23 de outubro de 2018

Coluna Versátil News

Moro pode ser ministro do STF com Bolsonaro, diz Bebianno

Terra

Cotado para a Justiça em eventual gestão Bolsonaro, Gustavo Bebianno diz que ‘seria bom’ que STF retomasse ‘a sua credibilidade’

Juiz federal Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato em Curitiba
Juiz federal Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato em Curitiba

Foto: Reuters

 

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirma que uma das linhas de um eventual governo de Jair Bolsonaro será “discutir tabus”. Cotado para ser ministro da Justiça caso o capitão reformado seja eleito, Bebianno – que dedicou os últimos meses a coordenar a campanha de Bolsonaro -, afirma que entre os “tabus” brasileiros estão a Previdência, a legislação trabalhista e o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Bebianno, um eventual governo Bolsonaro poderá indicar o juiz Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato em Curitiba, para ministro do Supremo. Apesar do discurso de Bolsonaro contra o sistema político, o presidente do PSL admite fazer alianças com o MDB e o DEM.

Coluna Versátil News

Não quer gastar o 3G? Veja como economizar dados ao ver vídeos no YouTube…

  • Uol Tecnologia

    Aprenda a configurar o aparelho para não tomar um susto no final do mês

    Aprenda a configurar o aparelho para não tomar um susto no final do mês (Foto: iStock)

Você é do tipo que fica com medo só de abrir o YouTube quando você está sem wi-fi, imaginando que seu 3G/4G acabará em um piscar de olhos? A preocupação é bastante válida, já que o app de vídeos é um dos que mais consome o pacote de dados móveis.

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Coluna Versátil News

Cidade canadense abriga a maior fábrica de maconha legal do mundo

G1
Inicialmente chamada de Tweed Marijuana, a Canopy Rivers opera desde a fundação, em 2014, produzindo maconha para fins medicinais. — Foto: Reprodução/Twitter/Canopy Rivers

Inicialmente chamada de Tweed Marijuana, a Canopy Rivers opera desde a fundação, em 2014, produzindo maconha para fins medicinais. — Foto: Reprodução/Twitter/Canopy Rivers

A pequena cidade canadense de Smiths Falls se transformou na capital mundial da maconha graças à Canopy Growth Corporation, a maior produtora de cannabis do mundo e que tem ambiciosos planos de expansão.

Inicialmente chamada de Tweed Marijuana, a empresa opera desde a fundação, em 2014, produzindo maconha para fins medicinais, já que em 2001 o Canadá legalizou o uso terapêutico da erva. Antes mesmo até de o país legalizar o consumo recreativo em todo o Canadá, na quarta-feira passada, a Canopy Growth já tinha um valor de mercado de US$ 11 bilhões.

O grande salto, no entanto, aconteceu depois que o Partido Liberal do Canadá, liderado pelo atual primeiro-ministro, Justin Trudeau, ganhou com maioria as eleições gerais em 2015. Entre os principais pontos do programa de governo estava a legalização do consumo recreativo da maconha.

FLASHES E BRILHOS

Estudo mostra que podemos estar ‘contaminados’ por microplásticos, assim como os oceanos

 

Por BBC

 


Acumulados no trato gastrointestinal, os microplásticos têm a possibilidade de interferir na resposta imunológica do intestino — Foto: Julie Steinberg/University of Delaware

Acumulados no trato gastrointestinal, os microplásticos têm a possibilidade de interferir na resposta imunológica do intestino — Foto: Julie Steinberg/University of Delaware

Você já deve ter ouvido falar em microplásticos, estes pequenos vilões do meio ambiente. São resíduos degradados de diversos tipos de plásticos, com menos de 5 milímetros de comprimento.

Originárias de fontes diversas como roupas sintéticas, pneus, tintas e escovas de dente, essas partículas estão se amontoando nos oceanos.

Um estudo inédito apresentado nesta terça-feira mostra o que muito se temia: até nós, seres humanos, podemos estar cheios desses minúsculos pedaços de plástico em nosso organismo.

O estudo, liderado pelo médico Philipp Schwabl, pesquisador da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia da Universidade de Medicina de Viena, na Áustria, foi divulgado no evento UEG Week Vienna – uma semana de colóquios médicos científicos da União Europeia de Gastroenterologia. A pesquisa foi realizada em parceria com a Agência Ambiental da Áustria.

“Este é o primeiro estudo desse tipo e confirma o que há muito suspeitamos: que o plástico chega ao intestino humano”, afirmou, em comunicado à imprensa, o médico Schwabl.

Análises realizadas em amostras de fezes humanas apontaram a presença de microplásticos de até nove tipos diferentes — Foto: Medical University of Vienna/Divulgação

Análises realizadas em amostras de fezes humanas apontaram a presença de microplásticos de até nove tipos diferentes — Foto: Medical University of Vienna/Divulgação

O estudo foi realizado com base em coletas de fezes de oito pessoas de oito países diferentes. Em todas as amostras foram identificados microplásticos – de até nove tipos diferentes -, partículas de polipropileno (PP) e polietileno tereftalato (PET), entre outros. Os participantes são habitantes de Finlândia, Itália, Japão, Holanda, Polônia, Rússia, Reino Unido e Áustria.

