25 de março de 2024
ONG investe US$ 3,4 bilhões para acabar fome e desnutrição infantil
A iniciativa prevê auxiliar mais de 125 milhões de crianças em 67 países
A ONG World Vision, Visão Mundial, organização fundada desde 1950, presente em 100 países, anunciou um investimento massivo de US$3,4 bilhões, aproximadamente R$16,7 bilhões, com o objetivo de combater a fome e a desnutrição infantil em escala global. Esta iniciativa ambiciosa visa auxiliar mais de 125 milhões de crianças em 67 países.
O aumento alarmante no número de crianças vítimas de fome e desnutrição, após mais de 40 anos de declínio nas taxas mundiais de mortalidade infantil, é atribuído principalmente à guerra na Ucrânia e à crise climática. Segundo estudo conduzido pela ONG World Vision em parceria com Ipsos, intitulado Not Enough: Global Perceptions on Child Hunger and Malnutrition (“Insuficiente: Percepções Globais sobre Fome Infantil e Desnutrição”), realizado no segundo semestre de 2023, 45% das mortes entre crianças de zero a cinco anos são causadas por má nutrição.
No ano passado, em setembro, a organização anunciou seu compromisso de investir US$ 1,2 bilhão em doações de fontes privadas e empréstimos de microfinanciamento concedidos pelo VisionFund – provedor de microfinanças da World Vision – a famílias em situação de fome, além de US$ 2,2 bilhões de doadores institucionais, como governos e agências da ONU, que apoiam o trabalho da instituição.
O investimento reflete também no lançamento da campanha Enough (ou “Já Chega”, na tradução para o português), que representa o mais recente esforço da organização para chamar a atenção à emergência global da fome. A iniciativa foi concretizada no evento realizado em Nova York, em setembro, durante as reuniões da Assembleia Geral das Nações Unidas, onde líderes e representantes da World Vision, governantes, doadores, agências da ONU, organizações da sociedade civil e líderes religiosos uniram forças e recursos para auxiliar nas ações.
“Essa emergência global está devastando a vida de crianças em contextos humanitários e de desenvolvimento. É necessário agir com urgência para evitar que milhões de pessoas sofram de fome e desnutrição.” afirma Andrew Morley, presidente da World Vision International. Morley também ressalta: “O sucesso dessa iniciativa requer não apenas a distribuição imediata de alimentos, mas também a implementação de soluções sistêmicas que abordem todos os aspectos da cadeia de produção e distribuição de alimentos, bem como mudanças permanentes nas políticas e práticas que promovam uma alimentação saudável.”
A iniciativa da World Vision também incluirá uma campanha para melhorar os sistemas de coleta de dados em nível nacional e global, visando trazer a realidade desses jovens. A previsão é ser lançada em meados deste ano. A World Vision trabalha há décadas para prevenir a fome e a desnutrição infantil dos cinco continentes.
Sobre a Visão Mundial
Sobre a Visão Mundial (World Vision)
A World Vision, conhecida no Brasil como Visão Mundial, é uma organização humanitária cristã dedicada a trabalhar com crianças, famílias e suas comunidades para atingir todo o seu potencial, combatendo as causas da pobreza e da injustiça. A Visão Mundial serve a todas as pessoas, independentemente de religião, raça, etnia ou gênero. A organização está no Brasil desde 1975 atuando por meio de programas e projetos nas áreas de proteção, educação, advocacy e emergência, priorizando crianças e adolescentes que vivem em situações de vulnerabilidade. Para mais informações: http://www.
Tubos de coleta de sangue são identificados e ordenados por cores


Contaminação cruzada de aditivos pode resultar em diagnósticos errados
Quando vamos realizar coletas de sangue, há alguns detalhes que são de extrema importância para análise e diagnóstico seguros. Esses detalhes vão desde o uso de luvas e agulhas até os tubos de coleta de sangue a vácuo. O uso destes sistemas reduz o risco de exposição direta ao sangue e torna fácil a coleta de mais amostras com uma única punção venal.
