6 de outubro de 2018

FLASHES E BRILHOS

MORRE, AOS 85 ANOS, A SOPRANO MONTSERRAT CABALLÉ

Causa da morte não foi revelada

Morre, aos 85 anos, a soprano Montserrat Caballé - DivulgaçãoMorre, aos 85 anos, a soprano Montserrat Caballé – Divulgação


Morreu, na madrugada deste sábado (6), a soprano espanhola Montserrat Caballé.

Ela estava internada no Hospital Sant Pau, em Barcelona, desde setembro, por cota de um problema em sua vesícula. Caballé tinha de 85 anos e a causa de sua morte ainda não foi divulgada.

De acordo com o jornal El País, o velório de Montserrat Caballé está marcado para este domingo (7), a partir das 14h no Funeral de les Corts. O funeral acontece na segunda-feira (8).

Há tempos a soprano cuidava de problemas de saúde. No ano de 2012 ela teve um AVC enquanto se apresentava na Rússia e, no momento do ocorrido, Montserrat caiu, fraturando o úmero.

Além da parte de saúde, Caballé enfrentou problemas com a justiça em 2015, após ser condenada a seis meses de prisão. Na época, ela teve de desembolsar 250 mil Euros (R$ 1.106.532,46) para pagar uma multa por evasão fiscal.

A soprano fez sua estreia prrofissi0onal em 1956, foi nomeada uma das últimas grandes divas da ópera. Dividiu o palco com grandes nomes do mundo da ópera, como Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras e teve um momento especial, fazendo dueto com Freddie Mercury na música Barcelona (1987). O hit foi  tema da abertura dos Jogos Olímpicos de 1992. Em 1988, mais um espetáculo delicioso de se ver e ouvir: Mercury e Caballé entoaram How Can I Go On, um marco inesquecível na música mundial.

Relembre os dois momentos de Caballé com Freddie Mercury.

A soprano espanhola Montserrat Caballé morreu na madrugada deste sábado (6) no Hospital Sant Pau, em Barcelona. Caballé, que tinha de 85 anos, estava internada desde setembro devido a um problema na vesícula. A causa da morte não foi divulgada.

O velório será realizado a partir das 14h de domingo no Funeral de les Corts e o funeral, na segunda, segundo o jornal espanhol El País.

Caballé vinha tendo problemas de saúde nos últimos anos. Em outubro de 2012, sofreu um acidente vascular cerebral durante uma atuação na Rússia. Ao cair inconsciente, ela fraturou o úmero. E a saúde não foi a única fonte de desgosto nos últimos anos de vida da cantora. Em dezembro de 2015, ela foi condenada a seis meses de prisão e a pagar uma multa de quase 250 mil euros por evasão fiscal.

A soprano estreou profissionalmente em 1956, fez mais de 4 mil apresentações e era uma das últimas grandes divas da ópera


FLASHES E BRILHOS

Propostas culturais dos candidatos ao governo

A cultura produzida no Rio Grande do Norte pode ser fonte atrativa de turistas, ser uma importante geradora de emprego e renda, ser subsídio na educação formal, dentre outros papéis. Ou seja, pode ser abraçada como área estratégica na gestão estadual. Mas a tarefa não é fácil. O próximo gestor da cultura no RN terá pela frente vários desafios: continuidade das obras do Teatro Alberto Maranhão, reabertura da Biblioteca Câmara Cascudo, recuperação do Forte dos Reis Magos, ativação dos espaços da Fundação José Augusto (FJA) já restaurados (Museu Café Filho e Memorial Câmara Cascudo, ainda sem exposição museográfica), só para citar alguns.

