiras internacionais Visa e Mastercard, e a Cielo, como a maquininha oficial.

O Brasil será o segundo país a permitir a ferramenta, atrás somente da Índia. Aqui, o Facebook escolheu a Cielo, famosa por suas maquininhas de pagamentos, como responsável pela operação do WhatsApp Pay. Além da tecnologia embarcada, que promete escalar os pagamentos instantâneos no Brasil, o parceiro exalta a segurança da ferramenta, que nasce com meios de proteção como a tokenização – aquela chave aleatória para transações – e a autenticação das transações.

Abaixo, a equipe da Varejo SA listou as principais perguntas e respostas sobre o funcionamento do WhatsApp Pay no Brasil, inclusive como realizar transferências e pagamentos direto do seu WhatsApp. Confira:

O WhatsApp Pay já está disponível para todo mundo?
Ainda não. Segundo a empresa, a função ficará disponível gradualmente para os usuários do aplicativo de mensagens instantâneas. Verifique se o WhatsApp já tem uma atualização disponível em seu smartphone, na App Store ou na Google Play.

Como aderir ao WhatsApp Pay?
1) Clique em “Configurações”, e procure a opção “Pagamentos”;
2) Em seguida, crie uma conta no Facebook Pay. A senha de seis dígitos criada aqui será utilizada para fazer todas as transações pelo WhatsApp Pay;
3) Preencha todos os campos com seus dados pessoais e o número de seu cartão de débito, crédito, pré-pago ou múltiplo (que funciona tanto como débito ou crédito). Algumas operadoras de cartões enviarão uma notificação para que o uso do cartão no app seja aprovado. Basta seguir o passo a passo solicitado pelo banco. Com isso, o pagamento direto pelo chat estará disponível.
4) Para usar, o usuário precisará clicar na opção “Pagamento”, que fica no mesmo menu que permite o envio de imagens e documentos.

Como fazer uma transação?
1) Abra a conversa;
2) Clique no clipe ou sinal de mais;
3) Toque em pagamento;
4) Insira o valor;
5) Adicione a forma de pagamento;
6) E finalize a transação.

Preciso ter conta em banco?
Sim. No WhatsApp, o usuário poderá cadastrar cartões das bandeiras Visa ou Mastercard emitido por um dos bancos participantes:
• Banco do Brasil;
• Banco Inter;
• Bradesco;
• Itaú Unibanco;
• Next;
• Nubank;
• Mercado Pago;
• Sicredi;
• Woop Sicredi.

Todas as transações serão processadas pela Cielo.Como saber se a transação deu certo?
Todas as transações poderão ser verificadas diretamente na conversa ou no histórico de pagamentos do WhatsApp. Quando o pagamento for bem-sucedido, o usuário poderá ver o status “Efetuado” no aplicativo. Também será possível visualizar outros status, como “Solicitado”, “Processando”, “Pendente”, “Não efetuado” e “Expirado”.

O WhatsApp ainda explica que, em alguns casos, o banco pode não creditar o pagamento. Nesses casos, a empresa afirma que o “cliente deve entrar em contato com a instituição financeira para obter mais informações”.

Existe limite para uma transferência?
Sim. Os usuários podem enviar até R$ 1 mil por transação e receber 20 transferências por dia, com limite de R$ 5 mil por mês.

O WhatsApp vai aceitar Pix?
Por enquanto não. Hoje, apenas instituições de pagamentos e instituições financeiras podem trabalhar no Pix.

E o pagamento para empresas e comerciantes?
Essa função ainda não recebeu o sinal verde do Banco Central, mas a expectativa do Facebook é que ocorra ainda em 2021. Neste caso, o WhatsApp planeja cobrar pelas operações de transferência e pagamento.

Quais cuidados devo tomar na hora de transferir dinheiro pelo WhatsApp?
Use o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular para aprovar todas as transações de envio de dinheiro. Os dados do seu cartão são protegidos com criptografia, conforme os requisitos do PCI, e por diversas camadas de segurança.