Conforme ressaltam os pesquisadores, a presença de microplásticos no organismo humano pode afetar a saúde. Acumulados no trato gastrointestinal, esses materiais têm a possibilidade de interferir na resposta imunológica do intestino – além, é claro, do risco proporcional pela absorção de produtos químicos tóxicos e patógenos pelo nosso corpo.

Em nota à BBC News Brasil, o médico ressaltou que, atualmente, “não existem estudos que respondam sobre os riscos” de tais materiais ao organismo. “De fato, é uma questão muito importante, e estamos planejando pesquisas adicionais para elucidar os efeitos dos microplásticos na saúde humana”, diz Schwabl.

“No entanto, existem estudos com animais que mostram que partículas de microplástico são capazes de entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e de atingir até o fígado. Além disso, estudos com animais também demonstraram que os microplásticos podem causar danos intestinais, alteração nas vilosidades intenstinais, distorção da absorção de ferro e estresse hepático.”

Método

Dos oitos participantes, três eram mulheres e cinco homens. Dois deles eram usuários diários de gomas de mascar. Seis ingeriram peixes ou frutos do mar durante o período de observação. Todos tiveram contato com alimentos embalados com plásticos. Na média, eles tomaram 750 ml de água por dia de garrafas plásticas. Nenhum dos oito participantes era vegetariano.

Todos os participantes eram adultos saudáveis, sem nenhuma dieta médica. Eles também não podiam ter tomado antibióticos nas últimas duas semanas, nem feito nenhum tratamento odontológico no mesmo período.

Cada participante do estudo ficou incumbido de manter um diário alimentar na semana anterior à coleta das fezes. As informações deste diário revelam que todos eles estiveram expostos a plásticos consumindo alimentos embrulhados e tomando água de garrafas.

No diário, eles também precisaram identificar a marca do creme dental e de todos os cosméticos utilizados. Informações sobre quantidade e marca de gomas de mascar e bebidas alcoólicas também foram solicitadas.

Os exames de fezes foram realizados em um laboratório austríaco, com tecnologia capaz de identificar dez tipos de plásticos – nove foram encontrados, sendo PP (material geralmente encontrado em tampinhas de garrafa) e PET (das garrafas plásticas) os mais comuns.

Todas as amostras tinham contaminação – de 3 a 7 tipos de plástico. Dos dez tipos identificáveis pelo método, apenas um, o PMMA (comum em para-brisas de carros) não apareceu em nenhuma amostra. Foram encontradas partículas de PP, PET, PU, PVC, PA, PC, POM, PE e PS.

'Nossa principal preocupação é, especialmente, o que pode significar para pacientes com doenças gastrointestinais', diz médico que conduziu estudo — Foto: Medical University of Vienna/Divulgação

‘Nossa principal preocupação é, especialmente, o que pode significar para pacientes com doenças gastrointestinais’, diz médico que conduziu estudo — Foto: Medical University of Vienna/Divulgação

Estatisticamente, o índice de confiança da pesquisa é de 68% a 100%, se aplicado em um grupo maior. O que permite que os pesquisadores digam que pelo menos 50% da população mundial teria microplásticos em suas fezes.

Em média, foram encontrados 20 partículas de microplástico a cada 10 gramas de fezes. “Nossa principal preocupação é o que isso significa para o corpo humano e, especialmente, o que pode significar para pacientes com doenças gastrointestinais”, comenta o médico.

“Enquanto as maiores concentrações de plástico em estudos com animais foram encontradas no intestinos, menores partículas são capazes de entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e chegar ao fígado”, prossegue.

“Estas são as primeiras evidências de microplásticos em humanos. Precisamos avançar mais nas pesquisas para entender o que isso significa para a saúde humana.”

Indústria

Os pesquisadores ressaltam que os seres humanos estão expostos a diferentes tipos de plásticos no dia a dia. E isto é decorrente do uso cada vez mais recorrente desse material na indústria, sobretudo a partir dos anos 1950. É uma produção que segue crescendo, anualmente.

“Em nível global, a produção de plástico e a poluição plástica se correlacionam fortemente. Portanto, é provável que a quantidade de contaminação plástica possa aumentar ainda mais se a humanidade não mudar a situação atual”, alerta o pesquisador.

Calcula-se que entre 2% e 5% de todo o plástico produzido por ano acabe nos mares, por conta do descarte. Ali, esse material acaba se deteriorando em partículas cada vez menores – os tais microplásticos.

Assim, são consumidos por animais marinhos, entrando na cadeia alimentar – um caminho que, em última instância, traz o plástico para o organismo humano.

Diversas pesquisas já detectaram quantidades significativas do material em atum, lagosta e camarão.

Outra maneira pela qual componentes plásticos chegam ao organismo humano seria porque, seja durante o processamento industrial, seja por conta da embalagem, alimentos também podem ser contaminados com pequenas partículas de plásticos.

