11 de julho de 2021

Coluna Versátil News

Dor no braço após vacina: efeito é da agulha ou da substância?

Reações locais após aplicação da injeção estão entre as mais frequentes nos estudos clínicos dos imunizantes contra covid

Adriano

Uma das principais queixas de quem toma as vacinas contra a covid-19 tem sido a dor no local da injeção. Este tipo de reação é, de fato, o que mais aparece nos estudos clínicos de todos os imunizantes — e a boa notícia é que não representam risco à saúde.

O clínico geral Érico de Oliveira, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, explica que injeções intramusculares, como as usadas para as vacinas disponíveis hoje, podem causar a dor local tanto pela agulha como pela substância.

A agulha usada, afirma o médico, precisa atingir o músculo, o que requer que tenha um calibre um pouco mais grosso.

O organismo da mesma forma de quando pisamos em um caco de vidro, gerando uma inflamação, exemplifica Oliveira. O fato de ter um líquido injetado também pode responder pela reação local.

“A maioria das pessoas não sente nada, ou sente uma pequena dorzinha muscular. Isso tem a ver com o volume de líquido injetado também. Aquilo tem que ocupar um espaço dentro do músculo e pode gerar dor. Se você comprimir, vai ter dor; se fizer movimento naquele músculo, vai ter dor. A maioria das pessoas prefere fazer a injeção no braço esquerdo para não atrapalhar tanto a movimentação”, acrescenta o médico.

Os componentes de algumas vacinas podem estar associados também à inflamação, segundo o clínico geral.

“E tem a ver certamente com a substância que foi injetada lá também, que gera uma resposta de inflamação depois. […] Algumas vacinas dão mais reação do que outras — e tudo bem.”

Para aqueles que se sentem desconfortáveis com a dor, a recomendação é fazer apenas compressa gelada no local da injeção, recomenda Oliveira.

“Isso melhora sozinho e está prevenindo doenças que são muitas vezes desastrosas. Não é um argumento para deixar de se prevenir.”

R7.

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Dor no braço após vacina: efeito é da agulha ou da substância?

Reações locais após aplicação da injeção estão entre as mais frequentes nos estudos clínicos dos imunizantes contra covid

Adriano

Uma das principais queixas de quem toma as vacinas contra a covid-19 tem sido a dor no local da injeção. Este tipo de reação é, de fato, o que mais aparece nos estudos clínicos de todos os imunizantes — e a boa notícia é que não representam risco à saúde.

O clínico geral Érico de Oliveira, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, explica que injeções intramusculares, como as usadas para as vacinas disponíveis hoje, podem causar a dor local tanto pela agulha como pela substância.

A agulha usada, afirma o médico, precisa atingir o músculo, o que requer que tenha um calibre um pouco mais grosso.

O organismo da mesma forma de quando pisamos em um caco de vidro, gerando uma inflamação, exemplifica Oliveira. O fato de ter um líquido injetado também pode responder pela reação local.

“A maioria das pessoas não sente nada, ou sente uma pequena dorzinha muscular. Isso tem a ver com o volume de líquido injetado também. Aquilo tem que ocupar um espaço dentro do músculo e pode gerar dor. Se você comprimir, vai ter dor; se fizer movimento naquele músculo, vai ter dor. A maioria das pessoas prefere fazer a injeção no braço esquerdo para não atrapalhar tanto a movimentação”, acrescenta o médico.

Os componentes de algumas vacinas podem estar associados também à inflamação, segundo o clínico geral.

“E tem a ver certamente com a substância que foi injetada lá também, que gera uma resposta de inflamação depois. […] Algumas vacinas dão mais reação do que outras — e tudo bem.”

Para aqueles que se sentem desconfortáveis com a dor, a recomendação é fazer apenas compressa gelada no local da injeção, recomenda Oliveira.

“Isso melhora sozinho e está prevenindo doenças que são muitas vezes desastrosas. Não é um argumento para deixar de se prevenir.”

R7.

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Dor no braço após vacina: efeito é da agulha ou da substância?

Vacinas em uso contra covid são de aplicação intramuscular

Vacinas em uso contra covid são de aplicação intramuscular

Uma das principais queixas de quem toma as vacinas contra a covid-19 tem sido a dor no local da injeção. Este tipo de reação é, de fato, o que mais aparece nos estudos clínicos de todos os imunizantes — e a boa notícia é que não representam risco à saúde.

O clínico geral Érico de Oliveira, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, explica que injeções intramusculares, como as usadas para as vacinas disponíveis hoje, podem causar a dor local tanto pela agulha como pela substância.

A agulha usada, afirma o médico, precisa atingir o músculo, o que requer que tenha um calibre um pouco mais grosso.

Os componentes de algumas vacinas podem estar associados também à inflamação, segundo o clínico geral.

