O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) já tem um esboço de pelo menos 9 dos 15 nomes para ocupar a Esplanada dos Ministérios.
Além do economista Paulo Guedes, anunciado para assumir a Fazenda caso o capitão reformado seja eleito, o desenho inclui dois generais da reserva do Exército e um astronauta.
O coordenador da campanha, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), é o preferido para chefe da Casa Civil, pasta que acumulará também a relação com o Legislativo, hoje tema que está sob os cuidados da Secretaria de Governo.
A promessa de Bolsonaro é reduzir os 29 ministérios a 15. Ele tem prometido não negociar os cargos em troca de apoio no Congresso.
O Instagram ganhou recentemente um novo recurso chamado Tag de nome (ou nametag, em inglês). A novidade permite usar a câmera do Stories para seguir rapidamente outras pessoas — semelhante ao Snapcode, do rival Snapchat. A função serve para divulgar o seu perfil na rede social de fotos em outras plataformas como o Facebook, Twitter e Telegram, e assim, conseguir mais seguidores. Ela funciona como uma espécie de cartão de identificação do usuário e apresenta versões personalizáveis.
No tutorial a seguir, confira como compartilhar a Tag de nome do seu perfil no Instagram. O procedimento foi realizado na versão do aplicativo para iPhone (iOS), mas as dicas também valem para usuários de Android. O recurso só está disponível para a última versão do app instalada no celular.
Novo recurso Tag de nome do Instagram busca aumentar a interação entre os usuários na plataforma — Foto: Reprodução/ TechCrunch
Diz o ditado popular que “gosto não se discute”. Mas existem algumas comidas que são, literalmente, difíceis de engolir.
Em muitos países, há quitutes locais que pessoas de fora daquela cultura jamais se aventurariam a provar.
Com frequência, é algo podre – mas não se assuste, afinal, o queijo é um produto do leite em estado de decomposição, como o vinho é da uva, e a cerveja, da cevada.
Até os cientistas dizem hoje em dia que consumir alimentos fermentados traz benefícios, porque melhora drasticamente o microbioma do organismo ao introduzir bactérias boas no intestino.
É preciso esclarecer, no entanto, que os cientistas e os produtores de alimentos distinguem os processos de fermentação e putrefação, que não são sinônimos, ainda que ambos envolvam a decomposição de proteínas.
Confira a seguir algumas destas delícias culinárias, que provei pela primeira e última vez na vida.
Nota: As descrições neste texto refletem unicamente o gosto pessoal do autor e não são uma avaliação imparcial dos pratos.
Um queijo chorão
Não há coisas mais surpreendentes que este queijo da Sardenha, chamado “casu marzu“. Ele é tão incomum que, segundo as normas europeias de higiene e saúde pública, é proibido produzi-lo.
No entanto, o veto parece ter despertado mais curiosidade e apetite do público. Imediatamente depois de a proibição entrar em vigor, surgiu na Sardenha um próspero mercado negro de casu marzu e, em toda a Europa, pessoas pagam boas somas de dinheiro para conseguir um exemplar.
Mas por que esse queijo é tão peculiar?
Primeiro porque, ainda que sua produção não seja tão difícil, comê-lo é outra história.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionPara comer esse queijo no momento certo, deve-se esperar que as larvas comecem a saltar
Para fazê-lo, um queijo pecorino é deixado em um local seco e tranquilo para que ele apodreça. Assim, as moscas podem se aproximar e depositar seus ovos nele.
Estes ovos se transformam em larvas, conhecidas localmente como “vermes do queijo”. Graças ao seu processo de digestão, o queijo começa a secretar gotas de líquido que são chamadas de lágrimas.
Quando o queijo “chora”, é sinal de que chegou a hora de comê-lo. Mas isso não é tão simples.
As larvas da mosca se assustam facilmente e, quando temem por sua vida, elas saltam – chegam a atingir 15 cm de altura.