Durante a flebotomia (tiragem de sangue), diversos erros podem acontecer na punção, preparação e até mesmo durante o transporte da análise. Alguns destes são considerados pré-analíticos, como por exemplo, amostras destinadas às provas de coagulação com microcoágulos, decorrentes da homogeneização do sangue, que é a mistura incorreta do material, ou até mesmo com proporções incorretas de anticoagulante e sangue total. O ideal é que metodologias rigorosas sejam implementadas nos laboratórios, pois além de gerarem uma re-coleta, os diagnósticos podem ser incertos.
Aditivos são identificados pelas cores dos tubos
Há diferentes maneiras de coletar sangue, sendo que o sangue venoso pode ser obtido a vácuo, escalpe ou de forma tradicional com seringa e agulha. A primeira técnica vem sendo bastante recomendada, pois é um sistema fechado e que possibilita melhores condições de padronização e redução de erros, além da diminuição de acidentes com materiais perfurantes. A qualidade destas amostras também são melhores e mais representativas, por conta da proporção adequada de sangue e aditivo que o sistema garante.
“A importância da identificação correta e a qualidade de cada tubo garante a confiabilidade de resultados, controle de qualidade diminuindo assim o número de recoletas e possíveis erros de resultados. Pois cada aditivo nos tubos garante a estabilidade de um analito específico ou morfologia celular a ser dosado e avaliado no sangue do paciente”, destaca Vitória Repula, Assessora Científica da FirstLab.
Os tubos utilizados na coleta podem conter um ou mais aditivos, que podem promover a coagulação mais rápida do sangue, garantir a anticoagulação ou preservar ou estabilizar analitos ou células. Esses tubos são separados por cores, pois é importante identificar qual será usado em cada teste, possibilitando um resultado correto e seguro, além de seguirem uma ordem. As cores são recomendadas pela CLSI H3-A6, Procedures for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipunctures; ApprovedStandart, 6thed e deve ser respeitada, para que não ocorra contaminação cruzada dos aditivos quando há necessidade da coleta para diversos testes de um mesmo paciente.
Ao todo, são seis cores, que identificam uma ordem:
- Azul (Citrato de Sódio): utilizado para prova de coagulação em amostras. As diferentes concentrações do aditivo podem ter efeitos significativos nas análises terapias antitrombóticas, Tempo de Protombina (TP) e Tempo de Tromboplastina ativada (TTPa);
- Vermelho (Ativador de Coágulo): possui ativador de coágulo (sílica) jateado na parede do tubo, fazendo com que o processo de coagulação da amostra seja acelerado. Utilizado para tipagem ABO, RH, pesquisa de anticorpos, fenotipagem eritrocitária e teste de antiglobulina direta;
- Amarelo (Ativador de Coágulo + Gel): também acelera o processo de coagulação, mas possui gel separador para obtenção de um soro com melhor qualidade. Utilizado em rotinas de bioquímica, sorologia, imunologia, marcadores cardíacos e tumorais;
- Lilás/rosa (EDTA): possui o aditivo jateado na parede do tubo e é utilizado em bancos de sangue. O EDTA é recomendado para rotinas de hematologia por ser o melhor anticoagulante para a preservação da morfologia celular;
- Verde (Heparina de Lítio): possui o aditivo jateado na parede do tubo e é utilizado quando é necessário o uso de plasma para determinações bioquímicas. Estes aditivos são anticoagulantes que ativam as enzimas antiplaquetárias, bloqueando a cascata de coagulação;
- Cinza (Fluoreto de Sódio + EDTA): utilizados na dosagem de glicose, lactato e hemoglobina glicada no plasma. O Fluoreto de Sódio é utilizado como inibidor glicolítico e o EDTA como anticoagulante, preservando a morfologia celular.
Cinco tubos são utilizados, sendo que na etapa dois é possível utilizar o vermelho ou o amarelo, pois possuem a mesma função. A alteração na sequência pode ocasionar a contaminação no próximo tubo e, consequentemente, entregar um diagnóstico errado.