Implantação do Sistema Estadual de Cultura, reformulação do Fundo Estadual de Cultura e atualização da Lei Câmara Cascudo são diretrizes citadas pelos três candidatos

Implantação do Sistema Estadual de Cultura, reformulação do Fundo Estadual de Cultura e atualização da Lei Câmara Cascudo são diretrizes citadas pelos três candidatos

Observando os programas dos três candidatos mais bem colocados em pesquisas – Fátima Bezerra (PT), Carlos Eduardo (PDT) e Robinson Faria (PSD) –, é possível identificar como cada um deles pretende tratar a cultura em sua gestão. Carlos Eduardo dedica três páginas à área, Fátima uma página e meia e Robinson, uma página. Há pontos comuns a todos, sobretudo no que concerne questões administrativas, como a implantação do Sistema Estadual de Cultura, reformulação do Fundo Estadual de Cultura e atualização da Lei Câmara Cascudo de incentivos fiscais.

Carlos Eduardo

Para além de um plano geral de reformulação administrativa da gestão cultural, duas áreas que ganharam bastante espaço no programa de Carlos Eduardo são as de patrimônio histórico e museológico. O candidato propõe, por exemplo, “reelaborar e implementar um plano de tombamento e restauração dos bens móveis e imóveis do governo estadual”.

Carlos Eduardo (PDT)

Carlos Eduardo: Eco Museus e fomento à economia criativa

O pedetista também menciona a revitalização do Sistema Estadual de Museus. E nesse sentido, várias ações vem em conjunto, como “apoio técnico às instituições museológicas dos municípios”; viabilização de “convênios  entre  o Rio  Grande  do  Norte  e  os  municípios,  para  a  revitalização de museus”; promoção do “desenvolvimento social das comunidades por meio da utilização dos museus como fomento à economia criativa”; e a busca pelo diálogo com as comunidades para a “implantação das memórias sociais – Eco Museus”. Outro ponto destacado no programa é a promoção do “turismo  cultural  nos  Polos  Turísticos  Seridó,  Serrano, Agreste,Costa Branca e Costa das Dunas”.

Fátima Bezerra

Do programa de Fátima Bezerra, um tópico que chama atenção é a busca por parcerias para abertura de “linhas de crédito para artistas e produtores culturais do estado do Rio Grande do Norte”. Com relação ao Patrimônio Público, a candidata pretende elaborar estudos para implementação de uma Política de valorização do setor. Já sobre os equipamentos culturais da FJA, será criado uma política de manutenção e ocupação dos espaços que contemple: editais de residência artística; reserva mínima de pautas dos teatros para a produção potiguar, dentre outras propostas.

Fátima Bezerra (PT)

Fátima Bezerra: Patrimônio público e linhas de crédito para artistas

Um dos prédios recém-inaugurados, o Memorial Câmara Cascudo, segundo o plano de governo da petista, ganhará nova função, servindo como sede administrativa do CENA (Centro Educacional Norteriograndense de Artes) e como Centro Experimental de Teatro e da Escola de Artes visuais. Os dois centros farão parte do Programa de Iniciação Artística (PIA).

Robinson Faria

No programa apresentado pelo candidato Robinson Faria estão citadas etapas de complementação de ações iniciadas em sua gestão referentes aos equipamentos culturais. Por exemplo, a reabertura do Teatro Alberto Maranhão, montagem da expografia do Museu Café Filho e execução do projeto expográfico do Memorial Câmara Cascudo. Mas novas obras estão previstas: reforma da sede da FJA, do Instituto de Música Waldemar de Almeida, Gráfica Manimbu e do Teatro de Cultura Popular, além de obras no entorno do Forte dos Reis Magos.

Robinson Faria (PSD)

Robinson: finalização de obras iniciadas e concursos

Na área administrativa, Robinson propõe concursos para a Orquestra Sinfônica, professores de arte e áreas técnicas (museólogo, restauradores, sonoplastas, produtores culturais, dentre outros). Também é mencionada a reformulação do plano de cargos, salários e carreiras.

Entrega de diretrizes
Disposta a colaborar com sugestões na área cultural, a classe artística, por meio do Fórum Potiguar de Cultura, elaborou um documento com diretrizes para cultura do RN. O objetivo é apresentar propostas que norteiam o planejamento e a execução de uma política pública para as artes locais, abrindo maior interlocução entre o segmento e o poder público.