Por isso, para provar o queijo, é preciso usar uma mão para cortar com uma faca um pedaço e usar a outra para cobrir o rosto para evitar os vermes saltitantes.
Quem gosta de comer as larvas pode colocar o queijo em um saco de papel e comprimi-lo. As larvas sentirão a falta de oxigênio e começarão a saltar. Quando pararem, é hora de comer o queijo… e os vermes estarão mortos.
Ureia abundante
Diante de uma situação difícil, a engenhosidade humana não tem limites.
Imagine que você vive na Islândia, em um século distante. A comida no país é pouca, mas as águas estão cheias de tubarões da Groenlândia.
Bem, você dirá, qual é o problema? Vamos pescá-los e comê-los! Mas não é tão simples.
Para os humanos, a carne do tubarão da Groenlândia é letal, porque está repleta de ureia. No entanto, isso não foi um impedimento para os islandeses.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionA carne de tubarão da Groenlândia tem um sabor e odor tão fortes que deve ser consumida com aguardente
O que eles fazem é capturar um tubarão, tirar suas vísceras e cortar sua cabeça. O corpo é enterrado, então, na areia. Sobre o “túmulo” do animal, são colocadas muitas pedras para fazer uma pressão e tirar todos os líquidos do cadáver.
Ele é deixado para apodrecer até o momento em que nem as gaivotas se aproximam mais para comer sua carne. Ele é desenterrado, cortado em pedaços, que ficam apodrecendo por mais alguns meses.
Finalmente, chega a hora de comê-lo. Como seu odor e sabor são muito fortes, a tradição determina que cada pedaço seja acompanhado por um copo de aguardente local. Ambos devem ser engolidos o mais rápido possível.
Se você não tem tempo nem energia para esse preparo, pode ir a qualquer supermercado da Islândia e pedir um pedaço de hákarl.
O melhor café da manhã
O costume de comer algo bem podre é comum em todos os continentes. O natto é, por exemplo, um prato tradicional japonês.
É simplesmente soja fermentada, ou seja, totalmente podre, como seu sabor e odor comprovam. A consistência é pegajosa, e sua aparência, bem parecida com o que produz uma criança que tem uma infecção intestinal.
E é o café da manhã mais popular entre os japoneses.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionO café da manhã mais popular do Japão não tem um aspecto muito apetitoso
Recorde mundial
Em muitos lugares, o aroma – mais propriamente o fedor – deste produto é especialmente apreciado.
Não estamos falando do roquefort nem do gorgonzola. Comparado a algumas invenções culinárias, esses queijos parecem um jardim de rosas.
É quase impossível achar algo mais fedorento do que o surströmming, segundo cientistas japoneses que compararam o odor de vários alimentos.
Na Suécia, recomenda-se comê-lo na rua, já que fazer isso em casa poderia deixar o local com esse cheiro peculiar por dias ou até semanas.
Trata-se de uma invenção incrível. Os suecos decidiram que comer o arenque do Báltico puro ou apenas com sal eram algo tedioso ou prosaico demais.
Há muitos séculos, tiveram a brilhante ideia de salgá-lo e mantê-lo em água para que fermentasse. No século 19, melhoraram a receita metendo o arenque fermentado em latas fechadas para que seguisse se decompondo dentro delas.
Durante a fermentação, as bactérias produzem sulfeto de hidrogênio, assim como ácidos acético, propiônico e butírico. As latas começam a inchar e, às vezes, explodem.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionOs arenques fermentados continuam a se decompor dentro de latas
Além de comer esse apetitoso manjar, no fim de agosto de 2018 os suecos encontraram outro fim para seu tradicional arenque.
Os neonazistas suecos iam marchar pela capital, Estocolmo. A rota havia sido acordada com as autoridades. Mas, pouco antes da caminhada começar, alguém abriu uma lata surströmming e derramou o líquido por onde iam passar.
Há coisas que nem sequer os ultranacionalistas locais são capazes de suportar.
