24 de janeiro de 2022

Coluna Versátil News

Casos de Covid e gripe entre servidores faz Ufersa suspender atividades presenciais por uma semana


Entrada da Ufersa, em Mossoró (Arquivo) — Foto: Isaiana Santos/Inter TV Costa Branca

Entrada da Ufersa, em Mossoró (Arquivo) — Foto: Isaiana Santos/Inter TV Costa Branca

A Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) anunciou nesta segunda-feira (24) que vai suspender as atividades presenciais durante toda a semana, por causa dos casos de gripe e covid-19 confirmados entre vários servidores, inclusive a reitora da instituição.

Até a próxima segunda-feira (31) o trabalho será desenvolvido de forma não remoto, com exceção para atividades de manutenção, engenharia, limpeza e vigilância.

“Com relação às atividades de pesquisas, a recomendação é para que aconteçam apenas aquelas que necessitem impreterivelmente de forma presencial. A recomendação é para que o máximo de atividades aconteça de forma remota, evitando desta forma, o contato de pessoas e a consequente proliferação de contágios”, informou a instituição.

Segundo a universidade sediada em Mossoró, a reitora da instituição, Ludimilla Oliveira, testou positivo para a covid-19 no último sábado (22) e adiou uma viagem de férias.

A instituição não informou, até a última atualização desta matéria, quantos servidores estão afastados das funções.

Fonte:G1

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Governo do RN: Centrais do Cidadão exigem comprovante de vacinação para acesso de usuários

O comprovante de vacinação contra a Covid-19 passou a ser obrigatório para ingresso e permanência dos usuários no interior das Centrais do Cidadão do Rio Grande do Norte. A medida está em vigor desde o dia 15 de janeiro, quando foi publicada a Portaria Conjunta nº 01/2022, pelas Secretarias de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Administração (Sead), que estabelece a exigência da comprovação do esquema vacinal em conformidade ao calendário de imunização para acesso aos órgãos públicos do estado.

“Essa é mais uma medida adotada pelo Governo do Estado para preservar a saúde tanto dos usuários quanto dos servidores. Somado ao passaporte da vacinação, o uso correto de máscaras e a higienização sanitária dos ambientes são protocolares, na intenção de reduzir quaisquer riscos de transmissão do coronavírus”, explica Luis Renato Nogueira, coordenador das Centrais do Cidadão.

Para acessar às unidades, os cidadãos devem apresentar o comprovante do esquema vacinal, excetuados aqueles que, por atestado médico ou que, nos termos do Plano Nacional de Imunização (PNI) não integrem, temporária ou permanentemente, grupo elegível para recebimento do imunizante, mediante apresentação do documento comprobatório. Além disso, devem apresentar o comprovante de agendamento para serviços que oferecem esse recurso, como emissão de Carteiras de Identidade (Itep) ou serviços veiculares (Detran).

A apresentação do comprovante de vacinação poderá ser realizada por meio de qualquer dos seguintes documentos oficiais: aplicativo RN Mais Vacina; certificado de vacinas digital, disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde – ConectaSUS; comprovante/caderneta/cartão de vacinação impresso em papel timbrado, emitido no momento da vacinação pelas Secretarias de Saúde, estadual ou municipal, institutos de pesquisa clínica ou outras instituições governamentais, nacionais ou estrangeiras.

Em todas as Centrais do Cidadão, os atendimentos vêm acontecendo com tranquilidade e de forma segura, conforme as novas orientações. “Toda e qualquer medida de segurança para conter o avanço do coronavírus é bem-vinda e, com certeza, essa nova medida foi muito sensata. Temos muitos atendimentos aqui na unidade, mas só está entrando quem está apresentando a carteira de vacinação”, reforça Manoel Torres, gerente da Central do Cidadão de Pau dos Ferros.

Em Caicó, a população corroborou a atitude. “Aqui nós não estamos tendo problemas. A população está entendendo o recado, todos estão trazendo os cartões, seja o digital ou mesmo aquele comprovante físico, todos atualizados. Nós não estamos aceitando quem está com a vacina atrasada. Uns reclamam, mas entendem que só podem entrar quando atualizarem o esquema vacinal”, complementa Márcio Soares, gerente da unidade no município.