Tubos de qualidade resultam em um processo mais seguro
Além de todas as vantagens do uso dos tubos de coleta a vácuo, sendo que o diagnóstico certeiro é uma das principais, esses materiais oferecem uma maior facilidade no manuseio; segurança e conforto ao paciente, pois possibilita coleta de diversos tubos em apenas uma punção; segurança ao profissional, minimizando riscos de contaminação ou perfurações e atende a norma regulamentadora (NR32).
Atualmente, há tubos com vários volumes de aspiração e características diferentes. A FirstLab, empresa que faz parte de um grupo sólido de empresas que trabalham pela vida, oferece uma linha completa de produtos para análises clínicas, que conta com tubos de coleta a vácuo, que estão com preços mais atrativos e possuem uma ótima qualidade e desempenho e são registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e fabricados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação estabelecidas pela ANVISA e por outros padrões internacionais.
Sobre a FirstLab
A FirstLab faz parte de um grupo sólido de empresas que trabalham pela vida, com mais de 25 anos de atuação e grande conhecimento no mercado da saúde. Desenvolve e fabrica produtos e equipamentos para Laboratórios de Análises Clínicas, promovendo segurança, inovação e tecnologia nas rotinas laboratoriais sempre pensando na sustentabilidade e atuando com responsabilidade. Mais informações: https://firstlab.ind.br/
Futurista analisa a tendência technology supercycle e destaca o papel das skills na nova era
Soft Skills estão no centro do equilíbrio entre Inteligência Artificial, Ecossistemas Conectados das Coisas e Biotecnologia
Inteligência Artificial (AI), Ecossistemas Conectados das Coisas e Biotecnologia são, segundo a futurista Amy Webb, em sua palestra no South by Southwest (SXSW), as principais marcas do technology supercycle
Capaz de transformar a economia e toda a forma como a sociedade se organiza, a futurista afirma que esse superciclo tecnológico é um novo período de expansão, e que os líderes da atualidade ainda não sabem o que fazer e tampouco agir diante desse fenômeno, comportando-se então baseados no medo e impulsos do fear of missing out (FOMO).
De acordo com Webb, os ecossistemas conectados migrarão de large language models para large actions models, ocupando cada vez mais o dia a dia do indivíduo. Para a especialista, a IA ainda precisa ser pensada a partir do problema fundamental em seu modelo, enquanto a biotecnologia será a responsável por mover a tecnologia, fechando a tríade do superciclo tecnológico.
Para o futurista e speaker Borja Castelar, “no final de contas, toda essa tecnologia paradoxalmente nos tornará mais humanos do que nunca. É indispensável que tenhamos atenção ao capital humano, conscientes de que existe um ‘verso e reverso’ de formação, onde os atores envolvidos se moldam e complementam. Sendo assim todas as características que nos “tornam” humanos, ganham destaque nesse superciclo”, explica.
Motor de uma nova revolução para a humanidade, o superciclo tende a remodelar a existência humana que, mesmo em meio aos sentimentos de Fear, Uncertainty e Doubt (FUD), encontrará formas de se ajustar e modelar.
“Ao que tudo indica, vamos viver um ‘novo renascimento’ humano. Temos que encarar todas essas mudanças como aquelas que a internet nos trouxe a partir do seu surgimento em 1969. Devemos olhar para essas mudanças com esperança, não com medo, e por isso precisamos nos preparar mais tecnicamente, desenvolver mais skills associadas às habilidades sociais e estimular o mesmo em nossas equipes”, afirma Borja Castelar.
Fato é que a Geração T – ou seja, a geração atual de transição –, experimentará e precisará ter atenção, ferramentas e/ou estruturas para avaliação das mudanças sobre a sociedade e economia, além de atualizações constantes e contínuas.
“Nós somos uma geração de transição, exatamente como aqueles agricultores analfabetos que tiveram que migrar do campo para a cidade para aprender e trabalhar. Somos marcados por revoluções e conseguimos lidar bem com essas mudanças, É claro que toda transição gera insegurança, surpresas, apreensão e ansiedade. Mas nós somos resultado de 8 milhões de anos de evolução, não vamos colapsar agora”, conclui Borja.