Para transferir e receber o dinheiro de forma mais segura, é preciso prestar atenção em alguns fatores:
• O usuário não deve compartilhar com ninguém o código de confirmação do WhatsApp, o PIN do Facebook Pay ou o código de verificação;
• Também não se deve abrir links enviados por pessoas desconhecidas;
• Ao receber mensagens suspeitas, bloqueie e denuncie o número da outra pessoa, abrindo a conversa e tocando em “Bloquear > Denunciar e bloquear”;
• Use a versão mais recente do aplicativo e mantenha o celular atualizado;
• Evitar fazer transferências no ônibus ou no metrô e sempre se lembre de bloquear o celular quando deixar de usá-lo.

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ONU pede investigação imparcial sobre operação no Jacarezinho

Operação da polícia na comunidade terminou com 25 mortos

Divulgação

O Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, com sede em Genebra, na Suíça, pediu hoje (7) ao Ministério Público que realize uma investigação independente, completa e imparcial de acordo com as normas internacionais da operação na comunidade do Jacarezinho, na zona norte da capital fluminense, que terminou com 25 mortos, entre eles um policial civil. A operação ocorreu ontem (6) e foi a mais letal na história do estado.

“Isto implica que as autoridades devem garantir a segurança e a proteção das testemunhas e protegê-las contra intimidações e retaliações”, disse Rupert Colvill, porta-voz do Escritório da Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet.

O porta-voz acrescentou que há uma tendência antiga de uso desnecessário e desproporcional da força pela polícia nas favelas. “Lembramos às autoridades brasileiras que o uso da força deve ser aplicado somente quando estritamente necessário, e que elas devem sempre respeitar os princípios de legalidade, precaução, necessidade e proporcionalidade. A força letal deve ser usada como último recurso e somente nos casos em que haja uma ameaça iminente à vida ou de ferimentos graves”.

Na manhã desta sexta-feira, manifestantes fazem um ato em frente a Cidade da Polícia, na zona norte do Rio, contra as mortes ocorridas na Operação Exceptis, realizada pela Polícia Civil no Jacarezinho.

Polícia Civil

A Polícia Civil negou que tenha havido casos de execuções entre os 24 suspeitos mortos no Complexo do Jacarezinho. Segundo delegados que participaram diretamente da operação, os suspeitos morreram em decorrência do confronto com os policiais.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o objetivo era combater grupos armados de traficantes de drogas que estariam aliciando crianças para o crime. Além disso, segundo as investigações, eles estavam envolvidos em outros crimes, incluindo sequestros de trens que passam pela comunidade.

Prefeitura

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que vai conversar com o governador do estado, Cláudio Castro, sobre a possibilidade de ser feita uma ocupação permanente no Jacarezinho. “Não é admissível que, em frente da Cidade da Polícia, você tenha o poder paralelo comandando”, disse, durante a coletiva de divulgação do boletim epidemiológico da covid-19.

Para Paes, o resultado da operação de ontem é fruto de uma política de segurança pública inexistente. “A gente não pode achar que é normal, em qualquer lugar minimamente civilizado, que 25 pessoas – um agente de segurança pública e 24 cidadãos –, que podem ser eventualmente de fato criminosos, que isso aconteça”.

Fonte: agência Brasil

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Governo do RN: Governo paga, este mês, a segunda parcela do 13º de 2018

A governadora, professora Fátima Bezerra, anunciou nesta sexta-feira (7), o pagamento da segunda parcela do 13º salário de 2018 neste mês de maio. O anúncio foi feito durante reunião virtual com o Fórum dos Servidores, na manhã desta sexta-feira (7). Receberão integralmente os servidores com proventos até RS 4.500,00 [valor líquido]. Somada à primeira parcela paga em janeiro deste ano, o Governo quita 70% da terceira folha em atraso, herdada da gestão anterior. Os demais servidores — aqueles com salários acima de RS 4.500,00 [valor líquido] — receberão RS 2.000,00 de forma linear. Para o pagamento desta segunda parcela, o Governo investe RS 108 milhões.    

“Quero registrar todo o esforço que o Governo vem fazendo para manter os salários dentro do mês, desde que assumimos; e, mais, quitando os atrasados deixados pela gestão anterior. Nem calendário de pagamento os servidores tinham”, ressaltou a governadora.

A chefe do Executivo estadual ainda destacou que este pagamento ajudará na recuperação da economia do Rio Grande do Norte. “Estamos conseguindo fazer isso mesmo diante de uma pandemia. Somos um governo de palavra. Não esquecemos os compromissos assumidos”, afirmou.