Para Gildete Lima, gerente da Central do Cidadão de Parelhas, a exigência do passaporte vacinal para acesso às unidades contribui também para que mais pessoas completem seu esquema de proteção. “A cobrança do passaporte vacinal vem nos repassar maior segurança, além de incentivar a população a buscar os postos de saúde e efetivar a sua cobertura vacinal total

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Fecomércio: Simples Nacional: comitê prorroga até março prazo para empresas regularizarem dívidas

O Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu nesta sexta-feira (21) prorrogar por mais dois meses o prazo para as empresas regularizarem os débitos pendentes.

Com a decisão, o prazo passa de 31 de janeiro para 31 de março. Uma resolução com a nova data será publicada no “Diário Oficial da União”.

Em nota, o comitê disse que a medida visa “propiciar aos contribuintes do regime o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da Covid-19”.

O Simples Nacional é o regime simplificado de tributação destinado a microempresas e empresas de pequeno porte. No caso das microempresas, o limite de faturamento anual é de até R$ 360 mil. Para as empresas de pequeno porte, o valor é de até R$ 4,8 milhões.

Já o prazo de adesão ao Simples Nacional permanece até 31 de janeiro de 2022. Segundo o comitê, esse prazo não pode ser alterado por portaria porque está previsto em lei.

Veto ao Refis

A decisão de prorrogar o prazo para regularização de débitos do Simples Nacional acontece após o presidente Jair Bolsonaro ter vetado integralmente o projeto que previa a criação de um programa de renegociação de dívidas para pequenos negócios (Refis).

Segundo o relator do texto na Câmara, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), 16 milhões de pequenas empresas poderiam renegociar uma dívida de R$ 50 bilhões. O veto causou reação no Congresso e entre os pequenos empresários.

Na semana passada, o governo lançou dois programas de renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e de pequenas empresas optantes do Simples Nacional, mas os programas abrangem somente as dívidas inscritas na Dívida Ativa da União.

Com isso, parlamentares da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) e o Sebrae Nacional pediram ao governo a prorrogação do prazo para regularização de débitos do Simples Nacional.

Segundo o deputado Marco Bertaiolli, que também é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o objetivo agora é derrubar o veto do presidente ao projeto do Refis para os pequenos negócios.

Assim, caso o veto seja derrubado, os pequenos empresários podem aderir ao programa de refinanciamento, parcelando suas dívidas com descontos de até 90% nas multas e nos juros e de até 100% no caso dos encargos legais. E, quando a Receita Federal foi analisar se a empresa optante do Simples Nacional tem débitos pendentes, a empresa estará regularizada e não será excluída do regime.

“350 mil empresas estavam sendo excluídas por terem débitos. Agora, as empresas, mesmo tendo dívidas, podem fazer o pedido de reinserção no Simples Nacional até 31 de janeiro, porque a Receita vai analisar somente em 31 de março [a regularidade da empresa], o que nos dá o tempo necessário para analisar o veto ao Refis e derrubá-lo”, explicou Bertaiolli.

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Avião com terceiro lote de vacinas infantis desembarca no Brasil

País recebeu mais 1,8 milhão de doses da vacina da Pfizer para crianças; ao todo, 4,3 milhões de vacinas chegaram em janeiro

Avião com as vacinas pousou em São Paulo por volta das 7h30

GIULIA RODRIGUES/VIRACOPOS

Um novo lote com 1,8 milhão de doses da vacina pediátrica da Pfizer chegou ao Brasil nesta segunda-feira (24). O desembarque das vacinas para imunizar crianças de 5 a 11 anos foi comemorado pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. “A vacina tem sido uma das principais armas no enfrentamento da pandemia e, à medida que avançamos na vacinação, conseguimos diminuir o número de casos que chegam ao óbito”, comentou.

O voo UC-1507, vindo de Amsterdam, pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, às 7h27. A remessa, que chegaria no dia 27 de janeiro, foi antecipada em alguns dias por conta da alta demanda, totalizando 4,3 milhões de doses entregues no mês de janeiro.

O primeiro carregamento desembarcou no dia 13 e o segundo, no dia 16, com 2,4 milhões de doses pediátricas. A expectativa é que sejam entregues mais 7,2 milhões de doses em fevereiro e 8,4 milhões em março, podendo chegar a 30 milhões no primeiro trimestre, segundo o Ministério da Saúde.

“Cerca de 90% da população adulta brasileira está imunizada com as 2 doses e mais de 30 milhões de brasileiros já tomaram a dose de reforço, mas os avanços não podem parar. É importante que todos procurem o posto de saúde para concluir a imunização”, reforçou Cruz em uma mensagem nas redes sociais.

CoronaVac para crianças

Após aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para crianças a partir de 6 anos na última quinta-feira (20), a vacina CoronaVac foi incluída pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação contra Covid-19 para a faixa etária de 6 a 17 anos.