O documento, entregue aos candidatos ao governo, traz 12 tópicos. Dentre eles estão: “Criação de uma Secretaria Estadual de Cultura, com dotação orçamentária”; “Abertura de um Centro Cultural de porte na capital, para absorver a produção artística potiguar com atividades contínuas e programação regular voltada para as nossas artes”; “Interiorização das ações culturais, usando a rede de equipamentos já existente através de um circuito cultural a ser fomentado profissionalmente, com recursos próprios”; e “Instalação de uma Rádio Pública para difusão do conteúdo artístico-educativo produzido no estado”.

Vale salientar, que as políticas públicas para a área cultural devem não apenas atender às demandas da classe artística, mas o interesse da população também. Cabe ao gestor equilibrar isso e imprimir sua marca.

Realizadores 
A TRIBUNA DO NORTE ouviu algumas realizadores na área cultural para conhecer algumas demandas específicas.

Na área de audiovisual, a documentarista e conselheira fiscal da ABDeC-RN, Dênia Cruz espera que “o candidato eleito consolide uma política de estado e não de governo. Que haja editais permanentes. Até porque temos o Fundo Setorial do Audiovisual para ser acessado. É uma política interessante, que permite que o mercado de fato aconteça, movimentando não só a parte artística, mas econômica. É uma área potencial que lida com várias linguagens. Se criarmos festivais no interior vai gerar renda e emprego. E em paralelo a isso, esperamos contribuir na formação e difusão audiovisual”.

Na Literatura, Lívio Oliveira, escritor e diretor da biblioteca da Academia Norte-Riograndense de Letras acredita ser necessário “aperfeiçoar e desenvolver o sistema de bibliotecas do Estado. O caminho para a educação e a cultura dos jovens passa pelo acesso a leitura. Desejo que a Lei do Livro e da Leitura saia de fato do papel. Há elementos muito importantes de incentivo nessa lei. E espero também que sejam realizados concursos literários e eventos, como um festival literário de caráter estadual”.

Produtora cultural Diana Fontes, idealizadora do projeto Conexão Elefante Cultural, de circulação pelo RN, fala da necessidade de ações no interior. “No interior do Estado é necessário haver uma maior preparação no tocante a elaboração de projetos, tanto para a Lei Câmara Cascudo, como para a Lei Rouanet. Porém, sem trazer os empresários para a cena, orientar o setor contábil, seria o mesmo que nadar e morrer na praia. Conjugar o público com o privado, creio ser a pedra da sabedoria para alimentar o processo e motivar a produção. É preciso também investir na capacitação artística, na formação básica, com um cronograma sério, utilizando as Casas de Cultura ou Escolas de Arte. Essa ação é de um valor agregador, transformador, construtivista que, não tem preço”.

Colaborou: Cinthia Lopes 
(Editora)

Tribuna do Norte

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Urologistas alertam para a importância de consultas na adolescência

Resultado de imagem para urologista

É comum que as meninas, ao atingirem a puberdade, sejam levadas por suas mães a se consultarem com um ginecologista – entretanto, pessoas do sexo masculino da mesma faixa etária raramente são aconselhadas a procurar um urologista.

Preocupada com esse cenário, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) criou a campanha #VemProUro, que busca conscientizar pais e jovens sobre a importância de se consultar com o especialista desde cedo.

O problema é geral: a saúde dos homens costuma ser bastante negligenciada, e muitas vezes acaba virando responsabilidade das mães ou companheiras. Pesquisa divulgada em 2015 mostrou que mais da metade dos homens do Brasil com mais de 35 anos nunca foi a um urologista.

Como grande parte dos homens não tem o hábito de se consultar com o especialista, dificilmente seus filhos terão contato com um urologista desde cedo. “Isso é um aspecto cultural que os homens têm, uma certa tendência em desviar de assuntos médicos. Se não existe essa cultura do homem mais velho procurar um médico para fazer uma revisão de rotina, como ele vai transmitir isso para seus filhos?”, questiona Daniel Zylbersztejn, urologista e coordenador da campanha de orientação da saúde do adolescente da SBU.