Ovos do século
Ninguém tira o crédito da China por seus inúmeros pratos com ingredientes incrivelmente deliciosos.
Mas há ao menos um cujo nome deixa claro o que se pode esperar: ovo de cem – às vezes mil – anos. Qualquer que seja o número e ainda que isso não revele precisamente o tempo passado desde que foi posto, pode ter a certeza de que algo que você não pode esperar dele é frescor.
A forma mais fácil de obter o resultado desejado é pegar ovos de pata, cobri-los com cal e envolvê-los em papel celofane para bloquear o acesso a oxigênio. Em seguida, deixá-los em um local seco e que não seja muito frio por 3 a 6 meses.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionOs ovos centários podem ser armazenados por muitos anos
Quando chega a hora de comê-los, você tem de estar preparado para resistir ao cheiro de amônia.
Os ovos “centenários” têm ainda outra vantagem, além de seu sabor peculiar, se é que isso te agrada: podem ser armazenados por anos – mas não por séculos.
Teatro está fechado desde julho de 2015, após o Corpo de Bombeiros emitir um laudo que apontou problemas na estrutura física
O Teatro Alberto Maranhão, na Ribeira, zona Leste de Natal, deverá ser entregue à população no final do primeiro semestre de 2019. As obras de restauração do teatro iniciaram no mês de setembro e estão 3% concluídas. A previsão é que os serviços tenham duração de 10 meses.
As obras visam ao resgate de um dos mais importantes palcos da cultura e fortalecer o turismo no Rio Grande do Norte. O Governo do Estado investe quase R$ 7,7 milhões na obra, por meio de recursos do “Governo Cidadão”, a partir de acordo de empréstimo com o Banco Mundial.
A restauração abrange reforma nas estruturas elétrica, hidráulica e de acessibilidade, além de sistema de combate a incêndio, rede de esgoto, climatização e paisagismo. Ainda será feita a completa reestruturação do palco, camarins e do espaço mais nobre – a caixa cênica (palco, camarins e ribalta).
O Governo do Estado informou que a reforma deve durar quase um ano porque trata-se de uma obra que requer muito cuidado na execução, pelo fato de o Teatro Alberto Maranhão ser um patrimônio histórico, com elementos arquitetônicos que precisam ser preservados.
A gestão estadual disse ainda que vai tentar antecipar esse cronograma, já que os recursos estão disponíveis, reservados especificamente para esse objetivo, não possibilitando risco de paralisação.
O teatro está fechado desde julho de 2015, após o Corpo de Bombeiros emitir um laudo que apontou problemas na estrutura física, deficiência nas instalações elétrica e hidráulica, além da falta de sistema eficaz para emergência em casos de incêndios.
SÃO PAULO – O Google decidiu desativar a rede social Google+ para usuários gratuitos na última segunda-feira (8). A versão contratada através do G Suite, pacote do Google para empresas, será mantida.
A decisão foi “forçada” após publicação de uma reportagem do Wall Street Journal que expôs um vazamento de dados sensíveis de cerca de 500 mil usuários da plataforma, seguido de silêncio proposital pela gigante.
Na bolsa de Nova York, as ações da Alphabet, controladora do Google, chegaram a cair 2,3%, antes de fecharem o pregão com queda mais amena de 0,72%.
Segundo o WSJ, uma falha no software no site fez com que programadores externos tivessem acesso a perfis privados do Google+ por 3 anos inteiros, entre 2015 e março de 2018. O Google conseguiu reverter o problema naquele mês, mas optou por não divulgar a investigação por receio das medidas regulatórias e os consequentes prejuízos relacionados. Ontem, tudo veio à tona.
O jornal obteve um documento interno destinado à equipe jurídica do Google que avisou executivos seniores de que a divulgação do caso poderia levar “a um interesse imediato do regulador” e originar comparações com o vazamento de dados de usuários do Facebook para a empresa de pesquisas Cambridge Analytica.
De acordo com a empresa, não houve indícios de uso indevido dos dados vazados.