No primeiro dia do ano, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, comemorou as decisões recentes do governo Jair Bolsonaro de ampliar investimentos em segurança. Em sua conta pessoal no Twitter, Moro destacou a autorização de concurso público para preenchimento de vagas do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
“Governo do PR @jairbolsonaro começa ano com investimentos na
segurança. Concurso para agente penitenciário federal. Cargo estratégico
para políticas federais de isolamento das lideranças criminosas e de
retomada, via Força de intervenção, do controle dos presídios
estaduais”, destacou.
A decisão foi publicada em uma portaria do dia 30 de dezembro. De acordo com o texto, do total de 309 vagas, 294 são de agentes federais de Execução penal e outras 15, de especialistas em assistência à Execução Penal.
A partir desta quarta- feira (1º), os empregadores deixarão de pagar a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em demissões sem justa causa. A taxa foi extinta pela lei que instituiu o saque-aniversário e aumentou o saque imediato do FGTS, sancionada no último dia 12 pelo presidente Jair Bolsonaro.
A multa extra aumentava, de 40% para 50% sobre o valor depositado no FGTS do
trabalhador, a indenização paga pelas empresas nas dispensas sem justa
causa. O complemento, no entanto, não ia para o empregado. Os 10%
adicionais iam para a conta única do Tesouro Nacional, de onde era
repassado ao FGTS, gerido por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo.
Criada em junho de 2001 para cobrir os rombos no FGTS deixados pelos Planos Verão (1989) e Collor 1 (1990), a multa adicional de 10% deveria ter sido extinta em junho de 2012, quando a última parcela dos débitos gerados pelos planos econômicos foi quitada. No entanto, a extinção dependia da edição de uma medida provisória e da aprovação do Congresso Nacional.
Além do Modo Escuro, que está em desenvolvimento e deve chegar em breve ao app, a possibilidade de editar mensagens enviadas, organizar figurinhas em categorias ou mesmo esconder o status “online” das conversas são ajustes bastante desejados e aguardados, mas que não têm previsão de lançamento. Confira a seguir uma lista do TechTudo com as funções mais aguardadas para o WhatsApp em 2020.
WhatsApp: lista traz as seis funções mais aguardadas para o app em 2020 — Foto: Rubens Achilles/TechTudo
A função de editar mensagens após o envio é muito utilizada no Telegram e bastante aguardada por usuários do WhatsApp. O recurso possibilita corrigir erros percebidos apenas depois de enviar a mensagem ou simplesmente escrever de uma forma mais qualificada. No concorrente russo, o conteúdo é sinalizado com a palavra “editado” para que as pessoas saibam que a frase foi modificada.
Rival do WhatsApp, Telegram permite editar mensagens já enviadas — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo
Modo Escuro deve chegar ao WhatsApp em breve — Foto: Paulo Alves/TechTudo
3. Esconder o status “online” das conversas
O WhatsApp permite desativar o “visto por último” das conversas no app, mas alguns usuários desejam também a possibilidade de esconder o status “online”. A principal alegação está ligada à privacidade, já que qualquer pessoa com o seu número pode ver se você está usando o app no momento. Não há previsão para que o WhatsApp disponibilize uma opção para ocultar o “online” dos chats.
WhatsApp não permite desativar o status “online” — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo
4. Avisar quando alguém tira print da conversa
Um eventual aviso de print nas conversas, a exemplo do que ocorre no Snapchat, poderia deixar usuários do WhatsApp divididos. Porém, o recurso é aguardado por um grupo de pessoas que deseja saber quando um contato captura a tela do chat. Não há previsão para que o mensageiro passe a exibir essa informação.
5. Apagar mensagens a qualquer momento
O WhatsApp deixa apagar mensagens para todos em até cerca de uma hora após o envio. Entretanto, no Telegram, o recurso pode ser utilizado sem limite de tempo, possibilidade bastante desejada por alguns usuários do mensageiro mais utilizado do mundo.
WhatsApp permite apagar mensagens em até cerca de uma hora após o envio — Foto: Aline Batista/TechTudo
Free shop inaugurado no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas — Foto: Bruna Freitas/Aeroporto Internacional de Viracopos
Começa a valer nesta quarta-feira (1º) o limite para compras de brasileiros em lojas francas de aeroportos e portos, conhecidas como free shops, que vendem produtos livres de tributos. O valor irá dobrar de US$ 500 para US$ 1 mil por passageiro (ou o equivalente em outra moeda), segundo portaria publicada em outubro no Diário Oficial da União.
Itens importados vendidos em free shops são isentos do Imposto de Importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do recolhimento de PIS/Pasep-Importação e Cofins-Importação.
A portaria não altera a cota isenta de impostos de compras de brasileiros realizadas no exterior, atualmente fixada em US$ 500.
A Receita Federal estimou perda de arrecadação de R$ 62,64 milhões em 2020 com o aumento do limite para compras em free shops. Nas contas do Fisco, essa perda chegará a R$ 72,10 milhões em 2021, R$ 83,03 milhões em 2022 e R$ 95,53 milhões em 2023.
Embora os valores não sejam vultosos, eles significam, na prática, que o governo abrirá mão de receitas num momento em que as contas públicas seguem desequilibradas, numa trajetória de sucessivos déficits primários desde 2014.