23 de março de 2023

Coluna Versátil News

Wesley Safadão, Zé Felipe e Igow lançam “Vacilão”, hit que vem para animar os fãs de todas as idades

Máquina de fazer hits, Wesley Safadão se junta a Zé Felipe e Igow para lançarem juntos “Vacilão”, canção que chega com a promessa de dominar as redes. Com composição de Macenna, Gabriel BK, Thawan Alves e Pimentel, a canção também ganhou clipe gravado na região central de São Paulo e que chega às plataformas nesta sexta-feira (17).

Com batida dançante, “Vacilão” já chega com dancinha pronta feita pela influenciadora Virginia, que acabou sendo convidada por Safadão para participar no clipe. Juntos, Wesley Safadão, Zé Felipe e Igow gravaram em um galpão na zona central de São Paulo, em clima de muita animação e descontração

Em alta e com projetos cada vez maiores, Wesley Safadão soma atualmente mais de 60 milhões de seguidores nas redes sociais e mais de 10 milhões de ouvintes mensais na plataforma. O cantor que é conhecido como líder no cenário musical, se prepara para realizar mais um passo em sua carreira, com a gravação de seu novo DVD nas Bahamas a bordo do “Ws On Board”.

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Dia Mundial do Sono: apneia obstrutiva atinge 32,9% da população paulistana

Especialista do Hospital Paulista destaca distúrbios respiratórios, diagnóstico e formas de tratamento

O Dia Mundial do Sono, celebrado anualmente em data móvel, tem como objetivo chamar a atenção para problemas relacionados ao tema, no que diz respeito a aspectos sociais e educacionais. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pandemia de Covid-19 agravou os distúrbios do sono, que hoje já atingem cerca de 45% da população mundial.Conforme o otorrinolaringologista Dr. Lucas Vaz Padial, que atua em medicina do sono no Hospital Paulista, os distúrbios respiratórios relacionados ao sono estão cada vez mais frequentes na população. Estudo Epidemiológico do Sono (EPISONO) indica que a prevalência da apneia obstrutiva do sono na população paulistana é de 32,9%.“Considerando os impactos desta doença na produtividade, bem-estar geral e possíveis desfechos cardiovasculares a longo prazo, é extremamente importante o diagnóstico e tratamento precoces, para uma melhor qualidade de vida”, reitera.Os distúrbios respiratórios do sono incluem o ronco primário, a apneia obstrutiva do sono e a Síndrome da Resistência das Vias Aéreas Superiores (SRVAS). O especialista explica que, para os roncos, há um turbilhonamento do ar ao vibrar nos tecidos da faringe, sem grandes prejuízos.Já para a apneia obstrutiva, o entendimento principal é de que ocorrem episódios de obstrução total ou parcial da via aérea superior durante o sono que provocam queda de oxigenação e/ou fragmentação do sono, enquanto para a SRVAS há múltiplos episódios de despertares decorrentes de um aumento do esforço respiratório.“Podemos apontar como principais fatores o ronco, a apneia (pausa respiratória) presenciada por parceiro(a), sonolência excessiva diurna, cansaço ao longo do dia, cefaleia matinal, baixa produtividade e alterações cognitivas (concentração e memória), bem como alterações de humor”, explica Dr. Lucas.“Se os sintomas citados começam a incomodar o paciente e o acompanhante, está na hora de buscar ajuda. O sono é uma etapa vital da nossa vida e completar seu ciclo satisfatoriamente é importante para que as horas acordado sejam produtivas e saudáveis. O impactado nesta fase tão importante prejudica aspectos físicos e emocionais a curto, médio e longo prazo”, reforça o médico.Segundo o especialista, não tratar os distúrbios respiratórios pode gerar inicialmente uma queda de produtividade e alterações de humor, afetando o trabalho e as relações interpessoais. Porém, o maior risco acontece a longo prazo.“Já está comprovado que a apneia obstrutiva do sono é um fator de risco importante para dano cardíaco e cerebral a longo prazo, como o AVC e o infarto agudo do miocárdio”, alerta.Existem alguns tratamentos para estas doenças, e isso vai depender principalmente de uma boa história, das características anatômicas do paciente e da gravidade do quadro. Eles variam desde fonoterapia, aparelho intraoral para avanço de mandíbula; cirurgia faríngea e/ou craniofacial; e uso do CPAP (aparelho que gera uma pressão positiva na via aérea superior, mantendo-a constantemente aberta e evitando o colapso).O Hospital Paulista possui um time de especialistas dedicado à área do sono, com informações clínicas associadas a um exame físico detalhado. Além disso, a unidade fornece exames complementares fundamentais para uma conduta mais individualizada e específica, tais como a nasofibrolaringoscopia e a polissonografia (tanto em laboratório do sono como domiciliar).Sobre o Hospital Paulista de OtorrinolaringologiaFundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, possui mais de 40 anos de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.Em localização privilegiada, a 300 metros da estação Hospital São Paulo (linha 5-Lilás) e a 800 metros da estação Santa Cruz (linha 1-Azul/linha 5-Lilás), possui 42 leitos, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 10 salas cirúrgicas, realizando em média, mensalmente, 500 cirurgias, 7.500 consultas no ambulatório e pronto-socorro e, aproximadamente, 1.500 exames especializados.Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia, assim como um Ambulatório de Olfato e Paladar, especializado no diagnóstico e tratamento de pacientes com perda total ou parcial dos sentidos. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.

