7 de outubro de 2018

FLASHES E BRILHOS

Capitão Styvenson (Rede) e Dra. Zenaide (PHS) são eleitos senadores pelo RN

O Rio Grande do Norte elegeu o capitão Styvenson Valentim (Rede) e a Dra. Zenaide Maia (PHS) para o Senado Federal. Com 96% das urnas apuradas, Capitão Styvenson teve 25,98% dos votos válidos e Zenaide Maia, 22,58%.

Neste ano o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país.

Styvenson Valentim despontava desde o início das eleições como favorito nas pesquisas. Ele era seguido por Zenaide Maia, que dividia a segunda colocação com Garibaldi Alves Filho (MDB) e Geraldo Melo (PSDB).

Eann Styvenson Valentim Mendes tem 41 anos e é capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte desde 2003. No ano de 2009, entrou para o Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE). Entre os anos de 2012 e 2016, ele ficou conhecido pelo rigor na coordenação da Operação Lei Seca. Mais recentemente, o capitão Styvenson atuou na Zona Oeste de Natal, com a segurança escolar.

Zenaide Maia Calado Pereira dos Santos tem 64 anos e é deputada federal do Rio Grande do Norte. Ela é médica formada pela Universidade Federal do RN e deu início a vida pública como secretária de saúde de São Gonçalo do Amarante, onde atuou durante dois mandatos. Na Câmara Federal participou das comissões da Mulher, das Pessoas com Deficiência, da Seguridade Social e Família, dentre outras. é a primeira vez que tenta vaga no Senado Federal.

Garibaldi de fora

Garibaldi Alves Filho (MDB), de 71 anos, não foi reeleito. Ele ocupava uma cadeira no Senado desde 1° de fevereiro de 2003 e foi presidente da casa e do Congresso Nacional entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2009. Garibaldi ingressou na vida pública em 1966, quando assumiu a chefia da Casa Civil de Natal, na gestão de Agnelo Alves. Ele foi deputado estadual entre 1971 e 1986, prefeito de Natal entre 1986 e 1989 e governador do RN entre 1995 e 2002.

G1
FLASHES E BRILHOS

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad decidirão eleição para presidente no segundo turno

Os candidatos do PSL, Jair Bolsonaro, e do PT, Fernando Haddad — Foto: REUTERS/Paulo Whitaker/Nacho Doce

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) decidirão no segundo turno quem será o presidente do Brasil pelos próximos quatro anos, segundo os dados de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgados na noite deste domingo (7).

Bolsonaro e Haddad disputam a Presidência pela primeira vez e foram os dois mais votados entre os 13 postulantes ao Palácio do Planalto.

Esta é a oitava eleição presidencial por meio do voto direto desde a redemocratização, no fim da década de 1980. O vencedor governará o Brasil de 1º de janeiro 2019 a 31 de dezembro de 2022.

O resultado do primeiro turno quebrou a polarização entre PT e PSDB na eleição presidencial. Nas últimas seis eleições, os dois primeiros colocados foram dos dois partidos, e houve duas vitórias do PSDB (1994 e 1998) e quatro do PT (2002, 2006, 2010 e 2014).

A campanha

A campanha eleitoral teve início em agosto com 13 candidatos à Presidência da República, o maior número de concorrentes desde 1989, quando houve 22 postulantes.

A corrida ao Planalto deste ano foi marcada por dois fatos que podem ter influenciado até mesmo o desempenho de outras candidaturas:

  • O registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi rejeitado; o PT substituiu o ex-presidente por Fernando Haddad;
  • Bolsonaro levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) e ficou 23 dias internado.

Lula

Preso desde abril em Curitiba, e com sucessivos recursos negados pela Justiça, Lula liderava as pesquisas de intenção de voto quando teve o registro da candidatura rejeitado pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de condenados em órgão colegiado da Justiça.

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês em regime inicialmente fechado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP), na Operação Lava Jato.

Mesmo ciente de que o registro poderia ser negado, o PT registrou a candidatura de Lula, que recebeu 16 contestações.

Antes da decisão do TSE, um parecer assinado por dois integrantes do Comitê de Direitos Humanos da ONU recomendou ao Brasil que garantisse os direitos políticos de Lula, e permitisse que ele impedi-lo de concorrer até o término da análise de todos os recursos judiciais de sua condenação.

O TSE entendeu que a manifestação dos integrantes do comitê não tinha caráter vinculante. A defesa do ex-presidente tentou usar essa posição para suspender a inelegibilidade dele, mas o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido.