Fátima Bezerra também anunciou que o Governo continua trabalhando para quitar a terceira folha até novembro deste ano. “Não estamos fazendo favor. Este pagamento é um direito do servidor”, enfatizou a governadora

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Fiocruz entrega mais 3,5 milhões de doses de vacina nesta sexta-feira

A fundação atinge a marca de 30 milhões de doses entregues ao Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde

A Fiocruz, por meio do Bio-Manguinhos, já produz 1 milhão de doses por dia

A Fiocruz, por meio do Bio-Manguinhos, já produz 1 milhão de doses por dia

Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) prevê a entrega nesta sexta-feira (7) de mais 3,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 ao Ministério da Saúde. Por meio do Bio-Manguinhos (Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos), a fundação alcançará a marca de 30 milhões de vacinas Oxford/AstraZeneca já disponibilizadas ao PNI (Programa Nacional de Imunizações).

Em 30 de abril, a Fiocruz antecipou a entrega de 900 mil doses e conseguiu disponibilizar 6,5 milhões de doses da vacina, superando a meta inicial de entregas para o mês de abril, que passou de 18,8 milhões para 19,7 milhões de doses. A produção diária já atinge 1 milhão de doses por dia.

Na semana passada, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a Fiocruz a produzir o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da vacina contra covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford dentro do escopo do acordo de transferência de tecnologia com o laboratório, informou o órgão regulador em comunicado.

Segundo a agência, a partir desse aval, a Fiocruz poderá iniciar a produção de lotes pilotos em escala comercial da vacina covid-19 com o insumo produzido no Brasil.

Atualmente, a Fiocruz envasa a vacina da AstraZeneca a partir de insumos importados da China, e a produção nacional do IFA poderá levar ao primeiro imunizante no enfrentamento ao coronavírus totalmente produzido pelo Brasil.

Fonte: R7

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Sábado (15) tem bate papo com Tom Zé sobre o livro “O último Tropicalista”

Sábado (15) tem bate papo com Tom Zé sobre o livro “O último Tropicalista”

Uma das biografias mais aguardadas dos últimos anos chegou às livrarias de todo o País no fim do ano passado e estará em destaque na programação cultural da Prefeitura do Natal no próximo sábado, dia 15. A vida e obra de Tom Zé, um dos artistas brasileiros mais cultuados e que virou referência de várias gerações, estará em debate no canal do Youtube da Prefeitura do Natal, reunindo o próprio artista baiano, o secretário de Cultura de Natal Dácio Galvão e o jornalista italiano e pesquisador Pietro Scaramuzzo, autor da obra.

A partir das 20h, de forma gratuita, o público terá acesso ao conteúdo deste bate papo que aborda a primeira biografia oficial deste seminal músico brasileiro. O jornalista Pietro Scaramuzzo percorreu a trajetória de vida e obra de Tom Zé, desde seu nascimento em Irará, em 1936, até o lançamento do álbum Sem você não A, de 2017, passando pelo seu período de ostracismo nos anos 1970 e 1980, e por sua redescoberta por público e crítica nos anos 1990.

Além de cronologia, discografia e vasta quantidade de fotos do cantor, a obra conta ainda com um texto introdutório do próprio Tom Zé e com um prefácio do ex-líder dos Talking Heads, David Byrne, um dos grandes responsáveis pela carreira internacional do brasileiro.

Neste bate papo inédito, o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão, intermedia esta viagem pela obra, a personalidade de Tom Zé e a construção da biografia de uma carreira artística que completa mais de cinco décadas. Tom Zé participou de projetos culturais produzidos pela Prefeitura do Natal e é parceiro musical de Dácio Galvão no “Poemúsicas 2”, na faixa “Só”, que permeia esta conversa entre amigos e biógrafo. 

Durante a transmissão, o público terá a oportunidade de adquirir a obra (com retirada em Natal) e conhecer mais sobre a vida e obra de um dos grandes nomes da música brasileira em todos os tempos.

Cultura na Cidade apresenta:
“Conversa sobre Tom Zé – O Último Tropicalista”
Sábado, dia 15, a partir das 20h
Canal do YouTube da Prefeitura do Natal 
https://youtube.com/user/natalprefeitura
Participantes: Tom Zé, Pietro Scaramuzzo e Dácio Galvão

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