Com a orientação de que não seja aplicado em imunocomprometidos, a ampliação do uso do imunizante passou a fazer parte na sexta-feira (21) do PNO (Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19).

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Para esse público, a dose aprovada da vacina, produzida a partir de vírus inativado, é a mesma usada para adultos (600 SU em 0,5 ml), com um intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação. A CoronaVac é produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

No caso da vacina da Pfizer para as crianças, o esquema vacinal prevê duas doses com intervalo de oito semanas. O imunizante tem dosagem e composição diferentes das que são utilizadas para os maiores de 12 anos.

A vacina para crianças é aplicada em duas doses de 0,2 ml (equivalente a 10 microgramas). A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas.

Fonte:r7

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Por que a Espanha agora quer tratar covid como gripe – e o que dizem especialistas


Moradora de Batatais, SP, passa por teste RT-PCR exame covid-19 coronavírus — Foto: Reprodução/EPTV

Moradora de Batatais, SP, passa por teste RT-PCR exame covid-19 coronavírus — Foto: Reprodução/EPTV

O presidente do governo da Espanha (equivalente ao cargo de primeiro-ministro), Pedro Sánchez, declarou na semana passada que seu país está trabalhando para começar a tratar a covid-19 como uma gripe e não como uma epidemia, como tem sido até agora.

 

E ele também defende que essa seja a estratégia para o resto da Europa.

“Estamos trabalhando nisso há semanas”, respondeu Sánchez em entrevista ao canal Cadena Ser quando perguntado se ele está buscando uma “gripalização da pandemia”.

“A ciência conhece melhor o vírus. (…) Temos que avaliar a evolução da covid para uma doença endêmica”, disse Sánchez, embora tenha esclarecido que seu governo ainda aguarda relatórios “mais conclusivos” sobre a variante ômicron.

 

O presidente justificou a nova abordagem devido à taxa de vacinação (82% da população com vacinação completa e 36% com dose de reforço), o uso de máscaras, o surgimento de medicamentos como a pílula da Pfizer – cujos ensaios apontam que é eficaz na 89% dos casos para evitar internações e óbitos em pacientes de risco – e a aparente menor letalidade do vírus com a variante mais recente.

“Este é um debate que já estamos tentando abrir em nível europeu”, disse Sánchez, que está levando a questão aos ministérios da saúde europeus e ao Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças. “É um debate necessário.”

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, acredita que é preciso falar sobre uma mudança de estratégia — Foto: EPA

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, acredita que é preciso falar sobre uma mudança de estratégia — Foto: EPA

A ministra da Saúde espanhola, Carolina Darias, acrescentou que a atual sexta onda de covid da Espanha é diferente das anteriores.

“Temos que ser capazes de antecipar novos cenários, por isso temos que começar a avaliar a adaptação a um novo sistema de vigilância e controle da covid-19 uma vez superada esta sexta onda epidêmica em que nos encontramos”, disse.

Vigilância

 

Essa nova abordagem da pandemia é chamada de “vigilância sentinela”.

Ela tem sido usada para outros vírus e implica interromper os testes em massa e, em vez disso, controlar grupos menores que servem como amostra do que está acontecendo no resto da sociedade.

Isso pode ser feito com uma ou mais instituições médicas que coletam rotineira e sistematicamente informações epidemiológicas e amostras laboratoriais de pacientes – mas não deve ser um processo muito extenso, pois pode reduzir a qualidade da informação, afirma o escritório regional europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a gripe sazonal, por exemplo, “quantidades limitadas de dados de alta qualidade de ‘locais sentinela’ representativos são suficientes para entender a epidemiologia e a circulação”, afirma a OMS.

 

As localizações devem ser distribuídas no território de forma que produzam uma amostra confiável do que acontece na população em geral.

Além disso, é necessário usar definições padrão que possam ser comparadas ao longo do tempo, tanto dentro de um país quanto com outros países.

A informação deve ser comunicada uma vez por semana às autoridades nacionais, de acordo com o escritório europeu da OMS.

A partir daí, podem ser estimadas as taxas de incidência de pessoas infectadas — sintomáticas e assintomáticas —, internações, pacientes em terapia intensiva e óbitos pela doença.

Se esse método for usado com a covid, acredita-se que pode ajudar a evitar a superlotação de hospitais com casos leves, disse a Sociedade Espanhola de Medicina de Família e Comunidades.

Fonte: G1

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