Fernando Haddad

Fernando Haddad

Haddad candidato

O PT confirmou em 11 de setembro o acordo costurado nos bastidores pelo próprio ex-presidente Lula: elevar Fernando Haddad, vice na chapa, à condição de presidenciável. A deputada estadual Manuela D’Ávila (RS) assumiu a vaga de vice, na aliança com o PCdoB.

Nas palavras de Haddad, que percorria o país como vice, Lula lhe conferiu a missão de assumir a candidatura com o slogan “O Brasil feliz de novo”, com a promessa ao eleitor de trazer de volta o “Brasil de Lula”.

A estratégia de manter a candidatura de Lula até o limite permitido pela Justiça foi definida pelo petista na sede da Polícia Federal no Paraná, onde, preso, recebeu uma romaria de aliados e advogados, entre os quais, Haddad. O partido apostou na transferência de votos do ex-presidente. Haddad tinha 4% nas pesquisas e passou da faixa dos 20% – metade das intenções de voto que o padrinho vinha obtendo.

A candidatura teve de lidar com desgastes. Em setembro, Haddad foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Mas a Corregedoria do Ministério Público decidiu investigar o procuradorque denunciou Haddad por ter apresentado a acusação no período eleitoral.

Outro ponto de degaste para Haddad foi a situação de Lula. No último dia 1º, o juiz federal Sergio Moro retirou o sigilo de parte do acordo de delação de Antonio Palocci, ministro nos governos petistas. A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deu 15 dias para Moro explicar a divulgação justamente na semana anterior à eleição.

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro

Facada em Bolsonaro

Deputado federal desde 1991, Bolsonaro filiou-se ao PSL em marçopara disputar a primeira eleição presidencial. Em 6 de setembro, foi vítima de uma facada no abdômen durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

O candidato do PSL passou por cirurgias e ficou 23 dias internado. Em razão do atentado, Bolsonaro concentrou a campanha nas redes sociais, com a publicação de mensagens por escrito e de vídeos.

Sem fazer campanha nas ruas, manteve o primeiro lugar nas pesquisas – liderou desde o início nos cenários sem o ex-presidente Lula – mesmo sem um espectro grande de alianças e com pouco tempo na propaganda eleitoral gratuita de TV. A popularidade de Bolsonaro cresceu à base de um discurso anti-PT e antiesquerda.

A campanha do deputado federal também teve polêmicas envolvendo declarações de Bolsonaro e do candidato a vice na chapa dele, general Hamilton Mourão.

Bolsonaro:

  • Disse que iria “fuzilar a petralhada”; depois, afirmou que era uma “figura de linguagem”;
  • Defendeu condecorar policiais que matam criminosos;
  • Disse que não aceitará o resultado se não for o eleito; depois, disse que “não tem nada para fazer” em caso de derrota e que somente não ligaria para cumprimentar Haddad.

General Mourão:

  • Criticou o 13º salário; depois, foi afirmou que a declaração foi “descontextualizada”; na ocasição, o general foi repreendido por Bolsonaro
  • Afirmou que, em situação hipotética de anarquia, o presidente eleito pode dar um “autogolpe” com apoio das Forças Armadas;
  • Disse que o Brasil herdou a cultura do “privilégio” do português, a “indolência” do índio e a “malandragem” do africano; depois, disse que foi “mal interpretado”.

Bolsonaro também teve de explicar frases polêmicas ditas ao longo da carreira política, em especial sobre negros, gays e mulheres – o STF rejeitou denúncia de racismo contra ele.

Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência,  fala durante entrevista ao G1 e à CBN no estúdio da rádio, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência, fala durante entrevista ao G1 e à CBN no estúdio da rádio, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Ciro Gomes

Coligado ao PT nas duas últimas eleições presidenciais, o PDT também reapareceu na corrida presidencial, desta vez com Ciro Gomes, que apresentou como uma terceira via, na esperança de obter votos no centro e na esquerda, como alternativa aos eleitores desencantados com o PT e refratários a Bolsonaro.

Ele insistiu nas críticas à postura do PT em relação à sua candidatura e, inclusive, chegou a declarar que “não é mais possível” apoiar o partido.

A proposta de Ciro que mais chamou atenção foi o projeto para quitar débitos de consumidores no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Conhecido pelo temperamento forte e pelas frases ríspidas, Ciro teve entre seus alvos preferidos na campanha o general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro.

O candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin — Foto: Evaristo Sa/AFP

O candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin — Foto: Evaristo Sa/AFP

Alckmin e PSDB

Disputando a Presidência da República pela segunda vez, Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou nas pesquisas Datafolha e Ibope entre 7% e 10% e não disputará o segundo turno.

Durante a campanha, na tentativa de se firmar como a “terceira via” entre Bolsonaro e Haddad, o tucano fechou aliança com oito partidos, apoio que incluiu legendas do “Centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD) e garantiu a Alckmin quase metade do tempo na propaganda de rádio e TV.

Para tentar justificar o desgaste causado pela união com o bloco, tido publicamente como fisiologista por ocupar cargos nos governos do PT e do MDB, Alckmin defendeu a necessidade de alianças para governar e aprovar reformas para o país voltar a gerar empregos.

Alckmin se apresentou ao longo da campanha como um gestor experiente e focou em um discurso de combate ao “radicalismo” de Bolsonaro e ao retorno do PT ao poder.

As alianças, o tempo de TV e o discurso de Alckmin não funcionaram. O tucano estacionou nas pesquisas, foi abandonado por aliados do Centrão e de setores do próprio PSDB, que passaram a apoiar Bolsonaro e Marina Silva (Rede).

Marina Silva, candidata da Rede à Presidência, fala durante entrevista ao G1 e à CBN no estúdio da rádio, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Marina Silva, candidata da Rede à Presidência, fala durante entrevista ao G1 e à CBN no estúdio da rádio, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Marina Silva

Em sua terceira candidatura presidencial, agora pela Rede, Marina Silva também se apresentou como alternativa ao PT e a Bolsonaro. Começou bem nas pesquisas, mas perdeu força e teve desempenho bem inferior ao terceiro lugar registrado em 2010 e 2014.

O candidato do Podemos à Presidência da República, Alvaro Dias, durante debate nos estúdios da TV Globo no Rio de Janeiro — Foto: Marcos Serra Lima/G1

O candidato do Podemos à Presidência da República, Alvaro Dias, durante debate nos estúdios da TV Globo no Rio de Janeiro — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Alvaro Dias

O senador Alvaro Dias, candidato do Podemos, centrou no discurso de combate à corrupção. Tentou seduzir sem sucesso o eleitor com um convite, caso eleito, para que o juiz Sergio Moro assumisse o Ministério da Justiça.

Henrique Meirelles

Vice do PT em 2010 e 2014 e partido do presidente Michel Temer, o MDB voltou a ter candidato próprio, algo inédito desde 1994. Temer ensaiou buscar a reeleição, mas a impopularidade transformou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles no candidato do partido. Ele tirou R$ 45 milhões do próprio bolso para financiar a campanha, apostou no discurso de recuperação da economia, mas não decolou.

João Amoêdo

Outro candidato com origem no mercado financeiro foi João Amoêdo, do Partido Novo, que estreou em eleições com discurso liberal na economia. O engajamento nas redes sociais de seus apoiadores não foi suficiente.

O candidato do Patriota à Presidência, Cabo Daciolo, no debate do SBT — Foto: Reprodução

O candidato do Patriota à Presidência, Cabo Daciolo, no debate do SBT — Foto: Reprodução

Outros candidatos

A corrida presidencial ainda teve as candidaturas à esquerda de Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU).

João Goulart Filho (PPL), filho do ex-presidente Jango, também tentou a sorte, assim como o “democrata cristão” José Maria Eymael. Ele reapareceu com o bordão “Sinais, fortes sinais”.

Mas foi Cabo Daciolo (Patriota) quem gerou a maior repercussão nas redes sociais, repetindo sempre que podia a expressão “Glória a Deus”. Ele até optou por jejuar e orar em um monte durante parte da campanha.

No primeiro debate da TV, Daciolo questionou Ciro Gomes sobre a criação da Ursal: “Ciro, o senhor é um dos fundadores do Foro de São Paulo. O senhor pode falar aqui para a população brasileira, para a nação brasileira, sobre o plano Ursal? O que o senhor tem a dizer sobre o plano Ursal, a União da República Socialista Latino-americana? Tem algo a dizer para a nação brasileira?”

Ciro Gomes, então, respondeu: “Meu estimado cabo, eu tive muito prazer de conhecê-lo hoje e, pelo visto, o amigo também não me conhece. Eu não sei o que é isso, não fui fundador do Foro de São Paulo e acho que está respondido”, arracando risos e aplausos da plateia presente ao debate.