“E tem a ver certamente com a substância que foi injetada lá também, que gera uma resposta de inflamação depois. […] Algumas vacinas dão mais reação do que outras — e tudo bem.”

  • Por que podem acontecer reações adversas após a vacinação? Segundo o infectologista Munir Ayub, as vacinas são produzidas para estimular a produção de anticorpos imunizantes. Esse processo pode resultar em reações, dependendo de cada organismo. “As vacinas são produzidas para estimular a resposta imunológica com a produção de anticorpos imunizantes. Quando a vacina entra em contato com um agente etiológico, ou seja, vírus ou bactéria causadora da doença, a pessoa estará protegida. Essa produção é responsável pelas variáveis entre as pessoas. Existem indivíduos que são mais reatogênicos, ou seja, têm mais possibilidade de ter reações’, afirmações

Fonte : R7

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Governo do RN: Projeto de Lei cria microrregiões para prestação de serviços de saneamento no RN

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) discute na próxima terça-feira (13) um Projeto de Lei que cria microrregiões para prestação de serviços de saneamento básico no estado.

O processo de regionalização segue o que determina a Lei 14.026/2020, novo Marco Legal do Saneamento, e que destaca a prestação de serviço regionalizada. Essa etapa é indispensável para acesso aos recursos federais para o setor. O prazo determinado em Lei é de 15 de julho de 2021, caso as microrregiões não sejam criadas pelo Estado, as mesmas serão definidas pelo Governo Federal. Assim, é importante destacar que a esfera estadual tem um melhor conhecimento da realidade potiguar para definição destas.

No processo de criação das microrregiões de água e esgoto o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos considerou, por exemplo, a viabilidade econômico/financeira dos blocos, a integração entre os componentes de cada região, a delimitação das bacias hidrográficas, a divisão da infraestrutura operacional dos serviços de água e esgotamento sanitário, a Integração da infraestrutura hídrica, tendo como base a infraestrutura existente e projetada, as Macrorregiões de Planejamento do Estado e os estudos de regionalização já realizados como o estabelecido no Plano Estadual de Resíduos Sólidos.

Antes de seguir para a análise e deliberação da Assembleia Legislativa, a própria Assembleia e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) realizaram audiências públicas acerca das microrregiões.

MICRORREGIÕES

O Projeto de Lei cria duas microrregiões sendo elas:  a Central-Oeste e Litoral-Seridó. Com estas estruturas será possível assegurar recursos da União para investimentos em abastecimento de água e esgotamento sanitário. A microrregião terá natureza jurídica de autarquia governamental de regime especial, com caráter deliberativo e normativo, e personalidade jurídica de Direito Público.

Os blocos foram pensados de forma a serem viáveis para todos os municípios, não trazendo privilégios para alguns específicos. As microrregiões poderão licitar os serviços e escolher as suas agências reguladoras observando as questões legais. A regionalização possibilitará, também, que o Estado trabalhe nas metas de universalização definidas no Marco.

CAERN

O Projeto de Lei não representa uma privatização da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A prestação de serviço pela Caern não sofre alteração, devendo os contratos atuais serem mantidos até o seu termo final.

“É possível observar um fortalecimento da Caern como empresa pública, com a aprovação deste Projeto de Lei. Já que para haver a alienação de ações que abram o capital da empresa há que se aprovar Lei Complementar específica. O Artigo 13 apenas permite à CAERN mais capacidade de competir na nova realidade trazida pelo Marco Legal do Saneamento – Lei 14.026/2020” destaca Roberto Linhares, diretor presidente da Caern, fazendo menção ao parágrafo 4, do Art. 13 do Projeto de Lei (“§ 4°   Excluem-se das autorizações previstas nos incisos I a III deste artigo, a abertura de capital que somente poderá ser autorizada mediante lei específica”). Este artigo também traz elementos de modernização para a Lei de Criação da Caern de 1969, possibilitando que ela possa competir neste cenário concorrencial.

BRASIL

Projetos de Lei similares já foram aprovados em São Paulo, Paraná, Bahia, Ceará, Paraíba, Minas Gerais, Pernambuco, dentre 

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Mega-Sena acumula e pagará R$ 65 milhões na quarta-feira

Eis os números sorteados: 16, 30, 37, 39, 40 e 51

Mega-Sena, concurso da Mega-Sena, jogos da Mega-Sena, loteria da Mega-Sena

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2389 da Mega-Sena, realizado neste sábado (10), em São Paulo. Os números sorteados foram 16, 30, 37, 39, 40 e 51. 

A Quina teve 57 acertadores, cabendo a cada um R$ 69.283,28. A Quadra apresentou 3.887 ganhadores com R$ 1.451,41 para cada um deles.

O próximo sorteio da Mega será na quarta-feira, dia 14. A estimativa de prêmio é de R$ 65 milhões.

Fonte: agência Brasil

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