De acordo com Schwabl, a pequena amostra utilizada para o estudo não permite cravar quanto ou quais tipos de plástico tiveram origem nos peixes consumidos ou das embalagens dos demais alimentos. “A maioria dos participantes bebeu líquidos a partir de garrafas plásticas, mas também foi comum a ingestão de peixes e frutos do mar”, afirma.

“Todos os participantes tinham partículas de PP e PET em suas amostras de fezes, que são os principais componentes de tampas de garrafas plásticas e de garrafas plásticas. Portanto, nenhuma conclusão exata sobre a origem pode ser feita no momento.”

“Os plásticos são difundidos na vida cotidiana e os seres humanos são expostos aos plásticos de várias maneiras”, comenta o médico. “Pessoalmente, não esperava que cada amostra fosse testada como positiva. Precisamos, no entanto, estar conscientes do pequeno tamanho da amostra do nosso estudo.”

Schwabl conta que o grupo está em fase de captação de financiamentos para novas fases do estudo.

Sal de cozinha

No início deste mês, a revista Environmental Science and Technology trouxe uma pesquisa realizada por cientistas sul-coreanos em parceria com o Greenpeace que apontou a presença de microplásticos no sal de cozinha.

Eles analisaram amostras de 39 marcas de 21 países da Europa, África, Ásia, América do Norte e América do Sul. Apenas três – uma de Taiwan, uma da China e uma da França – passaram incólumes ao teste. Os nomes das empresas não foram revelados.

Segundo o estudo, apenas considerando o sal como fonte, uma pessoa pode ingerir até 2 mil microplásticos por ano.

FLASHES E BRILHOS

‘A Memória Afetiva do Rádio AM’ é tema de exposição na UFRN

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

O Departamento de Comunicação Social da UFRN deu início a uma exposição que conta a história do rádio no Rio Grande do Norte. “A Memória Afetiva do Rádio AM” foi aberta no início desta semana e vai até o dia 8 de novembro. O acesso é gratuito. Segundo o radialista Silvio Henrique, idealizador da exposição, o projeto faz parte das comemorações do Dia do Radialista, celebrado em 7 de novembro, e do dia do Rádio, comemorado em 25 de setembro.

A exposição ficará aberta à visitação nos corredores do Laboratório de Rádio do Departamento de Comunicação Social (Labcom), na área do Campus da UFRN, no horário das atividades acadêmicas, sempre das 14h às 21h, de segunda a sexta-feira.

“O rádio AM está passando por uma transformação. Com a migração para a Frequência Modulada, inevitavelmente, a tendência será o fim de uma história de quase 100 anos de operação no Brasil nas ondas da Amplitude Modulada. Algumas rádios do Rio Grande do Norte já migraram e desativaram as transmissões em AM. Assim, o objetivo do projeto é expor o acervo tecnológico do Departamento de Comunicação Social da UFRN para que todos possam conhecer o aparato que caracteriza o funcionamento do Rádio AM. É mais um estímulo para que os alunos se interessem em ampliar a memória do rádio AM e sua história no cenário potiguar”, destacou Silvio.

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Exposição

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo, entre eles:

  • Mesas de áudio
  • Microfones
  • Toca-discos
  • Cartucheiras
  • Áudio cassetes
  • Gravadores de fita magnética
  • Rádios de mesa à válvula e transistorizados
  • Válvulas de transmissores de rádio AM
  • Mini-Disc
  • Cassetes
  • Cartuchos
  • Vinis
Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Mesa de debates

O projeto desenvolverá ainda uma mesa de debates com profissionais do Rádio AM, no dia 7 de novembro, data em que se comemora oficialmente o novo dia do Radialista no Brasil e apresentará o resultado preliminar da pesquisa de migração das emissoras AM para FM no Rio Grande do Norte.

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Objetivos gerais

  • Apresentar aos estudantes dos Cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Radialismo e de Audiovisual o acervo tecnológico que faz parte do Rádio AM em vias de transição para a nova tecnologia da Frequência Modulada, o rádio FM.
  • Promover uma discussão sobre a Memória Afetiva do Rádio com profissionais que fizeram e ainda fazem a história do Rádio AM potiguar.
  • Despertar nos estudantes da graduação o interesse em preservar a memória afetiva e a história do Rádio AM potiguar.
Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Mini atividades

Sessão CINE RÁDIO com projeção de documentários com a temática do rádio AM no Rio Grande do Norte e ÁUDIO MEMÓRIA com audição e entrevistas com personalidades da história do rádio potiguar.

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Estão em exposição materiais e equipamentos do acervo do Departamento de Comunicação Social da UFRN que serviram ao Laboratório de Rádio dos Cursos de Jornalismo e Radialismo — Foto: Silvio Henrique

Serviço

  • Exposição “Memória afetiva do Rádio AM: trajetos tecnológicos”
  • Local: Departamento de Comunicação Social – Campus Central
  • Período: de 22 de outubro a 8 de novembro
  • Horário: 14h às 21h
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