Grupo Piracanjuba compra Emana, empresa de suplementos de Rodrigo Hilbert
Com foco em nutrição e bem-estar, a marca é a primeira aquisição do Grupo Piracanjuba, que pretende expandir atuação para o segmento alimentício
O Grupo Piracanjuba dá início à expansão dos negócios para o setor de alimentos com a aquisição da Emana, empresa de suplementos voltada para nutrição e bem-estar, fundada pelo empresário e apresentador Rodrigo Hilbert. Trata-se da primeira aquisição do Grupo, que já conta com as marcas Piracanjuba e LeitBom, além das licenciadas Almond Breeze, Ninho e Molico (leite longa vida). Para o presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Cláudio Lorenzo, “a Emana chega como uma oportunidade de desbravar novos mercados e será determinante em nossos planos de ser uma das melhores marcas de nutrição do país”.
Ainda segundo o presidente, “ao unir a capilaridade do Grupo Piracanjuba à variedade do portfólio Emana, damos mais um passo em direção à nossa missão de levar o cuidado que alimenta a vida para todos os brasileiros. Com a aquisição, também, iniciamos nossa estratégia de ir além do segmento lácteo, sempre atentos ao consumidor do futuro, sem perder de vista o foco em qualidade”, reforça Lorenzo.
“Foi um encontro de propósitos. Sempre quis que as pessoas se alimentassem melhor e soubessem o que estão comendo. Então, a Emana nasce quase que de forma natural, a partir dessa influência de vida saudável, que começou com minha família, expandiu para meus amigos e foi crescendo até tomar proporções inimagináveis”, destaca Rodrigo Hilbert, que permanece no negócio. “A Emana é uma marca para quem se cuida, se ama, se respeita. Queremos estimular a criação de hábitos mais saudáveis e, para isso, é preciso nos conectar genuinamente com as pessoas. Chegar na casa de todo mundo e levar informações que façam a diferença no dia a dia: é para isso que a Emana existe. E encontramos, no Grupo Piracanjuba, um parceiro com valores alinhados aos nossos, capaz de manter nossa essência”, completa o empresário.
Atualmente, o mix de produtos Emana é composto por vitaminas, encapsulados, proteínas, shots funcionais, gomas, entre outros. O portfólio será assinado pela Emana e pela marca corporativa Grupo Piracanjuba. As opções podem ser encontradas no site www.souemana.com.br e em lojas de produtos saudáveis e de suplementos. Em breve, também estarão disponíveis em farmácias, lojas de varejo alimentar e parceiros de e-commerce, em todo o Brasil.
Sobre o Grupo Piracanjuba
Com origem no interior de Goiás, o Grupo Piracanjuba nasce forte e presente na vida das famílias de todo o Brasil. Hoje, reúne as marcas Piracanjuba, LeitBom, Emana e as licenciadas Almond Breeze, Ninho e Molico (leite longa vida), com mais de 200 produtos no portfólio. Com quase quatro mil colaboradores, sete unidades fabris e 15 postos de recepção de leite, possui capacidade de processar até 6 milhões de litros de leite por dia, além de fazendas de eucalipto e programas de educação continuada.
Grupo Piracanjuba. Cuidado que alimenta a vida.
Sobre a Emana
Emana é uma marca de suplementos com foco em nutrição e bem-estar. Criada em 2021 pelo empresário e apresentador Rodrigo Hilbert, juntamente com o sócio, Eduardo Cama, a Emana tem no portfólio uma ampla linha de produtos, entre vitaminas, encapsulados, proteínas, shots funcionais e gomas. Em 2024, a marca passa a integrar o rol de negócios do Grupo Piracanjuba. O propósito da Emana é alcançar cada vez mais pessoas que buscam informação sobre saúde e acreditam na transformação de seu dia a dia a partir das boas escolhas alimentícias.