Para mudar essa realidade, a SBU lançou a #VemProUro em setembro A primeira ação foi uma série de palestras em instituições de ensino de todo o País, com pais e alunos adolescentes, para debater a importância de consultar um urologista desde cedo. A segunda etapa consiste em realizar uma pesquisa de prevalência do adolescente masculino nos consultórios médicos.

“Nós vamos fazer essa pesquisa com os adolescentes e também uma com os próprios urologistas, para medir a presença dos jovens nos consultórios e saber quais são as motivações dessas consultas, se são por conta de queixas específicas ou para prevenção”, explicou Zylbersztejn. “A gente não tem dados sobre isso no Brasil”.

Os benefícios de ter o acompanhamento regular de um urologista desde cedo são muitos, e passam tanto por doenças quanto por comportamento e questões ligadas a autoestima.

“Consultar o urologista pode ser bom para pedir informações sobre os mais diversos assuntos, como, por exemplo, o uso do preservativo, falar de gravidez indesejada e sobre a problemática das DSTs, que vêm crescendo no nosso país nos últimos anos, principalmente a sífilis”, destaca o urologista. “Dá para falar também sobre dúvidas diversas da puberdade, em relação ao tamanho do pênis, ao desenvolvimento do corpo, à mudança da voz, quando e como começar atividades físicas”, explicou.

A ideia é que os dados coletados pela pesquisa sejam usados para maior conscientização sobre o tema e para angariar o apoio de diversos setores da sociedade e órgãos públicos, como o Ministério da Saúde. A campanha será realizada todos os anos.

“Queremos que isso seja algo disruptivo em relação a saúde da nossa sociedade. Uma campanha de prevenção e promoção de saúde para adolescentes é boa para todo mundo”, finalizou Zylbersztejn.

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A FAZENDA: ANA PAULA RENAULT SURPREENDE PEÕES COM VALOR DE SEU CACHÊ

urante uma conversa com seus colegas de confinamento, em A Fazenda 10, reality show da Record TV, Ana Paula Renault revelou qual cachê está cobrando, para fazer as chamadas presenças VIPs.

Para marcar presença em tais eventos, a ex-BBB tem cobrado R$ 30 mil, e não divide tal valor com nenhum outro profissional.

“Hoje, eu faço tudo sozinha, não tenho empresário. Não é que eu sou a cabeça, mas tudo passa por mim antes”, contou ela.

Tal valor revelado por Ana, aliás, deixou Nadja Pessoa e Perlla visivelmente surpresas

A Fazenda: Ana Paula Renault surpreende peões com valor de seu cachê - Divulgação/A Fazenda/Record TV

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‘Puxadinho’ de Harry e Meghan fica pronto após reforma de R$ 7 milhões

Príncipe Harry e Meghan Markle poderão, finalmente, deixar a casa de Príncipe William. Depois de um ano e 1,4 milhões de libras (cerca de 7 milhões de reais) de investimento em reformas, móveis e decoração, o chalé de Nottingham — no quintal do Palácio de Kensington — está pronto para receber o duque e a duquesa de Sussex, casados desde maio deste ano.

Desde o casamento, Harry e Meghan viviam na singela residência de William, Kate Middleton, e os três filhos do casal, George, Charlotte e Louis. Não que fizesse muita diferença — o Apartamento 1A, onde mora a família do duque e da duquesa de Cambridge, conta com 21 quartos.

Harry e Meghan são mais modestos. Sua nova casa, conhecida como Apartamento 1B, tem apenas dois quartos com banheiro compartilhado, uma pequena sala de estar, cozinha e um jardim.

Segundo o tabloide britânico The Daily Mail, que primeiro deu a notícia, Meghan Markle deu seu toque pessoal ao chalé, antes habitado pela família do duque de Gloucester, primo da rainha Elizabeth II. A duquesa de Sussex participou ativamente da reforma e, nas últimas semanas, adicionou roupas de cama de caxemira, velas perfumadas e vasos de flores à decoração.

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