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Transtorno bipolar: como a doença afeta os idosos

 

A psicóloga Tais Fernandes explica como o transtorno atinge essa faixa etária

Março de 2023 – Dia 31 de março é conhecido como O Dia Mundial do Transtorno Bipolar, mesmo dia do aniversário de do pintor Vincent Van Gogh, que fora diagnosticado como possível portador do transtorno afetivo Bipolar. O objetivo da data é chamar a atenção da sociedade para as questões relacionadas aos paradigmas existentes da doença.

Trata-se de um transtorno psiquiátrico que pode causar grande sofrimento em quem é acometido por ele e em familiares, amigos e cuidadores que convivem constantemente com esse indivíduo. É importante manter-se atualizado a respeito da sintomatologia característica do transtorno.

De acordo com a psicóloga Tais Fernandes, do Grupo Said, empresa de cuidadores de idosos, o diagnóstico ocorre com maior prevalência na adolescência e na fase adulta, e em menor escala em crianças e idosos, mas ainda acontece. Segundo a Fundação Allan Kardec, em idosos, a doença atinge de 10% a 25% dos pacientes com transtorno de humor. Se caracteriza por oscilações de humor, com momentos depressivos e outros de mania ou hipomania.

“Existem dois tipos de Transtorno Bipolar, o tipo I e o tipo II, onde no primeiro a pessoa passa por momentos de depressão e de mania e no segundo há momentos de hipomania e depressão”, complementa a psicóloga.

Nos episódios de depressão, o idoso tende a se isolar, procura ficar mais na cama, muitas vezes há perda de apetite e alterações no sono. Já nos momentos de hipomania, o paciente costuma ficar mais alegre, um tanto eufórico, com mais energia que o habitual. “Já na mania ele tem a excitabilidade e euforia mais intensas, com risco a ter condutas que o colocam em risco. Para que esses episódios sejam classificados dentro da bipolaridade, é necessário que os sintomas persistam por no mínimo 4 dias”.

Para auxiliar idosos que estão passando pelo transtorno, Tais afirma que a família e os cuidadores do idoso precisam entender que neste processo eles também são afetados pelos sintomas, uma vez que participam da rotina e acompanham o decorrer dos episódios. Mas é necessário seguir os cuidados médicos indicados e em casos de medicação, se atentar para que sejam tomados de forma correta. “

O Grupo Said busca ter um olhar humanizado na terceira idade, dedicamos a eles o melhor cuidado para que se sintam amparados e compreendidos em todas as instâncias. Estamos sempre dispostos a cooperar para o desenvolvimento dos nossos idosos e a ouvir a família e cuidadores”, finaliza a psicóloga.

Sobre o Grupo Said

Com quase duas décadas de trajetória no mercado, o Grupo Said é uma empresa especializada no atendimento domiciliar de idosos e também de pessoas com necessidades especiais. Além disso, os atendimentos também podem ocorrer por tempo determinado em hospitais. Assistidos por uma equipe completa, que inclui cuidadores, enfermeiros, médicos, psicólogos, nutricionistas, ambulância de remoção simples e emergencial, e muito mais, os pacientes encontram o diferencial que procuram no atendimento a suas necessidades e de seus familiares.

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