30 de outubro de 2018

Coluna Versátil News

iPhone XR, iPhone XS e iPhone XS Max no Brasil: preço começa em R$ 5.199

TechTudo

Apple revelou o preço no Brasil dos recém-lançados iPhone XRiPhone XS e iPhone XS Max . Quem quiser comprar os novos iPhones terá de desembolsar pelo menos R$ 5.199, valor que pode chegar a R$ 9.999 no caso do celular com a maior tela e o maior armazenamento. Anunciados em setembro nos Estados Unidos, os smartphones têm ficha técnica poderosa: entre as especificações está o processador A12 Bionic e a memória de até 512 GB.

Após o anúncio desses dispositivos, a fabricante retirou de seu catálogo o iPhone SE, o iPhone 6S e o iPhone X, mesmo este último tendo sido apresentado no ano passado. Na ocasião, a empresa fez barulho devido ao topete na tela. Continuam à venda o iPhone 7 e o iPhone 8. Vale ressaltar também que o Apple Watch 4 foi anunciado junto com o iPhone XS e deve chegar no Brasil em breve, ainda sem uma data oficial.

Preço do iPhone XR no Brasil: R$ 5.199

O colorido iPhone XR tem tela mais modesta — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

O colorido iPhone XR tem tela mais modesta — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Coluna Versátil News

Talento da computação: aluno do CEI Mirassol conquista o segundo lugar na Olimpíada Brasileira de Informática

Danilo Guedes, estudante do 7º ano do CEI Mirassol, é o único medalhista da capital potiguar na XX Olimpíada Brasileira de Informática 2018 (OBI), importante competição científica realizada entre maio e agosto deste ano, que tem por objetivo despertar o interesse pela ciência da computação, revelar e incentivar os potenciais talentos nacionais nessa importante área.
O jovem destaque da informática conquistou a medalha de prata na modalidade INICIAÇÃO – Nível 1 (categoria destinada aos estudantes do sexto e sétimo anos do Ensino Fundamental II), após obter excelentes resultados durante as três etapas da competição (local, estadual e nacional), nas quais resolveu problemas de lógica e computação básica.

Coluna Versátil News

Bancos poderão acelerar redução do limite do cartão de crédito

Agência Brasil

As instituições financeiras poderão reduzir mais rapidamente o limite do cartão de crédito de clientes com maior risco de inadimplência, decidiu hoje (29) o Conselho Monetário Nacional (CMN). Segundo o Banco Central (BC), a medida foi necessária para que os bancos gerenciem melhor os riscos e não aumentem o spread bancário (diferença entre os juros captados pela instituição financeira e as taxas cobradas do consumidor).

Nonas regras para o rotativo dos cartões de crédito
Redução do limite do cartão pode ser mais rápida para clientes com  risco de inadimplência – Arquivo/Agência Brasil

FLASHES E BRILHOS

Esse jornal se acabou, diz Bolsonaro ao Jornal Nacional sobre a Folha

Durante entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, nesta segunda-feira (29), Jair Bolsonaro (PSL) voltou a atacar a Folha e afirmou que “por si só, esse jornal se acabou”.

As afirmações de Bolsonaro se deram em resposta a uma pergunta do jornalista William Bonner, apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional.

Bonner questionou: “O senhor sempre se declara um defensor da liberdade de imprensa, mas, em determinados momentos, chegou a desejar que um jornal deixasse de existir. Como presidente eleito, o senhor vai continuar defendendo a liberdade da imprensa e a liberdade do cidadão de escolher o que ele quiser ler, o que ele quiser ver e ouvir?”

Fachada da loja de açaí de Walderice Santos da Conceição, 49, em Mambucaba, Rio de Janeiro
Fachada da loja de açaí de Walderice Santos da Conceição, 49, em Mambucaba, Rio de Janeiro – Lucas Landau – 2.mai.2018/Folhapress

“[Sou] totalmente favorável à liberdade de imprensa”, respondeu Bolsonaro. Contudo, disse que há a a questão da propaganda oficial de governo, “que é outra coisa”.

