29 de março de 2023

Coluna Versátil News

Prefeito Taveira reivindica obras de mobilidade para Parnamirim junto ao DNIT

 

A comitiva de gestores e representantes parnamirinenses, liderada pelo prefeito Rosano Taveira, está em Brasília/DF para participar da Marcha dos Prefeitos. O grupo foi à capital federal para pleitear recursos de grande anseio da população da cidade trampolim da vitória junto ao Governo Federal.

Nesta quarta-feira (29), foi a vez do diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício Galvão, receber os parnamirinenses e tomar conhecimento de obras estruturantes de mobilidade urbana para a cidade que é cortada por duas rodovias federais, a BR-101 e a BR-304.

A principal pauta apresentada ao órgão federal é um pedido de grande parte da população, principalmente no que diz respeito ao comércio do centro da cidade: a implantação de uma trincheira (uma espécie de túnel por baixo da BR-101) na Avenida Edgar Dantas. O objetivo é que motoristas e pedestres voltem a atravessar a rodovia em direção ao Centro sem a necessidade de buscar o retorno da Cohabinal ou o do Parque Aristófanes Fernandes. 

A busca por recursos e discussão de projetos para beneficiar a mobilidade da cidade tratou também da implantação de dois viadutos: o primeiro deles ligaria a BR-304 ao bairro de Passagem de Areia. Trata-se de um projeto antigo do Dnit, denominado ‘Viaduto 8’, o qual os representantes solicitaram que tivesse as tratativas retomadas. Já o segundo elevado proporcionaria um acesso direto da BR-101 ao prolongamento da Avenida Prudente de Morais (Omar O’Grady), sem a necessidade de fazer o retorno em Emaús.

A comitiva também levou ao conhecimento do Dnit a necessidade de modificação do fluxo de veículos no túnel que fica nas proximidades do Parque Aristófanes Fernandes. O diretor geral ouviu as reivindicações com atenção e se comprometeu em analisar a fundo a possibilidade de atendimento dos pleitos.

Além do prefeito Taveira, representaram o município os secretários municipais Homero Grec (Gabinete Civil), Josuá Neto (Obras e Saneamento), Giovani Júnior (Planejamento e Finanças), o deputado Taveira Júnior e o vereador Vavá Azevedo. 

 

Fotografia de: ASCOM – RANNIER LIRA

Coluna Versátil News

Uma em cada dez mulheres sofre com sintomas da endometriose

Doença por vezes silenciosa afeta cerca de 190 milhões de mulheres em todo o mundo

Março é o mês de conscientização sobre a endometriose, doença que afeta cerca de 190 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que uma em cada dez mulheres sofre com sintomas provenientes da doença. Por isso, a campanha Março Amarelo foi criada a fim de chamar atenção para a conscientização dos sintomas e a importância do diagnóstico precoce da endometriose, para evitar o desenvolvimento da doença que, em sua forma grave, pode causar infertilidade.

A Classificação Internacional de Doenças (CID), diz que a endometriose é o crescimento anormal do endométrio — tecido que reveste a parte interna do útero – em outras partes do corpo da mulher, como trompas, ovários, intestino, bexiga e reto, ou seja, fora do útero.

Intensas cólicas menstruais, dores durante e após as relações sexuais, sangramento menstrual irregular, sangramento intestinal e urinário no período da menstruação e dificuldade para engravidar. A combinação destes sintomas, ou alguns deles, pode indicar a endometriose. Conforme a Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), mais de 60% das mulheres desconhecem os sintomas. Contudo, calcula-se que cerca de sete milhões de brasileiras tenham o diagnóstico.

Para Gustavo Mafaldo, membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn), a campanha Março Amarelo cumpre um papel fundamental de informar e conscientizar a sociedade. De acordo com ele, “a doença tem manifestações bem diferentes, podendo não causar nenhum sintoma ou provocar dor pélvica de intensidade variada, que piora no período menstrual e pode até provocar a infertilidade”, explica. O risco maior de manifestação da endometriose está em mulheres entre 20 e 40 anos, mas adolescentes também podem apresentar esta doença.

Segundo o ginecologista, a endometriose não tem cura. Os procedimentos de tratamento são planejados para os casos individualmente, dependendo de cada contexto. O mais frequente é o uso de medicamentos analgésicos e/ou anti-inflamatórios, cirurgia e os procedimentos de reprodução assistida. “O tipo de tratamento depende da idade, dos sintomas e do planejamento de uma futura gravidez. Os medicamentos podem agir no alívio da dor, os hormônios na atrofia do tecido e a cirurgia elimina os focos de endometriose”, esclarece.

A Sogorn faz um alerta às mulheres: alguns hábitos saudáveis podem contribuir ou auxiliar no não desenvolvimento da doença, como a prática regular de exercícios físicos, uma dieta equilibrada, sono regular e uma rotina livre de estresses. Já outros sinais podem ser fatores de risco, entre os quais: menstruação precoce, dieta com base em alimentos inflamatórios e anormalidades no útero.

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