G1

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Fátima Bezerra e Carlos Eduardo disputam segundo turno no RN

 

Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Os candidatos Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) seguem para o segundo turno na disputa ao governo do Rio Grande do Norte, de acordo com as apurações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas urnas do estado. Confira a apuração em tempo real (aqui). Com 96% das urnas apuradas, Fátima tem 45,86% dos votos válidos e Carlos Eduardo, 32,66%.

Oito candidatos concorreram ao governo do RN no primeiro turno das eleições 2018. Entre eles, o atual governador do estado, Robinson Faria(PSD), que ficou em terceiro lugar nas votações e ficou fora da disputa.

Fátima já era apontada pelas pesquisas Ibope como a líder das intenções de voto, inclusive no último sábado (6), com 45% dos votos válidos. Atualmente ela ocupa o cargo de senadora, conquistado em 2014. Se eleita, vai ocupar pela primeira vez um cargo do Poder Executivo. Professora e sindicalista, Fátima entrou na carreira político-eleitoral em 1994, como deputada estadual. Foi reeleita uma vez e, antes de chegar ao Senado, cumpriu três mandatos na Câmara Federal.

Carlos Eduardo também era apontado pelas pesquisas para o segundo turno, com expectativa de 32% dos votos válidos. Ele já foi prefeito de Natal por quatro vezes e deixou a chefia do Poder Executivo em abril deste ano para concorrer ao governo do estado. Ele começou na vida política como deputado estadual em 1986, ocupando o cargo por quatro mandatos consecutivos. Também foi secretário de estado.

FLASHES E BRILHOS

Alexandre Frota é eleito deputado federal em São Paulo

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O ex-ator Alexandre Frota foi eleito neste domingo (7) deputado federal de São Paulo. Filiado ao PSL, mesmo partido de Jair Bolsonaro, o ativista político recebeu 152.958 votos.

Frota tem 53 anos e tem uma das trajetórias mais contraditórias entre os candidatos a deputado federal. Fez fama como ator pornográfico brasileiro, foi casado com celebridades como Claudia Raia, já foi funkeiro e até jogador de futebol americano.

Hoje, com uma postura conservadora e de extrema direita, Frota é ativista político e acompanhou de perto os últimos grandes acontecimentos da política brasileira, como o impeachment contra Dilma Rousseff, que se efetivou em 2016. Também se envolveu fortemente com o chamado Escola sem Partido, , que prevê o fim da “ideologia de gênero” e “doutrinação de esquerda” nas escolas.

Alexandre Frota também é bem ativo nas redes sociais, meio em que distribui ofensas a artistas e compartilha muitas “fake news”.

Ele já foi condenado a pagar R$ 50 mil a Chico Buarque por danos morais, por ter ofendido e xingado o cantor no Twitter em outubro de 2017, e também foi condenado a pagar R$ 20 mil a Gilberto Gil, por um tuíte que diz que o cantor “não poderia mais roubar recursos da Lei Rouanet”.

Alexandre Frota inflou sua candidatura a deputado federal com apoio de Bolsonaro. Em um vídeo enviado a Frota, o candidato à presidente chega a convidá-lo para ser ministro da Cultura, caso seja eleito presidente.

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Tiririca é reeleito deputado federal em SP com 445 mil votos

UESLEI MARCELINO / REUTERS

Após voltar atrás no jejum da política, o candidato a deputado federal Tiririca (PR-SP) foi reeleito com 445.521 mil votos, cerca de 2,15% do total, para o seu terceiro mandato. Em São Paulo, 95% das urnas já foram apuradas.

Além dele, nomes como Eduardo Bolsonaro (PSL), Joice Hasselmann (PSL), Celso Russomano (PRB) e Kim Kataguiri (DEM) também foram eleitos.

Tiririca havia desistido da candidatura no fim de 2017 por se dizer”decepcionado com a Câmara”, mas desistiu da desistência e, em agosto, se lançou oficialmente na disputa do pleito com um adendo: quer voltar às tribunas para poder disputar a presidência em 2022.

Um dos objetivos da campanha do humorista Francisco Everardo Oliveira Silva era ser eleito “com a maior quantidade de votos da história do país”. Nas eleições de 2010, ele foi o deputado mais votado do país, com mais de 1,3 milhão de votos. Em 2014, o deputado ficou com a segunda posição entre os candidatos mais votado, com 1 milhão de votos. Este ano, Tiririca teve 445mil votos.

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