Em seguida, o presidente eleito citou o caso de Walderice dos Santos da Conceição, a Wal, ex-assessora dele na Câmara dos Deputados que vendia açaí e prestava serviços particulares ao deputado federal em Angra dos Reis (RJ), onde ele tem casa de veraneio.

“Aproveito o momento para que nós realmente venhamos fazer justiça aqui no Brasil. Tem uma senhora de nome Walderice, minha funcionária, que trabalhava na Vila Histórica de Mambucaba e tinha uma lojinha de açaí. O jornal Folha de S. Paulo foi lá, nesse dia, 10 de janeiro, e fez uma matéria e a rotulou de forma injusta como “fantasma”. É uma senhora, mulher, negra e pobre. Só que nesse dia 10 de janeiro, segundo boletim “A iniciativa da Câmara”, de 19 de dezembro, ela estava de férias. Então, ações como essa por parte de uma imprensa, que mesmo a gente mostrando a injustiça que cometeu com uma senhora, ao não voltar atrás, logicamente que eu não posso considerar essa imprensa digna”.

Bolsonaro prosseguiu: “Não quero que [a Folha] acabe. Mas, no que depender de mim, imprensa que se comportar dessa maneira indigna não terá recursos do governo federal”. O presidente eleito, depois, completou: “Por si só esse jornal se acabou”.

Em janeiro deste ano, a Folha revelou que Bolsonaro usava verba da Câmara para pagar Walderice. Ela figurava desde 2003 como funcionária do gabinete do deputado federal, recebendo salário de R$ 1,3 mil ao mês, mas vendia açaí em uma barraca vizinha à casa de veraneio dele em Mambucaba (RJ).

Walderice pediu demissão do gabinete de Bolsonaro após as reportagens da Folha.

Na sequência da entrevista à Globo, Bolsonaro fez nova acusação contra o jornal. “Inclusive a última matéria, onde eu teria contratado empresas fora do Brasil, via empresários aqui para espalhar mentiras sobre o PT. Uma grande mentira, mais um fake news do jornal Folha de S. Paulo, lamentavelmente”, afirmou.

O presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, durante entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo
O presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, durante entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo – Reprodução/TV Globo

O presidente eleito disse que a reportagem da Folha o acusa de ter contratado empresas no exterior, por meio de empresários, para enviar mensagens anti-PT por aplicativo.

Na verdade, a reportagem publicada no dia 18 de outubro afirma que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT.

O pagamento por empresas de ações que beneficiem a campanha de um candidato é proibido pela lei eleitoral.

Após as afirmações de Bolsonaro, Bonner pediu a palavra e fez um comentário.

“Como editor-chefe do Jornal Nacional, eu tenho um testemunho a fazer. Às vezes, eu mesmo achei que críticas que o jornal Folha de S.Paulo tenha feito ao Jornal Nacional me pareceram injustas. Isso aconteceu algumas vezes. Mas para ser justo do lado de cá, eu preciso dizer que o jornal sempre nos abriu a possibilidade de apresentar a nossa discordância, apresentar os nossos argumentos, aquilo que nós entendíamos ser a verdade.”

O jornalista prosseguiu: “A Folha é um jornal sério, um jornal que cumpre um papel importantíssimo na democracia brasileira. É um papel que a imprensa profissional brasileira desempenha e a Folha faz parte desse grupo da imprensa profissional brasileira”.

Bolsonaro apenas ouviu e não respondeu nada.

Diferentemente do que Bolsonaro afirmou na entrevista, a Folha não mentiu sobre a funcionária fantasma de seu gabinete. Desde a primeira reportagem, o agora presidente eleito vem dando diferentes e conflitantes versões sobre a assessora para tentar negar —todas elas não são condizentes com a realidade.

Ao Jornal Nacional, Bolsonaro disse que a assessora estava em férias quando o jornal visitou o local pela primeira vez, em janeiro.

Folha esteve na Vila Histórica de Mambucaba em duas oportunidades. A primeira, em janeiro, durante o recesso parlamentar, quando ouviu de moradores que Walderice não tinha ligação com a política, prestava serviços na casa do parlamentar e tinha como atividade principal a venda de açaí e cupuaçu. Segundo depoimentos colhidos da região, o marido dela, Edenilson, era caseiro de Bolsonaro.

Neste dia, a Folha se encontrou com Bolsonaro, por acaso, no local. Ele deu diversas explicações sobre Walderice, mas em nenhum momento disse que ela estava de férias —como falou meses depois.

Na segunda oportunidade, em 13 agosto, a Folha retornou à vila e comprou das mãos de Walderice um açaí e um cupuaçu, em horário de expediente da Câmara. À reportagem, ela afirmou trabalhar no local todas as tardes.

Minutos depois de a reportagem se identificar e deixar a cidade, ela ligou para a Sucursal da Folha em Brasília afirmando que ia se demitir do cargo.

A secretária figurou desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete parlamentar de Bolsonaro, em Brasília. Seu último salário, foi, bruto R$ 1.416,33.

As acusações de Bolsonaro à Folha no JN intensificaram um movimento espontâneo nas redes sociais para que as pessoas assinem o jornal.

“Amanhã mesmo vou assinar a Folha. Façam isso. Alguém tem que continuar fazendo jornalismo de verdade neste país”, escreveu Priscas [nome do perfil] no Twitter. Outros sugeriam uma campanha para assinar o jornal. “Eu acho que temos que fazer uma campanha para quem puder assinar a Folha”, foi a mensagem de @perdyhoward.

Esse movimento está acontecendo desde o dia 18, quando o jornal publicou reportagem mostrando que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT.

Também se manifestou em defesa do jornal o presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin.

“Começou mal. A defesa da liberdade ficou no discurso de ontem”, escreveu no Twitter.

“Os ataques feitos hoje pelo futuro presidente à Folha de S.Paulo representam um acinte a toda a imprensa e a ameaça de cooptar veículos de comunicação pela oferta de dinheiro público é uma ofensa à moralidade e ao jornalismo nacional”, disse o ex-governador de São Paulo.

FLASHES E BRILHOS

Trump quer abolir direito à cidadania de filhos de imigrantes nascidos nos EUA

Donald Trump fala em comício em Charlotte, na Carolina do Norte — Foto: Chuck Burton/AP

Donald Trump fala em comício em Charlotte, na Carolina do Norte — Foto: Chuck Burton/AP

O presidente americano Donald Trump quer abolir por meio de uma ordem executiva o direito à cidadania concedido a todos os que nascem no território dos Estados Unidos, de acordo com uma entrevista divulgada nesta terça-feira (30).

“Somos o único país do mundo onde uma pessoa entra e tem um bebê, e o bebê é basicamente um cidadão dos Estados Unidos por 85 anos, com todos esses benefícios”, disse Trump ao site Axios durante uma entrevista publicada nesta terça-feira (30). “É ridículo. É ridículo. E isso tem que acabar”.

A proposta foi anunciada a uma semana das eleições legislativas de meio de mandato. Na campanha para a votação de 6 de novembro, o presidente americano tenta colocar a migração no centro do debate.

Na verdade, dezenas de outros países, incluindo Brasil, Canadá, México e muitos outros no Hemisfério Ocidental, concedem cidadania automática a quem nasce em seu território, de acordo com um estudo do Center for Immigration Studies, uma organização que apóia a restrição da imigração e cujo trabalho os assessores de Trump frequentemente citam.

De qualquer forma, a ideia levantada por Trump está longe de virar realidade, pois uma mudança na Constituição implica procedimentos que não incluem o decreto presidencial.

Na entrevista, o presidente afirmou que pretende assinar um decreto para que as crianças nascidas em território americano e filhas de imigrantes, em situação irregular ou não, não se beneficiem mais deste direito.

Além da resistência que a proposta pode gerar, os juristas questionam o desejo do presidente de acabar com um decreto com um direito garantido pela 14ª Emenda da Constituição.

“Sempre me disseram que você precisava de uma emenda constitucional. Mas sabe o quê? Você não precisa”, disse Trump.

“Agora eles estão dizendo que eu posso fazer isso apenas com uma ordem executiva”, afirmou.

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